segunda-feira, 28 de novembro de 2022

DON'T LET ME BE MISUNDERSTOOD

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"Don't Let Me Be Misunderstood" foi escrita por Bennie Benjamin, Horace Ott e Sol Marcus para a cantora, compositora e pianista americana Nina Simone, que gravou a primeira versão em 1964. "Don't Let Me Be Misunderstood" foi regravada por muitos artistas. Dois covers foram sucessos transatlânticos, o primeiro em 1965 com The Animals, que era uma versão blues rock; e uma versão disco da música do grupo Santa Esmeralda, que pegou o arranjo dos Animals e transformou em disco, flamenco, e outros ritmos latinos e elementos de ornamentação, explodiu no mundo inteiro.
Essa versão do Santa Esmeralda foi lançada pela primeira vez no verão de 1977 como um épico de 16 minutos que ocupou um lado inteiro de seu álbum Don't Let Me Be Misunderstood, que foi escolhido para maior distribuição mundial por sua gravadora na época, a Casablanca Records. O remix de 12 polegadas foi extremamente popular, alcançando o primeiro lugar na Billboard Club Play Singles dos EUA e em alguns países europeus. Uma cover de 1986 do músico new wave Elvis Costello fez algum sucesso na Grã-Bretanha e Irlanda, mas aqui a gente cofere a versão dos Animals, a do Santa Esmeralda e vejam só: uma curiosa versão bem bacana do baiano Luiz Caldas no violão.

domingo, 27 de novembro de 2022

THE ROLLING STONES - THEIR SATANIC MAJESTIES REQUESTS - 1967 - ABSOLUTAMENTE SENSACIONAL!

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Em 1967, o ano da psicodelia, Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band  foi ouvido e aclamado pelo mundo todo. Em especial pelas maiores bandas da época, que certamente ficaram em um misto de admiração e inveja. O mundo fervilhava em meio a novas manifestações culturais. Valores e condutas antes considerados tabus passam a fazer parte do cotidiano. Na música, ainda o mundo estremecia chocado com a nova realidade que seria trazida pelo dito “Grande Tripé” musical que viria a revolucionar tudo o que era até então concebido como música: The Beatles, com o seu “Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band ”, que colocava em xeque tudo o que estava vigendo na antiga e solidificada ordem, sem fórmulas prontas e acabadas, garantindo ao ouvinte uma surpresa a cada canção; The Doors, com o seu disco de estréia, unindo o lirismo intimista a um rock mais pesado e o Velvet Underground, que sintetizava cultura concreta e melodia em um só corpo. Consolidada já como uma das maiores bandas da época, os Rolling Stones eram conhecidos pela união de sua robustez musical, baseada nas antigas canções de blues dos EUA, à inconseqüência típica da juventude. A grande expectativa no meio artístico pairava sobre qual a resposta que o grupo iria dar a esta nova “ordem”.
Embora fossem amigos de longa data dos rapazes de Liverpool, Mick Jagger, Keith Richards e Brian Jones sentiam na pele o fato de estarem em gravadoras rivais, tendo desde o início surgido como uma resposta “suja” em alternativa aos bons moços dos Beatles. Porém agora, quando os mocinhos viraram bandidos, cantando experiências alucinógenas em suas músicas, o que sobraria para eles? A sua gravadora, a Decca Records, desde logo, com vistas a aproveitar a nova onda alternativa que se formava, pressionou-os a fazer também o seu “álbum psicodélico”, fato que de logo teve sua resistência. Após muita pressão, o desafio foi aceito. Começava a surgir, então, “Their Satanic Majesties Request”, o álbum maldito dos Rolling Stones.

Their Satanic Majesties Request foi o oitavo álbum de estúdio na discografia americana e o sexto na discografia inglesa dos Rolling Stones, lançado pela gravadora Decca em 8 de dezembro de 1967 no Reino Unido e no dia seguinte nos EUA. A partir deste, todos os álbuns de estúdio da banda viriam a ter uma única versão para o mundo todo. O título é uma brincadeira com o texto que aparece dentro dos passaportes britânicos: "Her Britannic Majesty requests and requires...", e também em algumas caixas de Whisky produzido no Reino Unido.

Para a concepção da obra-prima, tanto a gravadora quanto os próprios Stones não pouparam esforços. Após muita discussão sobre a quem recorrer, veio de Brian Jones a idéia de chamar os maiores especialistas do mundo no gênero, os próprios Beatles. Em um primeiro momento, a Decca foi duramente contrária a esta idéia, pois se tratavam dos seus maiores rivais no cenário musical. Com muita negociação, porém, acabou esta cedendo, desde que não fosse a negociação oficialmente divulgada, bem como o nome dos convidados não apareceria nos créditos finais do álbum. Assim, feito e aceito o convite, bem antes dos rapazes de Liverpool fazerem seu retiro espiritual na Índia (fato que serviu de base para a elaboração do “White Álbum”, lançado no ano seguinte) John Lennon e Paul McCartney, deram sua contribuição.
Outra ajuda significativa para a confecção da obra foi a contratação do então desconhecido engenheiro de som John Paul Jones para ser encarregado dos arranjos de cordas constantes em algumas faixas do disco. Jones mais tarde viria a ser baixista e tecladista do Led Zeppelin. Pouca coisa se sabe a respeito das sessões de gravação deste álbum. Sabe-se que a saúde de Brian Jones já estava um tanto debilitada pelas drogas (este viria a ser o último disco com a sua participação efetiva, vindo ele a falecer em 1969). As participações dos Beatles se deram em uma secreta sessão de estúdio, fazendo parte dos vocais de apoio do desafinado coral que canta a música de abertura do disco, “Sing This All Together”, uma faixa que convidava todos a cantarem a nova canção, numa sátira à nova mania musical que os próprios Stones tiveram que aderir: “Why don’t we sing this song all together/Open our heads let the pictures come/And if we close all our eyes together/Then we will se where we all come from” (Por que não cantamos essa música todos juntos/Abrimos nossas cabeças, deixamos as imagens virem/E se fecharmos todos os nossos olhos juntos/Então veremos de onde todos viemos), canta o refrão da música.
Contudo, a maioria das composições trazidas para integrar o projeto era de cunho eminentemente stoniano, sem qualquer relação com psicodelia, tendo que ser estas adaptadas ao clima desejado no disco. Talvez por isto, na urgência do lançamento do álbum, o único single a ser lançado era justamente da única música não assinada pela dupla Jagger/Richards, “In Another Land”, de Bill Wymann, baixista do grupo, a única música originalmente semelhante a que se propunha a gravadora.
Their Satanic Majesties Request apresentava uma estrutura conceitual, com duas partes distintas. A primeira, delimitada pelo lado 1 do disco, começa com a já citada “Sing This All Together”. Segue-se a ela a pesada “Citadel”, onde se torna inconfundível o timbre da guitarra de Richards, tipicamente psicodélica, relembrada anos mais tarde nos filmes do detetive Austin Powers; a também já citada “In Another Land”, música de Wyman, retratando um mundo surreal (“were the breeze/and the trees and flowers were blue”), a muito boa “2000 Man”, canção de musicalidade inicialmente acústica, com intermédios tipicamente stonianos, que conta a história de um homem cujo nome é um número, que vive entre flores e tem um caso com uma máquina; e por fim traz a longa colagem sonora de “Sing This All Together (See What Happens)”, uma espécie de reprise da primeira música. A segunda parte começa com “She’s a Rainbow”, um dos clássicos do disco, com o arranjo mais trabalhado, onde se sente a mão de John Paul Jones. Daí partem a introspectiva “The Lantern”, a viajante “Gomper” até chegar em “2000 Light Years From Home”, a música mais famosa do álbum, ressucitada na turnê “Steel Weels”, do final dos anos 80. Essa música, embora originalmente despretensiosa, deu início à temática “espacial” do meio psicodélico do fim dos anos 60, que teve como expressão maior o início do Pink Floyd, com Syd Barret (ouve-se Astronomy Dominé e Interestrellar Overdrive, faixas do seu primeiro álbum, e logo se vê a semelhança). Por fim, “On With The Show”, música que retrata o ambiente de uma casa de shows noturnos, onde Jagger atua como Mestre de Cerimônias – um conceito que daria origem ao clássico Rock and Roll Circus, disco ao vivo gravado no ano seguinte.

Lançado em 8 de dezembro de 1967, Their Satanic Majesties Request alcançou a 3ª posição entre os discos mais vendidos no Reino Unido e 2º lugar nos EUA (disco de ouro), mas seu desempenho comercial declinou rapidamente. Logo foi visto como uma tentativa, pretensiosa e mal concebida, para superar os Beatles e seu aclamado álbum de Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (lançado em junho de 1967), muitas vezes explicada pela experimentação de drogas e excessos da moda musical da época. Contra essa acusação, lembra-se que John Lennon e Paul McCartney fizeram backing vocals nas faixas "Sing This All Together" e "She's A Rainbow" e "We Love You". Mesmo assim, as críticas foram duras de todos os lados. Richie Unterberger da Allmusic escreveu: "Sem dúvida, nenhum álbum dos Rolling Stones - e, de fato, muito poucos álbuns de Rock de qualquer época - dividiram a opinião crítica tanto quanto essa excursão dos Stones pela psicodelia. Muitos repudiam o disco como sendo um sub-Sgt. Peppers; outros confessam sentir fascínio com os arranjos inventivos do álbum, que incorporou alguns ritmos africanos, mellotrons e orquestração completa. Em 1968, os Stones iriam voltar para o básico, e nunca mais trilhariam esses caminhos de novo, fazendo de tudo isso o mais fascinante de uma anomalia na discografia do grupo".

Porém, apesar das críticas -injustas-, a importância de Their Satanic Majesties Request na história do rock é inegável, seja pela influência trazida para o cenário da época em outras bandas, ou pelo que viria a guiar o trabalho dos próprios Stones no futuro. A partir dessa experiência “mal sucedida” surgiram os maiores sucessos do grupo. Vê-se a influência conceitual de “2000 Man” em “Sympathy For The Devil” e “Jumpin’ Jack Flash” e a experimentações de diferentes tendências musicais, como o country americano em “Country Honk”, de Let It Bleed ou o gospel de “Shine a Light”, do, este sim obra prima “Exile On Main Street”. O Satânico disco dos Stones merece sim ser reestudado e colocado em um melhor lugar na história do rock’n’roll. Quem não entendeu, está há 2.000 anos-luz atrás.

sábado, 26 de novembro de 2022

RINGO STARR VENDE RÉPLICAS DE SUA MÃO

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Ringo Starr anunciou a venda de réplicas em tamanho real e de edição limitada de sua mão, através da casa de leilões californiana Julien’s Auctions. As peças estarão à venda em edições autografadas em bronze e aço inoxidável com a legenda “Peace & Love” e virão dentro de um estojo personalizado com um certificado de autenticidade. Apenas 250 de cada versão serão disponibilizadas. A edição em bronze custa US$ 2.000 (R$ 10.600), enquanto a versão em aço sai por US $ 5.000 (R$ 26.600).
“Cada obra de arte em tamanho real apresenta o icônico símbolo de paz adotado por Ringo, sua saudação de assinatura e mensagem duradoura para o mundo nas últimas cinco décadas”, informou o site da casa de leilões, acrescentando que todos os lucros beneficiarão a Fundação Lotus de caridade, fundada pelo artista com sua esposa Barbara Bach. Em 2015, Ringo organizou um gigantesco leilão beneficente com a Julien, na ocasião vendeu sua primeira bateria e sua cópia de número 0000001 do Álbum Branco dos Beatles. Ele arrecadou mais de US$ 9 milhões (mais de R$ 47 milhões) com todo o montante destinado para obras de caridade.

sexta-feira, 25 de novembro de 2022

PAUL McCARTNEY E SUPERMAN... JUNTOS?

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Um encontro de gigantes! A DC Comics revelou nessa semana a capa variante da edição de dezembro do quadrinho “Batman/Superman: World’s Finest” nº 10; e para a surpresa dos fãs dos Beatles e DCnautas de plantão, ninguém menos que Sir Paul McCartney aparece ao lado do Superman! Na arte, desenhada por Dan Mora, os dois aparecem cantando fazendo um dueto de “Wonderful Christmastime” num karaokê durante uma festa de fim de ano na Batcaverna.

THE BEATLES - REVOLVER 2.0 - SENSACIONAIS!

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quinta-feira, 24 de novembro de 2022

ERASMO CARLOS - SENTADO À BEIRA DO CAMINHO - SENSACIONAL - VALEU, TREMENDÃO!

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Nesses anos todos (desde 2008), Erasmo Carlos apareceu aqui dezenas de vezes: em parceria com Roberto Carlos, em duetos, sozinho ou com Renato & Seus Blue Caps. Por isso, foi com muita tristeza que recebi a notícia de sua morte na última terça-feira (22) no Rio de Janeiro. O Tremendão estava com 81 anos e foi um dos pioneiros do Rock no Brasil e símbolo da Jovem Guarda. Ele estava internado no Hospital Barra D'Or, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste da cidade. Erasmo Carlos deixa a esposa, Fernanda Passos, e dois filhos, Gil e Leonardo - o terceiro, Carlos Alexandre, morreu em acidente de moto em 2014. O velório será fechado para o público, restrito a familiares e amigos. É isso aí. Siga em paz, Tremendão!

DON FELDER - HOTEL CALIFORNIA - SENSACIONAL!

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Legal demais, não é? Quem gostou não deixe de conferir de jeito nenhum a superpostagem original EAGLES - HOTEL CALIFORNIA - CLÁSSICO IMORTAL***** publicada em 5 de abril de 2018.

segunda-feira, 21 de novembro de 2022

THE BEATLES - REVOLVER SPECIAL EDITIONS ARE OUT NOW!

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GEORGE HARRISON - DEVIL'S RADIO - AO VIVO

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JOHN LENNON - NOBODY TOLD ME - SENSACIONAL!*****

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PAUL McCARTNEY - TUESDAY - WORKING CLASSICAL - 1999

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Working Classical foi o terceiro lançamento completo de música clássica original de Paul McCartney como um LP duplo e um único CD, e foi lançado em 1 de novembro de 1999, menos de um mês após o lançamento de Run Devil Run no início de outubro.
Na sequência de Standing Stone de 1997 , o conceito por trás do Working Classical era colocar as canções pré-existentes (e em alguns casos, muito conhecidas) de McCartney em um contexto orquestral. Especialmente para este projeto, McCartney revelou ainda algumas novas peças, nomeadamente “Haymakers”, “Midwife”, “Spiral” e “Tuesday”. Uma performance diferente de "A Leaf" foi originalmente lançada em 21 de abril de 1995 em um CD single, e é apresentada aqui em uma nova gravação.
Executando os novos arranjos estão a Orquestra Sinfônica de Londres e o Quarteto Loma Mar, com orquestrações especiais arranjadas pelos músicos notáveis ​​Richard Rodney Bennett, Jonathan Tunick e Andy Stein. O título deste projeto é um trocadilho com a frase "classe trabalhadora", no sentido de que McCartney, apesar de sua estatura elevada, ainda valorizava suas raízes em Liverpool e se orgulhava delas. Espelhando essa ideologia está o orgulho de suas canções de rock and roll e a vontade de transferi-las para o gênero de música clássica "elevado".

Working Classical, foi outro sucesso de Paul McCartney nesse gênero, embora desta vez não tenha atingido as paradas de álbuns regulares dos Estados Unidos e tenha sido mais bem recebido pela crítica do que seu esforço anterior, Standing Stone. Suas incursões subsequentes no reino clássico seriam Ecce Cor Meum, de 2006, e Ocean's Kingdom, de 2011.

THE BEATLES - IT'S ONLY LOVE - REMASTERED 2009

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domingo, 20 de novembro de 2022

GEORGE HARRISON - ANY ROAD - SENSACIONAL!★★★★

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"Any Road" foi composta e gravada por George Harrison como a faixa de abertura do seu álbum póstumo Brainwashed, lançado em 18 de novembro de 2002. Harrison começou a escrever a música em 1988, durante a criação de um vídeo para Cloud Nine.
A única apresentação pública conhecida de "Any Road" por Harrison, foi em 1997, por sugestão de Sukanya Rajan, durante uma entrevista com Ravi Shankar, conduzida pela VH1 (foi a última apresentação filmada conhecida por Harrison). O refrão "Se você não sabe para onde está indo, qualquer caminho o levará até lá" foi essencialmente uma paráfrase de um diálogo entre Alice e o gato de Cheshire no capítulo 6 das Aventuras de Alice no País das Maravilhas de Lewis Carroll.

"Any Road" foi a última música de Harrison lançada como single em 12 de maio de 2003 e chegou ao número 37 na parada do Reino Unido. Também foi nomeada no Grammy Awards de 2004 por Melhor Performance Vocal Pop Masculina, e também foi apresentada no álbum de compilação do Grammy Nominees 2004. Embora "Any Road" tenha perdido o prêmio para "Cry Me a River", de Justin Timberlake, "Marwa Blues" de Harrison (o lado B instrumental do single "Any Road") venceu na categoria de Melhor Performance Instrumental Pop. George Harrison faz o vocal principal, toca guitarra acústica, guitarra slide e banjolele; Jeff Lynne toca baixo, piano e faz vocal de apoio; Dhani Harrison toca guitarra elétrica e faz vocais de apoio e Jim Keltner toca bateria.
"Any Road" e "Marwa Blues" aparecem na coletânea de Harrison de 2009, Let It Roll: Songs of George Harrison.

RINGO STARR - EVERYONE AND EVERYTHING - EP3/2022

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No último 16 de setembro, Ringo Starr lançou seu terceiro EP seguido nas plataformas digitais. Criativamente chamado de “EP3”, o disquinho segue a linha de “Zoom In” e “Change the World”, disponibilizados em 2021. EP3 foi gravado no estúdio de Ringo, Roccabella West e teve como engenheiro de som seu parceiro de longa data Bruce Sugar. Entre os convidados, estão o guitarrista e fiel escudeiro Steve Lukather (Toto), a vocalista e guitarrista Linda Perry (4 Non Blondes), o saxofonista Dave Koz e o violonista flamenco Jose Antonio Rodriguez. Ringo disse que a ideia é manter o formato de lançamentos mais curtos e constantes. “Estou no meu estúdio escrevendo e gravando sempre que posso. É o que sempre fiz e continuarei fazendo. Lançar EPs com mais frequência me permite continuar sendo criativo e dar um pouco mais de amor a cada música”. Além de "Everyone And Eveything", composta por Linda Perry que a gente confere agora, as outras três faixas do EP3 são "World Go Round", "Let’s Be Friends" e "Free Your Soul".

sábado, 19 de novembro de 2022

BEATLES COLORIZADOS - I SAW HER STANDING THERE - SENSACIONAL!

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IF THESE WALLS COULD SING - A HISTÓRIA DO ESTÚDIO ABBEY ROAD

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Mary McCartney, filha de Paul e Linda McCartney, cresceu entre as salas de gravação de Abbey Road. Assim, foi natural para ela dirigir um documentário sobre o estúdio mais famoso do mundo. Entre tantas gravações lendárias, foi no estúdio 2 de Abbey Road que os Beatles gravaram quase todos os seus discos, mas a ideia por trás de "If These Walls Could Sing" é ir além do óbvio e explorar os muitos artistas que já trabalharam no estúdio londrino. Afinal, além de boa parte da discografia da maior banda de todos os tempos, diversos outros clássicos foram gravados no estúdio, localizado no número 3 da rua de mesmo nome. Álbuns como “Dark Side of The Moon”“Wish You Were Here” e praticamente todos os primeiros do Pink Floyd“All Things Must Pass”, de George Harrison, assim como “Be Here Now”, do Oasis, “The Bend”, do Radiohead, e muitos mais foram todos gravados em Abbey Road.

O filme retrata parte da história do estúdio, mas também inusitadas memórias pessoais dos artistas e da própria Mary – como de uma foto de seu pai atravessando a famosa faixa puxando um pônei ao lado de sua mãe, Linda McCartney. Além do próprio Paul, participam nomes como Elton John, Jimmy PageKate Bush, Roger Waters, David Gilmour e o compositor John Williams, no documentário produzido pelos estúdios Mercury e Ventureland.
Anteriormente chamado EMI Recording Studios, o Abbey Road foi fundado em 1931, e imortalizado principalmente pelo disco dos Beatles que o homenageia na capa e no título. Lançado em 1969, “Abbey Road” foi o último álbum gravado pela banda, e traz a mais icônica capa de disco da história do rock, com foto tirada na faixa de pedestres em frente ao estúdioA lista de artistas que já gravaram lá, se confunde com a própria história da música pop. Estrelas como Adele, Burt Bacharach, Tony Bennett, Blur, The Black Keys, Nick Cave, Elvis Costello, Miley Cyrus, Depeche Mode, Ella Fitzgerald, Green Day, Iron MaidenMichael JacksonAlicia Keys, Lady Gaga, John Mayer, Metallica, Alanis Morissette, Fela Kuti, Frank Ocean, Queen, Red Hot Chilli Peppers, Spice Girls, U2, Kanye WestAmy Winehouse e muitos – muitos outros. If These Walls Could Sing foi adquirido pela Disney, e tem data de estreia marcada para 16 de dezembro pela plataforma Disney+ em comemoração ao 90º aniversário dos estúdios de gravação.

quinta-feira, 17 de novembro de 2022

PAUL McCARTNEY - THE 7" SINGLES - 2/12/2022

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Paul McCartney, que este ano celebrou seu 80º aniversário, tem mais uma novidade para os fãs e colecionadores. Ele lança no próximo dia 2 de dezembro uma super caixa com exatas 163 faixas em que revisita todos os seus singles em vinis de 7 polegadas, versões até então restritas aos LPs a fim de criar uma outra leitura da própria obra, mais atmosférica e duradoura.

A fabulosa caixona traz nada menos que 80 dos seus singles em discos de vinil de 7''. Intitulada precisamente “The 7'' Singles”, a caixa contém 65 reedições de singles - com as capas originais das edições de diferentes países - e, ainda, 15 singles que nunca foram antes editados neste formato. Os discos estão embalados em uma belíssima e verdadeira caixa de madeira, que inclui ainda um livro de 148 páginas com notas, datas de lançamento e um texto de introdução assinado pelo próprio Paul McCartney.

“The 7'' Singles” terá uma edição limitada de 3000 exemplares e só poderá ser adquirida através do site oficial de Paul McCartney, ou através dos canais oficiais da editora Universal. O preço estimado da caixona é de 615 libras, cerca de 704 euros (R$ 3.950,00). O lançamento está marcado para o dia 2 de dezembro.

sexta-feira, 11 de novembro de 2022

THE BEATLES - REVOLVER 2.0 - SENSACIONAIS!

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E VEM MUITO MAIS POR AÍ. ÔBA!
TODAS AS MÚSICAS DO REVOLVER⭐
 

BILL HALEY & SEUS COMETAS - ROCK AROUND THE CLOCK - SENSACIONAL É POUCO! ★★★★★★★★★★★★

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Bill Haley (William John Clifton Haley), nasceu 6 julho de 1925 em Michigan e foi criado na Pensilvânia. Em 1946, formou seu primeiro grupo profissional, uma banda country chamada Down Homers, depois passou a seguir carreira solo. Haley lançou inúmeros compactos country nos anos 40, sem sucesso, enquanto trabalhava de músico itinerante e DJ. Em 1951 ele e sua nova banda The Saddlemen resolveram tocar em outro estilo, gravando versões das músicas "Rocket 88" e "Rock this Joint" de Jackie Brenston & Delta Cats. O relativo sucesso alcançado por elas convenceu Haley de que ele poderia se tornar um roqueiro famoso. Em 1952 o Saddlemen passou a se chamar Bill Haley & His Comets e, ainda em 1952 a composição de Haley, "Crazy Man Crazy" tornou-se o primeiro rock a entrar nas paradas de sucesso americana.

Em 1953 a música "Rock Around the Clock" foi composta para Haley, mas ele só conseguiria gravá-la em abril de 1954. Inicialmente não obteve sucesso, mas Haley logo alcançaria fama mundial com sua versão de "Shake, Rattle and Roll" de Big Joe Turner, que venderia milhões de cópias. Haley e sua banda foram primordiais ao divulgar a música conhecida como "Rock and Roll" entre o público branco, depois de anos considerada como um movimento underground.

Quando "Rock Around the Clock" apareceu na trilha sonora do filme BlackBoard Jungle, explodiu e desencadeou uma revolução musical como o mundo nunca viu antes e que abriu as portas para talentos como Elvis Presley. Haley continuou a emplacar sucessos nos anos 50, como "See You Later Alligator", e estrelou o primeiro musical cinematográfico de rock and roll. Sua fama logo seria ultrapassada nos EUA pelo mais famoso e mais sexy Elvis, mas Haley continuaria a ser um grande astro na América Latina e na Europa pelo resto de sua carreira. Seus últimos shows foram na África em 1980. Ele foi incluído no Hall da Fama do Rock and Roll em 1987. Bill Haley faleceu com apenas 55 anos em sua casa no Harlingen, Texas, em 9 de fevereiro de 1981, vítima de um tumor cerebral. Seu corpo foi cremado.

OS BEATLES E A ÍNDIA - SENSACIONAL!

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O documentário “Os Beatles e a Índia” (2021)dirigido pelo escritor e jornalista indiano Ajoy Bose, estreou em janeiro no HBO Max. A produção acompanha a passagem da banda por Rishikesh, na Índia, e explora a imersão de três anos dos músicos na cultura indiana. Momentos como o primeiro encontro de George Harrison com a cítara, enquanto os Beatles estavam filmando “Help!", são retratados no longa.
O filme também revela o impacto do grupo sobre a juventude indiana. A influência inicial da banda é mostrada por meio do grupo pop contemporâneo The Savages, que nasceu em Mumbai na metade dos anos 1960, e por meio do ator Shammi Kapoor, dançando no filme “Janwar", de 1965.

“Os Beatles e a Índia” é composto de raras filmagens de arquivo, fotografias, relatos de testemunhas oculares e comentários de especialistas, juntamente com filmagens de locais em toda a Índia para dar vida à fascinante jornada de George, John, Paul e Ringo, que deixaram suas vidas de celebridades no Ocidente para um remoto local do Himalaia em busca da felicidade espiritual que inspira uma explosão sem precedentes de composições criativas.


Quem não tem HBO, clica aqui ó!

THE POLICE - ROXANNE - 1978

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"Roxanne" é uma canção da banda inglesa The Police. Foi composta pelo vocalista e baixista Sting e foi lançada em 7 de abril de 1978 como um single bem antes do lançamento em seu álbum de estreia em novembro, Outlandos d'Amour. Foi escrita do ponto de vista de um homem que se apaixona por uma prostituta. "Roxanne" era inspirada nas prostitutas que viu perto do hotel decadente da banda em Paris, onde o Police estava hospedado em outubro de 1977 para se apresentar no Nashville Club. O título da música vem do nome de uma personagem da peça Cyrano de Bergerac, em um poster pendurado no saguão do hotel. No relançamento em 12 de abril de 1979, "Roxanne" alcançou a 12ª posição no UK Singles Chart. Ficou em 388º lugar na edição das "500 Maiores Músicas de Todos os Tempos" da revista Rolling Stone e foi votada nº 85 pela VH1 em sua lista das "100 Greatest Rock Songs". Em 2008, "Roxanne" entrou para o Grammy Hall of Fame.

quinta-feira, 10 de novembro de 2022

GAL COSTA - A MAIOR CANTORA DO BRASIL 😟

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DAN McCAFFERTY - A VOZ DO NAZARETH MORRE AOS 76 ANOS - LOVE HURTS

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Dan McCafferty, vocalista original e fundador da banda Nazareth, morreu aos 76 anos na terça-feira (8). A notícia foi divulgada pelas redes sociais da banda em um post assinado pelo baixista Pete Agnew, que não cita a causa: "Dan morreu às 12h40 de hoje. Este é o anúncio mais triste que já tive que fazer. Maryann e a família perderam um marido e pai maravilhoso e amoroso, perdi meu melhor amigo e o mundo perdeu um dos maiores cantores que já viveram. Muito chateado para dizer qualquer coisa além disso neste momento"McCafferty nasceu em Dunfermline, Escócia, em 1946. Ele fundou a banda em 1968 com Agnew, o guitarrista Manny Charlton e o baterista Darrell Sweet. O sucesso internacional foi alcançado com o álbum "Hair of the Dog", de 1975, com músicas como a faixa-título e "Love Hurts". A voz de McCafferty foi uma das mais marcantes do Rock Clássico. Ele seguiu com o Nazareth por quase cinquenta anos até 2013, quando se afastou para cuidar da saúde. Em outubro de 2019, McCafferty lançou o primeiro álbum solo, "Last Testament".

"Love Hurts" foi escrita por Boudleaux Bryant e Felice Bryant, e gravada pela primeira vez em julho de 1960 pela incomparável dupla de músicos americanos The Everly Brothers. Foi gravada como uma faixa no álbum A Date with The Everly Brothers, porém não foi lançada como single (nem mesmo como lado B) pelos Everlys. A primeira versão a fazer sucesso foi gravada por Roy Orbison, que chegou às primeiras cinco posições nas rádios australianas em 1961. Uma gravação feita por Emmylou Harris e Gram Parsons foi incluída no álbum Grievous Angel, lançado postumamente após a morte de Parsons, em 1973.
A versão gravada pela banda escocesa Nazareth, em 1976, é a mais famosa e chegou ao Top 10 dos Estados Unidos e foi nº 1 na Noruega e nos Países Baixos. Joan Jett gravou sua versão no álbum The Hit List de 1990, em que todas as faixas são covers de músicas famosas. A versão da cantora Cher fez bastante sucesso, atingindo a primeira posição no Brasil por sete semanas consecutivas e o Top 10 em várias países da Europa em 1991, vendeu 500 mil cópias. Apesar do sucesso de algumas versões de "Love Hurts", a mais célebre, que fez mais sucesso e que mais resistiu ao tempo foi a imortalizada pelo Nazareth na voz inconfundível de Dan McCafferty.