segunda-feira, 16 de agosto de 2021

ELVIS - HÁ 44 ANOS MORRIA O REI DO ROCK

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Há 44 anos, no dia 16 de agosto de 1977, a namorada de Elvis Presley, Ginger Alden, encontrou o cantor morto no banheiro de sua suíte, vítima de um colapso cardíaco – os motivos ainda são tema de controvérsia – o Rei do Rock saía de cena aos 42 anos. Quando partiu, Elvis havia se tornado o primeiro nome planetário produzido pela indústria musical. Ou melhor, ele havia inventado a própria indústria musical. Elvis Presley foi único, incomparável, o Rei do Rock - um dos maiores astros de todos os tempos, e uma das figuras da Cultura Pop mais emblemáticas do século XX. Elvis já esteve em centenas de postagens no Baú do Edu. Aqui, a gente relembra algumas:
Conforme diz a legenda desse vídeo no You Tube do Jornal Nacional, "Em 1977 as informações não circulavam rapidamente como hoje, além disso Elvis costumava preservar sua intimidade, daí os erros ditos no telejornal".

JOHN LENNON - HOUND DOG - SENSACIONAL!

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PAUL McCARTNEY - ALL SHOOK UP - SENSACIONAL!

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THE BEATLES, ELVIS AND RAY CHARLES - I GOT A WOMAN - SENSACIONAL!

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Postagem publicada originalmente em 28 de dezembro de 2019.
"I Got a Woman" (originalmente intitulada "I've Got a Woman") é uma música co-escrita e gravada por Ray Charles. A Atlantic Records lançou como single em dezembro de 1954, com "Come Back Baby" do lado B. Ambas as músicas apareceram mais tarde no álbum de 1957, Ray Charles (posteriormente relançado como Hallelujah I Love Her So). 
"I Got a Woman" se baseia em "It Must Be Jesus", de Southern Tones, que Ray Charles ouvia na estrada com sua banda no verão de 1954. Ele e o trompetista Renald Richard, escreveram a música construída em um ritmo frenético do evangelho, com letras seculares e um fundo de rhythm and blues inspirado no jazz. "I Got a Woman" seria um dos protótipos do que mais tarde foi denominado "soul music" depois que Charles lançou "What'd I Say" quase cinco anos depois.

Em 1956, 
"I Got a Woman" foi gravada por Elvis Presley para seu primeiro álbum “Elvis Presley” (lançado no Reino Unido como Elvis Presley Rock n 'Roll. Esse discãozaço foi lançado pela RCA Victor em março de 1956. E foi com uma cópia do disco de Elvis, que o jovem John Lennon aprendeu a música.

Os Beatles gravaram duas versões de "I Got a Woman" para as sessões da rádio da BBC. A primeira versão foi gravada em 16 de julho de 1963 no BBC Paris Theatre em Londres para o programa de rádio Pop Go The Beatles. Esta versão foi lançada em 1994 no álbum Live at the BBC. A segunda versão foi gravada em 31 de março de 1964 no Playhouse Theatre em Londres para o programa de rádio do Saturday Club. Esta versão foi lançada em 2013 para o álbum On Air - Live na BBC Volume 2 e é mais curta que a versão do outro álbum.

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

THE BEATLES – PLEASE PLEASE ME – SENSACIONAL!!!

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THE BEATLES – PLEASE PLEASE ME – THE SONG - SENSACIONAL!!!********


PAUL McCARTNEY - ONLY LOVE REMAINS - 1986 - LINDA DEMAIS!*****

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Composta em Londres, Inglaterra,“Only Love Remains” é a canção de composição mais simples do álbum, incluída no LP para os "fãs mais conservadores", segundo o próprio Paul McCartney. A canção foi gravada em uma das últimas sessões de Press To Play, em julho de1985, arranjada por Tony Visconti. O maestro e produtor, aliás, já havia trabalhado em outras canções de McCartney, como My Love e no álbum Band OnThe Run, em 1973. O percussiomsta oficial de Elton John, Ray Cooper, toca triângulo, marimba e congas nesta faixa. A versão do compacto de 12 polegadas difere bastante da lançada neste LP, devido à adição de solos de saxofone e diferente mixagem (ver compactos). Instrumentos tocados por Paul McCartney: piano, sintetizador, cravo e violão de náilon clássico. Violão, por Eric Stewart. Bateria, por Terry Marotta. Percussão, por Ray Cooper. Orquestra regida por John Bradbury. Gravada no estúdio The Mill, em East Sussex, e no AIR Studios, em Londres.

No videoclipe, Paul toca piano e dubla a canção, acompanhado por uma orquestra ao vivo, a Astarte Session Orchestra. Cenas de atores interpretando o casal McCartney envelhecendo juntos em um cenário rotatório no mesmo plano são intercaladas no clipe. As gravações aconteceram no estúdio Pinewood, em Londres, entre 17-19/11/1986, e finalizadas no dia 20 daquele mês. Produzido pela Front Row Films, e dirigido por Maurice Philips.

quarta-feira, 11 de agosto de 2021

GEORGE HARRISON - GOT MY MIND SET ON YOU

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HERMAN'S HERMITS - JEZEBEL - 1967

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"Jezebel" é uma canção popular de 1951 escrita pelo compositor americano Wayne Shanklin. Foi gravada por Frankie Laine com o Coro Norman Luboff e Mitch Miller e sua orquestra em 4 de abril de 1951 e lançada pela Columbia Records. O disco alcançou o número 2 na parada da Billboard e vendeu um milhão de cópias. O lado B, "Rose, Rose, I Love You", também foi um sucesso e alcançou o número 3. O título se refere à mulher bíblica do Antigo Testamento, Jezabel, uma princesa fenícia perversa e adoradora de Baal que governou Israel como rainha do rei Acabe. Em 1967, os Herman's Hermits incluiram sua versão de "Jezebel" no álbum There's a Kind of Hush All Over the World - lançado em março e quinto álbum pela MGM Records nos Estados Unidos e Canadá pelos Hermits. No Reino Unido, There's a Kind of Hush All Over the World foi o terceiro álbum da banda, lançado pela EMI / Columbia em maio de 1967.

segunda-feira, 9 de agosto de 2021

8/8/1969 - O DIA QUE OS BEATLES ATRAVESSARAM A RUA

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Na manhã do dia 8 de agosto de 1969, há 52 anos, por volta das 10 horas, com auxílio da polícia que bloqueava o trânsito, o fotógrafo Iain Macmillan subiu em uma escada no meio de Abbey Road, para tirar a icônica fo­tografia dos Beatles atravessando a faixa de pedestres em frente ao estúdio. A sessão durou não mais que alguns minutos e foram tiradas seis fotografias.

Macmillan tinha 31 anos quando entrou para o seleto clube dos imortais ao fotografar a capa mais famosa do mundo. Ele era amigo de Yoko Ono que o apresentou a John Lennon, que mostrou seu trabalho para o resto do grupo. Foi o escolhido. Depois desse trabalho para os Beatles, que lhe rendeu uma boa grana, Macmillan ainda se encontrou com o casal Ono/Lennon nos anos 70. Depois, ainda fez a capa do "PAUL IS LIVE". Morreu em 2006, de câncer. O álbum "Abbey Road" foi lançado no dia 26 de setembro de 1969 no Reino Unido, e em 1 de outubro nos EUA e foi, oficialmente, o último gravado pelos Beatles. Clássico imortal.

THE BEATLES - I CALL YOUR NAME*****

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ELVIS - I NEED YOUR LOVE TONIGHT - SENSACIONAL!*****

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"I Need Your Love Tonight" é uma canção gravada por Elvis Presley e lançada como single, composta por Sid Wayne e Bix Reichner. Foi publicada pela empresa de Elvis Presley, Gladys Music, Inc. Elvis gravou "I Need Your Love Tonight" em 10 de junho de 1958, nos estudios da RCA em Nashville, Tennessee. Foi o segundo de vários lançamentos de single gravados em uma sessão final conduzida pouco antes de ele deixar os Estados Unidos para a Alemanha para servir no Exército; ele não voltaria a um estúdio de gravação até a primavera de 1960.

"I Need Your Love Tonight" alcançou o quarto lugar na parada de singles pop da Billboard em 1959. Lançada como um lado A duplo com "A Fool Such as I", alcançou o primeiro lugar na UK Singles Chart em maio de 1959 por cinco semanas.

domingo, 8 de agosto de 2021

MARILYN MONROE - O FIM DOS DIAS - SENSACIONAL!

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Marilyn Monroe - Apenas a menção desse nome já nos traz à mente imagens do ícone mais glamouroso de Hollywood. A mais autêntica diva, ela foi desconcertantemente sensual com curvas voluptuosas e um sorriso sexy e insinuante. Marilyn foi também uma pioneira, ampliando fronteiras do mundo cinematográfico para atrizes que seguiram seus passos. Foi, e ainda é até nossos dias, uma deusa sensual internacionalmente admirada, conhecida e amada em todos os cantos do globo há mais de meio séculos.
“Marilyn Monroe: The Final Days” é um filme documentário que reconstitui através de fotos, cinejornais e depoimentos, os últimos seis meses de vida da eterna estrela, incluindo seus tumultuosos casos de amor, dependência de drogas e álcool, depressão e eventual demissão de seu último filme, "Something's Got To Give" da 20th Century Fox. Esse filme foi interrompido não só pelos atrasos de Marilyn, mas porque os estúdios da Fox teriam tido prejuízo com "Cleópatra" e precisavam pisar no freio. Também nessa ocasião, Marilyn foi cantar os parabéns para o presidente Kennedy, que na época, teria sido seu amante. Depois de mostrar as condições de sua morte, o documentário, que a gente confere aqui no Baú, apresenta mais de trinta minutos do filme inacabado e inédito. “Marilyn Monroe: The Final Days” traz várias entrevistas com pessoas em torno de Marilyn no final de sua vida por trás das cenas e fotos, e as imagens montadas de seu filme final, co-estrelado por Dean Martin e Cyd Charisse.

De certa forma, parecia que em agosto de 1962, Marilyn Monroe estava tentando organizar sua vida. Tinha acabado de comprar sua primeira casa no bairro de Brentwood, na Califórnia, por $ 75.000, estava na capa da revista Life e acabara de ser recontratada para o filme "Something's Got To Give". Mas, sob outros aspectos, parecia o pior dos tempos para a modelo que virou a estrela de Hollywood. Ela havia se divorciado do terceiro marido, o dramaturgo Arthur Miller, no ano anterior, havia rumores sobre um suposto caso entre ela e o presidente John F. Kennedy, e sua aparência normalmente perfeita foi substituída por unhas que precisavam de manicure e pedicure.
No dia 5 de agosto de 1962, Marilyn foi encontrada morta em sua casa em 12305 Fifth Helena Drive. Ela tinha um receptor de telefone na mão e estava deitada de bruços, sem roupas. Ao lado dela estava um frasco de comprimidos vazio que continha 50 cápsulas de Nembutal, uma droga frequentemente usada como pílulas para dormir. O final trágico e chocante da ascensão de Marilyn à glória da infância abandonada à realeza das estrelas de cinema foi uma história de Cinderela na vida real. Embora sua morte aos 36 anos de idade tenha sido considerada um provável suicídio, ainda existem muitas teorias sobre o que pode ter realmente acontecido em seus últimos dias.
Apesar de ser conhecida mundialmente como um dos maiores símbolos sexuais da história da Cultura Pop, a vida pessoal de Marilyn foi atormentada por dramas. Nascida Norma Jeane Mortenson em 1º de junho de 1926, em Los Angeles, Monroe foi jogada entre orfanatos e lares adotivos durante sua infância. Ela tinha apenas 16 anos quando se casou com James Dougherty, que durou de 1942 a 1946, mais tarde se casando com a lenda do beisebol Joe DiMaggio em 1954 e Miller de 1956 a 1961. Foi o casamento dela com Miller que durou mais tempo. Durante o período, ela havia sofrido vários abortos espontâneos e, às vezes, culpava-se pelo uso de drogas e álcool. Seu abuso de substâncias e diferenças criativas enquanto o casal trabalhava junto no filme The Misfits, de 1961, aumentaram o estresse. Apesar de terem terminado o filme, Monroe escolheu a data do divórcio em 20 de janeiro de 1961 na esperança de enterrar a notícia na sequência da posse presidencial de JFK - que ironicamente ela logo foi ligada.
Marilyn teria conhecido JFK em uma festa em Palm Springs na casa de Bing Crosby, antes de sua famosa aparição pública em uma arrecadação de fundos democrata em 19 de maio de 1962, onde cantou sua versão sensual de “Happy Birthday. Mr. President” em sua voz ofegante usando um vestido feito pela estilista Jean Louis que dava a ilusão de que ela estava nua. JFK respondeu à apresentação dizendo: "Agora posso me aposentar da política depois de você ter cantado 'Parabéns pra você’ para mim de uma forma tão doce e saudável"Mas o mundo mal percebeu que menos de três meses depois, Marilyn não estaria mais por perto. Embora os especialistas discutam sobre o impacto com o divórcio de Miller e o suposto caso com JFK podem ter tido no estado de espírito de Marilyn, seus altos e baixos com os amantes (que também incluíram romances com Marlon Brando, Frank Sinatra e o diretor Elia Kazan, foram tumultuosos fatores ao longo de sua vida.
Depois de uma série de decepções de bilheteria com Let's Make Love, de 1960, e The Misfits, de 1961, Marilyn começou a sentir os efeitos de seu estrelato em declínio. Para adicionar a isso, a maneira como ela se comportou no set de Somethings Got to Give, de 1962, fez com que ela fosse demitida em 8 de junho de 1962 pela 20th Century-Fox Studios. O estúdio de cinema disse que seus constantes atrasos custaram à produção US $ 2 milhões e a processou em US$ 500.000. “Gestão é o que há de errado com os negócios", disse Marilyn, de acordo com o New York Times. "Culpar as estrelas pelos problemas de Hollywood é estúpido. Esses executivos não devem destruir seus ativos”. A batalha pública manchou sua reputação, mas Monroe sabia o que ela tinha que fazer e estava se preparando para mudar as coisas. Ela havia conseguido capas de revistas de prestígio como Life e Paris Match - e negociado com os estúdios para ser contratada de volta em Something's Got to Give. Ela também estava fazendo planos para dar uma entrevista coletiva nos próximos dias.
A criação problemática de Marilyn, misturada com as pressões da fama, a perseguiu por toda a vida. Algumas de suas citações mais famosas aludem aos demônios que giravam em sua mente: "Ser um símbolo sexual é um fardo pesado para carregar, especialmente quando alguém está cansado, ferido e confuso", "Hollywood é um lugar onde eles te pagam US $ 1.000 por um beijo e 50 centavos pela sua alma" e "Se eu fechar os olhos e pensar em Hollywood, tudo o que vejo é uma grande veia varicosa". Sua mãe biológica havia passado grande parte de sua vida em clínicas psiquiátricas e Monroe estava determinada a não seguir seu destino. Em 1961, ela deu entrada na clínica psiquiátrica Payne Whitney - mas ficou ainda mais traumatizada ao se encontrar trancada em uma cela acolchoada. No momento de sua morte, ela buscava a ajuda do psiquiatra Dr. Ralph Greenson. Na verdade, por volta das 17:15 no sábado antes de sua morte, ela conversou com Greenson por cerca de uma hora ao telefone e "foi orientada a dar uma volta quando reclamou que não conseguia dormir, informou a polícia”, de acordo com o Obituário do Los Angeles Times de 1962, ele pensou que ela estava indo para à praia para tomar um pouco de ar fresco.
O frasco de comprimidos vazio ao lado dela era de uma receita que acabara de ser dada a ela alguns dias antes - e ela deveria tomar um por noite, disse o Dr. Hyman Engelberg. Também foram encontrados na cabeceira da cama outros 12 a 15 frascos de remédios. Sua governanta, Eunice Murray, viu Marilyn ir para seu quarto por volta das 20h do domingo à noite. Por volta das 3h25, ela percebeu que a luz ainda estava acesa e foi ver como ela estava - mas não ouviu nenhuma resposta. Ela ligou para Greenson, que se aproximou e quebrou a janela para encontrar o corpo de Marilyn. Embora tanto a conspiração quanto as teorias lógicas tenham sido lançadas ao público, a verdade por trás da morte de  Marilyn Monroe será para sempre um mistério.
Então, agora a gente finalmente confere pela primeira vez aqui, o filme documentário “Marilyn Monroe: The Final Days” - O Fim dos Dias, legendado.
Confira também A MORTE DE MARYLIN MONROE” - de junho de 2018.

NEIL YOUNG - RAININ' IN MY HEART ♥♥♥♥♥

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"Rainin' in My Heart" foi composta por James Moore (também conhecido como Slim Harpo) e Jerry West (um apelido usado por JD "Jay" Miller) e interpretada por Harpo. Alcançou o número 17 no gráfico da parada de Rhythm And Blues nos Estados Unidos e número 34 na parada Pop em 1961. Foi destaque no álbum de 1961 “Slim Harpo Sings "Raining in My Heart...". Não confundir com a igualmente intitulada de Buddy Holly, "Raining in My Heart". A versão de Neil Young aparece como a segunda faixa do álbum Everybody's Rockin', o 13º álbum de estúdio de Young, lançado em 1º de agosto de 1983.
Everybody's Rockin' foi gravado com os Shocking Pinks (banda criada especialmente para a ocasião) e apresenta uma seleção de canções de rockabilly, tanto as covers como o material original, dão ao disco uma duração de apenas 25 minutos, sendo o álbum mais curto de YoungEverybody's Rockin' é típico de seu período dos anos 1980, pois tem pouca ou nenhuma semelhança com o álbum lançado antes, Trans de 1982, um álbum de synth-heavy e electro-rock, nem com o lançado depois, Old Ways (1985), que é puro country.

THE BEATLES - I'M HAPPY JUST TO DANCE WITH YOU 😄

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SABIA QUE JOHN LENNON JOGAVA XADREZ? LENNON X ALOZY*****

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Poucos fãs dos Beatles sabem, mas John Lennon, além do cantor, compositor e guitarrista dos Beatles, também foi um enxadrista de razoável força. Ele não só fez grandes jogadas no mundo da música, mas também no tabuleiro de xadrez. Várias fotos de Lennon jogando xadrez podem ser encontradas na Internet, inclusive com sua esposa, Yoko Ono. Em 1960, aos 20 anos, Lennon venceu uma boa partida com um golpe tático brilhante e genial contra Alozy. Essa partida, a gente confere no vídeo mais abaixo.
Os outros Beatles também sabiam jogar, ou melhor, sabiam os movimentos das peças. Depois de Lennon, Ringo foi quem mais se aprimorou. Na época de Sgt. Pepper’s, jogava por horas seguidas contra Mal Evans, enquanto esperava para fazer suas partes de bateria. Então a gente assiste agora a incrível partida de John Lennon versus Alozy e mais embaixo, "Mind Games", só para não perder o costume.

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

GEORGE HARRISON - ALL THINGS MUST PASS 50TH ANNIVERSARY - OUT NOW!

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Quando George Harrison entrou no estúdio em 1970 para compor All Things Must Pass, ele estava em uma missão. Foram anos esperando por este momento. George possuía muitas músicas guardadas de seus anos com os Beatles, quando era limitado a apenas duas ou três músicas por disco. Até agora, estava com todo esse material armazenado, com vontade de mostrar para o mundo. Então, assegurou-se que ninguém poderia ignorar sua afirmação definitiva como artista solo - o sólido vinil triplo do clássico All Things Must Pass. Por todo o disco, você pode ouvir a empolgação conforme a energia criativa reprimida de Harrison se solta. "The Quiet Beatle" - ou "O Beatle Quieto" - emergiu do naufrágio da banda, porém, com muita confiança e ambição, de repente, soou como o único com um plano.
Toda essa ambição é ouvida em alto e bom som em All Things Must Pass: 50th Anniversary. A versão Super Deluxe contém cinco CDs, incluindo dois com demos e outro com gravações diretamente dos estúdios. O álbum original foi remixado, graças ao produtor executivo Dhani Harrison e ao engenheiro de som Paul Hicks. A Uber Edition vem em uma caixa de madeira, e entrega tudo aos devotos de George: contém um marcador de página feito de um carvalho caído no jardim dele. Em prévia exclusiva para Rolling Stone EUA, a obra mostrou-se cheia de revelações e tesouros nunca ouvidos. Algumas pessoas costumavam discutir se o disco triplo deveria ter sido arranjado em uma versão de um ou dois volumes - mas esta edição os farão pensar se deveria ter sido um álbum quádruplo. Não foi o primeiro disco solo de Harrison - havia lançado o experimental, baseado em sintetizadores, Electronic Sound, além da trilha sonora de Wonderwall. Porém, neste, encontrou sua voz e a levou a uma escala épica. Mesmo nos improvisos descartados ou nos lamentos com som folk, foi possível ouvir sua determinação feroz em não estar preso ao passado. Em maio de 1970, quando cortou as demos do álbum, ainda estava em aberto se os Beatles tinham ou não acabado, e George foi o único a andar pelo caminho certo. “Acho que talvez haja o que vocês chamariam de um pouco de sacanagem”, George falou de forma diplomática em abril de 1970, durante entrevista para rádio. “Estão sendo mal-intencionados uns com os outros. Infantil. Infantil”.

Tinha uma boa razão para se sentir confiante. O mundo ainda estava em choque com Abbey Road, maior disco dos Beatles até então, no qual ele roubou a cena com “Something” e “Here Comes The Sun”. Como John admitiu ao NME, “George tenta colocar músicas em nossos discos desde 1920. Ele precisa fazer um álbum”.

O primeiro dia de demos contou com George em Abbey Road, apoiado por dois amigos de confiança - Ringo na bateria e Klaus Voormann no baixo. Fizeram 30 músicas naquela sessão, e, no dia seguinte, fez mais 15 demos acústicas para o produtor Phil Spector. As demos estão repletas de músicas em tom maior, das quais muitas encaixariam perfeitamente no disco. "Nowhere to Go" foi escrita junto ao amigo Bob Dylan, em 1968, apoiada no desencanto com a pressa na vida de uma estrela do rock. “Me canso de ser o Beatle Jeff/ Falando para os surdos”, ele reclama, com seu sarcasmo poético. “Me canso de ser o Beatle Ted/ Falando para os mortos/ Toda vez que 'bobby's getting blown”.

Há um trecho incrivelmente sarcástico cortado de “Isn’t It A Pity”, no qual canta: “Não é uma vergonha? / Não é uma dor? / Como nós fazemos tantos takes / E agora fazemos isso de novo”. Há também um trecho antigo de “Beware of Darkness”, com os versos “Cuidado com a ABKCO”, provocando a nova gestão dos Beatles, talvez demonstrando um grau de desencanto com Allen Klein. Porém, o sentimento geral da música é pura empolgação. As demos incluem versões simples de “What Is Life” (ainda melhor que a versão final do álbum) e “All Things Must Pass”, com apenas George e seu violão. Ele avança em direção ao country blues com “Woman Don’t You Cry For Me”. O disco original nunca soou tão bem, com clássicos como “My Sweet Lord”, “Wah-Wah,” e sua benevolente e afetuosa canção de amor para as fãs mulheres dos Beatles, “Apple Scruffs”.

quinta-feira, 5 de agosto de 2021

JOHN LENNON – MIL VEZES IMAGINE!

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A música “Imagine”, do ex-Beatle John Lennon, já foi regravada incontáveis vezes por inúmeros artistas. Lançada em 1971, a canção entrou para a história como um hino que pede por um mundo em paz. No entanto, não é assim que dom Robert Barron, bispo auxiliar de Los Angeles e fundador do ministério Word on Fire, vê a letra de uma das músicas mais reproduzidas de todos os tempos. Depois de ser tocada na abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio, o bispo publicou um vídeo em seu canal no Youtube em que analisava a composição, criticando o ponto de vista de Lennon a partir dos dogmas religiosos.

Pois bem, esse tal de Dom Barron analisou a letra da canção. “Começa assim: ´Imagina que não existe o Paraíso (Heaven, no original), é fácil se o tentas, não há inferno debaixo de nós, acima de nós só o céu (sky, no original)'. Honestamente, não posso imaginar nada pior que isso. Dizer que não existe o Paraíso, que não existe o inferno significa que não há, finalmente, um critério absoluto para o bem e o mal. Não há um juízo moral final”, disse. Em vídeo postado em seu canal do YouTube com o título “Por que eu odeio Imagine de John Lennon”, na sequela de um artigo publicado no diário americano New York Post, dom Barron afirmou: “detesto a letra de Imagine e lamento o fato de que parece converter-se numa espécie de hino secular. Não tenho absolutamente nada contra os Beatles ou contra a obra de John Lennon, mas devo dizer que não gosto da música Imagine”
Na cerimônia de abertura da Olimpíada, em 23 de julho último “a canção foi tocada e cantada por um coro de crianças, depois houve versões pré-gravadas por diferentes estrelas do pop, e isso foi feito como uma espécie de hino secular”, disse o bispo. O bispo critica outro verso da canção Imagine: “imagine que não existem países, não é difícil de fazer, nada por que matar ou morrer e tampouco religião”. “O que me irrita mais nesse verso”, expressou, é “a linha final, ´e tampouco religião´”. “E o que muitas pessoas da esquerda secular normalmente deduzem é que a fonte real da maldade é a religião. É por isso que as pessoas lutam”, explicou o bispo. “É um lugar comum, tem sido assim desde o século XVI mais ou menos”, disse. No entanto, está provado que foram “muito mais mortais” fatores como “o tribalismo, as disputas econômicas, as disputas políticas e coloniais”. "Na verdade, eu diria, olhe de novo para o século XX: as ideologias ateias foram responsáveis por muito mais violência do que a religião”, afirmou. Para dom Barron, o que se necessita para alcançar a paz é exatamente o contrário de um abandono da religião. “Precisamente, quando colocamos Deus entre parênteses, colocamos o transcendente entre parênteses, colocamos o sentido objetivo de moralidade entre parênteses, aí é quando temos problemas”, enfatizou. Ainda assim, disse, o verso “que me fez rir muito. foi quando ouvi todas aquelas celebridades, não direi os nomes delas, você pode ir lá no YouTube e ver, mas todas aquelas celebridades cantando esta linha: imagina que não há propriedades, pergunto-me se você pode, sem necessidade de cobiça ou avidez, uma irmandade de homens”. Na versão de “Imagine” para as olimpíadas de Tóquio participaram Angelique Kidjo, beninesa radicada nos Estados Unidos, o espanhol Alejandro Sanz, o americano John Legend e o australiano-americano Keith Urban. “Cada um dos que cantaram essa canção é multimilionário”, lembrou dom Barron. “E eu não acho que seja necessário um grande salto da imaginação para dizer que eles, provavelmente todos, têm muitas casas e frotas de carros e armários cheios de roupas”. O bispo auxiliar de Los Angeles citou a doutrina social da Igreja, que considera que “não há nada de errado com as propriedades em si. Na verdade, defendemos a legitimidade da propriedade privada”. Mas disse: “o problema é quando eu não tenho uma visão moral que me permita colocar minhas propriedades dentro de um contexto moral mais amplo: o bem comum. Esse é o problema. É aí que as propriedades podem se tornar problemáticas”. Ele explicou que, se alguém deseja uma “irmandade de homens”, será “simplesmente impossível ter uma irmandade de todos os seres humanos se nosso Pai comum for colocado entre parênteses”. “Se você está falando de uma irmandade real, de uma relação de irmãos, ela é impossível se estamos separados do nosso Pai comum”, acrescentou.

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

THE BEATLES - TOO MUCH MONKEY BUSINESS - SENSACIONAL!

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"Too Much Monkey Business" foi escrita e gravada por Chuck Berry e lançada pela Chess Records em setembro de 1956 como seu quinto single. Também foi a terceira faixa de seu primeiro LP, After School Session, em maio de 1957. Elvis Presley gravou uma cover de "Too Much Monkey Business" durante um aquecimento nas sessões do filme ‘Stay Away, Joe’ e mais tarde lançou a música no álbum ‘Elvis Sings Flaming Star’ em 1969. A letra de "Too Much Monkey Business", algo como "muita falcatrua", fala de um cara esforçado que está sempre tentando escapar de ser passado para trás.
Os Beatles gravaram quatro versões diferentes de "Too Much Monkey Business" para a rádio BBC em 1963. A gravação de 3 de setembro, com John Lennon no vocal, foi ao ar no programa Pop Go the Beatles em 10 de setembro e é sta gravação que foi lançada no álbum Live at the BBC em 1994.

PAUL McCARTNEY - FIND MY WAY - SENSACIONAL!

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“Find My Way” é a segunda faixa do excelente álbum McCartney III, de 2020. Embora não tenha sido lançada como um single formal, “Find My Way” teve o mesmo tratamento e um vídeo promocional dirigido por Roman CoppolaPaul se divertiu muito trabalhando “Find My Way”  em seu estúdio caseiro. Gravou duas faixas de bateria diferentes e adicionou duas partes de baixo diferentes. Então gravou várias partes de guitarra em uma máquina de fita Brenell de 1/4″ rolo a rolo, capturando algumas em diferentes velocidades de fita. Esses loops de guitarra foram então arranjados e colocados em camadas na faixa.
Numa entrevista com The Adam Buxton Podcast, em 11 de dezembro de 2020, McCartney disse: "Estava pensando em pessoas que se preocupam mais do que eu. E eu conheço uma ou duas pessoas que estão meio preocupadas com a vida. E não é que eu não saiba, é só que eu lido com essas preocupações e penso 'Não, está tudo bem, há uma saída para isso' e geralmente consigo encontrar uma saída otimista de uma situação ruim. Mas existem algumas pessoas que ficam sobrecarregadas com isso. Então eu acho que estava me dirigindo a essas pessoas e pensando "você nunca costumava ser tão ansioso, mas agora está, então deixe-me ser seu guia, deixe-me ajudá-lo, para encontrar o amor que está dentro de você" parecia a coisa natural a dizer. Então é disso que se trata. O resto da música sou eu dizendo "Eu posso encontrar meu caminho, eu conheço meu lado esquerdo e direito".
Como em todas as faixas do álbum, além de ter produzido, Paul McCartney canta e toca todos os instrumentos: guitarra acústica, bateria, guitarra elétrica, cravo, baixo Hofner, baixo Moog, e piano. Keith Smith foi o engenheiro assistente e Steve Orchard foi o engenheiro de mixagem e engenheiro de gravação.

Um videoclipe de “Find My Way” reinterpretada por Beck foi produzido e lançado em julho de 2021. O vídeo mostra um Paul McCartney rejuvenescido dançando no corredor de um hotel, transformado em vários ambientes de sonho.

domingo, 1 de agosto de 2021

GEORGE HARRISON - WAH WAH - É FANTÁSTICO!

Um comentário:

GEORGE HARRISON & FRIENDS - THE CONCERT FOR BANGLADESH - 50 ANOS

Um comentário:
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Há 50 anos, naquela tarde do dia 1º de agosto de 1971, um domingo, no centro do mundo, em Nova York, no Madison Square Garden, o clima era de muita expectativa. Afinal, o público americano não via um Beatle, ou ex-Beatle, ao vivo, pelo menos há 5 anos, desde o show do Candlestick Park. George Harrison, era o cara da vez, que não poupou esforços pela viabilização do projeto, e conseguiu uma boa cobertura da mídia. Na abertura do espetáculo, George "à paisana" conta como será o show. Depois de longos e intermináveis minutos da apresentação de Ravi Shankar e os indianos, o público pode ver o que realmente queriam ver há tantos anos, um Beatle. Ok. Haveria Dylan, haveria Clapton, haveria Ringo – mas todos estavam ali para ver George Harrison.
Quando as luzes do Garden acenderam-se sobre ele, o George Harrison que a plateia viu, era um homem maduro, totalmente adequado a seu tempo, que tinha amadurecido, tornara-se religioso, e nem de longe, ou quase nada, lembrava aquele do tempo que os Beatles apareceram no Ed Sullivan alguns anos antes. Ele parecia um profeta, um messias, elegantemente vestido em um terno branco, botas brancas, uma guitarra Fender branca e uma vistosa camisa laranja, cor dos Hare Krishnas. Nas lapelas do paletó, um pequeno “OM” bordado. Estava cabeludo e barbudão. Sua religiosidade e a amizade com Ravi Shankar foram os fatores incentivadores e definitivos para o êxito desse que foi um dos maiores, e melhores concertos de rock de todos os tempos. Um belíssimo espetáculo em seu mais amplo significado. Harrison ataca com sua guitarra branca e o riff matador de um super hard rock - Wah Wah - um rock tão pesado como o fardo que carregou em seus derradeiros dias como BeatleA música “Bangladesh” – lançada como compacto dois dias antes do show, no dia 30 de julho de 1971, narra exatamente como surgiu a ideia para o primeiro concerto beneficente da história do rock. Nessa época, George e Ravi Shankar estavam muito próximos. A religiosidade de Harrison também estava no auge. Com os olhos cheios de lágrimas, Ravi Shankar contou-lhe a história de Bangladesh, um país asiático rodeado quase por inteiro pela Índia, exceto a sudeste, onde tem uma pequena fronteira terrestre com Myanmar, país de origem de Ravi Shankar. Bangladesh vivia, e ainda sobrevive até hoje, flagelado pela fome e devastado pela guerra civil.
Ravi Shankar pediu a George para que, juntos organizassem um show cuja renda seria toda revertida em prol daquele país. George topou na hora. Então, começaram a correr atrás de patrocínios e colaboradores. Tudo na base do amor e boa vontade. George convidou o maior número possível de amigos músicos para participarem, entre eles, os outros ex-Beatles. “Pode ser que não apareçam todos, mas se 10% deles vier, será ótimo. Hare Krishna”. Disse GeorgeApareceram Bob Dylan, Eric Clapton, Ringo Starr, Billy Preston, Leon Russel, Klaus Voorman, Jesse Ed Davis, Badfinger entre outros, além claro, do próprio George Harrison e Ravi Shankar e os indianos. John Lennon e Paul McCartney não apareceram. Diz a lenda que John até havia aceitado o convite, mas quando soube que George não queria Yoko Ono no palco, pulou fora. Paul simplesmente não quis porque estava processando os outros três e não queria que ninguém confundisse nada como uma possível reaproximação. Os dois shows  ocorreram na tarde e na noite de 1 de agosto de 1971 no Madison Square Garden, em Nova York, e foram assistidos por mais de 40.000 pessoas. Foi o primeiro evento beneficente desse porte na história e arrecadou no total US$ 243,418.51. Dinheiro que foi que foi administrado pela UNICEF. As vendas do álbum e do DVD continuam a beneficiar o fundo de George Harrison para a UNICEF.

“The Concert for Bangladesh” teve enorme repercussão pelo mundo inteiro. E também, muitos problemas envolvendo principalmente seu lançamento em disco. A Capitol, distribuidora da Apple, gravadora dos Beatles, queria lançar o álbum triplo por ter George Harrison sob contrato. Mas a outra grande atração do concerto foi Bob Dylan, do cast da Columbia. Esta então passou a reivindicar os direitos de lançamento. A pendência se arrastou por longos meses, sendo vencida pela EMI, proprietária da Capitol.

Esse showzaço, chegou a sair em vídeo e depois em DVD em edição não autorizada. Em 2004 foi lançada a versão definitiva, em DVD duplo. O primeiro disco traz o show completo, que foi exibido nos cinemas como um documentário dirigido por Saul Swimmer. O segundo vem com um documentário recente sobre a história do concerto, números musicais gravados durante a passagem de som e o show vespertino e o making of do filme e do disco, com depoimentos dos profissionais envolvidos.
O ponto mais alto do espetáculo é o final da apresentação da noite, na útima canção - Bangladesh - George se emociona, tira a guitarra e deixa o palco ovacionado. Os músicos continuam tocando sem saber o que deviam fazer. Um final perfeito e adequado para uma obra-prima dessa grandeza.

Um novo Concerto por Bangladesh 50 anos depois? Pois é, Cinquenta anos depois dos concertos beneficentes originais organizados por George Harrison e Ravi Shankar, um novo concerto para Bangladesh está agendado para acontecer na Índia ainda em 2021. Apropriadamente, será conduzido pelo filho de Harrison, Dhani Harrison, e a filha de Shankar, Anoushka Shankar. 

GEORGE HARRISON - ISN'T IT A PITY - LINDA DEMAIS!

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