segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

RINGO STARR - BLINDMAN - PRESO NA ESCURIDÃO

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"BLINDMAN" - no Brasil, "Preso na Escuridão", foi um filme de 1971, estrelado por Tony Anthony (Blindman); Ringo Starr (Candy); Lloyd Battista (Domingo); Magda Konopka (Sweet Mama); Raf Baldassarre (El General) e Agneta Eckemyr (Pilar). Foi produzido por Allen Klein (aquele que a gente conhece bem), que também aparece no filme como ator. Foi rodado na Itália e na Espanha e é um dos mais raros filmes de Ringo. Para dirigir, foi contratado o especialista Ferdinando Baldi, que vinha de vários westerns clássicos do período, como "Preparati La Bara/Viva Django", com Terence Hill. Criador da ideia, o norte-americano Tony Anthony escreveu o roteiro com a ajuda de Pier Giovanni Anchisi e Vincenzo Cerami, e, embora não tenha lá muita pinta de galã, fez questão de interpretar "Blindman", o pistoleiro cego sem nome. Mas talvez o aspecto mais curioso do filme seja a presença do inglês Ringo Starr, tentando investir na carreira de ator apenas um ano depois do fim dos Beatles. A canção "Blindman", de Ringo, acabou não sendo incluída na trilha e tornou-se lado B do compacto “Back Off Bugaloo”.
Blindman, é a história de um cego que, ironicamente, recebeu a missão de escoltar 50 belas garotas para o Texas, onde elas têm casamento arranjado com alguns ricos garimpeiros - que inclusive já pagaram antecipadamente pelas "noivas". O problema é que o pobre deficiente visual é passado para trás por seu contato, Skunk (Renato Romano), que prefere entregar as mulheres a um bandoleiro mexicano chamado Domingo (Lloyd Battista). Após explodir o amigo traidor com uma banana de dinamite, Blindman resolve que vai cumprir sua missão a qualquer preço, nem que para isso tenha que cavalgar até o México para recuperar as garotas. Segue-se um diálogo impagável: cavalando às cegas (literalmente), o pistoleiro chega até um homem e pede orientações: - Para que lado fica o México? - Como eu posso te mostrar? - Mostre ao cavalo! Dito e feito: o cavalo do herói é inteligente e, além de atender prontamente aos chamados do seu dono por assobios, também segue as orientações dadas pelas outras pessoas. Após mais alguns dias de cavalgada, Blindman chega à vila de Domingo e descobre que as garotas estão sendo usadas como isca para seduzir e aprisionar um poderoso general mexicano (Raf Baldassarre). Descobre, também, que o irmão de Domingo, Candy ("interpretado" por Ringo), é apaixonado por Pilar (Agneta Eckemyr), a filha de um fazendeiro, e utiliza a moça como trunfo para conseguir suas noivas de volta. Primeiro, Blindman tenta convencer Domingo a devolver suas mulheres na camaradagem, mostrando-lhe o contrato de casamento com os garimpeiros e tudo mais. Claro que o vilão não aceita assim tão fácil, e, após aplicar uma sova no cego, joga-o no meio da rua, forçando o herói a transformar a vida de Domingo e sua quadrilha num verdadeiro inferno, utilizando truques sujos e muita habilidade. Fonte: filmesparadoidos.blogspot.com

THE BEATLES - BACK IN THE USSR - 2018 - SENSACIONAL!*****

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domingo, 12 de janeiro de 2020

PAUL McCARTNEY - UNCLE ALBERT/ADMIRAL HALSEY - 1971

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Uncle Albert/Admiral Halsey é uma música de Paul e Linda McCartney do álbum Ram. Aparece no álbum como a 5ª faixa do lado 1 (do LP) e é a 2ª maior com 4:49, a maior é "Long Haired Lady" com 5:54, 4ª do lado 2. Foi lançada como single somente nos Estados Unidos em 2 de agosto de 1971, alcançando o número 1 na Billboard Hot 100 em 4 de setembro de 1971, tornando-o o primeiro de uma série de sucessos que lideraram as paradas pop nas décadas de 1970 e 1980. A Billboard classificou a música como número 22 em seu Top Pop Singles de 1971. Foi o primeiro (de dezenas) disco de ouro de Paul McCartney como artista solo.
A música foi inspirada em Albert Kendall, um tio de Paul que costumava pregar a bíblia quando estava bêbado. É formada por três partes arranjadas da seguinte forma: 1) Uncle Albert, 2) Hands Across The Water, e 3) Admiral Halsey. O engenheiro de som, Tim Geelan, diz que além das três partes principais o mix da canção foi preparado em 12 semi-estruturas, indicando a complexidade da produção. A letra apresenta expressões de duplo sentido, como “the butter wouldn’t melt, so i put it on the pie” (a manteiga não derreteu, então a coloquei dentro da torta). A “torta” é uma expressão britânica para o órgão sexual feminino, que também aparece em Penny Lane (for a finger and finger pie).
"Eu tinha um tio - Albert Kendall - que era muito divertido, e quando fiz a música, tratava-se de abordar essa geração mais velha, pensando: ‘O que eles pensariam da maneira como minha geração faz as coisas? Por isso escrevi a frase ‘Lamentamos, Tio Albert’. Há um elemento imaginário em muitas das minhas músicas - para mim, o Almirante Halsey (baseado no oficial naval dos EUA da Segunda Guerra Mundial William Frederick Halsey Jr, conhecido como Bill ou Bull Halsey) é um símbolo de autoridade e, portanto, não deve ser levado muito a sério. Gravamos em Nova York e George Martin me ajudou com o arranjo orquestral. Fiquei surpreso quando se tornou um grande sucesso". Paul McCartney.

MARINA LIMA - UMA NOITE E MEIA - É O SUCESSO - 1987

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Especialmente atendendo aos pedidos das jovens Ana Luísa e Ana Laura, filhas do amigo Moisés. Abração!
Renato Rocketh, nascido em uma família de músicos no Rio de Janeiro, é um baixista, cantor e compositor. Iniciou a carreira artística ainda na adolescência. Influenciado pela black-music, aos 12 anos, resolveu que seria baixista. Muito jovem, fez parte da banda do cantor Marcelo, participando de uma temporada com Jim Capaldi, da banda Traffic. Foi baixista da banda do cantor Biafra por 7 anos, onde excursionou por todo o Brasil. Aos 23, Rocketh entrou para a banda Põe Pra Fora, exclusiva da cantora Marina Lima, considerada uma das melhores bandas acompanhando artistas no Brasil. Sucesso absoluto, Marina e o Põe Pra Fora alcançaram a marca de 104 shows ao ano e 450 mil cópias do disco Todas ao Vivo, gravado no Canecão em 1986. Com Marina, Rocketh teve a oportunidade de se lançar como compositor e cantor.
Rocketh conta que “mostrou ‘Uma Noite e Meia’ e ela se encantou. “Na mesma noite a cantou no show. Depois ela quis gravar. Eu disse que pretendia gravar no meu primeiro disco. Ficou aquele impasse e então ela resolveu me convidar para colocar a voz no disco dela e eu aceitei prontamente”. “Uma Noite e Meia” tem aquele sabor inexplicável do sucesso. Com harmonia decrescente e melodia ascendente, a música incendeia qualquer salão. É alegre, descompromissada, repleta de brasilidade e se adapta a várias formas de execução. “Uma Noite e Meia”, de autoria de Renato Rocketh, gravada no álbum Virgem, de 1987, com participação do próprio nos vocais, alcançou a marca de 550 mil cópias vendidas, ganhando disco de Platina. “Uma Noite e Meia” explodiu! Ganhou as rádios de todo o país e tornou-se o hino do verão brasileiro daquele 1987 até os dias de hoje, já tendo sido regravada por dezenas de outros artistas até do exterior.

ABBEY ROAD - O MAIS VENDIDO DA DÉCADA DE 2010

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Abbey Road é um verdadeiro fenômeno na história da música. Apesar de Paul McCartney, John Lennon, George Harrison e Ringo Starr terem lançado o álbum em 1969, ele foi o disco de vinil mais vendido da década de 2010, segundo a Nielsen Music. De acordo com o levantamento da empresa, o 12º álbum de estúdio dos Beatles foi o favorito dos norte-americanos nos dez últimos anos. No ano passado, o disco completou 50 anos e voltou ao mercado com o uma versão "super deluxe" de 40 faixas, lançada pela Abbey Road Studios e Universal Music Group. Além do quarteto britânico, o ranking de 10 discos de vinis mais vendidos da década também conta com outros álbuns icônicos, como Dark Side Of The Moon (Pink Floyd), de 1973, e Back To Black (Amy Winehouse), de 2006. Curiosamente, a trilha sonora de Guardiões da Galáxia, formada principalmente por hits dos anos 1960 e 1970, e o disco Born to Die, de Lana Del Rey, são os únicos álbuns da lista que foram lançados entre os anos de 2010 e 2019.
Confira a lista dos 10 discos mais vendidos nos Estados Unidos na década de 2010: 1 - THE BEATLES - Abbey Road (558.000 disco vendidos), 2 - Pink Floyd - Dark Side Of The Moon (376 mil), 3 - Various Artists - Guardiões da Galáxia (367 mil), 4 - Bob Marley & The Wailers - Legend (364 mil), 5 - Amy Winehouse - Back To Black (351 mil), 6 - Michael Jackson - Thriller (334 mil), 7 - THE BEATLES - Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (313 mil), 8 - Fleetwood Mac: Rumours (304 mil), 9 - Miles Davis: Kind of Blue (286 mil), 10 - Lana Del Rey: Born to Die (283 mil).

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

O RÁPIDO SUCESSO DE TOMMY QUICKLY – TIP OF MY TONGUE

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No final de 1963, o jovem Tommy Quickly, então com 18 anos e rosto sardento, estava de pé em frente à “Porta da Esperança” dos seus sonhos: foi contratado pelo gerente dos Beatles, Brian Epstein, que espertamente trocou seu nome de Quigley para Quickly. Seu primeiro single, “Tip of My Tongue”, era até uma música de Lennon e McCartney ("Esse é o lixo de Paul, não o meu", disse Lennon mais tarde) e Epstein deu grande apoio. Houve até uma turnê promocional nos EUA para promover o single, mas tudo o que o jovem lançou, falhou. Mas não sem Epstein ter tentado.
Nos 18 meses seguintes, Quickly, que deixara o emprego como instalador de telefone, recebeu uma enorme exposição: ele abriu para os Beatles em três turnês, para Billy J Kramer em duas, outra para Gerry e os Pacemakers, apareceu nos shows de Natal com os Beatles e os Pacemakers, foram lançados cinco singles, e Brian Epstein e Derek Taylor o levaram para Los Angeles para promover “The Wild Side of Life”, mas nada adiantou.
Com a exceção de seu single de curta duração, “Kiss Me Now”, Tommy Quickly falhou em capturar o coração e as mentes, ou as paradas (talvez devido ao material mal escolhido que lhe era dado), e apesar da constante insistência de Epstein, tudo acabou em junho de 64 quando Quickly foi descartado por seu selo Pye. Sete meses depois, ele estava fora do plantel de artistas da NEMS Enterprises de Epstein. Ele se tornou não confiável e andava bebendo demais. Tommy Quickly - talvez jovem demais - foi o fracasso mais caro e notável de Brian Epstein, nada além de uma nota de rodapé no Merseybeat.
"Tip of My Tongue" foi lançada como single por Tommy Quickly apoiado por The Remo Four. Escrita por Paul McCartney e atribuída à parceria Lennon-McCartney, foi uma das poucas músicas que nunca foram oficialmente lançadas pelos Beatles. Vários takes dessa música foram aparentemente gravados em 26 de novembro de 1962 no EMI Studios, embora George Martin não tenha gostado do resultado. Surpreendentemente, embora a versão de Tommy Quickly tenha sido lançada no Reino Unido enquanto a Beatlemania estava decolando, o single foi um fracasso e se mostrou a primeira de uma série de decepções da carreira para do cantor. "Tip of My Tongue" também foi gravada pela banda Badbeats em 1979, apoiado por outra música de Lennon-McCartney, "One and One Is Two". Este single foi o primeiro lançamento para qualquer uma dessas músicas nos EUA.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

THE BEATLES - I'VE GOT A FEELING - YEAAAHHH!!!**********

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"I've Got a Feeling" é um dos melhores (e últimos) rocks criados pelos Beatles, por Lennon & McCartneyÉ uma das preferidas de todos do álbum Let It Be abre o lado 2 do clássico álbum.

Um lado 2 brilhante, começando de forma sonora e potente com 
"I've Got a Feeling"- a princípio duas músicas, uma de McCartney e outra de Lennon, que foram combinadas como em outros tempos. McCartney fala em um sentimento profundo, obviamente relacionado a Linda. Lennon entra dizendo que todo mundo teve um ano difícil. O que era verdade. Além das longas discussões sobre a Apple, seu casamento com Cynthia finalmente tinha acabado, ele estava separado de seu filho Julian, Yoko Ono tinha tido um aborto, ele tinha sido preso por porte de drogas e calculava que sua fortuna pessoal tinha diminuído para cerca de 50 mil libras. Mas tentava manter a cabeça erguida, rindo de clichês.
Depois dos trechos individuais, Paul volta com sua música, enquanto John faz o contracanto ao fundo. Termina com uma espécie de crescendo como o de “A Day in the Life”, mas menos intenso. Além do vozeirão de Paul, arrebentando a garganta gritando que tem um sentimento, a voz doce de Lennon faz o equilíbrio. A linha do baixo é fantástica, assim como a guitarra persistente de George Harrison, que foi motivo de uma forte discussão com McCartney.

GEORGE HARRISON - I DIG LOVE - 1970 ******

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"I Dig Love" foi composta e gravada por George Harrison, lançada em seu álbum triplo de 1970, All Things Must Pass. Como uma forma de libertar o amor, marca um afastamento (pequeno) do assunto mais profundo, a espiritualidade, que orienta a grande parte desse álbum. Musicalmente, a música reflete a experimentação inicial de Harrison com a slide guitar, técnica de que ficou mais íntimo durante uma turnê com Delaney & Bonnie e Friends em dezembro de 1969.

Assim como todo o material produzido para All Things Must Pass, a gravação apresenta uma extensa programação de músicos, incluindo três guitarristas, dois bateristas e três tecladistas. Entre os músicos estavam Eric Clapton, Bobby Whitlock e Dave Mason, ex-membros da banda Delaney & Bonnie, além de Billy Preston e Ringo Starr. A faixa foi coproduzida por Phil Spector e gravada em Londres. No lançamento, estava entre as músicas mais populares do álbum nas rádios americanas. Dado o alto padrão das composições de Harrison em All Things Must Pass, no entanto, vários de seus biógrafos mantiveram "I Dig Love" em baixa consideração e a consideram uma das faixas mais fracas do álbum. Azar o deles!

MARIANNE FAITHFULL ► THE ROLLING STONES ► AS TEARS GO BY*****

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Marianne Faithfull era filha de uma baronesa austro-húngara e sobrinha-neta do barão Leopold von Sascher-Masoch, cujo o termo masoquismo é derivado do seu nome, inventado por seu contemporâneo, o psiquiatra austríaco Richard von Krafft-Ebing. Masoch não consentiu ou aprovou este uso do seu nome. Pois bem, Marianne tinha apenas 17 anos e acabara de sair de um colégio de freiras quando conheceu certo tipo de gente que mudaria sua vida. Ela foi a uma festa na Rua Wimpole, no West End em Londres. Foi acompanhada do namorado John Dunbar, pintor e pilar da cena de vanguarda da cidade. Estavam lá também Mick Jagger e Keith Richards, dos Rolling Stones, com seu empresário Andrew Loog Oldham. Marianne deixou Oldham bastante impressionado; ele fez alusão a seu "corpo sensual e sorriso virginal... e que nome! Marianne Faithfull! Impossível inventar um nome melhor que esse". Acrescentando Marianne ao seu rol de artistas, Oldham persuadiu Jagger e Richards a compor uma canção para ela. Depois que a canção se tornou o single de sucesso da cantora no verão de 1964, enviaram-na numa turnê promocional, dessas típicas de meados dos anos 1960, com apresentações diversificadas, entre elas os Hollies, banda de Manchester de grandes sucessos.
Numa entrevista em 2007, Marianne recordou-se da velocidade relâmpago em que sua carreira fora lançada: "Eu fui pega de surpresa, e antes de perceber o que estava acontecendo já tinha um disco entre os mais vendidos e já estava numa turnê com os Hollies... Aos 18 tive um bebê, depois, aos 19, fugi com Mick. Aos 24 tudo foi por água abaixo. Vi que não conseguia segurar a barra".
Quase toda música dos Rolling Stones era rude, se não claramen­te grosseira. Mas, de vez em quando, ao longo de sua carreira eles chegaram a surpreender os ouvintes com um lado vulnerável, apesar de, tipicamente, a motivação ser financeira. “Yesterday” dos Beatles ficou no topo das paradas durante todo o mês de outubro de 1965, por isso, no dia 26 (mesmo dia que os Bea­tles foram condecorados pela rainha), Jagger e Richards entraram em estúdio com a Mike Leander Orchestra para fazer uma versão própria da música que tinham composto para Marianne Faithfull um ano antes. Depois que Oldham descobriu a garota de 17 anos, ele disse a seus compositores: “Ela é de um con­vento. Quero uma música com muros em volta, janelas altas e nenhum sexo”. A dupla escreveu uma definitiva “canção da carochinha” para ela com “As Tears Go By”, sobre uma moça rica que chora ao ver pela janela crianças brin­cando do lado de fora. Jagger escreveu a letra e Richards criou a melodia. "As Tears Go By" foi uma das primeiras composições originais de Jagger e Richards, pois até aquele momento os Stones vinham realizando somente covers e principalmente padrões de bluesEm sua própria autobiografia, Faithfull (1994), escrita em conjunto com David Dalton Marianne Faithfull disse: "As Tears Go By" não foi, ao contrário do folclore popular, escrita para mim, mas me serviu tão perfeitamente que poderia ter sido. É uma grande fusão de ingredientes díspa­res: ‘The Lady of Shalott’ ao ritmo de ‘These Foolish Things’. A imagem que me vem à mente é a Lady of Shalott olhando no espelho e percebendo a vida passar. Ê algo absolutamente impressionante para um garoto de 20 anos ter escrito: uma canção sobre uma mulher que olha com nostalgia para o passa­do. O assustador é Mick ter feito essa letra tanto tempo antes de tudo ter acon­tecido. É quase como se todo o nosso relacionamento estivesse prefigurado nessa música".
Às vezes é dito por alguns que “As Tears Go By” foi escrita como uma resposta a "Yesterday" dos Beatles, a balada com cordas que se tornou um dos maiores sucessos da banda em 1965. No entanto, isso é falso: "As Tears Go By" foi escrita pelo menos um ano antes do lançamento de Help!. No entanto, os Rolling Stones podem ter sido influenciados pelo arranjo particular de George Martin em "Yesterday". A versão de “As Tears Go By” dos Stones chegou ao n° 6 nas paradas pop norte-americanas e ao n° 10 nas de Easy Listening.

MAL EVANS - THE BEATLES ROAD MANAGER

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O simpático e doce grandalhão Mal Evans esteve sempre ao lado dos Beatles desde o início, quando eles tocavam no Cavern Club, e a simpatia foi recíproca e imediata. Mal começou como porteiro do Cavern Club em 1960 e por todos os anos seguintes, acompanhou a carreira do grupo como road manager, junto com Neil Aspinall e guarda costas pessoal da banda. Fazia parte do circulo fechado de amigos dos Beatles, viajando com eles onde quer que fossem, participando como extra em todos os filmes dos Beatles, com exceção do primeiro. Em "Help!" ele é o nadador que reaparece diversas vezes perdido; em "Magical Mystery Tour" ele é o quinto mago; em "Let It Be" ele surge no início empurrando a bateria com o logotipo dos Beatles e colocando no lugar o piano de cauda, e depois surge novamente batendo na bigorna durante a execução de "Maxwell's Silver Hammer" e também aparece nas cenas do telhado.
Vivendo intensamente uma década inteira ao lado dos Beatles, a separação da banda trouxe a Evans uma certa perda de identidade própria e propósito de vida. Depois do fim dos dos Beatles, Mal Evans participou ativamente de "All Things Must Pass" entre outros trabalhos de George Harrison. Participou do primeiro disco solo do Ringo até "Goodnight Vienna" e quando John e Paul finalmente se reencontraram na casa da praia, Mal Evans estava lá. Ele também trabalhou para Lennon durante todas as sessões do 'Rock And Roll', mas era um homem deprimido.

Depois de separar de sua esposa Lili, se mudou para Los Angeles, onde arrumou uma namorada chamada Fran Hughes e começou a escrever suas memórias para um livro que se chamaria "Living The Beatles Legend"Evans foi morto pela polícia em 5 de janeiro de 1976 no seu apartamento alugado em Los AngelesEm 4 de janeiro de 1976, extremamente deprimido, Mal chorou, tomou um valium, pegou um rifle descarregado e se trancou no quarto. Chamaram a polícia que invadiu o recinto e ao vê-lo, um homem gigantesco e forte com um rifle na mão, atiraram primeiro. Mal Evans morreu na hora. Ele foi cremado em 7 de janeiro de 1976 em Los Angeles, e as cinzas foram enviadas pelo correio de volta à Inglaterra, mas foram perdidas.
Gary Evans, filho de Mal, nasceu em 1961 em Liverpool e em 1968, no dia 28 de julho - um domingo - dia do "Mad Day Out", estava com o pai que acompanhava os Beatles por onde quer que fossem. Assim, o garoto então com sete anos, foi escolhido para posar para a estranha foto em que todos estão por trás da cerca e só ele na frente. Hoje, está com 59 anos e nunca deixou de se sentir magoado pela forma de tratamento que os Beatles dispensaram à sua família depois da morte de seu pai, embora George Harrison tenha feito uma doação de 5.000 libras para a família na época da morte de Mal. Gary Evans diz: "Eles foram muito mesquinhos. Minha mãe teve que pedir um subsídio refeição para minha irmã e eu tinha de comer o almoço na escola. Depois de tudo o que meu pai fez para o sucesso dos Beatles".

ALVARO ORTEGA - THE BEATOONS - TWO OF US*****

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domingo, 5 de janeiro de 2020

VOLKSWAGEN SE DESPEDE DO FUSQUINHA

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Enviado por Jaílson Belfort. Valeu!
Infelizmente chegou ao fim, após 70 anos, o icônico Fusca. Ao som de uma versão do coral Pro MusicaYouth Chorus para “Let It Be“, dos Beatles, a Volkswagen se despede do carro. Para essa homenagem final, a Volks optou por uma animação que retrata todas as décadas vividas pelo carro, além das mudanças culturais impregnadas nessa passagem de tempo e sua influência na cultura pop. Na animação é possível ver várias referências de pessoas famosas como Andy Warhol, Kevin Bacon e Andy Cohen. A escolha da trilha sonora também tem seu significado especial, já que uma das aparições mais memoráveis do Fusca na cultura pop é na capa do álbum “Abbey Road”. A animação conta a história de um homem, que desde a infância convive com um Fusca, que era do seu pai. É com este mesmo carro que ele aprende a dirigir, viaja até o Woodstock e teve o primeiro encontro com sua futura esposa e mãe de seus filhos. Então quando ele já está idoso, se despede dele. fonte: publicitarioscriativos.com

sábado, 4 de janeiro de 2020

JOHN LENNON - OH MY LOVE *****************************

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"Oh My Love" foi composta por John Lennon e Yoko Ono e lançada como a segunda faixa do lado B do LP do álbum “Imagine” de John Lennon em 1971 e sétima do CD. Foi gravada entre 20 e 28 de maio de 1971 no Ascot Sound Studios e foi a última música gravada para o álbum. O ex-Beatle George Harrison contribuiu tocando guitarra nesta e várias outras músicas de “Imagine”. Seu delicado trabalho de guitarra em "Oh My Love", remete às músicas do White Album "Julia" e "Happiness Is a Warm Gun". Além de “Imagine”, "Oh My Love" também aparece em “John Lennon Anthology - Wonsaponatime” de 1998 e no álbum “The U.S. vs. John Lennon”, de 2006.
"Oh My Love" já foi coverizada por dezenas de artistas, incluindo o cearense Raimundo Fagner. Outros foram The Bells, Cilla Black, Jackson Browne, Yoshida Brothers, Susheela Raman, The Jangles, The Wackers, Yellowcard, Morgan Fisher, Martin Gore, Fredo Viola, Jackson Greenhorn e Morgan Fisher.
Proporcionando um momento de tranquilidade entre a polêmica de “Gimme Some Truth” e “How To You Sleep?”, que alfineta Paul McCartney, "Oh My Love" foi talvez o momento mais delicado de todo o álbum. A letra, que revela sentimentos de clareza e renascimento por se apaixonar, está entre as mais elegantes e diretas da era “Imagine”, e as referências ao vento e às nuvens são uma reminiscência dos trabalhos instrucionais de Yoko Ono. Em "Oh My Love" participaram: John Lennon: vocais e piano; George Harrison: guitarra; Nicky Hopkins: piano elétrico; Klaus Voormann: baixo e Alan White: bateria e percussão. O álbum “Imagine” foi lançado em 9 de setembro de 1971 nos Estados Unidos e 8 de outubro de 1971 no Reino Unido.

MERSEY BEAT - THE BEATLES TOP POLL: DEZ, NOTA DEZ!

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Publicada originalmente em 4 de janeiro de 2018.
Há 58 anos, no dia 4 de janeiro de 1962, a primeira página do jornal “Mersey Beat” de Liverpool,  entrou para a história. É, com certeza uma das páginas mais reproduzidas e imitadas na história do jornalismo. Na capa, os Beatles (ainda com Pete Best) e em letras garrafais a chamada: "Beatles Top Poll!”Os Beatles no topo da lista!
Quando os Beatles voltaram de Hamburgo para Liverpool, estavam prestes a se tornar a banda mais popular da cidade. Muito se deve a ajuda de Bill Harry, criador do jornal "MERSEY BEAT" que começou a ser publicado, com sua primeira edição sendo lançada dia 6 de julho de 1961 com os Beatles na capa.
Bill Harry, amigo de Stu e John desde o tempo da escola de artes, foi outro nome que surgiu em um momento decisivo na carreira da banda. Seu jornal, tratando somente sobre a cena musical de Liverpool, ajudou (e muito!) a divulgar e espalhar o nome dos Beatles pela cidade e todo o norte da Inglaterra. Logo, Lennon estaria contribuindo com o jornal mandando pequenas histórias, geralmente usando o pseudônimo de the Beatcomber.

THE BEATLES - I SHOULD HAVE KNOWN BETTER***********

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sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

THE BEATLES - LIKE DREAMERS DO - SENSACIONAL!

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"Like Dreamers Do" foi composta em 1959 por um jovem Paul McCartney de 17 anos e foi uma das primeiras músicas creditadas a Lennon e McCartney. Foi a primeira música gravada pelos Beatles durante sua audição para a Decca Records em 1 de janeiro de 1962 (há 58 anos). Esta performance, que aconteceu antes de Ringo Starr se juntar à banda e apresentou Pete Best na bateria, gravada pela Decca só foi finalmente lançada no Anthology 1 dos Beatles em 1995.
“Like Dreamers Do foi uma das primeiras que escrevi. Nós fizemos um arranjo fraco, mas algumas das meninas gostaram porque era única, nenhum dos outros grupos fazia isso. Era um exercício para tentar suas próprias músicas... escrever ainda era um pouco complicado, e as músicas, obviamente, não eram ótimas, mas senti que precisávamos atravessar essa barreira porque se nós nunca tentamos nossas próprias músicas, nunca teríamos a confiança para continuar escrevendo”. Paul McCartney - Many Years From Now, Barry Miles.
“Like Dreamers Do” foi uma das três canções originais de Lennon e McCartney que os Beatles tocaram na audição para para a Decca. As outras duas foram Love Of The Loved e Hello Little Girl“Isso é Paul. Essa era outra que ele havia escrito como adolescente e ressuscitado e polido para mais tarde”. John Lennon, 1980.
No momento em que assinaram com a EMI mais tarde, em 1962, os Beatles já haviam esquecido “Like Dreamers Do”. No entanto, foi dada ao grupo de Birmingham “The Applejacks”, que chegou ao número 20 na tabela de singles do Reino Unido em junho de 1964 - num momento em que qualquer coisa escrita por Lennon e McCartney provavelmente se tornaria um sucesso. Os Applejacks trabalharam com Mike Leander da Decca como diretor musical. A banda australiana de tributo aos Beatles, The Beatnix, gravou um belo arranjo acústico de “Like Dreamers Do” para seu álbum de 1998, It's Four You, e que a gente confere logo abaixo nesse 1º vídeo da tela preta com a logo dos Beatles e escrito ANTHOLOGY. O 2º é a gravação dos Beatles que aparece no Anthology 1, e o 3º é um raro vídeo promo de “Like Dreamers Do”.

HÁ 51 ANOS, "TWO VIRGINS" ERA CONFISCADO

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Há 51 anos, no dia 3 de janeiro de 1969, a polícia de Nova Jersey, nos Estados Unidos, confiscou 30 mil cópias do álbum Two Virgins, de John Lennon e Yoko Ono, sob a alegação de que a capa era pornográfica.

SIR GEORGE MARTIN - O QUINTO BEATLE POR EXCELÊNCIA

4 comentários:

De todos os indicados ao almejado título de "Quinto Beatle", ninguém é mais justificável que Sir George Martin, o produtor musical, arranjador, compositor, engenheiro sonoro, músico e maestro. Devido a sua importância em relação à produção musical dos discos dos Beatles, é chamado com justiça de “o Quinto Beatle”, em referência ao seu trabalho como produtor de quase todos os álbuns lançados pelos rapazes de Liverpool, incluindo, em 1967, o inovador "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band", que lhe trouxe reconhecimento, fama e consagração definitiva na história da música pop. Martin foi um dos maiores produtores musicais de todos os tempos, com mais de trinta canções chegando ao primeiro lugar das paradas no Reino Unido e nos Estados Unidos. Se vivo estivesse, estaria completando hoje 94 anos. Ele nasceu em Londres, em 3 de janeiro de 1926.
George Martin nasceu em Holloway (pequena cidade ao norte da capital Londres) em 3 de janeiro de 1926. Filho de pai carpinteiro, teve uma juventude humilde, sem uma educação musical erudita. Autodidata, aprendeu a tocar piano sem ajuda de mestre, ainda com dezesseis anos de idade. Além do seu trabalho com os Beatles ou com seus ex-integrantes, Martin também foi o produtor de dezenas de artistas, incluindo a banda America. Ele também é um compositor de talento (exemplos são a trilha sonora dos filmes Yellow Submarine, dos Beatles, e Live and Let Die de James Bond.
Em uma carreira de seis décadas, Martin trabalhou em cinema, televisão e espetáculos ao vivo. Ele também já teve vários cargos executivos em companhias midiáticas e contribuiu para várias de causas beneficentes, incluindo seu trabalho para o The Prince's Trust da ilha de Montserrat. Em reconhecimento por suas contribuições para a música e cultura popular, ele recebeu um título Knight Bachelor em 1996. George Martin faleceu no dia 8 de março de 2016 aos 90 anos, em Londres. Foi casado por mais de trinta anos com Judy Lockart Smith e tiveram quatro filhos, o mais velho, Giles, é o produtor dos álbuns dos Beatles hoje.