sexta-feira, 25 de julho de 2014

CONVIDADOS MAIS QUE ESPECIAS: SUPERTRAMP - FREE AS A BIRD

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Não deixe de conferir a superpostagem do Supertramp, publicada aqui em 4 de setembro de 2010:
 http://obaudoedu.blogspot.com.br/2010/09/superbandas-inesqueciveis-supertramp.html

 

A SENSACIONAL PROMOÇAO DE RINGO STARR AND HIS ALL STAR BAND

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E atenção, atenção, negada! Durante esse finalzinho do mês de julho (já?) - més do aniversário do Ringo, quem deixar seus comments no Baú, estará concorrendo à incrível Box Set "Ringo Starr &he All Star Band - Anthology... So Far" – com nada menos que 3 CDs gravados ao vivo. São 48 faixas com alguns dos maiores sucessos de Ringo Starr e uma superbanda só de feras. Uma peça que, sem dúvida, não pode faltar na coleção de nenhum Beatlemaníaco que se preze.
Aqui, a gente confere a resenha desse álbum triplo, escrita por Márcio Ribeiro, em 9 de agosto de 2001 para o megasite Whiplash. http://whiplash.net/materias/shows/000899-beatles.html
Embora Ringo houvesse prometido se aposentar no final do ano passado, tocar é sua paixão, portanto aqui está ele, excursionando os Estados Unidos novamente. País este que sempre teve um carinho especial para aquele que já foi chamado na imprensa do passado de “o patinho feio dos Beatles”. Evidentemente que como todo empreendimento de grande escala, a excursão também está coincidindo com o lançamento do Box Set "Ringo Starr & The All Star Band - Anthology... So Far" que teve lançamento no dia 24 de julho, e que deve render ainda um DVD homônimo, com lançamento marcado para outubro. O show prometia ser uma confraternização de beatlemaniacos saudosos pela luminosidade mágica que só um beatle reluz. E de fato, o show inteiro foi em um clima calmo e agradável, como um piquenique, tendo boa parte do povo estirado na grama e curtindo prazerosamente. O PNC Art Center é um bonito e agradável anfiteatro construído em uma colina, permitindo boa visibilidade do palco, mesmo da última fila. Tem uma parte coberta com cadeiras e no lugar de uma arquibancada, oferecem o gramado da própria colina, a céu aberto. A casa estava repleta de crianças que, graças a um acordo promocional entre o PNC e a produtora representando Ringo, permitiu a entrada gratuita para menores de doze anos acompanhados dos pais. Isto reforçou ainda mais o ar relaxante e familiar que se fez sentir durante toda esta tarde de verão. O show abre com "Photograph" sendo aplaudida de pé a entrada de um Ringo, aos sessenta e um anos de idade, que continua cantando bem, com sua voz caracteristicamente anasalada. Ele emenda em seguida com "Act Naturally", a primeira da noite entre aquele material considerado repertório Beatle, gerando ainda mais aplausos e cantoria do publico animado. Ringo é o eterno "boa praça", ideal para ser o mestre de cerimonias desta banda, que oferece uma pequena seleção de personagens famosos no meio musical. O primeiro destes a apresentar um número seu, é ninguém menos que Greg Lake, que para o meu espanto, se aventura em apresentar um classico do progressivo, lembrando os tempos de sua passagem pelo King Crimson. A canção é "In The Court of The Crimson King", tema que deu origem ao nome daquela banda tão importante para o rock progressivo. A versão é bem executada, onde evidentemente a tecnologia do Ano 2000 contribui. Lake ainda cantaria mais duas canções, das quais somente "Lucky Man", grande hit do trio Emerson, Lake & Palmer nas rádios AM de então, iria causar a maior reação por parte dos presentes. The All Star Band, nesta que já é sua sétima edição, tem em seu plantel, além de Greg Lake, os talentos do ex-Supertramp Roger Hodgson, que nos agraciou com ótimas versões para "The Logical Song", "Give A Little Bit" e "Take The Long Way Home", sendo possivelmente depois de Ringo, o mais festejado pelo público. A extremamente talentosa Sheila E, cuidando das percussões e assumindo a bateria enquanto Ringo vai à frente cantar, também tem seu momento no show com seu hit "Love Bizzare" e "Glamorous Life". Nos teclados, Howard Jones, que esteve muito na moda nos anos oitenta, oferece o seu sucesso de 1986 "No One Is To Blame". Mark Rivera nos sopros, volta para o escrete dos All Stars, depois de uma passagem na banda do Billy Joel. Embora ele não teve destacado um número para cantar, encantou todos com a sua versatilidade musical, tocando ora sax tenor, sax soprano, gaita, guitarra, teclados, congas, e ainda ajudando nos backing vocals. Por ultimo, destaca-se Ian Hunter, celebre membro do Mott The Hoople, que evidentemente ofereceu para o público "All The Young Dudes", canção hino daquela banda setentista. Sua voz não é mais a mesma que há vinte anos atrás, mas ele ainda consegue agradar. Você pode estar pensando, "Puxa, e o Ringo? O que sobrou para ele?" e eu te respondo, em um show de duas horas e pouco, Ringo canta um total de doze musicas, cinco das quais, dos Beatles. Bem divididos em momentos espaçados, permitindo assim um descanso razoável para sua voz, Ringo cantou "Boys", "You're Sixteen", "Yellow Submarine", "I'm The Greatest", "No No Song", "Back Off Boogaloo", e "I Wanna Be Your Man", fechando o show com " It Don't Come Easy". Quanto a detalhes técnicos, o som estava perfeito, como normalmente acontece no PNC. Em dois momentos Ringo chegou a se queixar aos técnicos que o volume do baixo estava excessivamente alto para ele, porém para o público, o problema não chegou a incomodar. Estando em pleno verão, e apesar do calor fenomenal, ainda mais debaixo dos holofotes, Ringo brinca com o publico, anunciando que... "normalmente eu e a banda deixaríamos o palco agora, aguardaríamos alguns minutos enquanto vocês (o público) enlouquecem, e voltaríamos em seguida. Porém está quente demais para isto, portanto eis o bis" que consistiu em apenas duas músicas, seguindo rigorosamente o programa de toda a excursão até aqui. A primeira, "Don't Go Where The Road Don't Go" de seu disco solo "Time Takes Time" lançado em 1992 e fechando a noite, o querido e antológico "With A Little Help from My Friends". A banda sai do palco e ao que consta, enquanto parte do povo ainda esta aplaudindo, Ringo já está subindo em uma van e seguindo direto para o seu hotel, evitando assim o trânsito. Enquanto eu me preparo para a minha odisséia da volta para casa, não posso deixar de reparar os sorrisos nos rostos dos demais, aguardando como eu o trem chegar. Ninguém está muito agitado. Estamos todos na paz de Ringo.

Gostaram? Então tratem de escrever. Quem fizer mais comentários a partir de hoje (em qualquer uma das postagens de julho), terá mais chances e estará participando do sorteio desse superdiscaço do nosso Ringão! Não perca tempo! Participe! O sorteio será no dia 31 de julho. No dia 1º de agosto, começa a promoção Bangladesh. Boa sorte, meus amigos! Agora, a gente fica com a All Starr em dois momentos: em 1997 com o incrível Peter Frampton (It Don't Come Easy) e essa formação que aparece nesse discaço da promoção com o incrível Roger Hodgson (2000). Abração, pessoal!

quinta-feira, 24 de julho de 2014

A VIDA CURTA DO GENIAL PETER SELLERS

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Richard Henry Sellers, mais conhecido como Peter Sellers, foi um ator, comediante e cantor inglês, mais conhecido pelo público através de suas caracterizações em muitos filmes, entre eles, o Inspetor-Chefe Clouseau da série de filmes A Pantera Cor de Rosa. Mas nós, beatlemaniacos de verdade, sabemos que ele e os rapazes de Liverpool tinham muito em comum. Sellers fazia parte da gangue de “The Goon Show” que os jovens Beatles adoravam, e era George Martin quem produzia. Depois participou do show “The Music Of Lennon & McCartney”, e mais tarde faria um boa dupla com ninguém menos que Ringo Starr.
Sellers nasceu em 8 de setembro de 1925, em Southsea, um subúrbio de Portsmouth, uma cidade do condado de Hampshire, na Inglaterra e morreu em Londres, há exatos 34 anos, no dia 24 de julho de 1980. Tornou-se famoso com a série de rádio da BBC The Goon Show, antes de se lançar em uma carreira cinematográfica de sucesso internacional. Sellers foi o mais famoso intérprete do inspetor Jacques Clouseau, da série A Pantera Cor-de-Rosa.
Além de Clouseau, Sellers criou personagens antológicos como o sinistro Dr. Strangelove (Doutor Fantástico) e o jardineiro Chance do filme Being There ("Muito Além do Jardim"). Na vida real, tinha uma relação estranha com a mãe dominadora e submeteu suas mulheres e filhos a torturas psicológicas. Em uma entrevista ele disse: "odeio tudo o que eu faço, não sei como vocês gostam". Em 1964, aos 38 anos, quando filmava a comédia de Billy Wilder Kiss Me, Stupid, Sellers sofreu uma série de ataques cardíacos (13 em alguns dias), que permanentemente danificaram o seu coração. A condição de Sellers deteriorou-se quando ele adiou tratamento médico adequado e optou por "curandeiros psíquicos". Ele também teve um marcapasso implantado no final de 1970, o que lhe trouxe mais problemas consideráveis. Um jantar-reunião foi agendado em Londres, com os seus parceiros do Goon Show, Spike Milligan e Harry Secombe, para finais de Julho de 1980. Mas, em 22 de Julho, Sellers entrou em colapso a partir de um ataque cardíaco em seu quarto de hotel Dorchester e entrou em coma. Ele morreu em um hospital de Londres, pouco depois da meia-noite de 24 de julho de 1980, aos 54 anos. Foi socorrido por sua quarta esposa, Lynne Frederick, e três filhos: Michael, Sarah e Vitória. Embora Sellers tenha entrado com um processo de exclusão de Lynne Frederick de seu testamento, uma semana antes dele morrer, ela herdou quase todas as suas propriedades, num valor estimado em 4,5 milhões de euros, enquanto seus filhos, receberam R$ 800 cada. Quando Frederick morreu de alcoolismo, em 1994, aos 39 anos de idade, sua mãe Iris havia herdado tudo, inclusive todos os rendimentos e royalties de trabalho dos vendedores. Quando Iris Frederick morre, a fazenda inteira vai para Cassie, a filha que Lynne teve com seu terceiro marido, Barry Unger. O filho de Sellers, Michael, morreu de um ataque cardíaco aos 52 anos, durante cirurgia, em 24 de Julho de 2006 (exatamente 26 anos após a morte de seu pai). Michael tinha sobrevivido por sua segunda esposa, Alison, com quem se casou em 1986, e seus dois filhos. Em seu testamento, Sellers solicitou que a canção de Glenn Miller "In the Mood" fosse tocada em seu funeral. O pedido é considerado o seu último toque de humor, já que ele odiava a peça. Seu corpo foi cremado, e ele foi enterrado no Golders Green Crematorium, em Londres. Em 1994, as cinzas de sua viúva, Lynne, morta naquele mesmo ano, foram na mesma sepultura de Sellers.


Em homenagem ao grande Peter Sellers, a gente confere novamente aí embaixo, a matéria legal com o filme “The Magic Christian” – estrelada por Ringo e o genial Peter Sellers que foi publicada aqui no Baú em 11 de dezembro de 2012. Abração!

RINGO STARR & PETER SELLERS - UM BEATLE NO PARAÍSO

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O filme The Magic Christian, no Brasil "Um Beatle no Paraíso" é uma a comédia maluca, dirigida pelo inglês Joseph McGrath em 1970, que fez com que o ex-Beatle Ringo Starr emplacasse de vez no cinema. Seu estilo descontraído lembra o do irreverente Richard Lester, que dirigiu os filmes do auge da carreira dos Beatles: Os Reis do Iê-iê-ie e Help! Um Beatle no Paraíso procura debochar alegremente daquilo que há de mais tradicional no cotidiano da vida dos londrinos: dos refinadíssimos teatros, que somente encenam Shakespeare, aos pobres e grotescos filmes dos inúmeros cinemas especializados em horror. Ringo Starr faz o papel de um pobretão, que é repentinamente adotado por um aventureiro milionário e tremendamente diabólico, Peter Sellers. As divertidas situações vividas pelos dois, em meio a cores maravilhosas e imagens fantásticas, transformam o filme Um Beatle no Paraíso numa divertida fantasia, no melhor estilo dos contos de fadas. O filme conta ainda no elenco com Cristopher Lee, Roman Polanski e Raquel Welch, sempre belíssima.

Além disso, destaca-se também a trilha sonora que traz nada menos que três belíssimas músicas gravadas pela banda inglesa Badfinger: "Come and Get It" de Paul McCartney, "Carry On Till Tomorrow" e "Rock Of All Ages". Quando McCartney soube que o filme estava sendo rodado em 1969, fez a demo de "Come and Get It" em menos de uma hora, sozinho no estúdio. Depois levou a canção para apresentá-la ao grupo Badfinger que se dispôs a gravá-la mudando-a e adaptando-a ao seu estilo. McCartney não concordou, eles poderiam gravá-la, mas sem mudar um acorde sequer. E assim foi feito, e a canção se tornou o primeiro grande sucesso da banda. A versão demo de Paul pode ser conferida no 'Anthology 3' dos Beatles.

PAUL & RINGO - 50 ANOS DEPOIS...

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quarta-feira, 23 de julho de 2014

THE BEATLES - MAGICAL MYSTERY TOUR - TRAILER HD

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RINGO STARR - CAVEMAN - SENSACIONAL!

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“Caveman”, no Brasil “O Homem das Cavernas” é um filme de 1981, comédia, dirigido por Carl Gottlieb e estrelado pelo nosso incomparável Ringo Starr. Foi durante as filmagens, que em 1980, Ringo conheceu Barbara Bach e se casaram em abril de 1981.
“O Homem das Cavernas” conta a história de um homem pré-histórico que vive o drama de amar a mulher do chefe de uma tribo inimiga. A história começa a “zilhões” de anos antes de cristo, e conta história de Atouk (Ringo), um homem pré-histórico e sua paixão pela mulher do chefe de uma tribo rival.
Ele sai pelo deserto para encontrar a garota de seus sonhos e vive uma série de aventuras. A comédia é estrelada por Ringo Starr, Dennis Quaid, Shelley Long, Barbara Bach e grande elenco. Mostra o cotidiano dos homens das cavernas, sua evolução e sociedade da forma mais hilária possível. A linguagem do filme são somente algumas palavras e grunidos pré-históricos, o que torna o filme universal.
Atouk aprende os segredos do fogo, como cozinhar a carne, a desenvolver armas de luta e se defender de monstros brutais. Tudo isso enquanto busca por sua amada Lana (Barbara Bach). Ela é a sexy namorada do grandalhão Tonda, o chefe de uma tribo hostil e rival. Lana não dá bola para Atouk e ele - acidentalmente - se torna líder de um novo grupo formado por um velho cego, um anão e um casal gay entre tantos outros tipos engraçados e rejeitados por outras tribos.
O filme tem seus deslizes, do ponto de vista histórico, quando coloca no mesmo ambiente e período, homens e dinossauros. Do período paleolítico ele não leva em consideração suas especificidades, do tipo: os homens andavam nus. Mas é uma boa diversão e, ora, estrelado por Ringo e Barbara Bach, gostosíssima. Aqui, a gente confere a hilária cena da invenção da música e logo embaixo o filme inteiro. Abração!

THE BEATLES - GEORGE HARRISON - IT'S ALL TOO MUCH

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“It's All Too Much” (algo como ‘Tudo É Demais') é uma canção dos Beatles que aparece no álbum Yellow Submarine de 1969. Foi escrita e cantada por George Harrison para sua então esposa na época, Pattie Boyd. Foi originalmente gravada em 1967, logo depois do lançamento de Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band e estava escalada para aparecer no próximo álbum, Magical Mystery Tour, mas foi adiada.

“It's All Too Much” foi gravada nos Estúdios De Lane Lea, sendo uma das poucas músicas dos Beatles que não foram gravadas nos Estúdios Abbey Road. É uma das duas únicas músicas deles que contém retorno de guitarra, o popular feedback (a outra sendo I Feel Fine). A canção tinha o título provisório de "Too Much". Uma mixagem monofônica, com mais de 8 minutos de duração, contendo letra extra e um final mais longo, nunca foi lançada em lançamentos oficias.

“It's All Too Much” contém algumas linhas tiradas de outros trabalhos; a linha With your long blonde hair and your eyes of blue, cantada no final, foi tirada de "Sorrow", dos The Merseys, e a linha de trompete lembra em muitos pontos a "Prince of Denmark's March" de Jeremiah Clarke. John Lennon - Guitarra e Vocal de apoio; Paul McCartney - Baixo e Vocal de apoio; George Harrison - Guitarras, Órgão e Vocal principal; Ringo Starr -Bateria e George Martin - Produtor e responsável pela orquestração. A versão mais conhecida da música foi editada para 6 minutos e aparece no álbum de trilha sonora do filme Yellow Submarine. Porém, a versão que aparece originalmente no filme é um pouco diferente e inclui uma parte da letra que foi cortada da versão do álbum: Nice to have the time to take this opportunity/Time for me to look at you and you to look at me. No entanto, essa parte está inclusa na versão de 8’11 minutos dos piratas e pode ser facilmente encontrada no Youtube. Aqui, a gente confere as duas.
 

PAUL McCARTNEY & WINGS - BEWARE MY LOVE - FANTÁSTICA!

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Matéria publicada originalmente em 28 de março de 2013. Especialmente atendendo ao pedido da amiga Lucimara Silveira. Abração!
"Beware My Love" é uma canção creditada a Paul e Linda McCartney, que foi lançada pela primeira vez no álbum “Wings At The Speed Of Sound” em março de 1976. Também foi usada como lado B do single que trazia "Let 'Em In" do lado A. Uma versão ao vivo gravada em 7 de junho de 1976 em Denver, Colorado foi incluída no álbum “Wings Over América” e outra versão ao vivo de três dias depois, em Seattle, Washington foi mostrado no filme-concerto Rockshow – que é o que a gente vai conferir lá embaixo.
Como a maioria das canções de sucesso de Paul McCartney, "Beware My Love" foi feita de vários elementos diferentes. A melodia começa com um breve som de gaita seguido por uma repetida guitarra. Ao longo da canção, os vocais de Paul, assim como a música, se intensificam e vão crescendo até chegar aos limites. Nos principais versos, o cantor avisa à mulher que ama para ter cuidado, porque ele não acredita que o outro homem que ela está querendo seja certo para ela. Nas pontes, ele diz à mulher que, embora ela for embora, tenha cuidado com o que deixou para trás.
"Beware My Love" é uma canção de rock de tempo médio que chegou a ser comparada, pelo seu peso, com “Rock Show "e" Soily”. Também não faltaram comparações com o rockão dos Beatles “Helter Skelter". Os maiores elogios à canção foram pelo baixo tocado por Paul McCartney, a percussão de Joe English e os backing vocals de Linda McCartney e Denny Laine. McCartney afirmou na época que ele estava tentando atingir uma emoção no vocal como só havia feito antes em “Oh! Darling”. "Beware My Love" também caiu na graça da crítica por ser a canção mais pesada do álbum, que contém em sua maioria baladas e músicas de influências disco. Foi descrita como sendo destinada a "dissipar as acusações de que os Wings estavam se tornando um grupo de bonecos amantes da disco".
Ao rever o álbum, o crítico da Allmusic Stephen Thomas Erlewine disse que "Beware My Love", é a melhor canção assinada por McCartney até então e move em harmonias ensolaradas ao hard rock. Outro crítico de música rock Robert Christgau afirmou que no álbum, McCartney só aparece com força total apenas na apaixonada "Beware My Love". Outros ainda diriam que a canção era de fato, "o único sucesso absoluto do álbum. Frank Rose do The Village Voice disse que esta canção juntamente com a contribuição de Denny Laine para o álbum, "Time To Hide” eram grandes números de produção do tipo que McCartney gosta quando ele sabe que ele tem um roqueiro de verdade ". A Rolling Stone também elogiou "Beware My Love" e" Time to Hide ", bem como" Let 'Em In "como excelentes exemplos de rock no melhor estilo de McCartney. Houve ainda elogios ainda mais efusivos em seus em relação a versão ao vivo da canção em Wings Over America, que é um minuto e meio mais curta do que a versão de estúdio. Larry Rohter do The Washington Post descreveu o desempenho da música em Wings Over America como "divertida e emocionante". Ben Fong-Torres descreveu a performance ao vivo de McCartney da música como uma volta para algumas daquelas que poderiam ter sido inspiradas em Little Richard.

Composta em Campbeltown, “Beware My Love” foi gravada como demo no Rude Studio, na Escócia. Da mesma forma que She’s My Baby, Letting Go, e outras gravações dos Wings, “Beware My Love” seria arranjada como um R&B, à moda da gravadora Motown. A versão ao vivo desta canção não apresenta a introdução com Linda nos vocais principais. Paul McCartney toca contrabaixo, piano, mellotron e violão. Vocais, mini-moog e harmonias, são de Linda McCartney. Violão e palmas - Denny Laine; Guitarra elétrica, pedal wah-wah e palmas, por Jimmy McCulloch. Bateria e percussão, Joe English. Foi gravada nos estúdios Abbey Road, da EMI, em Londres.

JOHN LENNON - WELL, WELL, WELL - SENSACIONAL!

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terça-feira, 22 de julho de 2014

THE BEATLES - A HARD DAY'S NIGHT OFFICIAL REMASTERED TRAILER

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PAUL McCARTNEY - DRIVING RAIN

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Que os Beatles foram a maior de todas as bandas de rock, só quem não conhece história pode discordar. Já sobre quem era o mais importante, os beatlemaníacos se debatem há décadas. SeJohn era o mais culto e politizado, George o mais espiritualista e habilidoso e Ringo o mais simpático, poucos negam que Paul era o diplomático do grupo e também o mais preocupado com o sucesso e com desafios artísticos e profissionais. Mas considerá-lo apenas um músico ambicioso dá uma visão limitada sobre Paul McCartney, o mais bem-sucedido ex-Beatle. Dono de uma habilidade em criar melodias eternas e cantá-las com uma voz que desafia o tempo, Sir Paul McCartney já explorou outras áreas além do pop-rock. Compondo sinfonias eruditas, escrevendo poemas ou pintando quadros, Paul sempre foi e é um artista de rara sensibilidade. E que viveu uma das grandes histórias de amor do mundo da música, com a fotógrafa Linda McCartney, sua companheira por quase 30 anos, falecida em 1998, vítima de câncer. Foi uma fase dura para o artista, mas que aos poucos foi mostrando que ainda tinha muita energia para dedicar à música. Em 1999, como que para exorcizar a tristeza, reuniu um time de peso (que incluia David Gilmour, do Pink Floyd) e gravou Run Devil Run, uma brilhante ode ao rock’n roll dos anos 50. Veio em seguida um célebre show no The Cavern, casa noturna onde ele havia estreado com os Beatles décadas atrás. Em 2001, com quase 60 anos de idade, Paul mostrou que, apesar de ainda nostálgico, continua olhando para o futuro. Na época, prestes a se casar com a militante de campanhas humanitárias (aham!) Heather Mills, que conheceu durante um evento em 1999, Paul experimentouuma nova fase de alguma criatividade em sua carreira.
Com Driving Rain, lançado em novembro, o velho Macca voltou a mostrar por quê é um dos maiores músicos do nosso tempo. São baladas roqueiras e canções românticas (ou seria o contrário que apresentam o veterano Paul a uma nova geração que “descobriu” os Beatles com a coletânea “1”. Dentre as 16 faixas (todas inéditas), duas ele compôs em parceria com seu filho James McCartney, com quem já havia tocado junto no álbum Flaming Pie, de 1997. A música de abertura, Lonely Road, é um rock cativante com uma letra emocionada que ele escreveu para a falecida esposa. Outras faixas também são dedicadas à Linda, dando um clima inevitavelmente triste em algumas passagens. A faixa-bônus (“Freedom”), composta e gravada de última hora, não consta no checklist do encarte, e foi acrescentada a pedido de Paul. A música foi feita por ele para homenagear as vítimas do ataque ao World Trade Center e para arrecadar fundos para as famílias dos bombeiros mortos. Há também uma composição inspirada em Heather, a paixão que resgatou sua alegria de viver e o incentivou a gravar mais um disco. A faixa que leva o nome dela é quase toda instrumental, com uma letra bem curta. Talvez porque sobre Heather, Paul ainda tivesse pouco a dizer e muito a sentir. Sentimento, aliás, é o que norteia esse trabalho dessa lenda viva da música pop.

GEORGE HARRISON - BEWARE OF ABKCO

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Este disco, para fãs e colecionadores é bem legal. E já esteve aqui para download. É uma compilação de demos para as faixas do álbum "All Things Must Pass” de George Harrison. Em 1970, George querendo se livrar do estigma de viver à margem de Lennon & McCartney, começou imediatamente a trabalhar nas composições para um álbum triplo - seu primeiro álbum de verdade. Contratou Phil Spector para produzi-lo e em maio gravou um conjunto de demonstrações com as versões acústicas para mostrar ao produtor. Durante a gravação das demos, George Harrision mudou o nome da canção " Beware of Darkness" trocando para “Beware of ABKCO” - “Cuidado com ABKCO" (Allan B. Klein Company).
SONGS:
01- Run Of The Mill (Acoustic Version)
02- Art Of Dying (Acoustic Version)
03- Everybody, Nobody (Acoustic Version)
04- Wah-Wah
05- Window, Window (Acoustic Version)
06- Beautiful Girl (Acoustic Version)
07- Beware Of Darkness (Acoustic Version)
08- Let It Down (Acoustic Version)
09- Tell Me What Has Happened To You (Acoustic Version)
10- Hear Me Lord
11- Nowhere To Go
12- Cosmic Empire (Acoustic Version)
13- Mother Divine (Acoustic Version)
14- I Don't Wanna Do It (Acoustic Version)
15- If Not For You (Acoustic Version)
Aqui, a gente confere duas dessas demos, 
'Beware Of Darkness' e a raríssima 'Cosmic Empire' . Abração!

THE BEATLES - RINGO STARR - DON'T PASS ME BY

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Em junho de 1968, pela primeira vez os Beatles começaram a gravar uma composição de Ringo: "Ringo's Tune (Untitled)", que mudaria de nome para "This Is Some Friendly" e logo seriachamada “Don’t Pass Me By”. A música foi finalizada em 22 de julho. "Don't Pass Me By" foi a primeira música completa de Ringo para os Beatles. Até então, suas únicas participações nas composições da banda tinham sido os títulos de "A Hard Days Night" e "Tomorrow Never Knows", além de alguma contribuição musical em "Flying" e "What Goes On". Quando perguntaram em dezembro de 1967 se ele tinha aspirações como compositor, Ringo respondeu: "Eu tento.Tenho um violão e um piano e toco alguns acordes, mas são só 'chinga-lingas'. Para mim nenhuma melodia boa sai dali". A verdade era que ele estava tentando fazer os Beatles gravarem "Don't Pass Me By" havia anos. Durante uma entrevista de rádio na Nova Zelândia durante a turnê de junho de 1964 pela Austrália, era possível ouvir Ringo pedindo aos demais: "Cantem a música que eu escrevi, só para fazer propaganda". Em resposta ao pedido, Paul disse no programa: "Ringo escreveu uma música chamada 'Don't Pass Me By'. Uma melodia linda. É a primeira vez que ele se aventura em uma composição". Depois que Paul e John cantaram uma estrofe, alguém perguntou ao baterista mais sobre a música: "Foi escrita como um country, mas ouvir Paul e John cantarem com esse quê de blues mexeu comigo. Se os Beatles vão gravá-la? Eu não sei. Acho que não, na verdade. Eu fico tentando empurrá-la para eles toda vez que vamos gravar. Ela continuaria fora dos sets dos álbuns do grupo por mais cinco anos. "Infelizmente nunca há tempo para encaixar a musica de Ringo em um álbum”, disse Paul em 1964. “Ele nunca a terminou”.
 

THE BEATLES - YOU'VE GOT TO HIDE YOUR LOVE AWAY

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"You've Got to Hide Your Love Away" foi composta por John Lennon e lançada no álbum Help!, de 1965. Foi a primeira música dos Beatles desde Love Me Do em que um músico de fora participa das gravações, foi o flautista John Scott. "You've Got to Hide Your Love Away" foi composta por John Lennon inspirado em Bob Dylan e faz referência ao empresário Brian Epstein. Epstein foi responsável pelo sucesso do começo da carreira dos Beatles. Devido a uma maior proximidade que tinha com John Lennon surgiram rumores que os dois tiveram um breve caso quando foram para Espanha em abril de 1963. John em entrevista a Playboy em 1980 negou o caso dizendo que "Isto nunca foi consumado mas nós tivemos um relacionamento muito próximo". A homossexualidade de Brian não veio a público até anos após a sua morte em 1967. O título supostamente evidencia este fato: You've Got to Hide Your Love Away - Você tem que esconder seu amor. Seja como for, é uma das pérolas mais preciosas lançadas pela nossa melhor e maior banda de todos os tempos.

  

JOHN LENNON - IMAGINE - SEMPRE EM BOA HORA!

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O dia 22 de julho de 1971, foi o segundo dia de gravação do filme “Imagine”. Foi realizada a cena de abertura com John e Yoko caminhando no nevoeiro e de John tocando “Imagine” no piano branco.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

FORTHLIN ROAD - A VELHA CASA ONDE ELE MORAVA

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No dia 21 de julho de 1998, a famosa casa da infância de Paul McCartney, na Forthlin Road em Liverpool, foi aberta à imprensa. Programas das TVs BBC, ITN, ITV e Canais 4 e 5 passaram o dia realizando matérias no interior da propriedade.

A confortável casa em um subúrbio de classe média de Liverpool, foi a casa da família McCartney, e lar de Paul entre 1955 e 1963. A família de Paul sempre esteve muito ligada à música, de modo que sua casa sempre foi um ambiente propício para juntar o encontro dos jovens Beatles.

John costumava passar boa parte de suas tardes com Paul, e muitos dos grandes sucessos iniciais da banda, como "I Saw her Standing There" foram escritos lá. O exterior da casa pode ser visto por qualquer visitante, mas para uma "tour" no interior da casa é necessário agendar o passeio com antecedência junto ao National Trust, que atualmente administra a propriedade. Quando Paul de vez em quase nunca, vai em Liverpool, costuma sempre visitar aquela velha casa. Há pouco tempo, a porta original da casa foi vendida por uma grana preta.

PAUL McCARTNEY - CHOBA B CCCP (BACK IN THE USSR)

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"Don't Get Around Much Anymore" é um standart do jazz com música de Duke Ellington e letra de Bob Russell. A música foi originalmente intitulada " Never No Lament" e foi o primeiro gravada por Duke Ellington em 1940 como uma grande banda instrumental. A letra de Russell e o título novo foram adicionadas em 1942. Duas gravações diferentes de "Don't Get Around Much Anymore", uma por "The Ink Spots" e outra pela própria banda de Ellington, alcançaram o número um na parada de R & B, nos EUA em 1943. Ambas foram gravações pop top dez, junto com uma versão gravada por Glen Gray. Ao longo dos anos, a canção foi regravada por alguns dos nomes mais populares da música popular como Ella Fitzgerald , June Christy, Mel Tormé, Hank Crawford, Willie Nelson, Harry Connick, Jr, B. B. King, Natalie Cole, Chicago, Cliff Richard, Rod Stewart e o nosso grande Paul McCartney em seu álbum Сноbа B СССР (o álbum russo) de 1987.

“CHOBA B CCCP” (“Back In The USSR”) é um álbum de covers dos primórdios do rock. Gravado em dois dias, Paul passa por canções de seus ídolos Little Richard, Elvis, Fats Domino e outros, em versões corretas, sem grandes destaques nem decepções. Lançado exclusivamente na antiga União Soviética em 1988, “CHOBA B CCCP” foi o primeiro disco de um artista ocidental a sair em um país comunista, liderando as paradas de lá, e sendo lançado no resto do mundo apenas em 1991. Mas McCartney voltaria às raízes do rock com mais propriedade uma década depois.

domingo, 20 de julho de 2014

GEORGE HARRISON & CARL PERKINS - YOUR TRUE LOVE - SENSACIONAL!

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THE KNACK - GET THE KNACK - SENSACIONAL!!!

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The Knack desde sempre, foi uma da minhas poucas bandas preferidas dos anos 80, uma bandinha fantástica que eu guardo com orgulho todos os discos deles que consegui. Hoje, mais uma vez eles voltam aqui, sempre como convidados mais que especiais. Em 2006, o baterista original, Bruce Gary, morreu devido a um linfoma. Doug Fieger, cantor, guitarrista e compositor, líder formador da banda, faleceu em 14 de fevereiro de 2010, vítima de câncer no cérebro aos 57 anos. Uma grande pena.
Em 1979, o espetacular single My Sharona transformou o The Knack na maior sensação do rock daquela época. Graças a essa canção contagiante e ao álbum “Get The Knack”, seu trabalho de estreia, o quarteto americano tornou-se popular em todo o mundo. O single e o LP foram direto para o número 1 da parada da Billboard. “My Sharona” foi considerada a melhor música lançada no ano de 1979. Formado em 1978, por Doug Fieger (guitarra/voz), Berton Averre (guitarra-solo), Prescott Niles (baixo) e Bruce Gary (bateria), The Knack fez parte da chamada New Wave, um movimento caracterizado por bandas com influência do Punk Rock, porém com um som mais pop e dançante.
O sucesso na época foi tanto que o grupo chegou a ser chamado de os 'novos Beatles', porém eles jamais conseguiram repetir o sucesso fenomenal de “My Sharona”. Praticamente, a única música a manter a banda em evidência, sendo tocada até hoje em rádios de todo o mundo, tendo feito sucesso em trilhas sonoras de filmes, seriados e comerciais, o que ajudou a banda a voltar a ativa mais de uma vez.
Em 1996, participaram do álbum “Come and Get It: A Tribute to Badfinger (que já esteve aqui para download) com uma ótima cover do clássico “No Matter What”David Henderson entrou no lugar de Bruce Gary como baterista, e o The Knack havia acabado de lançar na época seu sexto álbum 'Normal As The Next Guy'. Uma boa oportunidade de conferir a qualidade e a ótima herança deixada pelo grupo em sua formação clássica é o DVD Live From The Rock ‘N’ Roll Fun House (Image Entertainment). O show registrado nesse DVD foi gravado ao vivo no dia 18 de agosto de 2001 especialmente para o programa de TV “Rock ‘N’ Roll Fun House”, em Long Beach, California. Visite o site oficial  http://www.knack.com/.

LET ME ROLL IT - PAUL McCARTNEY AFIRMA QUE NÃO VAI PARAR!

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Sir Paul McCartney disse que só vai se aposentar quando sentir que chegou a hora. O multinstrumentista, cantor e compositor, que em uma carreira de sucesso sem precedentes na história da música pop, disse que até hoje continua aprendendo muito com a música e, por isso, não tem planos de se aposentar. Paul admitiu que um empresário já havia lhe dito que ele deveria se aposentar quando completasse 50 anos de carreira, mas ele rapidamente descartou a ideia e afirmou que os Rolling Stones são a prova de que ele deve continuar com sua jornada por muitos outros anos. Amém!

KATE VICTORIA TUNSTALL - SUDDENLY I SEE

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A coluna "SÁBADO SOM", criada e escrita pelo nosso amigo João Carlos, esta semana nos brindou com uma novidade da qual eu nunca tinha ouvido falar, mas acabei indo atrás e gostei. Por isso compartilho agora com todos vocês a edição de ontem, sábado, 20, apresentando KATE VICTORIA TUNSTALL. Espero que gostem. Abração, João Carlos! Supimpa como sempre!
Uma das melhores artistas que ouvi/vi dessa nova safra. Não fique amuado, KT está a uma distância abissal das divas pré-moldadas da linha de montagem tipo Madonna (como Lady Gaga, Beyoncé e muitas outras) ou das “fofinhas” tipo Mallu Magalhães que, cantam canções “fofinhas” com a vozinha bem semitonadinha (apesar do indefectível afinador computadorizado PRO-TOOLS) como se tivessem 5 aninhos de idade. TUNSTALL é “pedra de responsa”. Tem muita juventude sim, mas bagagem de verdade, atitude, e sua música é bem elaborada, robusta e...original. No palco, sempre acompanhada por ótimos músicos, a garota evita pirotecnias e não conversa mais que o suficiente:“Esta canção eu escrevi para um cara feio que eu amava e me deu um pé no traseiro!” ou “Esta é uma das músicas de Bob Dylan que eu adoro!”. E vai direto ao ponto. E eu amo tudo isto!
Na verdade KATE VICTORIA TUNSTALL, não é tão adolescente assim, nascida na Escócia em 1975, foi adotada quando tinha 18 dias, assim como seus irmãos. Em sua casa, eram vetados TVs e aparelhos de rádio, já que o caçula sofria de problemas auditivos, no entanto, através do irmão mais velho, tomou os primeiros contatos com o rock e o som folk de sua região. Não tardou e logo estaria estudando música em St. Andrews (cidade natal) e de lá migrou pros EUA, para estudar em Connecticut, onde atuou em bandas independentes já esboçando suas primeiras criações. Resolveu morar em Londres e começar sua carreira profissional. Nessas alturas, dominava com destreza as guitarras, o piano, a bateria e além de compor, cantava com uma “pegada” desconcertante (confesso que ao ouvi-la demorei a perceber que era de uma mulher aquela voz forte). Logo chamou a atenção do produtor sueco Martin Serefe e depois trabalhou com o celebrado Steve Osbourne (U2, Happy Mondays e New Order).

Seu primeiro disco, EYE TO TELESCOPE (2004) está mais para o pop e o rock e chegou alcançando o 3º lugar na Europa. A consagração definitiva veio quando foi chamada de última hora para se apresentar no programa do JOOLS HOLLAND, substituindo a atração principal. Ela passou a véspera ensaiando e roubou o show. E o álbum foi logo lançado nos EUA com sucesso. Inquieta, em 2006, mudou de itinerário ao lançar o CD “KT TUNSTALL’S ACUSTIC EXTRAVAGANZA”, uma pérola imperdível, que só poderia ser adquirido via “site oficial”, depois, em outros endereços e só bem adiante, em lojas especializadas. No ano seguinte, a garota conheceu sua mãe natural e descobriu suas ascendências chinesa e irlandesa. Lançou mais um CD ótimo e indicado a diversos prêmios, “DRASTIC FANTASTIC”. Seguiram-se “TIGER SUIT” (2010) e “INVISIBLE EMPIRE/CRESCENT MOON” (2013). A verdade é que KT TUNSTALL vem acumulando prêmios conceituados de fato (embora menos “extravagantes”) e pelo que tenho acompanhado virei fã de carteirinha. Adoro música real, verdadeira. Seus “hits” mais visíveis são “HOLD ON”, “BLACK HORSE AND THE CHERRY THREE”, “SUDDENLY I SEE”, “OTHER SIDE OF THE WORLD” e “(STILL A) WEIRDO”. Se esta bela garota vai chegar bem mais longe ou vai ficar pelo caminho, não dá prá arriscar. Mas pelo show que assisti, pela reação da plateia e pela postura de palco da artista, ousaria afirmar que KT TUNSTALL foi a melhor coisa que ouvi desde o surgimento de Sheryl Crow nos anos 90. Pois é... “de repente eu vi”. Por João Carlos Mendonça.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

STEVIE WONDER ARRASA EM MONTREUX!

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Stevie Wonder fez um show de duas horas no Festival de Jazz de Montreux, na noite de quarta-feira (16), misturando suas músicas mais famosas com sucessos dos Beatles e de Michael Jackson, diante de uma plateia que incluía o produtor Quincy Jones. O cantor e compositor norte-americano, usando óculos de sol com armação verde e tranças até a cintura, liderou a 48ª edição do importante festival suíço, realizando um antigo sonho do já finado criador do evento, Claude "Funky" Nobs, de que Wonder tocasse lá. Nobs morreu em janeiro de 2013. "O show de hoje é dedicado ao homem que falou comigo por tanto tempo sobre fazer este evento. Ele está nos olhando do céu – Sr. Nobs", disse Wonder aos 4 mil fãs presentes, que esgotaram os ingressos.
Falando a Jones, ex-codiretor de Montreux que estava sentado na primeira fileira, Wonder afirmou: "Não apenas um irmão, mas um amigo, estou muito grato por tê-lo conhecido desde que tinha 14 anos. Ele revelou Michael Jackson e outros tantos jovens artistas". Wonder, cego desde o nascimento e ganhador de 22 prêmios Grammy, mostrou sua versatilidade tocando piano, gaita e percussão. Ele tinha o apoio de dez músicos de sua banda e quatro vocalistas. O músico alternou entre seus hits, que incluíam "How wweet it is (To be loved by you)", "You are the sunshine of my life", "I just called to say I love you" com a música dos Beatles "Day tripper”, o clássico de Paul McCartney "Ebony and ivory" e a famosa música de Michal Jackson "Billie Jean", do álbum "Thriller", produzido por Jones. Durante a faixa "Living for the city”, sobre um garoto pobre de Mississippi que enfrentava o racismo e traficantes de drogas de Nova York, ele disse: "Como eu desejaria não ter escrito uma música como essa. Mas eu tive que escrever, porque é verdade. Há preconceito no mundo". Wonder, de 64 anos, fechou o show tocando "Superstition", levando os fãs das primeiras filas – que pagaram mais de US$ 500 para ver o show – a ficar de pé. "Foi uma noite maravilhosa. Veio tarde porque eu não estava me sentido muito bem. Mas tivemos uma boa noite", declarou ele, pedindo desculpas por chegar com mais de uma hora de atraso. "Talvez eu volte no ano que vem", acrescentou. Alguns fãs que gastaram US$ 210 para ficar de pé foram incapazes de entrar no auditório lotado, onde diversas mulheres desmaiaram por conta do calor e da lotação. E é exatamente com o mega hit "Superstition" que a gente emplaca mais essa. Abração!

quinta-feira, 17 de julho de 2014

PAUL McCARTNEY – ‘AIN´T THAT A SHAME’ – SENSACIONAL!

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ORQUESTRA SINFÔNICA DE MONTES CLAROS CELEBRA OS BEATLES

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A Orquestra Sinfônica de Montes Claros, norte de Minas (terra da família da saudosa D. Neusa,  que era mãe da Dayse, que era mãe do meu filho Davi), se apresenta nesta sexta-feira (18) a partir das 19h na Praça da Catedral. No show aberto ao público, a orquestra apresentará um repertório selecionado dos Beatles.
A Orquestra Sinfônica de Montes Claros conta com 37 integrantes e será regida pela maestrina Maria Lúcia Avelar. “Vamos fazer alguns pot-pourri, junções de várias canções como ‘Come Together’ e 'Lady Madonna'”, explica a maestrina. Maria Lúcia Avelar destaca que o grupo Beatles é uma unanimidade quanto a qualidade musical e aceitação do público. “Desde o ano passado tínhamos a ideia de fazer este encontro da música clássica e do rock”, conta. O sexteto vocal Dom Maior se apresentará junto à Orquestra Sinfônica neste show. Quem participa também é o trompista da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Gustavo Trindade. O evento comemora o Dia do Cooperativismo e é promovido pela Cooperativa de Trabalho dos Médicos e Profissionais da Área da Saúde (SANCOOP) e pela a UNIMED do Norte de Minas, em parceria com a Prefeitura de Montes Claros e Secretaria de Cultura, Esporte e Juventude. Tenho certeza que vai ser um espetáculo muito bonito e emocionante. Se pudesse, eu ia com o Davi. Abração a todos os amigos de Montes Claros, especialmente para o grande Elton. Parabéns, Montes!

PAUL MCCARTNEY RELANÇA CLÁSSICOS COMO APLICATIVOS

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Paul McCartney relançou cinco dos álbuns mais importantes de toda a sua carreira em forma de aplicativos para iPad nesta quarta-feira (16). Band Of The Run, McCartney, McCartney II, Wings Over America e RAM são os discos disponíveis no novo formato. Segundo o jornal The Guardian, os aplicativos trazem os CDs completos e remasterizados, além de um material extra com entrevistas, documentários e fotos de ensaios. Os títulos estão à venda na Apple Store ao preço de 5,49 libras (cerca de R$ 20,90). McCartney e RAM são os primeiros álbuns solos de Paul McCartney, além de serem um dos mais populares entre os fãs. Já McCartney II tem um ar mais experimental, explorando mais a música eletrônica. Wings Over America é uma coletânea de uma série de shows dos Wings, banda liderada pelo ex-beatle, durante turnê pelos Estados Unidos. Já Band On The Run é o disco de maior sucesso do grupo, que contou, do início ao fim, com, Linda McCartney e Denny Laine, além, claro de Paul McCartney.