sexta-feira, 22 de março de 2019

RINGO STARR - I'M THE GREATEST! - SENSACIONAL!!!*****

Um comentário:

"I'm the Greatest" foi composta por John Lennon e lançada como a faixa de abertura do álbum de 1973 “Ringo” de Ringo Starr. Com Ringo, Lennon e George Harrison aparecendo na faixa, ela registra a única vez que três ex-Beatles gravaram juntos entre a separação da banda em 1970 e a morte de Lennon em 1980. Lennon escreveu a música em dezembro de 1970 sobre sua carreira e mais tarde a adaptou para Ringo cantar. A gravação de "I'm the Greatest" aconteceu em Los Angeles em março de 1973, durante um período em que as tensões entre todos os ex-Beatles haviam diminuído. Notícias de Ringo, Lennon e Harrison trabalhando juntos levaram a especulações na imprensa de que a banda poderia se reunir novamente. Assim como todo o álbum, "I'm the Greatest" foi produzida por Richard Perry e também inclui contribuições musicais de Billy Preston, o tecladista cujas estreitas ligações com os Beatles o levaram a ser candidato ao disputado título de “5º Beatle”.
Os Beatles se separaram em abril de 1970, tendo alcançado um nível sem precedentes de fama internacional para um grupo musical, e depois de ajudar a inspirar muitas das mudanças musicais e culturais dos anos 60. Aos olhos da mídia e do público, os membros da banda foram divididos em duas facções: John Lennon, George Harrison e Ringo Starr, que optaram por contratar os serviços de Allen Klein para gerenciar a Apple; e Paul McCartney, cuja postura isolacionista foi interpretada como a razão para o rompimento. Em dezembro de 1970, depois de saber que McCartney pretendia processar seus colegas no Supremo Tribunal Britânico, Lennon começou "I'm the Greatest" como um comentário sarcástico sobre seu passado. Ele foi inspirado a escrever a música depois de assistir a primeira transmissão de televisão do filme dos Beatles em 1964, A Hard Day's Night e o título "I'm the Greatest", ele tirou de uma frase de efeito adotada pelo pugilista Muhammad Ali, que os Beatles haviam conhecido em fevereiro de 1964.
Em Tittenhurst Park, Lennon gravou demos da nova composição e também de "Make Love Not War", embrião de "Mind Games" em 1973. Em julho de 1971, no final das sessões de gravação de Imagine, Lennon gravou outra demo de "I'm the Greatest". Ele então a deixou de lado até 1973, quando Ringo se aproximou de seus três ex-colegas de banda para gravar seu álbum solo, "Ringo". Em resposta, Lennon adaptou a faixa para se adequar ao estilo do baterista. Mais tarde Lennon disse que, com o título da música sendo um conhecido ditado de Ali, ele não sentiu que poderia cantar sozinho sem atrair controvérsia, enquanto que "as pessoas não ficariam chateadas se a declaração viesse de Ringo".
As sessões para "Ringo" coincidiram com um espírito de reconciliação entre os quatro ex-Beatles. Isso se deveu em parte à decisão de Starr, Lennon e Harrison de romper seus laços comerciais com Allen Klein. Klaus Voormann, amigo dos Beatles desde seus primeiros anos em Hamburgo, também cita a disposição de todos os colaboradores do álbum em ajudar Ringo a se estabelecer completamente como artista solo. Com Richard Perry como seu produtor, Ringo gravou a faixa ritmo para "I'm the Greatest" no Sunset Sound Recorders em Los Angeles em 13 de março de 1973. Lennon tocou na sessão, assim como George Harrison, que estava em Los Angeles para reuniões relacionadas às duas ciletâneas dos Beatles, 1962-1966 e 1967-1970, e também para produzir um novo álbum de Ravi Shankar. Ouvindo que Ringo e Lennon estavam trabalhando juntos, Harrison telefonou para o estúdio e perguntou a Perry se ele poderia participar. Lennon recebeu a participação de Harrison, dizendo: "Claro que sim ... Diga a ele para vir imediatamente me ajudar a terminar de escrever esta ponte".
A imprensa logo soube da colaboração de março de 1973, levando a rumores elevados sobre uma reunião completa dos Beatles, particularmente no Reino Unido. Naquele mesmo mês, Ringo disse que qualquer reunião desse tipo estava absolutamente fora de questão. Então, a imprensa começou a especular sobre a substituição de Paul por Klaus Voorman, que tocou baixo em todo o álbum. Bobagem.
Em outubro, quando se separou de Ono, Lennon disse a Chris Charlesworth, da Melody Maker, que os quatro ex-Beatles estavam "mais próximos agora do que há muito tempo" e que "sempre há uma chance" de uma reunião temporária. Ele acrescentou que McCartney provavelmente teria tocado em "I'm the Greatest" também, se ele estivesse em Los Angeles na época. Reconhecendo a importância da sessão com Lennon e Harrison, Ringo decidiu gravar a contribuição de McCartney para o álbum, "Six O'Clock", em Londres, para garantir que McCartney também aparecesse no álbum.
A Apple Records lançou o álbum Ringo em 2 de novembro de 1973 com "I'm the Greatest" como a faixa de abertura. Ajudado pela especulação em torno das colaborações entre Ringo seus ex-companheiros, e pelo interesse gerado pelas duas coletâneas dos Beatles, o álbum "Ringo" foi um sucesso comercial, ofuscando até “Mind Games” que Lennon lançou simultaneamente. Reconhecendo a conquista de Ringo, Lennon lhe enviou um telegrama que dizia: "Parabéns. Como você se atreve? E por favor me escreva uma música de sucesso".

"I'm the Greatest" foi mais tarde incluída nas coletâneas de Ringo, “Blast from Your Past (1975) e “Photograph: The Very Best, de Ringo Starr” (2007). Ao final de sua versão de "I'm the Greatest", Ringo conclui declarando-se "the greatest – in this world, in the next world, and in any world!" - "O MAIOR - NESTE MUNDO, NO PRÓXIMO MUNDO E EM QUALQUER MUNDO!". Eu também acho!

PAUL McCARTNEY - OH WOMAN, OH WHY?**********

Nenhum comentário:

Enquanto "Another Day" expressa uma visão global do dia-a-dia, "Oh Woman Oh Why?" (lado B) ainda que nas entrelinhas, expressa o sentimento de Paul McCartney em relação aos negócios dos Beatles naquele momento: "my hands are tied...what i have done?" ( minhas mãos estão atadas... o que foi que eu fiz?). Como efeito especial, sete tiros foram disparados de um revólver calibre 38. Instrumentos tocados por Paul McCartney: contrabaixo, bateria, efeitos, guitarra elétrica. Guitarra elétrica, por David Spinozza. Harmonias por Linda McCartney e percussão de Denny Seiwell. Foi composta em Campbelltown, Escócia, gravada nos estúdios da Columbia, em Nova York e lançada como Lado B de "Another Day" em fevereiro de 1971, no Reino Unido e nos EUA. Fonte: "Paul McCartney - Todos os segredos..." de Claudio D. Dirani.

RAUL SEIXAS E MARCELO NOVA - A PANELA DO DIABO - CLÁSSICO!**********

6 comentários:
Um abraço especial para o Roque22.
Fonte: MOFO - beatrix.pro.br

A Panela do Diabo é um disco histórico por vários motivos: foi o último LP de Raul Seixas e lançado dois dias antes de se falecimento, ocorrido no dia 21 de agosto de 1989; foi o único trabalho que Raul dividiu com alguém; e juntou duas gerações de roqueiros baianos: Raul Seixas, o maior nome do rock brasileiro, dono de uma carreira brilhante e cheia de acidentes pessoais, e Marcelo Nova, ex-líder do Camisa de Vênus e que começava uma carreira-solo, ao lado da banda Envergadura Moral. Uma parceria que rendeu 50 shows, uma dezena de composições e um disco que já nasceu clássico. A parceria de Raul Seixas e Marcelo Nova pode ser considerada uma das mais importantes e emotivas na história do rock. Era o encontro do ídolo, já extremamente doente, enfrentando problemas com alcoolismo, diabates, e um fã apaixonado por toda sua obra e que, quando adolescente, assistia Raul Seixas nos teatros de Salvador, comandando a banda Raulzito e os Panteras.Em entrevista ao jornalista Luís Claudio Garrido, à Revista Bizz, publicada em dezembro de 1989, Marcelo Nova relembra como nasceu a parceria que resultou em 50 shows e no disco A Panela do Diabo. "Foi por etapas. Primeiro, eu ia aos shows dele na Bahia - na época de Raulzito e Seus Panteras - e, depois das apresentações, ia até o palco apertar a mão dele. Ele nem me conhecia. Muito tempo depois, o Camisa de Vênus estava tocando no Circo Voador e ele foi ver. Chamei Raul para o palco e nós tocamos, na base do improviso, um medley de rock´n´roll, misturando 'Long Tall Sally' com 'Be-Bop-A-Lu-La' e 'Tutti Frutti'. Eu estava tão emocionado que não conseguia cantar nada, só ficava olhando. Depois disso, em 1984, fui ver o último espetáculo dele em São Paulo, numa danceteria que chamava Raio Laser. Quando terminou fui cumprimentá-lo, e nos aproximamos, trocando endereços. Para minha surpresa, num domingo, às 11 horas da manhã, Raul, Tony Osanah e suas respectivas esposas batem na minha porta. Eu fiquei assim, sem acreditar. Em 1986, o Camisa gravou "Ouro de Tolo". No ano seguinte, a gente já se freqüentava mais e fizemos "Muita Estrela, Pouca Constelação" - eu compus a letra e ele, a música. Aí não parou mais, até chegar setembro do ano passado, quando ele teve mais uma crise de saúde e estava em condições financeiras muito ruins, pelo fato de estar há cinco anos sem trabalhar. Eu o convidei para fazer uma apresentação na Bahia. Ele gostou do resultado, eu também, e combinamos de fazer mais dois ou três espetáculos, que acabaram virando cinqüenta".
Marcelo Nova estava no auge da carreira com o Camisa de Vênus. Em 1986, a banda havia lançado o disco Correndo o Risco, com mais de 300 mil cópias vendidas, graças aos sucessos "Simca Chambord", "Só o Fim" e "Deus me Dê Grana", além de uma versão de "Ouro de Tolo", de Raul. No ano seguinte, lançaram o disco Duplo Sentido, um álbum duplo e que trazia o sucesso "Muita Estrela, Pouca Constelação", primeira composição da parceria Raul e Marcelo. O álbum teria uma vendagem bem mais modesta - cerca de 40 mil cópias - e decretaria o fim do grupo, ao menos, até 1996. Após o fim do Camisa de Vênus, Marcelo Nova iniciou uma carreira-solo, com a Envergadura Moral - Johnny Chaves (teclados), Carlos Alberto Calasans (baixo), Gustavo Mullem (guitarra) e Franklin Paollilo (bateria).
Os shows mostravam uma realidade aterradora: inchado, sem forças e bebendo sem parar, Raul Seixas era apenas uma sombra do que havia sido. Há três anos sem subir num palco, Raul mostrava-se completamente esgotado, aos 44 anos, contrastando com a energia ilimitada de Nova, sete anos mais novo. Após 50 shows realizados, André Midani, chefe da WEA, os convidou para lançar um disco. Imediatamente, os dois se trancaram em estúdio e começaram a dar vida às músicas que já vinham escrevendo. A Panela do Diabo é um disco simples de rock and roll, simples, direto, feito com coração, com rock e momentos mais leves. Um álbum com temas pesados, mas tratados com ironia e acidez, uma marca comum entre Raul e Marcelo Nova. O trabalho trazia 11 músicas, incluindo o sucesso "Carpinteiro do Universo", que puxou as vendagens do álbum, superiores a 150 mil cópias e que rendeu um disco de ouro.Tragicamente, o LP foi lançado no dia 19 de agosto de 1989, dois dias antes da morte de Raul, encontrado morto, em sua cama, no apartamento que residia em São Paulo. As composições eram feitas como uma verdadeira dupla, com cada um opinando na letra ou na música do outro. Segundo Marcelo Nova na mesma entrevista, "foi um trabalho feito em parceria mesmo. Eu o definiria como um disco de rock'n'roll. Dois homens de meia-idade não poderiam fazer de conta a esta altura do campeonato. Por isso, a gente decidiu abrir o disco cantando 'Be-Bop-A-Lu-La', um rock dos anos 50, que era para ninguém ter dúvida quanto à nossa intenção".
Passados quase 30 anos do lançamento, o disco se encontra fora de catálogo tanto em LP ou CD, como manda a maldita lei da indústria fonográfica brasileira que privilegia o comercialismo vulgar e burro, relegando aos sebos e colecionadores obras como esta. A busca, talvez, torne o disco ainda mais interessante de ser ouvido e digerido. Depois de todos esses anos, Raul Seixas segue sem substitutos. Marcelo Nova ainda está vivo e segue sua carreira. A Panela do Diabo é um disco fiel às origens dos dois e um belo exemplo de rock clássico brasileiro. Que venha uma reedição. Urgentemente.

quarta-feira, 20 de março de 2019

JOHN LENNON - INSTANT KARMA (WE ALL SHINE ON) - SENSACIONAL!

Um comentário:

No dia 26 de janeiro de 1970, John Lennon compôs "Instant Karma". Essa faixa é uma das três músicas solo de Lennon, juntamente com "Imagine" e "Give Peace a Chance", a entrar no Rock and Roll Hall of Fame. "Instant Karma" é uma das músicas lançadas de forma mais rápida na história da música pop. Foi gravada em Abbey Road no mesmo dia em que foi escrita e lançada apenas dez dias depois. Lennon, certa vez, chegou a dizer que "escreveu no café da manhã, gravou para o almoço e lançou no jantar". Foi produzida por Phil Spector e participaram da gravação: o próprio John Lennon, guitarra e piano; Billy Preston, teclados; Klaus Voorman no baixo e backing vocals; Alan White na bateria; George Harrison na guitarra e backing vocals; Yoko Ono, Allen Klein e Mal Evans, backing vocals. O resultado realmente ficou perfeito e o compacto foi lançado em 6 de fevereiro de 1970.
O título veio de Melinde Kendall, esposa do ex-marido de Yoko Ono, Tony Cox. Ela usou a frase em uma conversa durante a estadia de Lennon e Ono com eles na Dinamarca em dezembro de 1969. Lennon tornou-se familiarizado com o conceito de karma durante o despertar espiritual dos Beatles em 1967. A crença oriental apresenta uma série de crenças religiosas e tradições. John escreveu a letra com a intenção que as pessoas assumissem a responsabilidade por suas ações. Para gravá-la, ele reservou o Studio Two da EMI, em Abbey Road e George Harrison foi quem sugeriu a Lennon que Phil Spector produzisse a faixa. “Instant Karma” foi lançada no Reino Unido em 6 de fevereiro de 1970, e entrou nas paradas de singles no dia 21 de fevereiro, chegando ao número cinco. Ao todo passou nove semanas nas paradas. O lado B – “Who Has Seen The Wind?” era uma balada acústica, escrita por Yoko Ono e produzida por Lennon. O lançamento nos EUA veio duas semanas depois, em 20 de fevereiro. Alcançou a posição número três na Billboard Hot 100. “Instant Karma” foi o primeiro single solo de um ex-Beatle a vender mais de um milhão de cópias somente nos Estados Unidos.https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhK8vo9xng6hQtpSMqF98a3uBrTy2q5qBY4tL1Wy_Bd_IjUrS8s9Bdt0nlngng5y5H34YBok5P9hI5T6CxHbRhCTe9ksKRWDwKLIO6YRaUuCh5qZbjWYgyvuDUP5FZuDZn_p1BzRzKRljM/s400/
O programa produzido pela BBC, Top Of The Pops, foi um dos principais programas de televisão por algum tempo na década de 60, e os Beatles apareceram nele cinco vezes. Em 11 de fevereiro de 1970, John Lennon foi o primeiro dos Beatles a aparecer neste show como artista solo apresentando sua mais nova criação e sucesso em potencial, "Instant Karma" com a Plastic Ono Band. A apresentação foi em parte devido à ânsia de Lennon de lançar o single, deixando-o com pouco tempo para gravar um vídeo. A Plastic Ono Band nessa ocasião era John Lennon nos vocais e piano, Klaus Voormann no baixo, Mal Evans no pandeiro, Alan White na bateria, e o funcionário da Apple e futuro jornalista de música Jimmy Fallon no baixo e pandeiro. Yoko Ono fez crochê de olhos vendados e também segurou cartas durante partes da música. “Instant Karma” foi tocada ao vivo por Lennon e sua banda de plástico, em apenas duas ocasiões, no One to One Concerts - shows beneficentes para crianças deficientes. Os dois concertos aconteceram na tarde e noite do dia 30 agosto de 1972, no Madison Square Garden, em Nova York.

terça-feira, 19 de março de 2019

THE BEATLES - HELLO LITTLE GIRL - SENSACIONAL!

Um comentário:

Composta em 1957, “Hello Little Girl” foi a primeira música escrita por John Lennon. Os Beatles gravaram uma versão durante a sua mal sucedida audição para a Decca Records em 1 de janeiro de 1962. Uma demo caseira de "Hello Little Girl”, disponível em bootlegs, foi gravada no início de 1960 com Lennon, McCartneyHarrison e Stuart Sutcliffe. Enquanto a qualidade do som é inevitavelmente inferior à versão da Decca, e certas linhas foram apenas parcialmente escritas, esta gravação inicial mostra a forte influência de Buddy Holly nos primeiros trabalhos de Lennon. De acordo com o próprio, outra influência foi a música de Cole Porter, "It's De-Lovely", que apareceu pela primeira vez no musical de 1936, “Red, Hot And Blue”. Na época da audição da Decca, o grupo aumentou sua performance, transformando “Hello Little Girl” em algo que se aproximasse de uma música pop comercialmente viável. As harmonias vocais também apontam o caminho para o som que mais tarde se tornaria uma marca registrada dos Beatles. A música foi executada para a Decca na tentativa de demonstrar a qualidade do material original do grupo. Embora fosse incomum, no início dos anos 1960, que os grupos escrevessem suas próprias canções, Lennon e McCartney afirmaram ter escrito dezenas em seus primeiros dias. Os Beatles cantaram “Hello Little Girl” e “Like Dreamers Do” de McCartney durante a audição da Decca. O fato de as duas músicas terem sido parte do set ao vivo do The Quarrymen desde 1958 sugere que eles ainda não tinham certeza da qualidade de suas próprias músicas, e talvez fossem compositores menos prolíficos do que afirmavam ser. A música não ficou no repertório dos Beatles por muito mais tempo e nunca foi gravada para a EMI. Foi, no entanto, realizada em uma audição para a rádio BBC, que teve lugar na Broadcasting House, em Manchester, em 12 de fevereiro de 1962. “Hello Little Girl” foi depois oferecida a Gerry and the Pacemakers como o seguimento de “How Do You Do It”. Eles gravaram uma demo em 17 de julho de 1963, mas optaram pela música de Mitch Murray, “I Like It”. Foi então dada a outra banda de Merseybeat, The Fourmost. Produzida por George Martin em Abbey Road em 3 de julho de 1963, essa versão foi lançada em 30 de agosto e chegou ao número 9 nas paradas do Reino Unido. “Hello Little Girl” aparece no Anthology 1, depois de “Like Dreamers Do”e antes de "Besame Mucho".

PAUL McCARTNEY - ANOTHER DAY - SEMPRE EM BOA HORA!

2 comentários:

"Another Day" é uma música de Paul McCartney (creditada a Paul e Linda McCartney) que começou a ser composta em Nova York em 1970, durante as sessões de seu álbum Ram e foi concluída em Londres e Campbeltown, Escócia. Apesar de ter sido a primeira canção da carreira solo de McCartney, bem antes de ser gravada em janeiro de 1971, “Another Day” havia sido mostrada durante o projeto Get Back, para os outros Beatles, nos dias 9 e 25 de janeiro de 1969, nos estúdios Twickenham e Apple, respectivamente. Foi lançada em 19 de fevereiro de 1971 no Reino Unido e no dia seguinte nos EUA, trazendo "Oh Woman, Oh Why" como o Lado-B.

McCartney volta a lidar na letra do seu primeiro compacto com os seus temas favoritos: solidão, cotidiano, e mulheres com personalidade, assim como fizera em outras composições como Eleanor Rigby, Lady Madonna e Lovely Rita. A produção contou com a colaboração do produtor Phil Ramone. Já sua escolha como single foi decidida na sala de controle do estúdio A2 da A&R enquanto o álbum era mixado. Segundo o engenheiro de som, Dixon Van Winkle, McCartney teria escolhido “Another Day” como primeiro compacto das sessões a partir de uma sugestão sua. “Another Day” foi um hit tanto nos Estados Unidos - número 5, como no Reino Unido - número 2, em março de 1971. Na Austrália, ficou mais de uma semana em número 1. Na França, também foi número 1. Um belo cartão de visitas.

GEORGE HARRISON - BYE BYE LOVE

2 comentários:

"Bye Bye Love" foi escrita por Felice e Boudleaux Bryant e lançada em 1957. Tornou-se mais conhecida depois de uma gravação dos Everly Brothers. Essa gravação alcançou o número 2 na parada da Billboard nos EUA e número 1 nos gráficos da Cash Box Best Selling Record. Com os Everly Brothers, também fez sucesso como música country, alcançando o número 1 na primavera de 1957. "Bye Bye Love", dos Everlys, está classificada em 210º lugar na lista da revista Rolling Stone com "As 500 Maiores Músicas de Todos os Tempos". "Bye Bye Love" também foi a primeira música que Paul McCartney tocou ao vivo num palco. A música fazia parte do repertório de Rory Storm e The Hurricanes. Os Beatles fizeram uma "cover" durante as sessões de Let It Be em 1969, e George Harrison gravou a música em 1974 para seu álbum Dark Horse, mudando algumas das palavras. Harrison escreveu letras adicionais e uma linha de melodia radicalmente diferentes. As novas palavras foram em referência à sua esposa Pattie Boyd, que o deixou para ficar com seu amigo Eric Clapton. Essa versão de Harrison, foi tão ou mais massacrada pela crítica que o álbum que a trazia, Dark Horse.

52 MITOS POP - PABLO MIYAZAWA - SENSACIONAL!**********

Nenhum comentário:

Passear pelos corredores de uma das poucas boas livrarias que ainda restam, para mim, é a única parte boa da visita a um shopping, já que o número de “discotecas” (antigas lojas onde se vendia  discos), é ainda menor. E foi, numa livraria dessas que me deparei com esse livrinho legal demais e que eu já gostei logo de cara pela capa! O Coringa enlouqueceu Heath Ledger? J.K. Rowling não escreveu os livros Harry Potter? Han Solo atirou primeiro? Bruce e Brandon Lee foram assassinados pela máfia? O Pink Floyd compôs The Dark Side of the Moon para acompanhar O mágico de Oz? O cenário pode variar, mas quem nunca se viu numa discussão sobre temas dos mais variados do universo da Cultura Pop"52 Mitos Pop - Mentiras e verdades do mundo do entretenimento".
Pablo Miyazawa decidiu usar seus conhecimentos como um dos jornalistas de cultura pop mais respeitados do país para tentar separar o que é fato do que é ficção. O resultado é um livro divertido e fácil de ler, repleto de anedotas e histórias de bastidores. Informativo sem nunca ficar restrito somente aos fãs de cada tema. Indispensável para viciados em cultura pop (e não somos todos hoje em dia?) ou simplesmente para quem tem um fraco por teorias da conspiração da internet (de novo, todos nós).


Como uma das inspirações de John Lennon para compor "Lucy In The Sky With Diamonds", foi a fantástica obra de Lewis Carroll - "Alice no País das Maravilhas", escolhi justamente esse capítulo do sensacional livro de Pablo Miyazawa - "52 Mitos Pop - Mentiras e verdades do mundo do entretenimento". Espero que gostem e façam seus comentários. Valeu!
Alice no País das Maravilhas é uma das obras literárias mais famosas de todos os tempos. Foi escrita pelo britânico Lewis Carroll, que na verdade se chamava Charles Hodgson e era um professor universitário de matemática na Christ Church College, em Oxford. O pseudônimo surgiu como uma forma de Hodgson preservar sua privacidade, e já demonstrava sua criatividade; ele traduziu seus dois primeiros nomes (Charles Lutwidge) para o latim (Carolus Ludovicus), inverteu a ordem e traduziu o resultado novamente para o inglês (Lewis Carroll).Publicado pela primeira vez em 1865 e traduzido para 174 idiomas, Alice no País das Maravilhas é conhecido e apreciado pela narrativa rebuscada e pelo ambiente fantasioso de forte apelo psicodélico. É como se a protagonista vivesse em constante estado de sonho (ou pesadelo) enquanto experimenta seus desejos mais secretos e encara seus medos mais profundos. Por causa desse apelo surrealista, as entrelinhas da obra continuam a ser analisadas e interpretadas ao longo dos anos.O que no primeiro momento era compreendido como uma simples fantasia infantil ganhava contornos mais sombrios na medida em que o mundo se tomava menos inocente. Nps anos 1960, havia uma lenda tão difundida que parecia ser verdade: Lewis Carroll estaria sob o efeito de drogas quando escreveu as histórias de Alice, que por sua vez seriam analogias veladas ao consumo de alucinógenos.É verdade que Alice no País das Maravilhas não passa totalmente batido pelo tema das drogas. Há diversas referências óbvias, como a lagarta relaxadamente fumando um narguilé, e outras nem tanto, como o consumo de cogumelos alucinógenos. Vale lembrar que, na época em que essa história foi escrita, a cultura das drogas era abordada de uma maneira toda particular — não havia leis específicas que inibissem o consumo, e substâncias hoje ilícitas, como ópio e cocaína, eram consagradas por suas funções medicinais e podiam ser adquiridas com farmacêuticos. A ideia de se entorpecer recreativamente não era tão distante da realidade de membros da alta classe como Lewis Carroll.A fábula da menina que cai na toca do coelho e depara com criaturas fantásticas e situações bizarras começou a ser escrita mentalmente por Carroll durante um passeio de barco com a presença de algumas crianças — incluindo Alice Liddell, de dez anos, neta do reitor da universidade onde ele lecionava. Para entreter os pequenos passageiros, Carroll passou a contar uma história que ia elaborando em tempo real na cabeça. Ao final do passeio, Alice pediu que escrevesse a aventura completa. Assim, a primeira versão de Alice no País das Maravilhas foi manuscrita e desenhada pelo próprio Carroll como um presente para a menina. A trama era diferente da ‘que ficou consagrada, já que muitos dos fatos mais famosos só foram escritos mais tarde, depois que amigos e familiares do autor o encorajaram a se aprofundar no trabalho. O sucesso não demorou a vir, mas as polêmicas só surgiram quase uma centena de anos mais tarde.É até possível alegar que, se ele realmente usasse drogas, os livros de Alice não seriam tão bem escritos, organizados e recheados de referências à 'vida real". Além do mais, eles mantêm o mesmo estilo literário que Carroll exibiu durante toda a carreira, mesmo antes de se tornar um escritor famoso. Segundo consta, Carroll era um careta incorrigível, religioso, casto e seguidor de regras. No máximo, pode ter experimentado algum tipo de opiáceo para tratar da enxaqueca. De qualquer maneira, nada impediu que as histórias de Alice se consagrassem como uma das grandes alegorias de viagens de drogas na cultura pop. Ainda hoje se tenta descobrir uma conexão entre a vida privada de Lewis Carroll e o conteúdo absurdo das aventuras que escreveu. Há quem acredite que, mesmo sem drogas, ele tinha ideias não muito inocentes em mente quando criava suas histórias — talvez por conta da ambiguidade típica que caracteriza sua narrativa. Talvez Carroll jamais tivesse a intenção de esconder mensagens subliminares em suas obras, mas o fato de também ser um matemático contribuiu para que cada mínimo elemento contido nos livros tivesse uma razão de ser. Seja qual for a verdade, ainda é mais justo observarmos os trabalhos de Lewis Carroll como perfeitos produtos de entretenimento que jamais envelhecerão ou sairão de moda. Qualquer outro contexto secreto está nos olhos do observador.
Lewis Carroll é uma das 70 figuras que aparecem na capa do álbum Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band – obra imortal dos Beatles de 1967.


PAUL McCARTNEY - COMING UP - CONCERT FOR KAMPUCHEA - SENSACIONAL!

Um comentário:

Coming Up! Tá chegando o dia do primeiro dos três shows que Paul McCartney fará no Brasil em 2019. Ele se apresentará duas vezes em São Paulo, nos dias 26 e 27 de março, no Allianz Parque (Estádio Palestra Itália), e depois, no dia 30 em Curitiba, no Estadio Couto Pereira. Desde sempre, welcome to Brazil, Paul!!!

AS INACREDITÁVEIS PERUCAS BEATLE*****

Nenhum comentário:

Tanto quanto sua música e a forma de apresentá-la, os Beatles mudaram o comportamento e a sociedade. Mesmo quando não eram os pioneiros, a popularidade que tinham dava aval a qualquer ideia - e criava tendências: paz, amor, drogas e companhia. A fase em que o grupo foi para a Índia impulsionou deste lado do planeta um interesse inédito pelas tradições orientais e influenciou das conversas de bar à moda, passando pela decoração e a venda de incenso.

Durante a primeira visita dos Beatles aos Estados Unidos, há 51 anos, em fevereiro de 1964 – início do que ficou conhecido como “invasão britânica”, o mundo ocidental, ainda convalescente dos estragos da Segunda Guerra e do assassinato do Presidente Kennedy, era novamente sacudido. Mas dessa vez, pelos acordes de músicas estranhas, mas irresistíveis, como She Loves You e I Want to Hold Your Hand. Mesmo antes de sua chegada à América, já estavam sendo comercializados uma infinidade de bugigangas baratas que já estava sendo produzida para ganhar dinheiro com o nome deles: lanternas, relógios, casacos, travesseiros, cachecóis, canetas, pulseiras, jogos de tabuleiro, livros para colorir e qualquer coisa que se possa imaginar. Mas de todos esses produtos, o mais estranho, o mais bizarro deles todos sem dúvidas, foi a “Peruca Beatle”.


As perucas Beatle certamente foram a maior mudança na confraternização de celebridades desde o aparecimento de camisetas estampadas. Enquanto atores e cantores lançaram modas durante a  primeira metade do século XX, não se tem conhecimento, de nenhum outro artista que tenha inspirado tantos produtos industrializados com os Beatles, de modo que sua popularidade sísmica explodiu completamente a cultura ocidental.
Os Beatles foram os precursores da imagem do ídolo pop cabeludo. Hoje, os inocentes penteados mop-top (que têm esse nome pela semelhança com um esfregão, do inglês mop) nem parecem rebeldes, mas há 51 anos eram. O comércio lucrou muito com a venda das “perucas Beatle”, que podiam ser feitas de cabelos mesmo ou de plástico, para crianças.

Botinas de salto cubano eram onipresentes como botas "Beatle", e ternos eduardianos sem gola eram vendidos como ternos "Beatles". Mas essas eram roupas que já existiam. Mas e as perucas? O desejo generalizado dos fãs de comprar perucas ruins para imitar o cabelo de seus heróis com certeza, foi algo absolutamente novo.
"A única Peruca Beatle Autêntica" apareceu em 1964 e foi fabricada pela Lowell Toy Mfg. Corp. de NY. Feitas de cabelo "natural", atualmente são avaliadas em cerca de US $ 100, se ainda estiverem seladas, e não são tão difíceis de encontrar. Uma grande quantidade de perucas originais não embaladas foi encontrada em 1983, e novos cartões de cabeçalho foram impressos para reembalá-las. Os cartões de cabeçalho eram quase idênticos aos originais, mas com a adição bem-vinda de uma linha de texto: "Original autêntica peruca Beatle por volta de 1964”.


Uma outra versão da Peruca Beatle também foi fabricada no Reino Unido, estilo de plástico e um cartão de cabeçalho diferente, com a embalagem, pode custar até cerca de US$ 500 em bom estado, e é a mais rara (e cara) de todas as Perucas Beatle.


ELTON JOHN - EMPTY GARDEN - 1982 - LIVE*****

2 comentários:
Especialmente para minha amiga Susy, valeu! 

quinta-feira, 14 de março de 2019

THE BEATLES - A INCRÍVEL ARTE DA CAPA DO "OLDIES"

5 comentários:
O amigo Haroldo Clarim disse nos comentários da recente postagem "A COLLECTION OF BEATLES OLDIES, BUT GOLDIES", que seria interessante saber quem foi o autor da arte fantástica da capa. Pois bem: aqui está!
A capa do álbum é uma pintura do artista DAVID CHRISTIAN, que capturou as cores vibrantes então populares nas boutiques de moda da Carnaby Street de Londres. A pintura era um trabalho "colorido de "Pop-Art" que havia sido encomendado por Brian Epstein. Mostra algumas figuras que seriam os Beatles em estilo Vaudeville nos anos 1920 com carros da época, gramophone e dança.  Na descrição do jornalista de música Martin O'Gorman, a imagem da capa reflete em parte a popularidade de butiques retrô como I Was Lord Kitchener's Valet; inclui também um homem com um corte de cabelo no estilo "mod" reclinado sobre um bumbo de bateria com o nome do álbum, vestindo uma calça listrada Day-Glo e gravata com estampas berrantes. O'Gorman acrescenta que, com exceção dos bigodes que os quatro Beatles logo cultivariam, o artista também havia capturado a nova imagem psicodélica da banda, que seria revelada nos clipes das duas músicas de seu próximo single, "Strawberry Fields Forever" e "Penny Lane".
Na parte de trás da capa do LP, foi usada uma belíssima foto feita por ROBERT WHITAKER. A foto foi tirada no Tokyo Hilton, onde os Beatles foram confinados por grande parte de sua turnê de 1966 no Japão devido a preocupações com a segurança. O autor Colin Larkin comenta que, em comparação com seu visual como artistas ao vivo, sua imagem como pop-stars também estava passando por uma metamorfose no final de 1966.

quarta-feira, 13 de março de 2019

GEORGE HARRISON - YOUR LOVE IS FOREVER - SENSACIONAL**********!

5 comentários:

Poucas pessoas esperavam que George Harrison fosse o mais bem sucedido dos ex-Beatles, mas seu álbum triplo "All Things Must Pass" de 1970 e o megahit single “My Sweet Lord” catapultaram George para uma posição de estrelato solo, mas os próximos anos não seriam tão doces. Nada que Harrison fez depois de "All Things Must Pass" teve o mesmo impacto e apelo comercial, e muito poucos argumentariam que seu material de meados dos anos 70 era seu melhor trabalho. Em 1976, já não era garantido que os seus singles ou álbuns seriam populares nas rádios ou nas lojas. Ele parecia perdido durante o meio da década, lutando com drogas e bebida e finalmente se separando de Patti Boyd. Ele muitas vezes parecia abatido e fisicamente perdido. As coisas só poderiam melhorar, e assim foi. Em 1974, quando a Apple Records finalmente capitulou, Harrison criou a Dark Horse Records para publicar seu trabalho e o de outros artistas de que ele gostava. (A&M Records distribuiu o trabalho até 1976, quando a Warner Brothers assumiu o controle.) Enquanto em Los Angeles, Harrison conheceu Olivia Arias, secretária da gravadora, e os dois começaram um relacionamento. Se casaram em 1978, um mês depois de seu filho Dhani nascer. Harrison muitas vezes creditou Olivia por ajudá-lo a sair da lama e dar-lhe algo pelo qual viver. Ele logo percebeu que gostava da vida em sua tranquila propriedade - onde podia ser um jardineiro e tocar guitarra quando quisesse.
O álbum "George Harrison", lançado em 1979, refletiu toda essa serenidade recém-descoberta. As músicas irradiavam otimismo, amor, paciência e até humor. Uma longa estada no Havaí informou seu senso de conexão com a terra, e gravar o álbum em sua propriedade de Friar Park contribuiu para o espírito calmo e fluido. Com a ajuda de amigos músicos experientes como Willie Weeks, Andy Newmark, Gary Wright, Steve Winwood e o produtor Ted Templeman, Harrison preparou um álbum suave, pop e alegre. Ele resgatou um pouco de seu passado nos Beatles com uma nova visão de uma música da época do Álbum Branco, 'Not Guilty', e com 'Here Comes the Moon', uma espécie de sequela cintilante de 'Here Comes The Sun'. Ele também conseguiu um sucesso moderado com a charmosa e inspiradora “Blow Away”. “Faster” (sua homenagem aos pilotos de Fórmula 1) e “Love Comes to Everyone” (com uma participação de Eric Clapton) também tocaram bem nas rádios. Pela primeira vez em anos, o ex-Beatle parecia mais feliz.
Em “Your Love is Forever”, Harrison usou uma afinação de guitarra aberta, que lhe proporcionou maior flexibilidade melódica e um efeito de guitarra espacial com ecos. Combinando esse tom exuberante e reverberante, Harrison escreveu igualmente palavras e melodia. "Your Love is Forever" funciona como uma canção de amor tanto para uma pessoa, bem como para o Altíssimo. George poderia estar cantando sobre Olivia, ou Dhani, mas ele também poderia estar cantando sobre Deus. Não importa. Como a melhor de todas as músicas, funciona em diferentes níveis. O som, a letra e a melodia se combinam em uma espécie de oração, um reconhecimento da passagem do tempo e do nosso lugar nele.

PAUL McCARTNEY - THE WORLD TONIGHT - 1997******

2 comentários:
"The World Tonight" foi composta inicialmente como uma canção folk, sendo rearranjada com uma “roupagem” mais rock-and-roll. Segundo Paul McCartney, a música apresenta em sua letra uma coleção eleatória de pensamentos e ideias. Embora não tenha sido inspirada por qualquer motivo particular, "The World Tonight" fala dos paparazzi – fotógrafos caçadores de escândalos e poses indiscretas de personalidades. Rumores indicam a inclusão de uma mensagem subliminar ecológica na canção: “Save animal’s fur, Linda Eastman” (salve as peles dos animais – Linda Eastman)"The World Tonight" é a segunda faixa do sensacional álbum FLAMING PIE, lançado em 5 de maio de 1997.

terça-feira, 12 de março de 2019

A PEDIDOS - THE BEATLES - IT'S THE BEATLES - FAN-TÁSTICOS!

3 comentários:

A amiga Alessandra Ribeats disse na postagem "THE BEATLES LIVE AT THE INDIANA STATE FAIR COLISEUM" que gostaria de rever o especial IT'S THE BEATLES. Aí está, Alessandra. Obrigadão pela participação!

No dia 7 de dezembro de 1963os Beatles fizeram uma apresentação fenomenal que aconteceu no Empire Theatre, em Liverpool. Eles faziam parte do júri da edição especial do programa Juke Box da BBC TV, apresentado para uma pla­teia de 2.500 membros do fã-clube dos Beatles 'Northern Area Fan Club'. David Jacobs foi o "mestre de cerimônias" do show. As músicas podiam ser classificadas como aprovadas ou desaprovadas e depois de cada número, os jurados também faziam seus comentários. Após essas apresentações, o fã-clube foi presenteado com um show es­pecial, It’s The Beatles! Nossa banda preferida quebrou o maior cacete com “From Me To You”, “I Saw Her Standing There”, “All My Loving”, “Roll Over Beethoven”, “Boys”, “Till There Was You”, “She Loves You”, “This Boy”, “I Want To Hold Your Hand”, “Money (That’s What I Want)”, “Twist And Shout” e a coisa terminou com “From Me To You”, novamente, repetindo os acordes principais, numa versão instrumental, com uma batida inacreditável encerrando o show de forma mais que fantástica para delírio absoluto da plateia. Depois, a BBC Light Programme gravou uma entrevista com a banda, que seria exibida no especial de Natal Top Pops of 1963. Infelizmente, todos os vídeos disponíveis dessa performance incrível (que eu encontrei disponíveis), estão cortados mostrando apenas de “I Want To Hold Your Hand” em diante. Em compensação, esse que está mais abaixo, traz o áudio do show dos Beatles completo com uma qualidade bem aceitável para quem quiser baixar. Valeu! IT’S THE BEATLES! IT' FOREVER!