segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

MERRY CHRISTMAS FOR ALL ELVIS FANS!!!

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RINGO STARR E AS MENINAS SUPERPODEROSAS

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Ringo Starr, o eterno baterista dos Beatles, fará uma participação especial em um episódio de As Meninas Superpoderosas, no qual dubla um personagem e compõe uma música para a animação, segundo informações da revista Time. O músico dará sua voz para o matemático Fibonacco Sequins no episódio Dance Pantsed, que celebra 15 anos do desenho. Ele será exibido na Cartoon Network dos Estados Unidos no dia 20 de janeiro. Além disso, Ringo escreveu a música I Wish I Was A Powerpuff Girl (Eu Queria Ser Uma Menina Superpoderosa ((?))), que também conta com um videoclipe. No episódio, Fibonacco é sequestrado pelo vilão Macaco Louco, que depois de ver seu plano mais uma vez frustrado quer o matemático para lhe criar um videogame para roubar o poderoso “elemento X”.

domingo, 22 de dezembro de 2013

THE BEATLES QUEBRANDO O PAU EM WEMBLEY

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No dia 26 abril 1964, os Beatles foram a atração principal do All Star Concert, o show de entrega dos prêmios da New Musical Express, 1963-1964, realizado no Empire Pool, em Wembley. Dez mil fãs foram assistir à banda receber os prêmios das mãos do astro Roger Moore. Os Beatles mandaram superbem e quebraram o maior cacete com “She Loves You”, “You Can’t Do That”, “Twist And Shout”, “Long Tall Sally” e “Can’t Buy Me Love”. Aqui, a gente confere todas! Destaque para “Twist And Shout”.

PAUL McCARTNEY - HOW MANY PEOPLE

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Francisco Alves Mendes Filho, mais conhecido como Chico Mendes, nasceu em Xapuri, em 15 de dezembro de 1944. Foi um seringueiro, sindicalista, ativista ambiental e revolucionário brasileiro. Sua atividade política visada à preservação da Floresta Amazônica lhe deu projeção mundial. Em julho de 2012, foi eleito um dos "100 maiores brasileiros de todos os tempos" em concurso realizado pelo SBT com a BBC de Londres. No dia 22 de dezembro de 1988, exatamente uma semana após completar 44 anos, Chico Mendes foi assassinado com tiros de escopeta no peito na porta dos fundos de sua casa.
Em 1989, Paul McCartney tomou conhecimento do assassinato do seringueiro e ativista ambiental Chico Mendes, em Xapuri no Acre, através dos telejornais da TV inglesa, que deram grande destaque ao bárbaro homicídio e fizeram retrospectiva de suas atividades como sindicalista e defensor do meio ambiente. A militância de Chico para preservação ambiental e justiça social comoveu Paul McCartney que resolveu dedicar a canção ‘How Many People’ recém-composta para o álbum ‘Flowers In The Dirt’ para Chico Mendes.

JOE STRUMMER - THE CLASH

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Joe Strummer nasceu em 21 de agosto de 1952 e morreu em 22 de dezembro de 2002. Joe Strummer tornou-se um astro por seu trabalho como vocalista e guitarrista da banda The Clash. Antes foi integrante da banda The 101ers. Foi ainda membro dos The Mescaleros e temporariamente dos The Pogues. Strummer nasceu em Ankara na Turquia. Sua mãe, Anna Mackenzie, era enfermeira de origem escocesa. Seu pai, Ronald Mellor, um indiano que trabalhava como diplomata de serviços estrangeiros nas ilhas britânicas. Sua família gastava muito tempo se mudando de um lugar para outro, e Joe passou partes de sua infância em Cairo, Cidade do México e Bonn. Aos 9 anos, junto com seu irmão David (10 anos), começou a estudar na "City of London Freemen's School" em Surrey. Joe poucas vezes viu seus pais durante os sete anos seguintes à sua entrada na escola. Ele desenvolveu seu amor por Rock ouvindo gravações de Little Richard, Beach Boys e Woody Guthrie (Joe inclusive assumiu o apelido "Woody" por alguns anos). Em 1970 seu irmão, David, se afastou da família entrou para o British National Front. Seu suicídio em julho do mesmo ano afetou profundamente Joe, que precisou identificar o corpo após 3 dias de desaparecimento. Em 22 de dezembro de 2002 faleceu vítima de defeito cardíaco congênito, conforme publicado em seu site oficial, ele faleceu tranquilo em sua casa em Somerset, deixou esposa, duas filhas e uma neta.
The Clash foi uma banda inglesa de punk rock, formada em 1976 como parte da primeira onda do punk britânico (em 1977). Além do punk, experimentou outros gêneros musicais, como reggae, ska, dub, funk, rap, surf e rockabilly. Durante grande parte de sua carreira, o Clash consistiu em Joe Strummer (vocalista principal, guitarra rítmica), Mick Jones (guitarra principal, vocal de apoio e vocal principal em algumas canções), Paul Simonon (baixo, vocal de apoio e ocasionalmente vocais principais) e Nicky "Topper" Headon (bateria, percussão). Headon deixou o grupo em 1982 e atritos internos resultaram na saída de Jones no ano seguinte. O grupo prosseguiu com novos membros, mas acabou no início de 1986.
The Clash foi grande sucesso no Reino Unido a partir do lançamento de seu álbum de estreia, The Clash, em 1977. O terceiro álbum do grupo, London Calling, lançado no Reino Unido em dezembro de 1979, trouxe-lhe popularidade nos Estados Unidos, ao ser lançado no mês seguinte. Aclamado pela crítica, foi declarado o melhor álbum dos anos 1980 na década seguinte pela revista Rolling Stone. As letras politizadas do Clash, sua experimentação musical e atitude rebelde tiveram uma influência profunda no rock, em especial no rock alternativo. Eles são amplamente referidos como "a única banda que importa", uma alcunha comercial originalmente introduzida pela gravadora do grupo, a CBS. Em janeiro de 2003, a banda, incluindo o baterista original, Terry Chimes, foi introduzida no Rock and Roll Hall of Fame. Em 2004, a Rolling Stone classificou o Clash como trigésimo maior artista de todos os tempos.

PAUL McCARTNEY - FLAMING PIE - SENSACIONAL!

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Bom domingo Planeta Beatles!
Tenho andado meio doente essas últimas semanas, mas já estou melhorando!

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

LADIES AND GENTLEMEN, THE BEATLES!

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BEATLES EM TUDO - JOÃO RESENDE - SENSACIONAL!

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Esta semana, perambulando pelo shopping, me deparei com o livro “BEATLES EM TUDO” de João Resende. Já tinha ouvido falar dele e até achei o título bem sugestivo, embora tenha comprado sem botar muita fé. Quebrei a cara! O livro de João Resende é simplesmente SEN-SA-CI-O-NAL! Divertidíssimo, como o subtítulo diz “Curiosidades Inéditas Sobre a Maior Banda da História” traz uma ampla e inédita pesquisa sobre vestígios dos Beatles nos mais diferentes assuntos. Mais de 40 anos após o fim da banda, o universo de coisas relacionadas aos Beatles não para de crescer. Os Fab Four ainda estão nas bancas, nos programas de TV, em covers feitos por músicos do mundo todo. E assim, a Beatlemania vai passando de geração em geração e se associando a tudo e a todos. O livro “Beatles em Tudo” é a prova disso. O autor se dedica a encontrar relações dos Beatles com os mais diferentes assuntos possíveis. E assim são apresentadas centenas de fatos relacionados à banda em temas distintos, desde esportes até nos campos mais inesperados como astronomia e paleontologia. Muito bom! Gostei de verdade. Parabéns ao autor. Tirei o chapéu. O meu foi 39 reais na Saraiva. Mas acreditem: vale muito à pena!
João Resende, publicitário, é um dos autores do blog Beatles College, um dos mais extensos arquivos online de notícias e curiosidades da Beatlemania do Brasil. O site http://paporock.com.br publicou em setembro – mês do lançamento, uma entrevista com o autor João Resende, que a gente confere agora:
Existe um capítulo ou mesmo muito material que revela “influência” dos Beatles no Brasil?
Sim, o Brasil absorveu a influência dos Beatles de diversas maneiras: música, televisão, cinema, esportes, culinária e etc. Por isso, os fatos relacionados ao Brasil estão espalhados pelo livro todo. A galera vai conhecer as novelas que tiveram trilha sonora dos Beatles; as relações da banda com MPB, samba, Forró e até o funk carioca; fatos isolados que relacionam a banda a times como Flamengo, Fluminense, Coritinhians e muito mais… Aliás, sabia que existe um taxista em Porto Alegre que tem o táxi todo decorado de Beatles? O nome profissional dele é “John Lennon”. Rs…
Qual campo de atuação que você menos imaginava achar relação com a banda e acabou encontrado durante a pesquisa para o livro?
Acho que no campo das ciências, foi a grande surpresa. Acabei descobrindo que astrônomos, paleontólogos, cientistas e outros estudiosos também tem sua veia Beatlemaníaca. E alguns deles fizeram questão de mostrar isso usando o nome dos integrantes da banda para batizar planetas, fósseis, seres vivos e estudos científicos.
Temos uma página no facebook (beatlesclube) sobre a banda e há muitos jovens, adolescentes que curtem a página. A influência para essa faixa etária também se mostrou grande?
Sim! Eu curto a página de vocês! O próprio livro surgiu do blog do qual sou autor (Beatles College) onde a presença dessa faixa etária é maioria. E isso é ótimo, né? Percebe-se que a Beatlemania continua passando de geração para geração. E são fãs fervorosos!
Durante a sua pesquisa e pela extensão da influência do FabFour em tantos segmentos da cultura e sociedade, você acha que dá pra afirmar que “o sonho não acabou”?

Sem dúvida. A presença dos “Beatles em Tudo” é latente. Mas mais legal ainda é ver as mensagens que eles passaram há 40 anos atrás ainda serem reproduzidas. Amor e paz são sentimentos eternos, mas que poucos souberam transformar em arte. E o sucesso ainda presente de canções como Imagine, All You need is Love, My Sweet Lord mostram que o que os Beatles cantavam, juntos ou separados, ainda é um sonho de todos nós.

TOM PETTY AND THE HEARTBREAKERS - LEARNING TO FLY - DEMAIS!

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A MORTE DE REGINALDO ROSSI

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O cantor e compositor Reginaldo Rossi morreu às 9h40 desta sexta-feira (20), aos 69 anos, de falência múltipla de órgãos. Conhecido como o "Rei do Brega" e autor do sucesso “Garçom”, ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Memorial São José, na área central do Recife, desde o dia 27 de novembro, para tratar um câncer no pulmão direito.
Reginaldo Rossi ganhou o título de “Rei do Brega” graças a músicas como “Garçom”, nas quais cantava sobre temas como amor e traições. Compositor de linguagem popular, ele também é autor de sucessos como "A raposa e as uvas", "Leviana" e "Recife minha cidade". Apesar do jeito extrovertido nas entrevistas e apresentações, se dizia avesso à fama. "Eu sou muito tímido. Essa coisa que eu faço, que requebro no palco, canto 'Garçom', o corno e tudo mais, é para enganar minha timidez", afirmou recentemente em entrevista ao programa Bom Dia Pernambuco.
Rossi também contestava o título de “Rei do Brega”. "O meu rei é o Roberto [Carlos]. Agora, como existem alguns segmentos, falam que sou rei”, justificou. “Cada vez mais eu tô entendendo o povo e descendo de um pedestal. Cada vez mais eu quero o brega perto de mim. Acho que o brasileiro está com menos vergonha de ser brega. E ser brega é o que o povo gosta de maneira geral. Quando o povo gosta, é brega."
Nascido no Recife, em 1944, Reginaldo Rodrigues dos Santos começou a carreira na esteira da Jovem Guarda, na década de 1960, imitando Roberto Carlos. Antes, estudou engenharia civil e chegou a dar aulas de matemática. Quando trocou a sala de aula pelos palcos, optou por cantar rock no Nordeste e comandou o grupo The Silver Jets. Em 1966, lançou seu primeiro LP, "O pão". Somente em 1970, pela gravadora CBS, estreou em disco, com o LP "À procura de você", afastando-se do rock e passando a apresentar um repertório brega-romântico, do qual se tornou ícone. A história de Reginaldo Rossi começou nos Coelhos, uma comunidade pobre da área central do Recife, onde nasceu. Ainda criança, viajou com a família para o Rio e, ao voltar para a capital pernambucana, ganhou o apelido de “Carioca”. "Também passei por São Paulo, mas digo que aprendi a falar no Rio. Quando voltei e estava terminando o científico [atual ensino médio], começou a pintar o rock. Eu cantava Ray Charles e Elvis na escola”, recordou em entrevista à Globo Nordeste, em 2006, quando completou 40 anos de carreira.
“Depois, formamos o conjunto The Silver Jets, mais famoso por ser o primeiro conjunto de rock do Nordeste. A gente sentia que estava para o Nordeste como os Beatles estavam para o mundo. Comecei a Jovem Guarda em Pernambuco, no Nordeste”, falou. “Eu me arrisquei, usei a primeira calça sem pregas. Passava na rua e os caras gritavam: 'Wanderléa! Olha a Wanderléa!' E depois todo mundo usava." Após o fim do conjunto The Silver Jets, Rossi passou a atuar como crooner em boates. "Eu tinha que cantar os sucessos mundiais. Tanto fazia cantar um samba quanto o maior sucesso do momento", admitiu. O músico se aproximou ainda mais do público quando passou a apresentar um programa de auditório na TV, nos anos 1980. O trabalho também lhe rendeu o primeiro disco de ouro, com a música “A volta”. Foram mais de cem mil cópias vendidas.
Já o maior sucesso veio em 1987, com o lançamento do hit "Garçom", que alcançou a marca de dois milhões de cópias vendidas. Reginaldo Rossi dizia que a simplicidade o ajudou na hora de compor a canção, clássico nacional da dor de cotovelo. "A segunda parte da música diz: 'Garçom, eu sei, eu estou enchendo o saco. Mas todo bebum fica chato. Valente, e tem toda a razão...' Escrevendo desse jeito, você entendeu, o presidente entendeu e o gari entendeu", comentou. Na primeira metade dos anos 1990, Rossi lançou apenas um disco. Em 1998, foi a vez do CD "Reginaldo Rossi ao vivo", com sucessos como "A raposa e as uvas" e "Mon amour, meu bem, ma femme". Um ano depois, o CD "Reginaldo Rossi the king" contou com a participação de convidados como Wanderléa, Erasmo Carlos, Golden Boys, Roberta Miranda e da banda Planet Hemp. O disco vendeu 1 milhão de cópias. Em 2010, o cantor produziu o DVD "Cabaret do Rossi", fazendo releituras dos seus grandes hits. A apresentação foi gravada em um cenário de tecidos aveludados, poltronas vermelhas, entre outros elementos decorativos que faziam alusão a um cabaré. Antes de ser internado, era esse o show que o cantor apresentava em várias cidades do Nordeste. Ao longo da carreira, Rossi recebeu 14 discos de ouro, dois de platina, um de platina duplo e um de diamante. Músicas conhecidas na voz dele também foram gravadas por outros artistas e bandas nacionais, como Comadre Fulozinha ("Desterro") e Pedra Letícia ("Em plena lua de mel"). O cantor pernambucano Silvério Pessoa, por exemplo, criou uma banda, a Sir Rossi, que dá novas roupagens às canções do artista. "É um presente de Deus meus colegas gravarem Reginaldo Rossi", disse no Espaço Pernambuco, exibido na Globo Nordeste, em setembro passado. "É a nossa medalha de honra ao mérito para ele", brincou Silvério, na mesma reportagem.
Rossi colecionou histórias ao longo da carreira de quase 50 anos. Ele contou delas no Espaço Pernambuco. "Uma vez, após um comício em Jaboatão [dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife], com 40 mil pessoas, eu saí em uma Kombi e pedi para ir devagar para cumprimentar os fãs. Quando a Kombi estava já andando a uns 20 quilômetros, vi um cara correndo, esbaforido e eu disse para a gente parar porque o esforço dele merecia atenção”, disse. “Quando abrimos a porta, ele disse: 'Rossi, eu também sou veado'. Isso faz parte do show." No programa, também explicou por que o tema da "dor de corno" era tão ligado ao seu trabalho. "Essa história de corno não foi eu quem colocou, mas o povo, o povo adora isso. Se prestar atenção na música 'Garçom', o homem está chorando porque o grande amor da vida dele vai casar com outro”, apontou. “Mas levaram para esse lado e eu aproveitei, segui esse caminho, pois o artista tem que aproveitar a oportunidade. Quem pede para cantar [essas músicas] não são pessoas de 40 anos, são jovens, de 14, 15, 18 anos." Ele ainda comentou que "só no Brasil é que existe essa história de brega e chique”. “Os cantores no mundo todo querem fazer sucesso. As letras são as mais simples possíveis, as harmonias [também]”, comparou. “Claro, existem eruditos para uma pequena classe. No Brasil, em que povo em geral não teve acesso à educação musical mais refinada, isso é válido: tem que ter Chico [Buarque], Gal [Costa], Caetano [Veloso], e tem que ter Amado Batista, Zezo dos Teclados, Faringes da Paixão e Reginaldo Rossi."
O Baú do Edu lamenta a morte de Reginaldo Rossi. Assim como tantos paradoxos da cultura popular deste país, ele agora deixa de ser brega e vira cult. Siga em paz! O que a gente confere a seguir (ou não), é RR assassinando Let It Be no programa do Ratinho. É mole?

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

KEITH RICHARDS 70 ANOS - YOU GOT THE SILVER

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Hoje é aniversário de Keith Richards, uma pedra que não pára de rolar. O velhão está completando 70 anos. Nasceu em 18 de dezembro de 1943. Parabéns, Rolling Stone. “Pedras que rolam não criam limo.” Em homenagem ao guitarrista, não deixe de conferir a superpostagem “KEITH RICHARDS - O GUERREIRO IMORTAL”.

PAUL McCARTNEY NO JOGO DOS NETS

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Fã de basquete, um dos homens mais famosos do planeta, Sir Paul McCartney marcou presença na quadra durante partida da NBA, entre Brooklyn Nets e Philadelphia 76ers. Durante o intervalo, o ex-Beatle fez o possível para chamar atenção dos jogadores, que estavam "atirando" camisas para as arquibancadas. McCartney até conseguiu que uma fosse atirada em sua direção, mas um outro fã, mais ligeiro, acabou ficando com a cortesia. Sir Paul McCartney não perdeu a compostura e, embora tenha lamentado, continuou na torcida pelo time da casa, que venceu o Philadelphia por 130-94. Veja a cena no vídeo abaixo:

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

THE BEATLES BOOTLEG RECORDINGS 1963

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Uma coleção inédita de 59 gravações raras dos Beatles em 1963 está disponível desde esta terça-feira, 17, no iTunes, pela Apple, a gravadora fundada pelo quarteto, que lançou em versão digital a “The Beatles Bootleg Recordings 1963”, com 44 canções interpretadas nos estúdios da cadeia britânica BBC e 15 gravadas em estúdio que nunca tinham sido divulgadas. Versões alternativas e de baixa qualidade de sucessos como There's a Place ou Please Please Me; uma gravação acústica da canção Bad to Me, escrita por John Lennon para o cantor Billy J. Kramer, e uma versão de I'm in Love, também com Lennon, são algumas das estrelas desta coleção de duas horas e meia. O lançamento se deve a um movimento da gravadora para "cumprir a lei europeia de direitos autorais", modificada mês passado, explicou o jornal Daily Telegraph. Segundo essa lei, a música é protegida nos 70 anos seguintes ao lançamento e, caso não tenha sido publicada, 50 anos após a gravação. Antes da última modificação, a proteção nos dois casos era de meio século. Ao fim desse período, a música automaticamente fica disponível para domínio público. Qualquer gravação de 1963 do quarteto formado por Paul McCartney, John Lennon, George Harrison e Ringo Starr que ainda não estiver disponível para o público perderá a proteção em 2014, a não ser que seja lançada antes, estendendo a proteção por outros 70 anos. Graças ao lançamento de hoje, essa coleção de 59 canções estará protegida até 2084, independentemente de quanto tempo estiver à venda. O iTunes lançou o disco hoje no começo da manhã na Ásia, na Austrália e na Nova Zelândia e, em seguida em Rússia, Arábia Saudita, Catar e Líbano. Pouco tempo depois, a coleção foi retirada subitamente e sem explicação, para voltar a aparecer por volta das 13h (de Brasília).

PAUL McCARTNEY - SPIES LIKE US - 1985

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O compacto "Spies Like Us" foi lançado em 18 de novembro de 1985. A canção foi composta em Campbelltown, Escócia. Paul a compôs especialmente para o filme homônimo, dirigido por John Landis. A faixa foi produzida pelo próprio Paul, Phil Ramone e Hugh Padgham, em setembro de 1985. Foi gravada no estúdio The Mill, em East Sussex, Inglaterra.

THE BEATLES - I WILL

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"I Will" foi lançada no álbum The Beatles ou "Álbum Branco" de 1968. Em contraponto com a faixa anterior, "Why Don't We Do It in the Road?," que contém um apelo sexual, "I Will" é mais romântica. Foi a primeira canção de cinco que Paul escreveu e dedicou para sua namorada e futura esposa Linda Eastman. (As outras quatro são: "Two of Us", "The Lovely Linda", "Maybe I'm Amazed", e "My Love"). A harmonia da canção, Paul fez ao ler no jornal que um crítico escreveu, dizendo que os Beatles nunca mais fariam baladas como "Yesterday." O tema de "I Will" ou "Eu Irei," é bem o estilo "McCartney" de escrever suas canções de amor. Na letra ele diz que ele fará o que for preciso para ficar com ela e amá-la, dizendo que a amará para sempre, de todo seu coração, mesmo quando estiverem longe um do outro. A sessão de gravação se tornou uma sessão de ensaios, produzindo uma curta canção, "Can you take me back," que acabou entrando no final de "Cry Baby Cry." Assim como a canção "Los Paranóias," lançada do disco 3 do "The Beatles Anthology." "I Will" levou 67 takes para se gravada. George Harrison, não participou da faixa, pois estava começando "Piggies" em outro estúdio do Abbey Road Studios. Um "baixo com a voz" foi realmente feito por Paul McCartney que ele gravou com a boca acompanhando os graves do violão, adicionou um efeito overdub e mais alguns efeitos. Se ouvir atentamente, perceberá que não é um baixo comum. Uma versão alternativa de "I Will" aparece no "Anthology 3." Essa versão foi o primeiro take a ser gravado em 1968. Instrumentos tocados por Paul McCartney: vocal, violão, baixo com a voz; John Lennon: percussão com pedaço de madeira; Ringo Starr: chimbal, bongôs, maracas.
• No documentário televisivo, "The Beatles Anthology", McCartney, Harrison, e Starr estão em um momento de boa, descansando. Starr pergunta a McCartney sobre quais canções ele escreveu na Índia e McCartney responde, "I Will." Então Harrison começa a tocá-la em seu ukulele, enquanto Starr e McCartney começam a harmonizar a canção.
• 
"I Will" aparece no filme romântico de 1994, estrelado por Annette Bening e Warren Beatty, "Segredos do Coração" (The Love Affair).
• "I Will" está em versão reggae no disco "Read My Lips" de Tim Curry.
• Uma versão similar do riff aparece na canção "My Best Friend's Girl" da banda The Cars.
• A versão de Diana Ross aparece no disco de retorno "I Love You", de 2007.

JOHN LENNON & YOKO ONO LIVE AT APOLLO THEATER

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No dia 17 de dezembro de 1971, John Lennon e Yoko Ono se apresentaram no Teatro Apollo, no Harlen, em Nova York, em benefício das famílias das vítimas do massacre na prisão de Attica. Tocaram três músicas: "Attica State", "Sisters O Sisters" e "Imagine".

Não deixe de conferir também:
JOHN LENNON LIVE PERFORMANCES publicada em 8 de junho de 2012.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

TELL ME WHAT YOU SEE - JOHN LENNON OU PAUL McCARTNEY?

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OUVIR MÚSICA POP FAZ BEM PARA O CÉREBRO

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Ouvir música pop pode ajudar pacientes com lesões cerebrais graves a relembrar memórias pessoais, diz um novo estudo. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail. Pesquisadores descobriram que pacientes que enfrentaram este tipo de problema conseguiram retomar um número similar de memórias ao que o de pessoas sem nenhum tipo de lesão. O estudo, publicado no jornal Neuro psychological Rehabilitation, foi o primeiro a investigar o poder da música na recuperação da memória de pessoas com cérebros danificados. A pesquisa foi conduzida por Amee Baird e Séverine Samson, da University of Newcastle, na Austrália, e da University of Lille, que fica no norte da França. Eles observaram cinco pessoas com lesões cerebrais expostas a uma série de músicas populares. As canções remetiam à vida dos pacientes e também foram reproduzidas para pessoas sem lesões cerebrais. Todos os voluntários foram questionados sobre o quão familiar eram as músicas, se gostavam delas e que tipo de memórias evocavam. Ficou comprovado que os que tinham lesão se lembraram de um número similar de memórias ao que os que não tinham nenhuma lesão. Em todos os indivíduos, a maioria das memórias estava ligada a uma pessoa ou a um período da vida e eram tipicamente positivas. As músicas que evocaram algum tipo de memória eram mais familiares pelos pacientes e também eram as que eles mais gostavam. Os especialistas concluíram que a música é um estímulo efetivo e provoca memórias autobiográficas. Eles esperam que a descoberta motive novas pesquisas neste campo.

THE MAMAS & THE PAPAS - CALIFORNIA DREAMIN' / MONDAY MONDAY

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The Mamas & the Papas
foi um grupo vocal formado em Nova York nos anos a a partir da segunda metade da década de 1960, por John Phillips (responsável pelas composições do grupo), sua mulher, Michelle Phillips, 'Mama' Cass Elliot e Denny Doherty. Entre 1966 e 1968, alcançaram renomados sucessos nas paradas de todo o mundo com canções como “Monday, Monday” e "California Dreamin”, até hoje cultuados como clássicos de uma época. The Mamas & The Papas foi uma das únicas bandas norte-americanas a conseguir manter o sucesso e competir com a conhecida “Invasão Britânica”.

O grupo gravou e se apresentou de 1965 a 1968, lançando cinco álbuns e deixando um legado de dez sucessos entre os compactos mais vendidos. O sucesso, deve-se às belas harmonizações vocais, e acompanhamento em estúdio de músicos profissionais. Sua contribuição na contracultura sessentista do jovem movimento hippie, também fizeram excelentes releituras de vários sucessos de outros artistas dos anos 1960, como a cover de “I Call Your Name”, dos Beatles. 

John Phillips
, o mentor, morreu em março de 2001, de câncer.


"Mama" Cass Elliot – Mama Cass
– (a gordona), morreu em Londres em julho de 1974, ataque cardíaco.

Denny Doherty
 morreu em janeiro de 2007 de aneurisma abdominal.

Michelle Phillips, a que era a “loirinha bonitinha” é a única sobrevivente dos The Mamas & The Papas original. Seu nome verdadeiro é Holly Michelle Gilliam. Ela está com 69 anos. Monday, Monday... boa semana para todos! Senhoras e senhores: THE MAMAS AND THE PAPAS!

sábado, 14 de dezembro de 2013

THE BEATLES - BOOTLEG RECORDINGS 1963 E THE U.S. ALBUNS

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Uma série de gravações inéditas do início da carreira dos Beatles será lançada semana que vem no Reino Unido. Mas o que deveria ser motivo de comemoração para os fãs do Quarteto de Liverpool, na verdade é uma manobra para evitar que o material caia em domínio público, segundo o jornal inglês Independent. "The Beatles Bootleg Recordings 1963" será lançado pela Universal Music apenas no iTunes e estará disponível a partir da terça-feira. O disco traz 59 gravações inéditas, entre versões de estúdio e apresentações na BBC. O direito autoral na União Europeia extendeu de 50 para 70 anos a proteção para gravações sonoras, mas essa extensão não vale para material nunca lançado. Com isso, as gravadoras passam a ser obrigadas a lançar essas canções, normalmente versões não aprovadas, antes de chegar ao limite de 50 anos. Caso contrário, qualquer um que tenha acesso às fitas pode vender cópias delas sem pagar direitos.
Álbuns americanos dos Beatles serão lançados em caixa especial. Como parte da celebração dos 50 anos da Beatlemania na América, a Capitol Records ressucitou um projeto iniciado em 2004, mas abandonado: o selo anunciou nesta quinta-feira que via lançar "The Beatles: The U.S. Albuns", uma coleção de 13 CDs que inclui as versões americanas dos álbuns do grupo lançados nos anos 1960, ou pelo menos aqueles com sequências de faixas diferentes (e em alguns casos mixagens diferentes) dos originais britânicos. A caixa será lançada em 21 de janeiro. Os álbuns americanos são motivos de polêmica há décadas entre fãs dos Beatles. Muitos colecionadores preferiam que eles fossem esquecidos, argumentando que os discos britânicos refletem as sequências de canções e a qualidade de som que a banda aprovou. Nos EUA, os discos são mais curtos (normalmente 12 músicas, contra 14 no Reino Unido) e ganham reverb para refletir o que os executivos da Capitol consideravam o "gosto americano". Como a Capitol escluía músicas e acrescentava singles (que não faziam parte dos discos britânicos), lançava depois compilações extras. Para americanos mais velhos, no entanto, esses são os discos que eles cresceram ouvindo e muitos preferem essas versões. "Meet the Beatles", primeiro álbum da Capitol, por exemplo, nos EUA traz quase só composições originais dos Beatles, com apenas uma cover ("Till there was you"), enquanto a versão britânica traz oito originais e seis covers. O "Rubber Soul" americano abre com "I've just seen a face", que está no lado B do britânico "Help!". A nova caixa traz os discos "Meet the Beatles", "The Beatles' Second Album", "A Hard Day's Night", "Something New", "The Beatles' Story", "Beatles '65", "The Early Beatles," "Beatles VI", "Help!", "Rubber Soul", "Yesterday. And Today", "Revolver" e "Hey Jude". Álbuns que são idênticos em suas versões americana e britânica - "Sgt.Pepper's Lonely Hears Club Band", "Magical Mystery Tour", "Álbum branco", "Yellow Submarine", "Abbey Road" e "Let It Be" - não estão incluídos.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

UM LINK ABSOLUTAMENTE FANTÁSTICO E IMPERDÍVEL

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Um Santo da Internet, uma alma boa e generosa, que não consegui identificar o nome, resolveu compartilhar com todos nós, todas as imagens que scaneou do (ainda inédito por aqui) livro "George Harrison - Living In The Material World". Dezenas dessas fotos nunca haviam sido publicadas antes. E como se ainda não bastasse, tem o filme exibido pela HBO em duas partes. Show! Todas as imagens estão grandes e com uma resolução ótima. Milagres da globalização... viva!

A PINTURA VIGOROSA DE PAUL McCARTNEY

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Às vezes, fico pensando: o que ainda falta esse homem fazer nessa vida? O interesse de Paul McCartney pela pintura vem desde os anos 60. Já famoso, conheceu grandes nomes das artes plásticas como Andy Warhol, Claes Oldenburg, Peter Blake e Richard Hamilton, além de desenvolver um grande interesse pelas obras do belga René Magritte – a maçã do logo da Apple vem de uma pintura de Magritte. Mas um amigo próximo, o pintor Willem de Kooning, foi quem realmente encorajou Paul a pintar, em meados de 1983.
Em 1999, o mundo conheceu melhor a faceta de artista plástico de Paul McCartney com uma exibição em Siegen, na Alemanha, que depois resultou no livro-catálogo “Paintings”. Algumas obras de McCartney retrataram pessoas próximas, como Linda e John Lennon, além de artistas como David Bowie e Andy Warhol.
"Eu costumava desenhar bastante, não necessariamente baseado na vida, mas na imaginação. E todos os meus dias na escola eu sempre desenhava muito bem. Eu costumava fazer desenhos de mulheres para a turma, mas não devemos falar sobre isso – eu era o cara que poderia desenhar lindas mulheres nuas, então para os meninos isto era uma boa atração, e eles me pediam para desenhar para eles. Mas eu sempre gostei de desenho, frequentemente rostos de desenho animado. Eu gosto da linha, não necessariamente do conteúdo. Eu gosto de linhas rápidas, linhas muito espontâneas". 

GEORGE HARRISON - UM BEATLE NA CASA BRANCA

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Aproveitando a sua turnê pelos Estados Unidos, o ex-Beatle George Harrison faz uma visita à Casa Branca, em Washington DC, e conhece o presidente Gerald Ford. O filho de Ford, Jack, havia assistido a um show de Harrison, em Salt Lake City, e o convidou para ir até a Sede do Governo. George estava acompanhado do pai, Harry e dos músicos Billy Preston, Ravi Shankar & Tom Scott.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

TOM PETTY & JEFF LYNNE (with Dhani Harrison) - HANDLE WITH CARE

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THE BEATLES - ACROSS THE UNIVERSE

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“Across The Universe”, é a canção mais antiga do álbum LET IT BE, foi gravada em fevereiro de 1968 e chegou ao público pela primeira vez em um álbum beneficente para o WWF (World Wildlife Fund) em dezembro de 1969: “No One's Gonna Change Our World”. As bases de Across The Universe foram gravadas em 4 de fevereiro, John Lennon não ficou satisfeito e tentou por vários takes seguidos. Paul McCartney o convenceu a chamar duas fãs para fazerem backing: a brasileira Lizzie Bravo e Gayleen Pease, que passavam dias acampadas na porta do estúdio para para ver os Beatles, falar com eles e tirar fotos. Mas essa é outra história.Across The Universe foi mixada em mono e colocada de lado enquanto o grupo lançou como single as canções "Lady Madonna" e "The Inner Light". Depois do retorno à Índia, o grupo resolveu gravar algumas canções compostas lá e "Across the Universe" permaneceu engavetada. Spike Milligan ouviu e sugeriu que ela fosse lançada como parte do álbum que ele estava organizando pela World Wide Fund for Nature. Os Beatles concordaram com a proposta e a canção foi mixada em estéreo pela primeira vez por George Martin. Para o álbum da 'wildlife' foi acrescentado efeitos sonoros de pássaros no início e no final da canção. Depois de acrescentados os efeitos, foi acelerada de forma que mesmo com os sons dos pássaros continuasse quase com o mesmo tempo. Para o álbum LET IT BE, Glyn Johns remixou-a dando um tratamento acústico e corrigindo a velocidade. Não importa de qual forma: se é mono, se é estéreo, se é mais longa, se é mais curta. O que importa, para mim, é que é uma das minhas músicas preferidas dos Beatles. “Mais um original de Lennon & McCartney”.


O ábum "No One's Gonna Change Our World" é um disco bacana. Inofensivo... está fora de catálogo há muitos, muitos anos. O LP original, hoje em dia é uma raridade e ítem de colecionadores. Eu não tenho o bichão. Tenho um CDzinho que comprei num sebo pelo preço de banana que o dono - um velho gordão - fez na hora. Tipo 5 reais.

JOHN LENNON - LIVE PEACE IN TORONTO - 2013

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PLASTIC ONO BAND. A banda que John Lennon formou junto com a mulher, antes do fim dos Beatles. Lennon foi convidado especialmente para aparecer no Festival deToronto no Canadá. em 13 September 1969 - Rock'n'Roll Revival Concert - no Varsity Stadium. Chegaram no dia do concerto, diretamente de Londres. Lá, os Beatles já estavam destruidos, mas o circo tinha que continuar. A formação original da banda era: John Lennon, Yoko Ono, Eric Clapton, Klaus Voorman e Alan White. O festival, com apresentações de Chuck Berry, Fats Domino, Jerry Lee Lewis e Bo Diddley, foi a oportunidade para Lennon apresentar à sua mulher, seus heróis de infância. E mostrar ao mundo que estava livre dos Beatles. O evento rendeu dois filmes e o primeiro disco da banda, "Plastic Ono Band - Live Peace in Toronto'69. John teria passado mal durante toda a viagem e estava completamente drogado durante a performance. Apesar dos pesares, o show acabou sendo mais um grande sucesso do nosso velho barbudão. O disco JOHN LENNON - LIVE PEACE IN TORONTO foi e ainda é uma das maiores bombas de Rock And Roll de todos os tempos. E o que é mais curioso: é conhecido como "o disco de um lado só".

PAUL McCARTNEY - LONESOME TOWN - SENSACIONOWN!

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Quem gostou, confere o show inteiro AQUI, na postagem "PAUL MCCARTNEY LIVE AT THE CAVERN CLUB - 1999" de 3 de fevereiro de 2013.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

STEVIE WONDER TOCA GAITA COM SAXOFONISTA NO CENTRO DE BRASÍLIA

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Tocar com o Stevie Wonder despretensiosamente numa quadra comercial de Brasília. Parece impossível, mas aconteceu. No fim da tarde de domingo, o músico João Filho almoçava em um restaurante da 206 Sul quando viu um senhor de trancinhas saindo de um carro chique com uma equipe grande. Sem acreditar no que enxergava, João comentou com a mulher: “Eu acho que é o Stevie Wonder”. “Não tomou seus remédios para a cabeça hoje?”, retrucou ela, descrente. Mas o piauiense, insistente, foi conferir se era mesmo o ídolo, que havia tocado no evento Circuito do Banco do Brasil, no sábado. João estava certo. Stevie Wonder lanchava com sua equipe em uma confeitaria na 205 Sul. João esperou por horas, embaixo de uma árvore, pelo momento certo de se aproximar. A tática foi certeira: ele pegou o saxofone — se exibiria na mesma lanchonete pouco depois — e começou a tocar um jazz. O segurança do norte-americano deu a dica: chamaria mais atenção se tocasse Garota de Ipanema. Funcionou. O mestre gringo não relutou em pedir uma gaita para acompanhar o brasileiro. Fizeram um dueto com o clássico brasileiro e Wave, de Tom Jobim, no meio da comercial da 205 Sul. A cena, que parecia mais uma miragem, atraiu dezenas de pessoas — elas tiraram fotos e fizeram vídeos. Um deles foi postado no YouTube e tinha mais de 350 visualizações até o início da noite de ontem. “Foi surreal, não tenho nem palavras para descrever. É uma daquelas histórias que, se contarmos em uma mesa de bar, ninguém acredita”, diz João Filho, que é fã de Stevie, mas não chegou a ir ao show do americano no sábado porque estava trabalhando. “Um amigo meu me ligou para ‘zoar’ porque eu não tinha ido ao concerto. Liguei para ele de volta dizendo que não tinha ido ao show, mas tinha tocado com Stevie Wonder no meio das ruas de Brasília”, conta, sorridente. Depois da apresentação despretensiosa, Wonder pediu a um de seus seguranças que desse duas notas de US$ 100 para João, como forma de incentivo. “Ele nem imagina que isso foi o menos importante naquele dia”, afirma o músico, que toca nas ruas de Brasília e também em restaurantes e eventos diversos.

EVERYBODY'S TRYING TO BE MY BABY - ÓTIMO!

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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

PAUL McCARTNEY & WINGS - I'VE HAD ENOUGH - ABSOLUTAMENTE SENSACIONAL!!!

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Composta em Campbeltown, Escócia, nas Ilhas Virgens e Londres, o rockão “Ive Had Enough” foi concebido parcialmente no Rude Studio, e finalizado durante as sessões de gravação nas Ilhas Virgens e Londres, onde Paul adicionou à faixa a versão final de sua letra. O videoclipe promocional contou com a participação de Laurence Juber e Steve Holly, nos postos de Jimmy McCulloch e Joe English, respectivamente. Mas na gravaçãodo álbum são os dois que aparecem nos créditos (McCulloch e English). Instrumentos tocados por Paul McCartney: contrabaixo, mellotron, guitarra-solo e palmas. Bateria, por Joe English . Guitarras por Jimmy McCulloch e Denny Laine. Harmonias, Linda McCartney. E é exatamente esse supervídeo absolutamente sensacional, que a gente confere aqui no nosso blog preferido pela 1ª vez!