sábado, 9 de agosto de 2014

"SÁBADO SOM - O BLOG QUE SE FEZ UM LIVRAÇO" - JOÃO CARLOS DE MENDONÇA

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Vocês não fazem ideia de como esses dias têm sido difíceis e as noites tão longas. Em meio a todo esse turbilhão de problemas, ontem fiquei feliz quando o porteiro veio me entregar uma encomenda. Mal fechei a porta e já tratei de abrir logo pois já sabia o que era e de quem era. Nada menos que dois exemplares do livro “Sábado Som – O blog que se fez livro”, do nosso querido amigo João Carlos de Mendonça. Um exemplar para mim, com uma dedicatória e outro pra eu presentear quem eu achar que mereça (e eu já sei até quem é). Um presente fabuloso e generoso que me deixou honrado e orgulhoso.
O “Sábado Som” é uma coluna sensacional escrita pelo nosso querido amigo João Carlos publicada semanalmente e de forma totalmente eclética e imparcial. "Eu falo de música popular em geral. Tem MPB e rock e um pouco de tudo. Até os Beatles", disse brincando, o nosso querido JC. Para se ter uma ideia, pelo “Sábado Som” já passaram entre tantos e tantos outros: Os Rolling Stones, Ennio Morricone, a turma da Tropicália, Genesis, Wings, Michael Jackson, Jorge Ben Jor, Deep Purple, Benny Goodman, Sherryl Crow, George Martin, George Harrison, Jimi Hendrix, Seal, Eric Clapton, Vangelis, Jim Gordon, Cássia Eller e uma lista que não caberia aqui e nem no livro, senão seria um calhamaço de 500 páginas. Por isso, muita gente acabou não entrando, o que já dá material para um volume II. E a concretização da publicação do livro tornou tudo mais físico e real. O que a gente vai conferir agora é o capítulo “O Tenebroso caso do White Album”. Espero que gostem como eu gostei!
Pouco antes de seguirem para um retiro na Índia, os Beatles lançaram um single que já prenunciava que a fase psicodélica,ao menos musicalmente, já tinha ficado prá trás e iriam pegar outra estrada.Mais uma vez, quando todo mundo embarcava numa onda, eles tomavam outros rumos. “LADY MADONNA”, um rock com base no piano, balanço e canto no estilo Fats Domino, coro tipo "music hall", tinha George numa pegada de guitarra arrepiante, dobrando com um saxofone. No Lado B vinha “THE INNER LIGHT”, uma bela canção de Harrison cuja indumentária indiana alicerçava uma linda e terna melodia ocidental. Deixaram as pistas. Prá variar, o ÁLBUM BRANCO surpreendeu. A capa era uma guinada total, imaculadamente "branca", frente e verso, apenas com o nome do grupo em relevo. Nada poderia ser tão oposto à superprodução das inovadoras capas do Pepper e do Magical Mystery Tour. O artista plástico inglês Richard Hamilton teve a ideia, criando no entanto, um “poster” com fotos dos quatro e mais as letras impressas no verso (ou você pendurava o poster ou lia as letras) e mais 4 fotografias avulsas, uma de cada fera. O repertório quase todo composto no “ashram” do Maharishi era tremendamente variado, contemplando diversos estilos. Rock, blues, canções acústicas, country, música vitoriana, vaudeville, baladas e até uma colagem de efeitos sonoros, totalizando 30 canções e muita coisa ficou de fora. Como aperitivo lançaram, durante os trabalhos, o single “HEY JUDE/REVOLUTION”. Lennon mais tarde diria que o disco era quase um trabalho solo de cada um (tava ressentido), mas, no lançamento, em entrevistas, não disfarçava seu orgulho. Ora, tem as demos feitas na casa de Harrison em Esher e várias gravações dos ensaios que nos mostram a banda lá, junta, tocando e cantando. Naturalmente, em razão do tempo, eventualmente eles estavam ocupados cada um numa sala diferente gravando "overdubs" (orquestra, metais ou acrescentando instrumentos). O disco duplo tornou-se clássico graças as canções como “WHILE MY GUITAR GENTLY WIPS”, “JULIA”, “SEXY SADIE”, “BIRTHDAY”, “BACK IN THE U.S.S.R.”, “DEAR PRUDENCE”, “OB-LA-DI OB-LA-DA”, “HAPPINESS IS A WARM GUN”, “I WILL”, “LONG LONG LONG”, “HONEY PIE” e as que serão mencionadas adiante. O fato mais marcante relacionado ao “White Album” e que deu uma publicidade extraordinária ao disco, aconteceu completamente fora do âmbito da banda e de seus mais inventivos divulgadores. É que um maluco psicopata americano, chamado CHARLES MANSON, e seus seguidores, invadiram a residência do cineasta Roman Polanski (que estava na França) e assassinaram sua esposa, a atriz Sharon Tate (grávida) e uns amigos do casal que estavam lá, com requintes macabros e perversos. Violência irracional. Com o sangue das vítimas, picharam a casa com “PIGGIES”, “BLACKBIRD”, “HELTER SKELTER” (títulos das canções do álbum). O disco foi ouvido na íntegra no tribunal. Manson, que alegava ser Jesus, acreditava que os Beatles eram mesmo os 4 Cavaleiros do Apocalipse e que o WHITE ALBUM continha mensagens sub-reptícias a ele dirigidas, autorizando-o a começar a Nova Era (ou coisa parecida). Charles Manson e sua gangue continuam até hoje enjaulados e recentemente foi lançado um filme sobre este absurdo, chamado “Helter Skelter”, bastante esclarecedor. Ele ouvia o disco e ficava mostrando aos outros, "as mensagens". Até passagens bíblicas ele relacionava ao disco e a si mesmo. Um horror!
PS:
- Passei a vista (escondidinho) no aeroporto em um livro com os 100 discos mais vendidos dos anos 60 nos EUA. O primeiríssimo lugar é do ÁLBUM BRANCO.
- George Martin queria lançar um disco simples. Achava que tinha excesso de músicas e que por isso, as vendas cairiam.
-“HEY JUDE”/”REVOLUTION” é o compacto mais vendido da história do rock. - Recentemente um grupo de "blueseiros" americanos regravou o "álbum" completo (sem Revolution 9, claro!).
- “OB-LA-DI OB-LA-DA” é um ska (derivação do reggae) inspirado por um percussonista africano amigo de Paul que usava sempre esse jargão. Macca ficou sabendo que era "iorubá" e significava "life goes on" (a vida segue).
- Paul conta que ao ouvir “WHILE MY GUITAR GENTLY WIPS” ficou maravilhado e Lennon autenticamente emocionado. Eles queriam que George a registrasse ao violão com Paul no órgão e as cordas de George Martin, mas Harrison interpretou a ideia erroneamente como "má vontade" e terminou trazendo Eric Clapton para o estúdio, obrigando os outros a se comportarem direitinho e o arranjo com a banda completa entrou no disco. Tornou-se o clássico que conhecemos.
- No dia 13/2/11 Paul McCartney ganhou o Grammy de “Melhor Execução AO VIVO” pela gravação de HELTER SKELTER.
- O contrabaixo da balada “I WILL” foi gravado com a boca!
- Para o músico LOBÃO, o ÁLBUM BRANCO deveria ser matéria obrigatória do currículo escolar!
- Na época do lançamento do ÁLBUM BRANCO, o poeta CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE traduziu 6 letras do disco para uma reportagem da revista REALIDADE.
Quem gostou e se interessou, pode comprar o livro do Sábado Som, pelo site, mas tem que correr que já restam poucas unidades! Abração JC e novamente parabéns, você merece! https://docs.google.com/forms/d/1duXeCVYt6r4ADNWPZfXRBwXMc7CBQbuRZCqV0_5MXRY/viewform?c=0&w=1&usp=mail_form_link

SIR PAUL McCARTNEY FAZ MÚSICA PARA GAME

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É claro que essa imagem é uma montagem horrível que está na internet. Mas a verdade é que o incansável Paul McCartney trabalhou nos últimos quatro meses na trilha sonora do aguardado game "Destiny". McCartney escreveu uma música-tema para o jogo que sairá como single depois que o game for lançado. A produção é uma parceria com o Marty O'Donell e Mike Salvatori, responsáveis pela trilha da série "Halo". A trilha posssui sequências musicais que se transformam dependendo das ações dos jogadores. A composição, totalmente orquestrada, foi gravada no simbólico estúdio Abbey Road dirigida por Giles Martin – filho do produtor dos Beatles George Martin.
Desenvolvido pela Bungie, subsidiária da Activision, "Destiny" é uma mistura de RPG on-line com jogo de tiro em primeira pessoa ambientado em uma ficção científica futurista. O jogo custou mais de US$ 500 milhões só com desenvolvimento e marketing, no que pode ser um dos orçamentos mais caros da história dos games, de acordo com a Activision. A versão beta do game, disponibilizada entre 17 e 27 de julho, atraiu 4,6 milhões de jogadores, segundo a Activision. "Destiny" tem lançamento previsto para 9 de setembro para PS4, Xbox One, PS3 e Xbox 360.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

THE BEATLES - RUN FOR YOUR LIFE

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John desenvolveu “Run For Your Life” a partir da frase “I’d rather see you dead little girl than to see you with another man”, que aparece quase no fim do single de Elvis Presley de 1955 “Baby, Let’s Play House”. De fato, John se referia à música como “um blues antigo que Presley fez”, mas, na verdade, ela data de 1954 e foi escrita por um filho de pastor de 28 anos de Nashville chamado Arthur Gunter.
Gunter, por sua vez, tinha baseado sua música em um sucesso country de 1951 de Eddy Arnold, “I Want To Play House With You”, e a gravou no fim de 1954. Ela não foi um sucessoa, mas chegou aos ouvidos de Presley, que a levou para o estúdio em 1955. Quando “Baby, Let’s Play House” alcançou o o número 10 na parade country da Billboard em 55, tornou-se a primeira gravação de Presley a chegar ao hit parade nos EUA. A canção de Gunter falava sobre devoção. Ele queria que a garota fosse morar com ele, e a frase que chamou a atenção de John era um indício da profundidade dos sentimentos dele por ela, não uma ameaça.
Mas, na boca de John John, as frases se tornam ameaçadoras, Se ele visse a garota com outra pessoa, era melhor ela correr, porque ele iria matá-la. Era outra fantasia de vingança aos moldes de “I’ll Vry Instead” e “You Can’t Do That”. O cantor explica seu comportamento dizendo que é “mau” e que nasceu com uma “mente ciumenta”. Termos que dão ondícios de canções posteriores como “Jealous Guy” e “Crppled Inside”. A letra de Lennon segue dizendo que é melhor que ela que é melhor que ela fique calma, ou ele não sabe onde pode chegar. É melhor ela salvar sua vida, se puder, se esconder, enfiar a cabeça no chão, porque se ele a pegar com outro homem, será seu fim. Apesar de ter sido a primeira faixa gravada para Rubber Soul, John nunca gostou dela e sempre a citava como exemplo do seu pior trabalho. Ela foi escrita sob pressão, ele disse, logo, era uma “música descartável”.

8/08/1969 - O DIA QUE OS BEATLES ATRAVESSARAM A RUA

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Há 45 anos, no dia 8 de agosto de 1969, os Beatles foram fotografados por Ian Macmillan atravessando a Abbey Road para a capa do próximo álbum. Paul escolheu a melhor foto. Macmillan tinha 31 anos naquele dia em que entrou para o seleto clube dos imortais ao fotografar a capa mais famosa do mundo. Ele era amigo de Yoko Ono que o apresentou a John Lennon, que mostrou seu trabalho para o resto do grupo. Foi o escolhido. Depois desse trabalho para os Beatles, que lhe rendeu uma boa grana, Macmillan ainda se encontrou com o casal Ono/Lennon nos anos 70. Depois, ainda fez a capa do "PAUL IS LIVE". Morreu em 2006. De câncer.

PAUL McCARTNEY - RAMMING - THE MAKING OF "RAM"

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I AM SAM - HOJE À NOITE NO SBT

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O SBT exibe hoje, depois do Programa do Ratinho, o filme “I AM SAM” – A Força do Amor”.
O filme “I AM SAM” – A Força do Amor” é a história de Sam Dawson (Sean Penn), um homem com uma deficiência mental que educa a sua filha Lucy (Dakota Fanning) com a ajuda de um grupo de amigos extraordinários. No entanto, quando Lucy faz sete anos e começa a ultrapassar intelectualmente o seu pai, uma assistente social tenta retirar a criança de Sam. Diante de tal situação, o pai luta contra o sistema legal e forma uma aliança com Rita Harrison (Michelle Pfeiffer), uma advogada que aceita o caso num desafio aos colegas de profissão. Juntos, Sam e Rita lutam para convencer a assistência social a deixar a criança novamente com o pai. Nessa luta, emerge a força incondicional do amor. O filme inteiro é cheio de referências aos Beatles e o que é melhor: a trilha sonora é toda de autoria de John Lennon e Paul McCartney! 

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

THE BEATLES - YOUNG AND WILD IN HAMBURGO - SENSACIONAL!

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ERIC CLAPTON - CREAM - BADGE

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"Badge" é uma canção gravada pelo supertrio “Cream” em 1969. Talvez, o maior sucesso comercial do grupo. Escrita por Eric Clapton e George Harrison, “Badge” foi incluída no último álbum do Cream, “Goodbye”, atingindo número 60 na Billboard 's Hot 100. Tornou-se hit após o seu lançamento como single em abril de 1969 que fez muito mais sucesso no Reino Unido, onde chegou a posição # 18. Essa versão que a gente confere agora foi realizada na reunião do “Cream” original com Eric Clapton, Jack Bruce e Ginger Baker no London Royal Albert Hall em maio de 2005. Essa banda era absolutamente genial.

THE JORDANS - CONTATOS IMEDIATOS DE 3º GRAU

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The Jordans. Um dos maiores grupos de rock instrumental do início da década de 1960, na linha dos ingleses The Shadows e dos norte-americanos The Ventures. 0 que distinguia os Jordans de outros grupos brasileiros na mesma linha, como Os Incríveis e The Jet Black’s, era o uso de instrumentos pouco comuns no pop-rock instrumental, como vibrafone, bandolim e três guitarras elétricas.
O grupo se formou em São Paulo SP, no bairro da Mooca, em janeiro de 1956, com Aladdin (Romeu Mantovani Sobrinho), guitarra-solo; Sinval (Olímpio Sinval Drago), guitarra-base; Tony (José de Andrade), contrabaixo; Foguinho (Valdemar Botelho Júnior), bateria; e Irupê (Irupê Teixeira Rodrigues), saxofone e trompete. Tiraram seu nome do grupo vocal The Jordanaires, que participava das gravações de Elvis Presley. Apareceram na televisão pela primeira vez em 1958, num programa comandado por Tony e Celly Campello, na Record. A primeira gravação do grupo foi um 78 rpm pela Espaciall Mocambo, o instrumental Boudah (G. Dovan e B. Drean), no início de 1961. O grupo lançou Manito (tocando bateria enquanto Foguinho servia o exército) e Mingo, que depois formaram o conjunto The Clevers. Mais tarde, o trompetista Neno, também do The Clevers, passou a fazer parte do grupo. Contratado pela Copacabana em 1961, o conjunto gravou vários 78 rpm, LPs e compactos. Seus sucessos incluem: Blue star (Victor Young), em 1964, e Tema de Lara (Maurìce Jarre), em 1966. Aladdin saiu em fins de 1968 e o grupo se dissolveu pouco tempo depois. Irupê transferiu-se para o grupo de samba Raça Negra, como saxofonista e arranjador.
Em 1995, com Aladdin, Sinval, Tony, Foguinho e, eventualmente, Manito, o conjunto gravou um disco de reunião, Bons tempos. Ainda ativo na segunda metade da década de 1990, foi citado em revistas francesas e inglesas como um dos remanescentes latino-americanos do pop instrumental dos anos de 1960.

Muito legal! Mas o que é mais legal e curioso em toda a trajetória de The Jordans, é que em 1967, em Londres, eles se encontraram com ninguém menos do que THE BEATLES. Pois é, que sorte danada desses caras! Aqui, a gente vai conhecer a história de como The Jordans se encontraram com The Beatles, contada pelo próprio Foguinho (Waldemar Botelho Jr.), baterista do conjunto.
“Era 5 de novembro de 1967,estávamos em LONDRES de passagem, comprando alguns instrumentos numa loja no centro da cidade, tocávamos eu (FOGUINHO) bateria, o TONI contrabaixo e o lojista um teclado, juntou muita gente em volta para ouvir “bossa nova”e tinha um rapaz ao meu lado prestando muita atenção no rítmo, quando paramos, ele se identificou como baterista de uma orquestra, seu nome era PEPE,um espanhol radicado em LONDRES a uns 15 anos e ficamos trocando ideias sobre o samba que ele insistia em tocar errado, para não esticar o papo falei que estava bom e ele ficou sorrindo. Como eram quase 17h e sem almoçar, perguntei se conhecia algum lugar para se comer massas, ele disse que na rua de traz um amigo dele tinha uma lanchonete e para lá fomos. Lugar pequeno, nos acomodamos nas mesas da frente e nos fundos tinham dois casais tomando chá, pedimos macarronadas e enquanto aguardávamos o IRUPÊ foi ao banheiro e ao retornar disse “aqueles caras sâo parecidos com os BEATLES” e ninguém deu bola mas quando saíram e passaram na nossa frente pararam para olhar nossas camisetas da escuderia Pepe Legal e ficamos olhando pra cara deles, quando saíram é que caíu a ficha, eram PAUL e RINGO, então perguntamos ao amigo do PEPE se êles vinham sempre ali e diante da afirmativa, disse que estavam trabalhando em frente num estúdio no filme Yellow Submarine. Ao sairmos vimos o PAUL entrar num carro e se mandar, dava pra ver na janela o LENNON, subimos as escadas e batemos a porta, um senhor atendeu e logo atrás dele veio o JOHN, o PEPE nos apresentou e o NENO mostrou uns LPs nossos que tinhamos comprado na ESPANHA e disse que estávamos indo tocar na ITÁLIA, o LENNON pensou que era um presente, agradeceu e guardou os discos, entramos e encontramos o RINGO que logo foi especulando sobre “bossa nova” pois o SERGIO MENDES tinha lançado um álbum com músicas deles em samba e ele achou legal, o TONI filmou tudo com uma super8, o IRUPÊ e o PEPE bateram as fotos (essa aí foi a única que saíu). Nesse encontro estivemos eu FOGUINHO,TONI IRUPÊ e NENO, um abraço a todos.” É isso aí! Espero que tenham gostado. Valeu, abração!

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

CHRIS HODGE - WE'RE ON OUR WAY

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No final dos anos 1960, Chris Hodge era um rockeiro Inglês, cantor e compositor de vinte e poucos anos como tantos outros. Ele assinou com a Apple Records no início da década de 1970 e lançou o single "We're On Our Way", que alcançou a posição # 44 na Billboard Hot 100 em 1972. O lado B do single foi intitulado "Supersoul". Seu single seguinte, "Goodnight Sweet Lorraine", não foi um sucesso, e terminou seu tempo na Apple. Ele, então, gravou dois singles para a RCA Records. Mas nunca mais atingiu os gráficos novamente. Ele não foi o único. Se morreu, não morreu ou desistiu, eu não sei. Quem souber, a casa agradece. Não deixe de conferir também a postagem "COME AND GET IT - THE BEST OF APPLE RECORDS” publicada em 3 de maio de 2014.

THE BEATLES - ACROSS THE UNIVERSE - 2014

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“Across The Universe”, é a canção mais antiga do álbum LET IT BE, foi gravada em fevereiro de 1968 e chegou ao público pela primeira vez em um álbum beneficente para o WWF (World Wildlife Fund) em dezembro de 1969: “No One's Gonna Change Our World”. As bases de Across The Universe foram gravadas em 4 de fevereiro, John Lennon não ficou satisfeito e tentou por vários takes seguidos. Paul McCartney o convenceu a chamar duas fãs para fazerem backing: a brasileira Lizzie Bravo e Gayleen Pease, que passavam dias acampadas na porta do estúdio para para ver os Beatles, falar com eles e tirar fotos. Mas essa é outra história.Across The Universe foi mixada em mono e colocada de lado enquanto o grupo lançou como single as canções "Lady Madonna" e "The Inner Light". Depois do retorno à Índia, o grupo resolveu gravar algumas canções compostas lá e "Across the Universe" permaneceu engavetada. Spike Milligan ouviu e sugeriu que ela fosse lançada como parte do álbum que ele estava organizando pela World Wide Fund for Nature. Os Beatles concordaram com a proposta e a canção foi mixada em estéreo pela primeira vez por George Martin. Para o álbum da 'wildlife' foi acrescentado efeitos sonoros de pássaros no início e no final da canção. Depois de acrescentados os efeitos, foi acelerada de forma que mesmo com os sons dos pássaros continuasse quase com o mesmo tempo. Para o álbum LET IT BE, Glyn Johns remixou-a dando um tratamento acústico e corrigindo a velocidade. Não importa de qual forma: se é mono, se é estéreo, se é mais longa, se é mais curta. O que importa, para mim, é que é uma das minhas músicas preferidas dos Beatles. “Mais um original de Lennon & McCartney”.


O ábum "No One's Gonna Change Our World" é um disco bacana. Inofensivo... está fora de catálogo há muitos, muitos anos. O LP original, hoje em dia é uma raridade e ítem de colecionadores. Eu não tenho o bichão. Tenho um CDzinho que comprei num sebo pelo preço de banana que o dono - um velho gordão - fez na hora. Tipo 5 reais.

A TRISTE NOTÍCIA DA MORTE DE JOHNNY WINTER

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Somente na semana passada, fiquei sabendo da morte do grande Johnny Winter. E me entristeci. Ele morreu na quarta-feira, 16 de julho, aos 70 anos. o artista americano estava em um hotel em Zurique, na Suíça. A causa da morte não foi divulgada.
Citando como fonte um porta-voz da polícia suíça, a agência de notícias Reuters informou que um promotor ordenou a autópsia de Winter. "Sua esposa, família e parceiros de banda estão todos tristes com a perda de um ente querido e de um dos melhores guitarristas do mundo. Um comunicado oficial com mais detalhes deve ser emitido no momento apropriado", diz o texto. Considerado uma lenda do blues e também conhecido por ser albino, Winter lançou seu primeiro disco, "The progressive blues experiment", em 1968. Ele foi eleito um dos 100 melhores guitarristas de todos os tempos em uma votação da revista americana "Rolling Stone".
Uma de suas músicas mais conhecidas é "Still alive and well", gravada depois que o guitarrista se recuperou do vício em heroína, nos anos 1970. De acordo com a Reuters, um novo álbum de Winter, com participação de Eric Clapton e Ben Harper, está previsto para ser lançado em 2 de setembro. O músico albino chamava atenção por combinar o blues de estilo clássico com o funk do Texas, "constantemente transitando entre o country blues primal no estilo de Robert Johnson" e guitarras agressivas. Há ainda referências ao blues rock britânico e o rock sulista dos Estados Unidos, característico de bandas como Allman Brothers e Lynyrd Skynyrd.
Ao longo da carreira, Winter lançou cerca de 40 álbuns de estúdio, segundo seu perfil. Também produziu dois de seus ídolos, Muddy Waters e John Lee Hooker, dando um novo impulso a suas carreiras. No final dos anos 1970, Winter também produziu e tocou em discos de Waters que foram premiados com o Grammy. O veterano costumava chamar o pupilo de "filho". Johnny Dawson Winter III nasceu em Beaumont, no Texas, em 23 de fevereiro de 1944. Começou a tocar clarinete aos 5 anos de idade e, mais tarde, mudou para o ukulele e, finalmente, para a guitarra. Entre 1953 e 1959, formou com o irmão mais novo, Edgar, também albino, uma dupla no estilo de Everly Brothers. Os Winters ganharam concursos de jovens talentos e chegaram a aparecer em programas na TV local.
Naqueles tempos, Beaumont era uma cidade marcada por tensão racial. Apesar disso, informa o texto, o jovem Johnny Winter "não hesitava em se aventurar nos bairros negros para ouvir e tocar música". "Nunca aconteceu nada comigo. Eu ia a clubes negros o tempo inteiro, e ninguém nunca me incomodou. Sempre me senti bem-vindo", recordou o guitarrista.
Uma das histórias ocorreu em 1962, quando Johnny e Edgar foram assistir a um show de B.B. King em um clube chamado Raven. Os irmãos eram os únicos brancos na plateia. "Eu tinha uns 17 anos, e B.B., no primeiro momento, não queria me dexiar subir no palco. Ele me perguntou se eu tinha um cartão de sócio, e eu tinha. Além disso, eu continuava pedindo às pessoas para dizerem para ele me deixar tocar", lembrou Winter. "Finalmente, ele decidiu que havia gente o suficiente que queria me ouvir e que, sendo eu bom ou não, valia a pena me chamar para o palco. Ele me deu a guitarra e me deixou tocar. Fui aplaudido de pé, e ele pegou a guitarra de volta!"
E agora, pela primeira vez, o Baú do Edu tem o prazer e a honra de receber o sensacional Johnny Winter quebrando o maior cacete com o clássico "Jumpin' Jack Flash". É isso aí! Go, Johnny, Go!

2 DE AGOSTO - DIA DE SIR PAUL MCCARTNEY

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Os fãs dePaul McCartney, agora, tem um dia específico para homenagear o ídolo. Isso porque o governador do Estado do Minnesota, Mark Dayton, nos Estados Unidos, proclamou a data de 2 de agosto como o “Dia de Sir Paul McCartney”. Segundo o site Billboard, o anuncio foi feito no sábado (2), quando o beatle fez um show no Target Field, campo de beisebol na cidade de Minneapolis. Essa foi a quarta vez que o ídolo visitou a cidade. Paul esteve em Minneapolis em 1965, pela primeira vez, na companhia dos Beatles. Depois, retornou ao município em 1993 e 2005, em carreira solo.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

MARYLIN MONROE - 52 ANOS DE SAUDADE

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Há 52 anos, no dia 5 de agosto de 1962, a incomparável Marylin Monroe tornou-se definitivamente uma estrela. Ela morreu com 36 anos em Los Angeles. As circunstâncias da sua morte, ainda são objeto de estudo e mistério até hoje. Se viva estivesse estaria hoje com 88 anos. Não deixe de conferir a superpostagem sobra a maior musa de todos os tempos: http://amortedemarilynobaudoedu-edu.blogspot.com.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

THE BEATLES - I'LL FOLLOW THE SUN

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O contraste entre as visões que John e Paul tinham sobre a vida e o amor não poderia ser maior. Enquanto John normalmente se via como vítima, Paul demonstrava ter controle total de sua vida. Em "If I Fell", John pedia uma promessa de que o amor duraria. Em "I’ll FollowThe Sun", Paul sustenta que essa garantia não é possível. Ele sabe que nuvens negras podem aparecer em seu relacionamento, então decide apenas seguir o sol. Mesmo sendo uma canção um tanto egoísta, por não levar em consideração como a garota abandonada pode encontrar sua própria luz do sol, era um reflexo exato da vida romântica que Paul mantinha com Jane Asher. Era uma canção guardada "na gaveta", para ser usada quando surgisse pressão para que os Beatles criassem material novo, mas ela foi escrita em 1959. Foi pouco depois da morte de Buddy Holly, e havia uma onda de interesse por ele, que fez com que quatro singles do músico estourassem na Inglaterra. Em "I’ll FollowThe Sun", é fácil detectar o efeito disso no jovem Paul McCartney. Holly era uma influência significativa para os Beatles porque, ao contrário de Elvis, escrevia todas as suas canções e tinha uma banda de apoio permanente e identificável. John (que era míope) sentia-se estimulado pelo fato de um cantor que usava óculos poder se tornar um astro do rock, e o nome dos Beatles foi inicialmente inspirado pelos Crickets, de Buddy.
Beatles For Sale incluía uma faixa de Chuck Berry ("Rock And Roll Music"), uma de Leiber e Stoller ("Kansas City"), uma de Little Richard ("Hey Hey, Hey"), uma de Buddy Holly ("Words Of Love") e duas de Carl Perkins ("Honey Don't" e "Everybody's Trying To Be My Baby"), todas gravadas às pressas perto do fim das sessões. "Ainda existem uma ou duas de nossas primeiras músicas que valeria a pena gravar", Paul explicou à Mersey Beat na época. "De tempos em tempos lembramos de algumas das boas que escrevemos no começo, e uma delas, “I’ll FollowThe Sun”, está no LP." Nos anos 1970, a empresa de Paul, MPL Communications, comprou o catálogo de Buddy Holly e desde então é responsável por organizar a cada ano o Buddy Holly Day. 

JOHN FOGERTY - SUSIE Q – DEMAIS!

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SIMON AND GARFUNKEL - KODACHROME & MAYBELLENE

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Quem gostou, não deixe de conferir a superpostagem sobre esse showzaço: http://obaudoedu.blogspot.com.br/2013/05/simon-garfunkel-concert-in-central-park.html

PAUL McCARTNEY & WINGS - CALL ME BACK AGAIN

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"Call Me Back Again" é uma canção creditada a Paul e Linda McCartney e interpretada pelos Wings . Foi originalmente lançada no álbum Venus and Mars. Foi gravada ao longo das turnês mundiais na Austrália e América e uma versão ao vivo foi incluída no álbum Wings Over America, que a gente confere aqui embaixo. Também aparece no álbum “Wingspan”.

domingo, 3 de agosto de 2014

OS PIRATAS DO ROCK - HOJE NA RECORD

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Hoje, depois do Domingo Espetacular, a Record exibe o filme "Os Piratas do Rock". Uma boa oportunidade de rever essa comédia sobre como funcionava uma rário pirata. Não deixe de conferir a postagem "OS PIRATAS DO ROCK - A TRILHA É NOTA 10!", publicada em 2 de fevereiro de 2011. http://obaudoedu.blogspot.com.br/2011/02/os-piratas-do-rock-trilha-e-nota-10.html


THE BEATLES - IT'S ONLY LOVE - IMAGENS RARAS DE LENNON

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NORWEGIAN WOOD – COMO NA CANÇÃO DOS BEATLES

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Tran Anh Hung é um cineasta franco-vietnamita que ganhou projeção internacional no Festival de Cannes de 1993 com um filme tão belo quanto misterioso e erótico - O Cheiro do Papaia Verde. O despertar dos sentidos pelos olhos de uma garota. Papaia Verde é sempre um marco quando se fala na capacidade do cinema de conjugar o verbo comer, usando a gastronomia (e o paladar) para contar histórias de sexo. Desde então, Tran Anh Hung tem feito poucos filmes - quatro, em 17 anos. Abordou a violência em Entre a Violência e o Crime (Cyclo), que lhe valeu o Leão de Ouro de Veneza em 1995, e em Fugindo do Inferno, homônimo do clássico de ação dos anos 1960, que fez em Los Angeles, com Josh Hartnett. Entre ambos fez As Luzes de Um Verão, na vertente de Papaia Verde. E assina agora Como na Canção dos Beatles - Norwegian Wood.
Sendo Hung um cineasta francófono, a tentação é dizer que ele quis fazer o seu Jules e Jim, pagando tributo ao clássico que François Truffaut adaptou do romance de Henri-Pierre Roché, pelo menos no começo. Uma mulher para dois. A história é contada por Toru, que evoca sua amizade com Kizuki e Naoko, nos anos 1960. São inseparáveis, e Naoko é a namorada de Kizuki. Ele se mata, Naoko some no mundo, mas retorna, anos mais tarde. Toru inicia com ela uma complicada relação. Há dificuldade para concretizar a união sexual, e Naoko também sofre de tuberculose, recolhendo-se a um sanatório nas montanhas. Toru conhece outra garota, Midori, e fica dividido. François Truffaut é substituído por Eric Rohmer, nos provérbios. Quem tem duas casas - duas mulheres - perde sua razão. Em seus filmes anteriores, Tran Anh Hung tem alternado a preferência por personagens femininos e masculinos. Usa os primeiros para falar de sexo, os segundos, para abordar a violência. A novidade é que em Como na Canção dos Beatles, o sexo é visto pelo ângulo do homem. Toru tem um colega de quarto que trai constantemente a namorada e trata as mulheres como objetos. Toru, pelo contrário, não é só sensível. Enrola-se com as mulheres, a que não quer fazer sexo e a outra que quer, mas de quem ele guarda certa distância. A trajetória de Toru se faz no rumo de uma (adquirida) maturidade emocional. O que ele precisa é enterrar seus mortos para seguir em frente. Como na Canção dos Beatles baseia-se em Norwegian Wood, romance que transformou o japonês Haruki Murakami num fenômeno editorial, não apenas em seu país, mas em todo o mundo. Considerado o livro mais romântico do autor, ele próprio diz que é uma obra à parte em sua produção, retratando as incertezas e ebulições do amor na juventude. A canção dos Beatles entra para situar a época, mas também porque seus versos dão conta dessa intensidade/dificuldade de amar. Com certeza, o título Norwegian Wood contribuiu para o culto ao livro (e a Murakami). A canção é de 1965, do álbum Rubber Soul. Foi composta por John Lennon, com a colaboração de Paul McCartney em algumas partes. Todo beatlemaníaco sabe que se inspira numa relação extraconjugal de Lennon, que já era casado (com Cynthia Lennon, na fase pré-Yoko Ono). De novo, voltamos a Truffaut, o romântico que desconfiava do romantismo. É um pouco a reação de Tran Anh Hung. Toru, dividido entre duas mulheres - e ambas querem ser a única -, realiza um longo caminho até a descoberta e aceitação do seu amor. É preciso uma certa distância para que um homem possa avaliar a extensão de seus sentimentos. No calor da hora, e do sexo, as coisas tendem a ficar confusas. O filme dura pouco mais de duas horas. É visualmente muito bonito, narrado num ritmo lento e que integra as estações - outra possível referência a Eric Rohmer. Tudo muito rico e delicado, como se espera do diretor de O Cheiro do Papaia Verde, mas um tanto anticlimático, embora isso também se possa dizer do livro. O foco num personagem masculino meio apagado realça as mulheres. Naoko liga-se à morte, Midori é a esperança de vida do garoto, mas de alguma forma parece mais frágil que no livro. Cinema é uma coisa, literatura é outra. Para apreciar melhor o filme de Tran Anh Hung é melhor se desligar do livro e se concentrar na abordagem do cineasta, coerente com sua análise dos gêneros em filmes anteriores.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

GEORGE HARRISON - O CONCERTO POR BANGLADESH

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A música “Bangladesh” – lançada como compacto “Bangladesh / Deep Blue” lançado no dia 30 de julho de 1971, narra exatamente como surgiu a idéia para o primeiro concerto beneficente da história do rock. Nessa época, George e Ravi Shankar estavam muito próximos. A religiosidade de Harrison também estava no auge. Com os olhos cheios de lágrimas, Ravi Shankar contou-lhe a história de Bangladesh, um país asiático rodeado quase por inteiro pela Índia, exceto a sudeste, onde tem uma pequena fronteira terrestre com Myanmar, país de origem de Ravi Shankar. Bangladesh vivia, e ainda sobrevive até hoje, flagelado pela fome e devastado pela guerra civil.

Ravi Shankar pediu a George para que, juntos organizassem um show cuja renda seria toda revertida em prol daquele país. George topou na hora.

Então, começaram a correr atrás de patrocínios e colaboradores. Tudo na base do amor e boa vontade. George convidou o maior número possível de amigos músicos para participarem, entre eles, os outros ex-Beatles. “Pode ser que não apareçam todos, mas se 10% deles vier, será ótimo. Hare Krishna”. Disse George na época.
Apareceram Bob Dylan, Eric Clapton, Ringo Starr, Billy Preston, Leon Russel, Klaus Voorman, Jesse Ed Davis, o grupo ingles Badfinger entre outros além claro, do próprio George Harrison e Ravi Shankar. John Lennon e Paul McCartney não apareceram. Diz a lenda que John até havia aceitado o convite, mas quando soube que George não queria Yoko Ono no palco, pulou fora. Paul simplesmente não apareceu porque estava processando os outros três e não queria que ninguém confundisse nada como uma possível volta dos Beatles.

Os dois shows do “The Concert for Bangladesh” ocorreram na tarde e na noite de 1 de Agosto de 1971 no Madison Square Garden, em Nova York, e foram assistidos por mais de 40.000 pessoas. Foi o primeiro evento beneficente desse porte na história e arecadou no total US$243,418.51. Dinheiro que foi que foi administrado pela UNICEF. As vendas do álbum e do DVD continuam a beneficiar o fundo de George Harrison para a UNICEF.

“The Concert for Bangladesh” teve enorme repercussão pelo mundo inteiro. E, também, muitos problemas envolvendo principalmente seu lançamento em disco. A Capitol, distribuidora da Apple, gravadora dos Beatles, queria lançar o álbum triplo por ter George Harrison sob contrato. Mas a outra grande atração do concerto foi Bob Dylan, do cast da Columbia. Esta então passou a reivindicar os direitos de lançamento. A pendência se arrastou por longos meses, sendo vencida pela EMI, proprietária da Capitol.


O espetáculo chegou a sair em vídeo e depois em DVD em edição não autorizada. Em 2004 foi lançada a versão definitiva, em DVD duplo. O primeiro disco traz o show completo, que foi exibido nos cinemas como um documentário dirigido por Saul Swimmer. O segundo vem com um documentário recente sobre a história do Concerto Para Bangladesh, números musicais gravados durante a passagem de som e o show vespertino – na verdade, aconteceram dois espetáculos, à tarde e à noite –, e o making of do filme e do disco, com depoimentos dos profissionais envolvidos.

O ponto mais alto do show é o final da apresentação da noite, na útima canção - Bangladesh - George se emociona, tira a guitarra e deixa o palco ovacionado. Os músicos continuam quebrando o cacete, meio sem saber o que deviam fazer. Um final perfeito e adequado à uma obra-prima dessa grandeza. Abração a todos! Hare Krishna!


A INCRÍVEL E IMPERDÍVEL PROMOÇÃO "THE CONCERT FOR BANGLADESH"

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Ufa! Nem deu tempo de respirar ainda da sensacional promoção do discão triplo do Ringo e aqui já vamos novamente com mais uma de tirar o fôlego. Nada mais, nada menos do que o álbum duplo com dois CDs do Concerto por Bangladesh. Uma obra-prima inigualável. E pode ser seu! Quem melhor responder a pergunta: "Porquê George Harrison é tão importante pra mim?" leva essa maravilhosa jóia. As respostas devem ser enviadas por e-mail para eduardobadfinger@gmail.com e serão submetidas à aprovação do Conselho Consultivo - formado por mim, o Dr. João Carlos, o professor Valdir Junior e a Drª Lara. Não é mole não! Por isso, preste atenção: se você quer mesmo o álbão do concerto por Bangladesh, responda direito a pergunta "Porquê George Harrison é tão importante pra mim?" Participe! Essa promoção é válida somente até o dia 10 de agosto. Capriche! George merece!

E O VENCEDOR DA PROMOÇÃO RINGO STARR É...

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E atenção, atenção! O felizardo vencedor do sorteio da promoção "Ringo Starr And His All Star Band - The Anthology... So Far" foi o nosso amigo...

É isso aí Matheus! Você participou e levou! Parabéns! Por favor mande um e-mail para eduardobadfinger@gmail.com com seu endereço completo e receberá em sua casa esse maravilhoso presente do nosso blog preferido. Espero que continue fiel, sempre participando e fazendo seus comments pertinentes. E você, que também participou e não ganhou, não fique triste. Continue de olho que vem mais muita coisa boa por aí. Abração de coração em cada um. Para fechar com chave de ouro, nosso incomparável Ringo Starr And His All Star Band - No No Song! Demais! Obrigado, Planeta Beatles! E aí, Matheus? Já mandou?