sexta-feira, 30 de outubro de 2026

THE BEATLES LIVE AT CIRCUS KRONE - GERMANY 1966

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GEORGE HARRISON - LET IT BE ME - 2012 ⭐⭐⭐⭐⭐

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"Let It Be Me" originalmente se chamava 'Je t'appartiens'. A música era de Gilbert Bécaud, com letra em francês de Pierre Delanoë. Foi um sucesso para Bécaud em 1955. Manny Curtis escreveu a letra em inglês e renomeou a música para "Let Tt Be Me". Ela foi interpretada por Jill Corey em 1957 no programa de televisão Climax. "Let Tt Be Me" foi ainda mais popularizada em 1959 pelos Everly Brothers, cuja versão alcançou o 7º lugar na parada Billboard Hot 100 dos EUA. A versão demo de George Harrison foi gravada em 24 de setembro de 1983, um dia depois de ele ter assistido à apresentação dos Everly Brothers no Royal Albert Hall, em Londres. Ela permaneceu inédita até 2012. A versão demo de "Let It Be Me" aparece no álbum póstumo de George Harrison, Early Takes Volume 1. George canta, toca violão e guitarra elétrica.

THE BEATLES - WHAT YOU'RE DOING - 1964 ⭐⭐⭐⭐⭐

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"What You're Doing" é a penúltima música do álbum Beatles for Sale, lançado em 4 de dezembro de 1964. É creditada a Lennon e McCartney, mas foi escrita somente por Paul McCartney. "What You're Doing" é uma das oito composições originais do Beatles for Sale. Na América do Norte, onde a Capitol Records normalmente alterava o conteúdo dos álbuns, "What You're Doing" apareceu no lançamento americano de 1965 Beatles VI.
"What You're Doing" foi escrita por McCartney em Atlantic City no fim de agosto de 1964, logo após o fim da turnê mundial dos Beatles. Ao longo da música, McCartney acrescenta ao esquema de rima combinando uma única palavra de duas sílabas com duas palavras de uma sílaba (ou seja, "Olha o que você está fazendo, estou me sentindo triste e solitário... Você me pegou correndo, e não há diversão nisso") - um esquema de rima incomum nos versos: "doing" com "blue and", "running" com “fun in" - Ele usou a mesma técnica em "She’s a Woman", que também foi gravada durante as sessões do Beatles For Sale. Além disso, a ênfase gritada de certas palavras nos backing vocals de John Lennon e George Harrison - que lembram aquelas de ‘PS I Love You’ - adiciona um senso de urgência. O mais notável, entretanto, é a distorção no solo e no fundo da guitarra - um som incomum na época. A pausa piano / baixo antes do final também mostrou os Beatles testando ideias e estabelecendo técnicas de gravação que mais tarde usariam para obter um efeito deslumbrante.
Os Beatles tentaram gravar a música em 29 de setembro de 1964, mas apenas a faixa básica de ritmo foi gravada em sete tomadas. Um dia depois, após terminar a gravação de "Every Little Thing", o grupo gravou mais cinco takes, sendo o take 11 considerado o "melhor". O grupo refez a canção em sua forma final em 26 de outubro, imediatamente após concluir o trabalho da cover de Carl Perkins "Honey Don't". Foi a última música a ser concluída para o Beatles for Sale. "What You're Doing" foi gravada em Abbey Road, produzida por George Martin e teve Norman Smith como engenheiro. Paul McCartney faz o vocal principal e toca baixo; John Lennon faz backing vocals e toca violão; George Harrison faz backing vocals e toca guitarra solo de doze cordas; Ringo Starr toca bateria; e George Martin, piano. Em 2006, "What You're Doing" foi sampleada para criar um medley, junto com "Drive My Car" e "The Word", para o álbum Love.

THE BEATLES - LIVE IN PARIS - 1965 - FULL CONCERT - HD REMASTER

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JOHN LENNON - SCARED - 1974 ⭐⭐⭐⭐⭐

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"Scared” foi composta por John Lennon, gravada entre julho e agosto de 1974 e lançada em 26 de setembro nos EUA e 4 de outubro no Reino Unido como a 6ª (e última) faixa do lado 1 do álbum “Walls And Bridges”. Foi produzida pelo próprio John Lennon e também aparece nos álbuns “Menlove Ave” e em “John Lennon Anthology”. Foi inspirada pelo desespero e angústia de Lennon durante seu “fim de semana perdido” longe de Yoko Ono.
Embora estivesse com May Pang durante sua separação de Yoko Ono, o estilo de vida hardcore que ele adotou por um tempo em Los Angeles teve seus efeitos sobre o bem-estar do corpo e da alma de Lennon. Bebia copiosamente com Harry Nilsson, Keith Moon e Ringo Starr. Mas, ao contrário do que muitos pensam, “The Lost Weekend” não foi tão perdido assim. Não se resumiu apenas à bebedeiras e orgias sem fim. Não foi todo gasto cheirando, bebendo e farreando em Los Angeles; o período durante o meio do ano de 1974, em particular, foi um dos mais produtivos de Lennon e sua distância da presença de Yoko Ono lhe permitiu momentos de contemplação. Em "Scared" Lennon deixa de lado a bravata e a arrogância que tantas vezes tentou esconder.
Com “Walls And Bridges” Lennon voltou às suas experiências de transformar a vida em arte. "Scared" foi o momento mais introspectivo do álbum, e sua crueza emocional relembra os confessionais anteriores “John Lennon / Plastic Ono Band” e “Imagine”.
Antes de gravar Walls And Bridges, Lennon passou 10 dias ensaiando com sua banda. Participaram da gravação: John Lennon -  vocais e piano; Nicky Hopkins - piano; Jesse Ed Davis - guitarra; Eddie Mottau - guitarra; Ken Ascher - piano elétrico; Klaus Voormann - baixo; Arthur Jenkins - percussão, Jim Keltner - tambores; Bobby Keys, Steve Madaio, Howard Johnson, Ron Aprea e Frank Vicari: sopros.

RINGO STARR - SIX O'CLOCK - 2017 REMASTERED⭐⭐⭐

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THE FOUR ESQUIRES - LOVE ME, LOVE ME FOREVER 💗

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"Love Me Forever" é uma canção popular dos Four Esquires. Lançada nos Estados Unidos pela gravadora independente Paris Records, apresenta acompanhamento orquestral de Sid Bass com uma vocalista de estúdio. O single alcançou o 25º lugar na Billboard Hot 100 em 1957. Também alcançou o 23º lugar na parada de singles do Reino Unido.

THE BEATLES - FREE AS A BIRD - ULTIMATE MIX

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quarta-feira, 14 de outubro de 2026

THE BEATLES - TICKET TO RIDE - 1965 - 4K COLOR

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THE BEATLES - TELL ME WHY - 1964 - 4K COLOR 😀😀😀

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SUPERTRAMP - GOODBYE STRANGE - 1979 ⭐⭐⭐⭐⭐

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"Goodbye Stranger" é uma canção da banda britânica Supertramp; foi escrita por Rick Davies, e apareceu pela primeira vez em seu sexto álbum de estúdio , Breakfast in America de 1979. A letra apresenta uma "visão otimista de um andarilho". A Billboard descreveu "Goodbye Stranger" como "uma música fluida de andamento médio, destacada pelos vocais quase em falsete da banda, teclados dominantes e uma forte linha melódica". A Cash Box disse que a música tem "vocais intrigantes e bem ritmados" de Rick Davies, e os "vocais de apoio agudos" de Roger Hodgson e "instrumentação alegre e espirituosa". A Record World disse que o "teclado/guitarra e o refrão proporcionam um efeito alegre de conto de fadas".

O crítico Nick DeRiso, da Ultimate Classic Rock, classificou-a como a quarta melhor música do Supertramp, chamando-a de "uma resposta sarcástica de Davies" que "mostra a predileção da banda pelo Wurlitzer (piano eletrônico)". Brett Milano, da UDiscover Music, classificou o solo de guitarra de Roger Hodgson no final da música como um dos 100 melhores de todos os tempos. Gary Graff, da Billboard, classificou "Goodbye Stranger" como a nona melhor música do Supertramp, dizendo que é "uma das melhores trocas entre os vocais de Davies e Hodgson" e tem um dos "solos de guitarra mais quentes" do Supertramp.  Apesar de ter tido um sucesso limitado no Reino Unido, foi um grande sucesso em outros lugares, chegando ao Top 20 nos Estados Unidos e no Canadá, alcançando o 15º e o 6º lugar, respectivamente.

segunda-feira, 12 de outubro de 2026

THE BEATLES - HELP! - O ÁLBUM AMERICANO ⭐⭐⭐

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“Help!” foi o oitavo álbum dos Beatles lançado nos Estados Unidos pela Capitol Records em 13 de agosto de 1965, enquanto no Reino Unido foi em 6 de agosto de 1965. Ao contrário da versão inglesa, que apresentava as 7 músicas do filme no lado 1, e mais sete faixas no outro, a Capitol incluiu uma série de seleções de partituras orquestrais de Ken Thorne, executadas brilhantemente pela George Martin Orchestra. Esta versão - que também inclui a incrível introdução “Jamesbondeana” à faixa-título, também pode ser encontrada na box Capitol Albums Vol. 2. O álbum americano rapidamente alcançou o número 1 na parada de álbuns da Billboard e lá permaneceu por nove semanas. Vendeu de mais de um milhão de dólares na primeira semana e acabou vendendo mais de três milhões de cópias, o que foi três vezes o valor do álbum americano anterior dos Beatles, "Beatles VI".

A trilha sonora do segundo filme dos Beatles inclui as novas músicas compostas para o filme, além da música incidental tocada pela George Martin Orchestra. Quando Help! foi lançado nos EUA, muitos fãs ficaram incomodados ao notar que, apesar da embalagem cara e luxuosa (capa dupla), o disco tinha apenas sete faixas dos Beatles. As fotos dos quatro Beatles na capa foram reordenadas com negligência, de modo que a mensagem de sinais soletra a expressão absurda "H-P-E-L!". Além disso, o título da penúltima faixa do lado 2 é grafado na capa como "You're Gonna Lose That Girl" - o que não acontece em outras versões.

LADO UM: (The James Bond Theme)*; Help!; The Níght Before; (From Me To You Fantasy)*; You've Got To Hide Your Love Away; l Need You; (In The Tyrol)*.
LADO DOIS: Another Girl; Another Hard Day's Night*; Ticket To Ride; (The Bitter End/You Can't Do That; You're Going To Lose That Girl; (The Chase)*.
*The George Martin Orchestra.

TOM PETTY AND THE HEARTBREAKERS - FEEL A WHOLE LOT BETTER ⭐⭐⭐⭐⭐

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Em 1988, Tom Petty tornou-se membro da família Wilbury. Parte essencial do supergrupo Traveling Wilburys, que ainda contava com George Harrison, Bob Dylan, Roy Orbison e Jeff Lynne. Os Wilburys lançaram o seu primeiro álbum no final de 1988 e o seu som tornou-se modelo para a carreira-solo de Petty a partir de então. Full Moon Fever, foi produzido pelo genial criador da Electric Light Orchestra - Jeff Lynne, com o apoio dos Heartbreakers. O álbum possui um som limpo e está cheio de harmonias vocais brilhantes, teclados e guitarras e até hoje ainda é considerado um disco admirável, atraente e imprescindível em qualquer discoteca de Classic Rock. Full Moon Fever é o primeiro álbum solo de estúdio de Tom Petty, lançado em 24 de abril de 1989 pela MCA Records. Apresenta contribuições de membros de sua banda, Tom Petty and the Heartbreakers, especialmente Mike Campbell, bem como Jeff Lynne, Roy Orbison (que morreu antes de seu lançamento) e George Harrison, colegas de banda nos Traveling Wilburys. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame. Full Moon Fever se tornou um sucesso comercial e de crítica, alcançando a 3ª posição na Billboard 200 dos EUA e sendo certificado 5 x platina nos Estados Unidos e 6 x platina no Canadá.

"I'll Feel A Whole Lot Better" foi originalmente gravada pelos Byrds em 1965. A excelente versão de Tom Petty como "Feel a Whole Better" é um dos destaques em seu Full Moon Fever. A versão de Petty foi lançada como o quarto single do álbum e alcançou o número 18 na parada americana US Rock.

domingo, 11 de outubro de 2026

THE BEATLES - I'M IN LOVE (Lennon-McCartney) - 1963

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WE ALL LIVE IN A YELLOW SUBMARINE 😀

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Houve um tempo em que Pepperland não existia. Nem o Almirante Fred, nem o Maligno Azul, nem Jeremy. Também não havia o Mar do Tempo e nem o Mar de Buracos. Nada. O que existia eram os Beatles e o atroz desejo de se superar a cada criação, mostrando ao mundo inúmeras e inovadoras possibilidades.

A primeira vez que o mundo ouviu falar em um “Submarino Amarelo” foi em 1966, quando os Beatles lançaram o álbum “Revolver” e simultaneamente, num compacto simples (duplo lado A) que trazia “Eleanor Rigby” do outro lado. O Submarino Amarelo fez sucesso por onde passou! Inclusive no Brasil. A música foi basicamente criada por Paul, creditada à dupla Lennon e McCartney, claro, e todos colaboraram com boa vontade, e desde quando foi criada, a ideia era que fosse para Ringo cantá-la. Um vocal fácil, apoiado por um refrão marcante, backing vocals altos e um arsenal de efeitos sonoros dos mais diversos. Foi também a primeira vez que a voz de Ringo foi ouvida em um single. Esse single foi número 1 em todas as paradas do Reino Unido e Estados Unidos, e manteve-se em número 1 por quatro semanas. Ganhou um Prêmio Ivor Novello "pelo maior número de cópias de um único compacto" em 1966. "Yellow Submarine" foi criada por Paul McCartney pensando em criar um tema totalmente infantil. "Uma “canção de brinquedo”. Durante o processo de criação, fumando maconha e tocando violão junto com Donovan, apareceu “Sky of blue and sea of green, in a yellow submarine”. Yeah, baby! Ali estava a chave que encerrava sua ideia e ligaria o motor do Submarino Amarelo. George Martin, que havia trabalhado anos com trilhas de comédias e programas humorísticos, cuidou de tudo na parte dos “efeitos especiais”. Em 1996, as regras das composições pop já não interessavam mais, e os Beatles puderam se dar ao luxo de quebrar essas regras. A escolha de palavras curtas já foi pensando no que seria mais facilmente memorizado por crianças. No dia da gravação, o estúdio nº 2 de Abbey Road era uma festa só: Alf Bicknell (motorista) arrastava correntes, Brian Jones batucava com um copo e John Lennon assoprava em um canudo para fazer bolhas num balde. Mal Evans e Neil Aspinall assaltaram o almoxarifado velho do estúdio e trouxeram sinos de navio, correntes, sinos de mão do tempo da guerra, apitos, buzinas, latas, máquinas que imitam sons de vento e de tempestades e até uma banheira que foi enchida com água. Marianne Faithfull e Pattie Harrison também estavam lá para chacoalhar tudo que podia fazer barulho. Paul improvisou a voz do capitão que dava as ordens aos marinheiros. Para se ter uma ideia, o sucesso de “Yellow Submarine” foi tão grande ou maior que o do outro lado do compacto, nada menos que “Eleanor Rigby”. Não demorou muito e logo alguém apareceu com a ideia da música se tornar um filme.

Os Beatles tinham contrato com a United Artists para fazer outro filme, mas não estavam com um pingo de saco! Na verdade não tinham gostado muito de fazer Help! e os críticos haviam massacrado Magical Mystery Tour, então por que se dar ao trabalho, quando tinham tantas outras coisas, pessoas e planos em sua vida? Estariam ficando mimados, inflados demais, achando tudo chato? Talvez, um pouco de cada. Por outro lado, sentiam-se presos a compromissos e empresas que haviam feito fortuna com eles, como a United Artists e a Northern Songs,que os tinham sob contratos que eles haviam assinado eras atrás, quando não sabiam nem para onde iriam e o que poderiam querer fazer. Então, quando a ideia de uma animação surgiu, um desenho baseado numa brincadeira de uma música infantil que já tinham feito, “Yellow Submarine” e no qual não teriam de atuar, eles concordaram. A princípio os fãs pensaram que suas vozes reais iriam ser usadas, mas no final as falas dos Beatles eram dubladas por atores. “Yellow Submarine”, o filme, foi lançado em julho de 1968, mas o LP saiu apenas em janeiro de 1969.

Eles só fizeram quatro músicas novas para o filme e o disco. Mesmo assim, ficava a sensação de que eram sobras consideradas abaixo do nível dos álbuns e singles anteriores. As outras músicas do filme eram antigas, como “When I’m Sixty Four”. O lado 2 do LP foi preenchido com a trilha sonora instrumental da animação, composta e orquestrada por George Martin. O filme acabou sendo sucesso entre fãs e críticos, sendo hoje considerado pioneiro no campo da animação; até os Beatles acabaram achando realmente bom. O disco, no entanto, comparado com todos os tesouros do Álbum Branco, era decepcionante; quase parecia um engodo ter sido lançado como se fosse de músicas novas dos Beatles. Derek Taylor fez o texto da contracapa, parecia que nem ele estava com disposição para o trabalho. Escreveu que se chamava Derek, nome dado por sua mãe, e que lhe pediram que escrevesse um texto para o álbum, mas na verdade não tinha nada de novo a dizer sobre os Beatles. Em vez disso, estranhamente reproduziu a resenha do Álbum Branco escrita por Tony Palmer. Que tampouco era nova, tendo já aparecido no Observer.

THE BEATLES - ALL TOGETHER NOW ⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐

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A alegre, curta e cativante “All Together Now” foi gravada durante o período do Magical Mystery Tour, mas permaneceu inédita até ser incluída para a trilha sonora de Yellow Submarine. Foi lançada como single somente em 1972 em países europeus como França e Alemanha, com "Hey Bulldog" do lado B. “All Together Now”  foi escrita no estúdio, em maio de 1967, sendo Paul o autor principal. Foi concebida como mais uma canção infantil ao estilo de “Yellow Submarine” e John mais tarde ficaria encantado ao saber que torcidas de futebol na Inglaterra a cantavam. O interesse renovado pela infância por causa das experiências com drogas significou que cantigas, personagens de histórias em quadrinhos e canções de ninar começaram a influenciar o trabalho dos Beatles. A folclorista Iona Opie, editora do Dicionário Oxford de cantigas infantis, acreditava que os versos de sonoridade familiar se inspiravam mais numa memória compartilhada daquelas melodias do que em uma específica. “Não consigo distinguir nenhuma influência em particular ao ouvir “All Together Now”, disse ela. “Tem tantas rimas com ABC e outras em contagem como one, two, three, four, Mary at the cottage door...’ que soam parecidas. A canção parece ter saído do inconsciente coletivo”. Paul confirma que a via como parte da tradição das canções infantis (“É uma música para organizar a brincadeira”), mas também jogava com o duplo sentido: “All Together Now” tanto podia ser um convite a todos para cantarem juntos quanto um slogan político pela união dos povos. Paul Horn se lembra deles cantarem a música enquanto estavam na Índia, mas, em vez de “H, I, J, I love you”, cantavam “H, I, Jai Guru Dev” em homenagem ao Maharishi.

“All Together Now” foi gravada pelos Beatles em Abbey Road no dia 12 de maio de 1967. Foi produzida por Paul McCartney e teve Geoff Emerick como engenheiro. Está disponível apenas nos álbuns Yellow Submarine e Yellow Submarine Songtrack. Paul McCartney: vocais, violão, baixo e palmas; John Lennon: vocais, violão, ukulele, gaita e palmas; George Harrison: vocais de apoio e palmas; e Ringo Starr: vocais de apoio, bateria, pratos de dedo e palmas.