sexta-feira, 21 de agosto de 2009

"O SONHO DO CARETA É A REALIDADE DO MALUCO"

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RAUL SEIXAS - 20 ANOS DE SAUDADE
Em sua última empreitada musical, Raul Seixas se juntou ao seu amigo Marcelo Nova para produzir A Panela do Diabo, uma verdadeira obra-prima da música nacional. O caldeirão abre com a famosa vinheta de Vincent e Davis, Be-bop-a-lula, só que dessa vez na voz de Raulzito e Marceleza. Os dois emendam com uma verdadeira declaração de amor ao "Rockn'roll", tão presente na vida de ambos e que segundo Seixas "morreu em 1959".

O disco não economiza nos clássicos como "Carpinteiro do Universo", "Banquete de Lixo", "Pastor João e a Igreja Invisível", "Século XXI", "Nuit", "Quando eu morri", entre outras canções carregadas de cinismo, humor e dramaticidade que coroam A Panela do Diabo, o último suspiro de genialidade de Raul Seixas, acompanhado de seu não menos genial parceiro Marcelo Nova.

A Panela do Diabo foi lançado em 19 de agosto de 89. Raul Seixas faleceu no dia 21 de agosto de 1989, aos 44 anos. Seu corpo foi encontrado às oito horas da manhã, pela sua empregada, Dalva. Foi vítima de parada cardíaca: seu alcoolismo, agravado pelo fato de ser diabético, e por não ter tomado insulina na noite anterior, causaram-lhe uma pancreatite aguda fulminante. O LP A Panela do Diabo vendeu 150.000 cópias, rendendo ao Raul um disco de ouro póstumo, entregue à sua família e também a Marcelo Nova (parceiro de Raul, com quem gravou o LP), tornando-se assim um dos discos de maior sucesso do eterno Maluco Beleza

Para fazer o download dessa verdadeira preciosidade,
clique no link:

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

AGAIN AND AGAIN AND AGAIN. DE NOVO, ATÉ O FIM

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THE BEATLES

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FOTO DO DIA - BILLY, GEORGE, GERALD E RAVI

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Durante a North American Tour, no dia 13 de dezembro de 74, George, seu pai Harry, Olivia, Ravi Shankar e Billy Preston visitam o presidente dos EUA, Gerald Ford, e almoçam com ele na Casa Branca. O encontro foi arranjado por Jack Ford, filho do Presidente. E realizou um sonho do pai de George Harrison - conhecer o Presidente dos Estados Unidos da América.

A CAMISETA DO BAÚ DO EDU...

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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

THIS IS STARKEY LIFE - DANIELLE STARKEY

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Conheçam o blog da minha amiga Danielle Starkey! Uma garota genial e supertalentosa que adora os Beatles e é louca de paixão por um certo Ringo Starr. Ô cara sortudo! O link para o "STARKEY LIFE" com Danielle Starkey:

A NOITE DE ESTRÉIA DA ESTRELA

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Existe muita controvérsia entre vários autores sobre a verdadeira data da estréia de Ringo Starr nos Beatles. Por ser a mais recente, elegemos “THE BEATLES – A BIOGRAFIA” de Bob Spitz. Onde ele narra com riqueza de detalhes a tumultuada noite no Cavern Club, quando o melhor baterista do mundo se juntou à melhor banda do mundo. Spitz afirma que a estréia de Ringo foi na noite do dia 19 de agosto de 1962! Outros autores, dizem 1que a apresentação foi no dia 18. Outros ainda, que teria sido no dia 28. Seja como for, optamos pela versão de Spitz para fazer essa homenagem ao nosso velho Ringo. A seguir, você confere alguns trechos da narrativa. Espero que gostem. With love, from me to you!
PARABÉNS, RINGO! PARABÉNS, BEATLES!

“Os Beatles tinham mais do que um pressentimento de que estavam a apenas um homem de se tornarem grandes. Eles haviam crescido incrivelmente como músicos desde que se reuniram, e era impossível não reconhecer aonde tinham chegado. Eles haviam se tornado progressivamente não apenas melhores, mas também mais técnicos e versáteis. Havia certa singularidade na forma como tocavam, uma inventividade para transformar mesmo os temas mais simples em algo original e criativo. Muito disso aconteceu sem grande premeditação. Alguém tocava um acorde, fosse experimentação ou acidente, e era como se um alarme soasse. Parte disso era talento nato. Paul aprendia a tocar instrumentos como algumas pessoas aprendem novas línguas: tinha ouvido para a coisa, e colocava os acentos certos nos lugares certos. E George, em especial, se embrenhava nas complexidades dos fundamentos e da técnica musical. Ambos tocavam suas guitarras com uma confiança impressionante e tinham o poder de fazê-las soar como Maseratis. John tinha todo o resto: a sensibilidade e o gosto certos. E tudo se encaixava com estilo e atitude. Menos o baterista. John, Paul e George já sabiam o que queriam: RINGO!
O melhor baterista de Liverpool! Porém, nenhum deles teve coragem de contar para Pete Best que estava fora. Brian faria o serviço sujo.”

É improvável que a elegância de Brian tenha exercido efeito consolador sobre Pete. Aquilo o tomou tão de supetão, de modo tão inesperado, lembra Pete, que “minha cabeça entrou em parafuso”. Todo aquele tempo dedicado aos Beatles, a suposta amizade, os sonhos. E agora aquilo acontecia, às vésperas da assinatura de um contrato de gravaçãp. Ele considerou aquilo “uma facada pelas costas”. Em parte para neutralizar a raiva de Pete e em parte para continuar nas boas graças do rapaz, Brian se propôs a formar um novo grupo, que seria liderado por Pete. Enquanto Pete saía silenciosamente do escritório, Brian teve sangue-frio suficiente para pedir que ele tocasse nas três últimas apresentações antes de Ringo se juntar aos Beatles. E, talvez num momento de irreflexão, Pete concordou. Se Brian acreditou, foi porque não havia dúvida, para ele ou para qualquer outra pessoa, de que Pete honraria sua palavra. No entanto, seu sofrimento era tão pesado quanto seu desempenho na bateria. A promessa era vazia, nada mais do que um meio para sair dali.

A estréia de Ringo com os Beatles em Liverpool, em 19 de agosto de 1962, não repercutiu na cena pop e não foi o motor que os propulsou para o estrelato. Somente mais tarde, vista a situação em retrospecto, ele iria adquirir seu status mítico. Ninguém foi mais afetado pelo que acontecera do que Ringo. Ele ouviu o clamor dos fãs nos dias que precederam a apresentação no Cavern. A revolta tomava os salões de baile e os bares - e também as escolas, onde havia uma onda de veneração por Pete. Até nas lojas de discos ocorriam discussões e murmúrias constantes. Uma hora antes de se apresentar, Ringo se refugiou no White Star para uma cerveja terapêutica e desmoronou na mesa onde estavam os Blue Jeans. Eles sabiam que o baterista
estava “aterrorizado”. Até mesmo a aparência dele, com um pequeno cavanhaque e o cabelo liso penteado para trás, demonstrava inquietação, como se Ringo estivesse infringindo alguma lei. “Ficamos com pena dele por estar tão nervoso”, lembra Ray Ennis.

A maioria das pessoas que foram ao show compartilhou a reação de Colin Manley: “senti pena deles; a platéia estava revoltada com a saída de Pete que não os deixava tocar”. “Desde o momento que as portas se abriram”, lembra Woller, “a multidão gritava: “Pete para sempre, Ringo nunca!”; todos estavam doidos por uma confusão.” Desde o instante que os Beatles subiram ao palco, gritos irados explodiram: “Onde está Pete?”, “Traidores! Queremos Pete!” Algumas pessoas apoiaram a mudança. A certa altura, as duas facções começaram a investir uma contra a outra, com olhos ferozes e punhos cerrados. “Fora Ringo!”, “Pete is Best!” Ringo, meio escondido por trás da bateria, ficava mais tenso a cada explosão de raiva.

De qualquer maneira, todos os Beatles agiram como se nada tivesse acontecendo. E, levando em conta as circunstâncias, Ringo segurou bem a situação. Ele se adaptou perfeitamente ao estilo cru e diretos dos Beatles, imprimindo força ao ritmo sem deixar de lado a energia do conjunto. Provavelmente ninguém apreciou mais isso do que Paul, cujas belas linhas de baixo haviam sido estranguladas pela mão pesada de Pete, enquanto Ringo as complementava, dando a Paul um ritmo muito mais consistente. Durante um momento especialmente tenso, George do palco, ordenou a alguns indivíduos importunos para “fechar a matraca”. No fim, quando saiu do camarim pelo corredor cheio de gente, alguém lhe deu uma cabeçada no rosto, deixando-o com um enorme hematoma abaixo do olho esquerdo. George encarou a situação com tranquilidade, mas Brian Epstein, já em tom quase histérico, mandou o porteiro peso-pesado do Cavern, Paddy Delaney, escoltar a banda para o andar de cima, alegando falta de segurança.”

A seguir, você confere os Beatles quebrando o cacete no Cavern com "SOME OTHER GUY" na apresentação do dia 22 no Cavern! VALEU! ABRAÇÃO!

SAUDADE DE UM TEMPO QUE FAZ TEMPO PASSOU...

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Hoje é aniversário de uma amigona muito querida há mais de 30 anos. Ana Beth: um beijão pra você! Em sua homenagem, O Baú do Edu volta até 1977 e apresenta o QUEEN e o megasucesso WE ARE THE CHAMPIONS. Valeu! China Lennon

terça-feira, 18 de agosto de 2009

BEATLEMANIA NA LIVRARIA! YEAH!

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No mesmo mês em que a foto de uma das capas de disco mais famosas da história – a de "Abbey Road´, dos Beatles – faz 40 anos, os fãs do grupo podem saber mais detalhes não apenas daquele último álbum gravado pelo quarteto de Liverpool, mas também de toda sua obra, com o livro de "The Beatles – Gravações Comentadas & Discografia Completa" (ed. Larousse, R$ 59,90).
O livro é cheio de curiosidades deliciosas, das mais conhecidas – como as brigas nas gravações do disco "Let It Be" – a outras menos faladas, como a existência de uma faixa musical audível apenas por cães na versão inglesa de "Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band" ou ainda a explicação para a falha em um trecho da versão lançada no Brasil da canção "Penny Lane" (a matriz chegou ao país com defeito).
Com textos de Jeff Russell, especialista na obra de Paul, John, George e Ringo, o livro traz verbetes sobre cada canção e cada disco dos Beatles lançado na Inglaterra e nos EUA, desde os de quando o Fab Four estava unido, como os memoráveis "Rubber Soul" e os já citados "Sgt. Pepper’s" e "Abbey Road", até álbuns que chegaram ao mercado após a dissolução do grupo, em 1970, como as coletâneas oficiais ´vermelha´ ("1962-1966"), ´azul´ ("1967-1970") e "Anthology", além de discos com raridades, como "Rarities".
Para cada faixa lançada, o livro reserva um pequeno texto com um comentário, além da duração e da ficha técnica completa da canção. Um apêndice da edição brasileira traz a discografia do grupo lançada no Brasil.

JOHN LENNON - NEW YORK YEARS

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Ontém, ganhei do meu filho Pedro Ivo um "brinquedinho" novo que me deixou muito contente. Uma pequena estatueta - de aproximadamente 20cm - de John Lennon da série comemorativa JOHN LENNON - THE NEW YORK YEARS. O bonequinho é uma curtição e muito rico em detalhes. Um tesouro valioso. Obrigadão, filho! BEATLES 4 EVER! BADFINGER BOOGIE!

FLAMING PIE - PAUL McCARTNEY

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A capa mostra um Paul McCartney incrivelmente magro e cansado. Mas não se engane: É MAIS UM DISCÃO DELE, O MAIOR! Depois de cinco longos anos sem um inédito! Flaming Pie é o 18º álbum de Paul McCartney na sua longa carreira “longe de casa". Isso, sem contar os discos com os clássicos e os alternativos. Flaming Pie foi lançado em maio de 1997 e foi produzido pelo próprio Paul com com uma pequena ajuda de alguns amigos. As gravações começaram dois anos antes e participaram Jeff Lynne, Steve Miller, George Martin, Ringo Starr e o filho do Homem (James, que tocou guitarra na música "Heaven on a Sunday"). O discão trouxe o velho Macca de volta às paradas entrando pela primeira vez no Top 10 americano desde o lançamento de Tug of War de 1982. Flaming Pie é um dos melhores, senão o melhor, álbum de Paul McCartney de todos os tempos! Os destaques ficam por conta de The Song We Were Singing, The World Tonight, If You Wanna, Somedays, Young Boy, Calico Skies, Flaming Pie, Heaven On A Sunday, Used To Be Bad, Souvenir, Little Willow, Really Love You, Beautiful Night (com Ringo) e Great Day. Vale à pena lembrar, que Flaming Pie foi o último disco do velhão com Linda. Ela já estava bem ruim. Todas as fotos do álbum, são dela. Deixo aqui nossa lembrança.

Para fazer o download dessa pérola, que já deve até estar fora de catálogo,
clique no link:
http://rapidshare.com/files/151346842/029juliocmail.blogspot.comPaulMcCartneyFlamingPie1997.rar

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

O ÚLTIMO DIA DE ELVIS PRESLEY

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O rei do rock, Elvis Presley, na véspera de 16 de agosto de 1977 foi ao dentista no fim da noite, e jogou squash antes de seu último sono em vida. Mas antes da partida, sentou-se ao piano que fica próximo à quadra e tocou a música Blue Eyes Cryin in the Rain, do disco From Elvis Presley Boulevard Memphis Tennesse, de 76, para amigos. Foi sua última performance. Como tinha sérias dificuldades para dormir, Elvis acabava trocando o dia pela noite. Durante os anos 70, o Rei fechava a sala de projeções do Memphian Theater para comandar suas sessões cinematográficas, quando, na maioria das vezes, assistia a filmes de caratê. Mas na noite do dia 15, Elvis resolveu ficar em casa.

Naquele mesmo dia, segundo seu assistente de palco, Charlie Hodge - conhecido por entregar os lenços no palco -, o ídolo estava entusiasmado com seu projeto de abrir uma produtora de filmes, quando se dedicaria a atuar, apenas em papéis dramáticos, e dirigir. Sua namorada na época, Ginger Alden, disse que Elvis só conseguiu dormir por volta das 9h da manhã do dia 16. Ela ainda pediu para que ele não abusasse do uso dos calmantes para dormir. A resposta foi algo do tipo “está tudo sob controle”. Ginger escutou Elvis acordar. Ela conta que o namorado pegou um livro e foi ao banheiro. Alden ainda fez uma brincadeira. “Não vá dormir no banheiro enquanto lê o livro.” E Elvis respondeu: “Pode deixar.” Estas foram suas últimas palavras. Presley continuou no banheiro enquanto ela voltava a adormecer. Assim que abriu os olhos na enorme cama de tecido marrom do quarto do Rei, Ginger Alden chamou por Elvis. Não tendo resposta, ela prontamente se levantou e foi ver o que estava acontecendo, já imaginado que o cantor tivesse pegado no sono. Mas ao abrir a porta, a jovem se deparou com o astro desmaiado. Rapidamente, Ginger chama pelo road manager Joe Espósito, que ali, fez a primeira tentativa de “traze-lo” de volta. A ambulância foi chamada. Apesar de os paramédicos terem prestado socorro e das tentativas de reanimá-lo no hospital Batista de Memphis, acredita-se que Elvis já fora encontrado morto.

Às 15h30, horário da cidade, foi anunciado o falecimento de Elvis Aron Presley. A autópsia revelou óbito por arritmia cardíaca, além de ter sido observado aumento no volume do fígado. Antes da queda fatal, o que será que passou pela cabeça de Elvis Presley? Ao sentir a forte dor no peito, o Rei talvez tenha se apavorado com a sensação de que aqueles eram os últimos momentos de sua existência. E, infelizmente, de maneira precoce, foram. Aos 42 anos, Elvis morria na tarde de 16 de agosto de 1977. A partir daquele dia, o mito se eternizava. O resto é história... Poucos sabem que, de certa forma, Elvis já imaginava que não viveria por muito tempo, tanto que no mesmo ano de seu falecimento, já havia preparado um testamento, em que os principais beneficiários foram seu pai, Vernon, e Lisa Marie Presley, sua única filha. No reveillon de 76, Elvis realizou um show de fim de ano em Pittsburgh. Após o concerto, o Rei confidenciou a pessoas próximas, como o cantor de apoio J.D Summer, que achava que sua morte estava se aproximando. Como tinha uma forte espiritualidade, o cantor já teria sinais de que sua passagem estava se completando...

O Baú do Edu deixa aqui sua homenagem ao grande e incomparável ELVIS PRESLEY. O Rei do Rock! O maior artista de todos os tempos! Senhoras e senhores, com vocês MR. ELVIS, THE PELVIS, JAILHOUSE ROCK!

sábado, 15 de agosto de 2009

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O PRIMEIRO TUBARÃO A GENTE NÃO ESQUECE

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Martin Brody é o novo policial de Amity, na Inglaterra. Ele tem uma esposa e dois filhos chamados Sean e Michael. Numa certa manhã, ele é chamado para a praia, pois um corpo de uma turista havia sido encontrado à beira da praia. O médico conclui que a morte foi causada por uma mordida de tubarão. O prefeito, mesmo sabendo do assunto, prefere ignorar o fato, pois o feriado estava chegando junto com os turistas. Assim, traria bastante dinheiro deles. Então inventa uma desculpa de que o corpo encontrado havia sido cortado por um motor de barco invés do tubarão. O prefeito, alerta todos os pescadores que, se algum deles virem o tal tubarão, avisarem ele imediatamente. Um caçador de tubarões chamado Quint, sabendo do aviso, pede 10 mil dólares para procurar o tal tubarão e matá-lo. Mas o prefeito recusa a oferta. Quando um tubarão-tigre é morto por dois pescadores, o prefeito diz que o problema já tinha acabado. Um homem diz que um tubarão-branco continua assassinando muitas pessoas. Mas o prefeito, mesmo assim, deixa a praia Amity aberta, pois ele só se importa com o dinheiro dos turistas. No dia do feriado, a praia está cheia, mas naquele mesmo dia, o tubarão mata um homem. Michael fica profundamente afetado pelo o que viu. Brody aconselha o prefeito à pagar Quint para procurar o tubarão assasino. Pois os filhos de Brody estavam lá. O prefeito concorda com o plano. Quint, Brody e outro colega são encarregados de achar e matar o monstro assassino.

O filme tornou-se num clássico do cinema do gênero e deu origem a várias sequências. A trilha sonora foi composta por John Williams e tornou-se grande sucesso. O principal atrativo do filme, o tubarão mecânico, apresentou vários problemas durante as filmagens, causados pela água salgada do mar, pois Spielberg não quis filmar em uma piscina, como seria o convencional. Várias sequências em que o Tubarão apareceria, Spielberg teve que substituí-lo por filmagens de marolas e movimentos de água. Mesmo nas poucas ocasiões em que o tubarão podia ser usado, a responsável pela montagem teve que usar de muita habilidade, para que as cenas não parecessem falsas. As platéias do mundo todo não notaram essas falhas, graças ao exímio trabalho de direção e montagem. Mas para todos os artistas que trabalharam no filme ficou a irritação com aquele "maldito tubarão", conforme diziam nas entrevistas e depoimentos posteriores. Peter Benchley, autor do livro que deu origem ao filme, tinha em mente um elenco bem diferente, composto por Robert Redford, Paul Newman e Steve McQueen. No livro, a esposa de Brody o trai com Hooper. Esse episódio não foi levado para o filme. O filme teve as seguintes seqüências, sem a participação de Spielberg: Tubarão II (1978), Tubarão III (1983) e Tubarão - A Vingança (1987).
Assista o trailler desse clássico aqui, no Baú do Edu. Espero que gostem! Abração!

VANILLA SKY - OPEN YOUR EYES

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VANILLA SKY (2001) é uma refilmagem do filme espanhol “Abre los ojos” (1997) do diretor Alejandro Amenábar. Em Nova York são narrados em flashback fatos angustiantes da vida de David Aames (Tom Cruise), um jovem empresário que é dono de um império editorial. David tem sua vida modificada quando conhece Sofia Serrano (Penélope Cruz), uma bela jovem por quem se apaixona .Tal relacionamento desperta ciúmes em Julie Gianni (Cameron Diaz), uma "amizade colorida" do cara. Um dia, após sair da casa de Sofia, ele encontra Julie, que usando o pretexto de querer conversar com ele o convence a entrar no carro. Em um ímpeto de loucura, lança o carro por cima de um viaduto. Ela não resiste e morre. Ele, sobrevive, mas fica desfigurado e em coma, durante semanas. Ao se ver, fica traumatizado e oferece qualquer quantia para reconstruírem seu rosto. Repentinamente, realidade e fantasia se confundem de forma assustadora.


Mas o melhor de VANILLA SKY, é a canção-título. escrita e interpretada por Paul McCartney, que você confere agora, aqui no Baú do Edu. Abração!


PLEASE, PLEASE ME! AGAIN!

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sexta-feira, 14 de agosto de 2009

JESUS CRISTO É O SENHOR!

Um comentário:
- Jesus Cristo é o Senhor!
- Não. É o senhor!
- JESUS CRISTO é o Senhor!!!
- Sou não! É o senhor!
- JESUS CRISTO É O SENHOR, PORRA!
- Tá, tá. Mas não sou não. É o senhor.

THE GREATEST OF THEM ALL!

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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

O ROCK ESTÁ DE LUTO

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Les Paul, o guitarrista e inventor que mudou a história da música com a guitarra elétrica e a gravação multicanais e chegou a ter alguns hits nas paradas (muitos ao lado da esposa Mary Ford), morreu nesta quarta-feira (12). Ele tinha 94 anos.
De acordo com a empresa Gibson Guitars, Paul morreu devido às complicações de uma pneumonia no White Plains Hospital. Ele estava acompanhado da família e de amigos.

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THE CAREFREES - WE LOVE YOU BEATLES

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“WE LOVE YOU BEATLES” é uma canção de 1964
Interpretada pelo grupo inglês “The Carefrees”. A canção chegou
a ficar em 39º lugar entre as 100 mais da Billboard naquele ano.
Foi baseada em “We Love You Conrad” do musical Bye Bye Birdie,
e tem letra e melodia bem simples. Cada Beatle é citado de acordo
com sua personalidade na época. E ainda tem yeah, yeahs e woo, woos
no melhor estilo da 1ª fase dos Beatles e a explosão da Beatlemania.

FESTIVAL HARE HARE

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A FOGUEIRA BEATLE - BEATLES GO HOME!

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No dia 13 de agosto de 1966, dezenas de pessoas realizaram a “Fogueira-Beatle” conforme orientação da estação de rádio norte-americana COOB. O Sacerdote Thurman H. Babbs, de Cleveland, Ohio, ameaça que pedirá a excomunhão de qualquer paroquiano que ouvir músicas dos Beatles ou que aprove a declaração de John sobre o cristianismo. Os Beatles se apresentaram no Olympia Stadium em Detroit, sob forte esquema de segurança.

I READ THE NEWS TODAY. OH BOY...

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terça-feira, 11 de agosto de 2009

A BELEZA DA MISS MINAS GERAIS

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Nas bancas, este mês uma das capas de revista mais bonitas que eu ja vi. Confira as fotos com a beleza inacreditável de Rayanne Morais, clicando no link:

BADFINGER - SWEET TUESDAY MORNING

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Badfinger - Sweet Tuesday Morning
By Joey Molland
Sweet Tuesday morning came and you smiled
All of my fears, they have left me
Sweet Tuesday morning came and you smiled
Love is the answer you gave me
I've been to places all around, astound me
I've seen the breaking of the souvenir
I'm in a brightness I can feel surround me
It's the first time I've felt it for years
Sweet Tuesday morning came and you smiled
Love is the answer you gave me
I've been to places all around, astound me
I've seen the breaking of the souvenir
I'm in a brightness I can feel surround me
It's the first time I've felt it for years

domingo, 9 de agosto de 2009

O ASSASSINATO DE SHARON TATE - 40 ANOS

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Hoje faz 40 anos do assassinato de Sharon Tate. E pouca coisa mudou!
Para quem não viu, aqui está o link para a matéria mais acessada do Baú do Edu nesse ano que estamos já comemorando. Abração a todos! BEATLES 4 EVER, BADFINGER BOOGIE!
PART 1
PART 2

RINGO STARR AND HIS ALL STAR BAND

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THE BEATLES

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OS BEATLES NO PATIO BRASIL SHOPPING

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Até o dia 23 de agosto, o Shopping Pátio Brasil mostra exposição temática e festival de bandas covers dos Beatles na Praça Central. Há nove anos na estrada, o projeto do jornalista, publicitário, músico e beatlemaníaco Márcio Mota apresenta um dos maiores acervos itinerantes com raridades sobre os quatro rapazes de Liverpool.

Na exposição estão exibidas réplicas de instrumentos, roupas, fotos, discos e outros itens autografados. Também coleções oficiais e originais de discos em vinil lançados na Inglaterra, Estado Unidos, Brasil e em muitas outras partes do mundo, além de outras mídias e formatos raríssimos, como os “CDs”. No local, os visitantes também podem conferir duas cabines telefônicas vermelhas – típicas inglesas – que servirão de vitrines temáticas, dando ao ambiente um clima verdadeiramente britânico.




Meu irmão Adelmar, fã incondicional dos BEATLES!
Neste Sábado (8/8), a banda brasiliense LET IT BEATLES – formada por Denis (voz e guitarra), Rodrigo (guitarra e voz), Igor (bateria e voz), Dado (baixo e voz) e Pedro (teclados) fez um show simplesmente de tirar o fôlego na praça central do Patio Brasil e colocou todo mundo pra dançar! A banda foi criada em junho do ano 2000, como uma forma de tributo aos Beatles. O grupo tem uma sonoridade única, sempre fiel aos arranjos originais, admirada e respeitada não só pelo público em geral, mas também por vários músicos de Brasília e, em especial, por músicos de bandas covers dos Beatles de todo o país. Um barato o show dos LET IT BEATLES. Eu, particularmente, sou fanzaço! Acho incrível como a cada show estão mais técnicos e mais profissionais. Valeu, rapazes! Abração. Edu.