sábado, 1 de agosto de 2026

POST Nº 12. 000 - BADFINGER - DAY AFTER DAY - 1971

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"Day After Day" é uma canção da banda britânica BadFinger, de seu terceiro álbum Straight Up, de 1971. Foi compsta e cantada por um gênio de nome Pete Ham e produzida por George Harrisonque toca algumas das partes de slide guitar junto com Ham. A canção foi lançada como single e se tornou o maior sucesso de BadFinger, alcançando um valente 4º lugar nos Estados Unidos e o 10º no Reino Unido, conquistando o certificado de ouro da Recording Industry Association of America (RIAA)"Day After Day" também conta com Leon Russell ao piano. Como a música estava inacabada quando Harrison deixou o álbum do Badfinger para produzir o Concert for Bangladesh, a mixagem final foi feita por Todd Rundgren, que assumiu Straight Up após a saída de Harrison.
Lançada como single nos EUA em novembro de 1971 (janeiro de 1972 em outros países), "Day After Day" tornou-se o single de maior sucesso do grupo naquele país, alcançando o 4º lugar na parada Billboard Pop Singles. Também alcançou o 10º lugar na parada de singles do Reino Unido em janeiro de 1972. Permanece uma das canções mais bonitas e conhecidas da banda, principalmente pelos solos de guitarra slide. Reconhecida pela crítica, recebeu o certificado de Ouro em março de 1972, tornando-se o primeiro e único single de ouro da banda. "Day After Day" alcançou o 10º lugar na parada Easy Listening da BillboardO crítico da Classic Rock, Rob Hughes, classificou "Day After Day" como a melhor música de BadFinger, devido à "melodia inquestionável, vocais plangentes e sentimento apaixonado, bem como aos maravilhosos solo de slide".

Pete Ham – Vocals, violão, guitarra slide; Tom EvansBacking vocals, baixo; Joey MollandBacking vocals, violão; Mike Gibbins – bateria, percussão; e George Harrison – guitarra slide; Leon Russell – piano.

THE BEATLES - O FANTÁSTICO MEDLEY DE ABBEY ROAD

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A ideia original era de McCartney, mas George Martin afirmou que o triunfo final da vida dos Beatles como uma banda de gravação - o medley de oito músicas que domina o lado 2 de Abbey Road - foi pelo menos parcialmente dele. "Eu queria fazer John e Paul pensarem mais seriamente sobre sua música", disse o produtor. "Paul era totalmente a favor de experiências assim". McCartney, na verdade, liderou a primeira sessão para aquela seção estendida do álbum - em 6 de maio de 1969, para "You Never GiveMe Your Money", sua ensolarada acusação a respeito dos pesadelos comerciais da Apple Corps.

Lennon estava muito menos interessado no medley, embora tenha contribuído com algumas de suas partes mais excêntricas, como a zombeteira "Mean Mr. Mustard" e a rápida e sarcástica "Polythene Pam". Ele posteriormente descartou o conceito como "lixo" na Rolling Stone, dizendo que "nenhuma das canções tinha nada a ver uma com a outra, nenhum fio condutor, apenas o fato de que as colocamos juntas".

Ele estava certo em algum sentido. A sequência de 16 minutos - variando de "Money" e o suspiro exuberante de "Sun King" de Lennon para o fragmento de alma pesada de McCartney "She Came in Through the Bathroom Window" e a doce canção de ninar "Golden Slumbers" e fechando com a famosa sentença de McCartney em "The End" ("O amor que você leva / É igual ao amor que você faz") - não tem qualquer conexão narrativa. Mas o medley de Abbey Road mostra os Beatles amadurecidos no seu melhor: divertidos, gentis, amargos e assombrosamente unidos pela música. Suas harmonias são arrebatadoras e complexas; as guitarras são confiantes e cortantes. "Estávamos aguentando firme, apesar de tudo o que estava acontecendo", disse McCartney com orgulho - uma referência às pressões e diferenças que os separavam desde o Álbum Branco - "ainda tínhamos um grande respeito um pelo outro, mesmo nos momentos mais terríveis".

Os Beatles gravaram o medley em vários momentos, fora de ordem, durante as sessões de julho e agosto de 1969 para Abbey Road. "Mean Mr. Mustard" era do início de 1968. A persistente histeria da Beatlemania apareceu em "She Came in Through the Bathroom Window", inspirada por uma fã mais empolgada. Mas o coração emocional da suíte eram as calamidades financeiras que estavam consumindo toda a energia dos Beatles e prestes a leva-los à falência. Lennon foi o personagem principal na contratação de Allen Klein, ex- gerente de negócios dos Rolling Stones, para equilibrar os livros e o caos na Apple Corps; McCartney queria que a banda contratasse Lee e John Eastman, pai e irmão de Linda. McCartney admitiu que "You Never Give Me Your Money era eu atacando diretamente a atitude de Allen Klein para conosco - só promessas, e nunca cumpridas". Posteriormente, em "Golden Slumbers" e "Carry That Weight" (a primeira com versos copiados de uma antiga canção de ninar publicada em 1603), McCartney voltou ao tema da exaustão. "Geralmente sou bastante otimista", disse ele, "mas em certos momentos as coisas me afetam tanto que simplesmente não consigo mais estar otimista, e esse foi um desses momentos. 'Carregue esse peso por muito tempo' - como para sempre".
A alternância de solos de guitarra em "The End" nasceu de um brainstorm da banda. Harrison achava que um break de guitarra daria um bom clímax. Lennon sugeriu que ele, Harrison e McCartney trocassem links. McCartney disse que iria primeiro. Vindo depois do solo de bateria de Ringo, o revezamento bombástico - com Harrison no meio e Lennon no final - foram gravados ao vivo em uma única tomada, uma última explosão de irmandade natural de uma banda á beira de sua separação. "Eu não sabia na época que era o último disco dos Beatles que faríamos, mas parecia que estávamos chegando ao fim da linha". Disse Harrison sobre Abbey Road. Ringo Starr afirmou: "Surgida das cinzas e de toda a loucura, aquela última gravação foi uma das melhores coisas que fizemos”.