quinta-feira, 8 de setembro de 2022

THE BEATLES - HEY JUDE - DAVID FROST SHOW**********

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A apresentação de “Hey Jude” com os Beatles em 1968 no The David Frost Show marcou a primeira aparição ao vivo da banda em mais de um ano. Uma tremenda ocasião, considerando que eles não se apresentavam mais ao vivo. Para muitos fãs, era o começo do fim – menos de dois anos depois, tudo estaria encerrado. Mas por um breve momento, a aparição dos Beatles no programa, deu um vislumbre de esperança de que, talvez nem tudo estivesse perdido. Filmado no Twickenham Film Studios“Hey Jude” exigiu pelo menos três tomadas ao longo de um dia para capturar a versão final, que estreou em 8 de setembro de 1968, há 54 anos.

Os Beatles contrataram Michael Lindsay-Hogg (que mais tarde seria o diretor de “Let It Be”) para dirigir um vídeo para promover “Hey Jude” e outro com "Revolution". Hogg já tinha feito os vídeos de “Paperback Writer” e "Rain" e eles tiveram a ideia de filmar com uma controlada audiência, ao vivo. Eles gravaram o vídeo de “Hey Jude” no dia 4 de setembro. “Senhoras e senhores, vocês irão ver a maior orquestra de ‘salão de chá’ do mundo. É um prazer apresentar, em sua primeira aparição na TV após sabe-se Deus quantos anos longe das plateias, os Beatles!”.

THE BEATLES - I'LL BE BACK, I'LL BE BACK AGAIN!

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O terceiro álbum dos Beatles, o LP com a trilha sonora do filme A Hard Day’s Night, o primeiro e único disco dos Beatles com todas as músicas compostas por John Lennon e Paul McCartney, mostrava um crescimento claro e natural da banda. Lançado em julho de 1964, este álbum trazia inúmeras inovações, e bem diferente dos seus antecessores With The Beatles e Please Please Me, não encerrava com um ‘rockão’ gritado por Lennon, mas com uma balada doce e emocionantemente linda. Uma das melhores que já tinham feito até então.

"I'll Be Back" é basicamente uma composição de John Lennon creditada a Lennon-McCartney, e gravada pelos Beatles para a trilha de A Hard Day's Night, mas não utilizada no filme. Essa música não foi lançada na América do Norte até o álbum “Beatles’65”, vários meses depois.

Segundo o musicólogo Ian MacDonald, Lennon criou a música baseada nos acordes de "Runaway" de Del Shannon, que foi um sucesso no Reino Unido em abril de 1961. O autor Bill Harry acrescentou: "Ele apenas reformulou os acordes do número de Shannon e veio com uma música completamente diferente". Com seu violento estilo lírico e flamenco, o violão em "I'll Be Back" possui um ar trágico e é um pouco excêntrico em sua estrutura. Excepcionalmente para uma música pop, oscila entre notas maiores e menores; parece ter duas pontes diferentes e não tem um coro. O final do fade-out também chega inesperadamente, sendo uma meia estrofe prematura.
O produtor George Martin disse que preferia abrir e fechar os álbuns dos Beatles usando material dominante, afirmando: "Outro princípio meu ao montar um álbum sempre foi terminar cada lado fortemente, colocando o material mais fraco perto do final, mas depois saindo com um estrondo". Ian MacDonald ressaltou: "Desaparecendo em ambiguidade tonal no final de A Hard Day’s Night, foi uma despedida surpreendentemente inusitada e um sinal da próxima maturidade". O jornalista de música Robert Sandall escreveu na Mojo Magazine: "'I'll Be Back' foi o início da fase mais profética dos Beatles. Essa compreensão de como arranjos de cores em tons mais escuros ou mais suaves prenunciava uma jornada interior que eles acabaram realizando em em Rubber Soul". Os Beatles gravaram "I'll Be Back" em 16 takes em 1 de junho de 1964. Anos mais tarde, John Lennon a renegou, dizendo que foi uma das piores coisas que fez.

PAUL LIVE IN MOSCOU - BACK IN THE USSR - SENSACIONAL! ☭✯

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THE BEATLES - GET BACK - PAST MASTERS

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“Get Back” é uma música dos Beatles, composta mais por Paul McCartney, mas creditada a Lennon-McCartney, claro. Foi originalmente lançada como single em 11 de abril de 1969, creditada a "The Beatles with Billy Preston". Uma mixagem diferente se tornou a faixa final do álbum Let It Be (1970), lançado logo após a separação do grupo. A versão do single, com o final falsoapareceu posteriormente nos álbuns de compilação de 1967–197020 Greatest HitsPast Masters e 1.

THE BEATLES - CAN'T BUY ME LOVE - SENSACIONAL!

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"Can't Buy Me Love" é uma bomba dos Beatles, lançada em março de 1964 como lado A de seu sexto single, com "You Can't Do That" do lado B. Foi composta por Paul McCartney e creditada à parceria Lennon-McCartney, claro. Foi incluída como a sexta faixa do álbum A Hard Day's Night, terceiro do grupo e foi apresentada em duas cenas no filme de Richard Lester com o mesmo título. O single liderou as paradas no Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, Irlanda, Nova Zelândia e Suécia. No Reino Unido, foi o quarto single mais vendido da década de 1960.

terça-feira, 6 de setembro de 2022

THE BEATLES: GET BACK - MELHOR SÉRIE DOCUMENTAL ★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★

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A série THE BEATLES: GET BACK, da Disney+, venceu o Emmy de Melhor Série Documental ou Não Ficção na noite do último sábado (3/9) em Los Angeles.

O produtor-diretor Peter Jackson (de "O Senhor dos Anéis" e "O Hobbit"), que também levou para casa o Emmy de Melhor Direção para um Programa de Documentário/Não-ficção por THE BEATLES: GET BACK, compartilhou o prêmio com os coprodutores Paul McCartney, Ringo Starr, Yoko Ono, Olivia Harrison, Clare Olssen e Jonathan Clyde. "Gostaria apenas de agradecer a todos que trabalharam neste filme", disse Jackson ao receber o troféu. "Isso não poderia ter sido feito sem o apoio infalível de Paul, Ringo, Olivia, Julian [Lennon], Yoko e Sean [Lennon], que sempre estiveram juntos conosco com seu apoio e amor. Finalmente, um grande aplauso para os Beatles. Muito obrigado pelos mais de 60 anos de seu positivismo, exuberância, alegria… Sua música é tão profunda e acho que está realmente incorporada em nosso DNA".
O documentário sobre os bastidores da gravação do álbum "Let It Be" foi um trabalho de amor de Jackson, que ficou anos imerso no material filmado pelo diretor Michael Lindsay-Hogg de 2 de janeiro a 31 de janeiro de 1969.
A filmagem original foi concebida para um especial de televisão focado na produção de um novo álbum dos Beatles. Só que "Let It Be" acabou virando o último disco. Após John, Paul, George e Ringo anunciarem a separação, o registro teve outro rumo: virou filme, lançado em maio de 1970 com destaque para as brigas e disputas internas que teriam levado o quarteto a encerrar a parceria.

Intrigado com o resto da filmagem que nunca tinha vindo a luz, Jackson pediu para vasculhar os arquivos - roubados em 1970, mas recuperados quase na totalidade pela Interpol na década de 1990 - e encontrou mais de 56 horas desconhecidas do público. Com a permissão dos dois integrantes vivos dos Beatles, Paul McCartney e Ringo Starr, além das bênçãos das viúvas de John Lennon, Yoko Ono e de George Harrison, Olivia Harrison, ele restaurou as imagens e o áudio com tecnologia de ponta e produziu uma reedição completa, que também inclui o célebre show no telhado do estúdio da Apple, em Londres, última vez que os Beatles tocaram juntos.

O resultado joga por terra mitos consagrados pelos fãs dos Beatles. Não há Paul McCartney mandão, Yoko Ono intrigante, nada do que entrou para as lendas em torno do fim da banda. Curiosamente, quem aparece aprontando é George Harrison, que chega a abandonar as gravações e ameaça sair da banda, retornando dias depois. Mas o ponto alto de THE BEATLES: GET BACK é a química da melhor banda de todos os tempos em seu processo criativo. Eles riem e se divertem na maior parte do tempo. O prêmio à série integrou a primeira parte dos Creative Arts Emmys, como são chamadas as categorias mais técnicas do Emmy. Bravo, Beatles! Forever!

segunda-feira, 5 de setembro de 2022

THE BEATLES - THE WORD - IS LOVE! SENSACIONAL! ❤️

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Gravada dois anos depois de “She Loves You” (julho de 1963) e dois anos antes de “All You Need is Love” (junho de 1967), "The Word" (Lennon) aparece como a sexta música do fantástico Rubber Soul, depois de “Think For Yourself” (Harrison) e antes de “Michelle” (McCartney), marca a transição entre o amor menino-menina da Beatlemania e o amor de paz e harmonia da era hippie que estava começando.
Muito mais do que uma canção de amor dos Beatles, "The Word" na verdade estava cheia de pistas que indicavam uma direção em outro rumo. O amor que John cantava oferecia “liberdade” e “luz”. Chegava mesmo a oferecer “o caminho”. Talvez ele pensasse em “The Word” no sentido evangélico de “pregar a palavra”.
O que poderia ter levado os Beatles a se voltarem para essas metáforas religiosas? Pode ter sido a maconha, todos aqueles baseados, ou o LSD, que pode levar a visões religiosas ou espirituais. Em seu estudo “The Varieties Of Psychedelic Experience”, Robert Masters e Jean Houston afirmavam que o LSD não apenas produzia experiências de natureza religiosa, mas também dava às pessoas a ideia de que "um amor universal ou fraternal é possível e constitui a melhor chance do homem, se não a única". 
Foi por essa razão que “amor” se tornou uma palavra tão usada dentro da cultura das drogas nos anos 1960 e Lennon tinha sido um dos primeiros compositores a captar essa tendência. Mais tarde, ele se lembraria da canção como uma das primeiras dos Beatles “com mensagem”, quando o grupo começava a explorar o papel de líderes culturais, de quem se esperava respostas para perguntas de caráter social e espiritual.
A palavra “amor” aparece 613 vezes nas músicas dos Beatles. A geração hippie ainda não tinha se definido, a palavra “hippie” ainda não tinha se difundido e o Verão do Amor ainda não tinha começado, mas nesta música de 1965, os Beatles prenunciavam o que viria, aquilo com que toda uma geração seria associada - Amor e Paz, mais drogas. Foi a primeira música realmente com mensagem dos Beatles, embora na época, isso parecesse mais escapar ou vazar que ser algo deliberado. Lennon diria mais tarde: “É a fase da maconha. Paz e amor, cara, é disso que se trata. Amor e paz. A palavra é ‘amor’, certo?”
Steve Turner diz em seu livro 'Beatles 1966': “John era naturalmente introspectivo, embora não fizesse muito tem­po que tivesse começado a usar a autocrítica como estímulo para com­por suas músicas. “Nowhere Man” questionava o propósito da vida; “In My Life” explorava a perda, a decadência e a mudança; e “The Word”, a que ele mais tarde se referiria como sua primeira música “com uma mensagem”, era um sermão veemente em defesa do poder libertador do amor, cheio de referências bíblicas como “no início” (in the begining), “a luz” (the light), “o caminho” (the way) e “a palavra” (the word). Todas po­dem ser encontradas, aliás, no Evangelho de João.

“The Word” é principalmente de John, mas ele e Paul terminaram juntos em Kenwood. Como convinha, quando terminaram de compor "a palavra", enrolaram baseados, acenderam e escreveram uma partitura com desenhos psicodélicos feitos com aquarela e canetas hidrocor, produzindo pela primeira vez um manuscrito ilustrado. A caligrafia é de Paul e a página foi adornada com árvores e formas abstratas. As letras estão bem nítidas, considerando- se que supostamente, eles estavam alterados. A página com a letra e os desenhos, John deu depois ao compositor John Cage quando este fez 50 anos. Ela foi publicada no livro de Cage "Notations".

“The Word” foi gravada em 10 de novembro de 1965. Rubber Soul foi lançado no dia 3 de dezembro. John Lennon como sempre, arrasa nos vocais e toca guitarra; Paul McCartney faz backing vocals e toca baixo e piano; George Harrison faz backing vocals e toca a guitarra solo; Ringo Starr toca bateria e maracas e George Martin faz o solo de harmônio. “The Word”, claro, foi produzida por George Martin tendo Norman Smith como engenheiro de som. Além de Rubber Soul, aparece no álbum “Love”, lançado em 20 novembro de 2006, num amálgama com “Drive My Car” e “What You’re Doing”.

Para terminar a gente confere agora um remix divertido de "The Word", postado no You Tube por alguém chamado bongodogdesigns usando imagens dos filmes Yellow Submarine e Help!

THE WORD - THE BEATLES INSTRUMENTAL COVER - SENSACIONAL!

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PAUL McCARTNEY - GOOD ROCKIN' TONIGHT ⭐⭐⭐⭐

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"Good Rockin' Tonight" é uma música de jump blues originalmente lançada em 1947 pelo seu autor, Roy Brown e foi regravada por dezenas de artistas. Inclui o refrão memorável: "Bem, eu ouvi a notícia, há um bom balanço hoje à noite!". "Good Rockin' Tonight" antecipou elementos da música Rock and Roll, é uma espécie de cartilha sobre a música negra popular da época, fazendo referência lírica a Sweet Lorraine, Sioux City Sue, Sweet Georgia Brown, Caldonia, Elder Brown e Deacon Jones. Todos esses personagens tinham figurado com destaque em canções de sucesso anteriores. A música também foi creditada como o disco de maior sucesso até aquele momento a usar a palavra "rock" não como um eufemismo para sexo, mas como uma descrição do estilo musical, uma conexão que se tornaria ainda mais clara em 1954, quando uma versão de  "Good Rockin' Tonight" tornou -se o segundo single de Elvis Presley"Good Rockin' Tonight" foi lançada por Presley pela Sun Records, junto com "I Don't Care if the Sun Don't Shine" no outro lado. A versão de Presley e seus companheiros de banda é uma versão quase palavra por palavra da versão original, mas omitiu a lista de nomes da letra.
Quase 40 anos depois da gravação de Presley "Good Rockin' Tonight" foi uma das faixas escolhidas por Paul McCartney para sua apresentação no especial Unplugged da MTVMcCartney foi o primeiro de uma longa fila de artistas a lançar um "unplugged". Diferente de outros artistas que apareceram no programa com instrumentos acústicos conectados a amplificadores, os instrumentos de McCartney e banda estavam 100% desconectados. O CD com dezessete músicas do programa foi lançado em 20 de maio de 1991. "Good Rockin' Tonight" aparece como a 13ª. 
Paul também tocou "Good Rockin' Tonight" em praticamente todos os shows de sua New World Tour, em 1993. Esta performance que a gente confere mais embaixo, em Charlotte, USA, em 15 de junho de 1993, apareceu no álbum duplo ao vivo, Paul Is Live, lançado em novembro daquele ano.

CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL - PROUD MARY

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"Proud Mary" foi composta por John Fogerty e gravada pela primeira vez por sua banda Creedence Clearwater Revival. Foi lançada pela Fantasy Records como um single do segundo álbum de estúdio da banda, Bayou Country, no início de janeiro de 1969. "Proud Mary" se tornou um grande sucesso nos Estados Unidos, chegando ao número 2 na Billboard Hot 100 em março de 1969, o primeiro de cinco singles do Creedence a atingir o número 2. A música é uma mistura perfeita de música de raízes em preto e branco. "Proud Mary" é  um barco a vapor viajando para cima e para baixo no rio. A letra de Fogerty esboça uma imagem vívida do protagonista encontrando um nicho confortável em uma comunidade de forasteiros. A história traz o mito (do "homem errante e da vida ao longo do Mississippi") para os anos sessenta.

PETER FRAMPTON - BREAKING ALL THE RULES - 1981

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GEORGE HARRISON - DREAM AWAY ********************

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GEORGE HARRISON - DREAM AWAY ********************


"Oh Ry In Eye Ay - Oh Ry In Eye Ay, Oh Ry In Eye Key Ooh Lay, Ka Kay Ooh Lau Ee - Oh Ry In Eye, Say Te Lee Ay Vee Show". A enigmática "Dream Away" começa com um estranho cântico em um dialeto indecifrável. Uns dizem que é um pseudo-hawaino, outros que seria um trocadilho como o que Harrison fez em ‘Extra Texture’ - "OHNOTHIMAGEN" ("Oh, not him again") - "Oh, não ele de novo!". Se fosse isso, a coisa mais próxima talvez seria algo como “Aren't I Lucky, Aren't I Lucky, Lucky I Am Hurray Oh, See me on the TV Show” (Não tenho sorte, não tenho sorte, tenho sorte, tenho pressa, oh, me veja no programa de TV). Isso, poderia fazer algum sentido, já que Terry Gilliam (Monty Python) disse em uma entrevista que a letra de "Dream Away" era uma tirada de Harrison para o diretor sobre seu comportamento durante a produção do filme e, mais especificamente, a tensão que aumentou entre eles devido à relutância de Gilliam em incluir as músicas de Harrison num filme produzido pelo próprio Harrison. Outros, dizem que é somente um cântico de louvor a Deus, algo como “Aleluia, Aleluia, Meus olhos vêem, Deixe-me dizer que sim, Me veja como me viram”. Seja como for, "Dream Away" é a penúltima faixa de Gone Troppo e também foi lançada como single somente no Japão.

É um hino épico que poderia facilmente ser a trilha sonora das batalhas lutadas por Krishna e Arjuna narradas no Bhagavad-Gitã, mas foi a trilha do filme “Time Bandits” de 1981, produzido pela Handmade Films, e estrelado por Sean Connery e grande elenco. "Dream Away" é exibida durante os créditos finais. Sem dúvida, a única parte boa do filme “TimeBandits – Os aventureiros do Tempo".

sábado, 3 de setembro de 2022

THE ROLLING STONES - ROCK AND ROLL CIRCUS ★★★★

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Respeitável público: hoje tem espetáculo? Tem sim, senhor!
No dia 11 de dezembro de 1968, o programa "The Rolling Stones: Rock and ’Roll Circus", tornou-se histórico por reunir os Rolling StonesJohn LennonYoko OnoTaj MahalMarianne FaithfullEric ClaptonMitch Mitchell e as bandas The Who e Jethro Tull. O especial, foi filmado em Londres nos dias 10 e 11 de novembro de 1968 por Michael Lindsay Hogg (que também faria o "Let It Be" dos Beatles) e ficou engavetado durante anos sem jamais ser exibido comercialmente, até ser encontrado e recuperado em 1989. O show, como já foi dito, foi uma reunião dos grandes nomes do rock britânico da época. E tudo numa atmosfera circense, com Mick Jagger como mestre de cerimônias. Um dos grandes momentos desse incrível espetáculo, é sem dúvida, a participação de John Lennon e a superbanda The Dirty Mac, formada especialmente para o evento por ele, Eric Clapton, Mitch Mitchell (baterista do Jimi Hendrix Experience) e Keith Richards. Aqui, a gente confere o trailer, os Rolling Stones com "Jumpin' Jack Flash", The Dirty Mac com "Yer Blues", dos Beatles e por último o show completo.

JOHN LENNON - DIZZY MISS LIZZY - SENSACIONAL!

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"Dizzy Miss Lizzy” foi a 3ª música que John Lennon cantou no primeiro concerto da sua Plastic Ono Band, no Festival de Rock de Toronto no dia 13 de setembro de 1969. Essa gravação está imortalizada no álbum Live Peace in Toronto. Larry Williams sempre foi um dos compositores preferidos dos Beatles, que gravaram três pauladas dele: "Dizzy Miss Lizzy", "Bad Boy" e "Slow Down", todas cantadas por John Lennon, que em sua carreira solo ainda gravou “Just Because” e “Bony Moronie” no álbum Rock and Roll e Paul McCartney regravou “She Said, Yeah” no sensacional álbum Run Devil RunLarry Williams morreu no dia 7 de janeiro de 1980 aos 44 anos. Suicídio.

PAUL McCARTNEY - HONEY HUSH - HI HO, HI HO SILVER!

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"Honey Hush" é uma das pérolas do incomparável “RUN DEVIL RUN”, o fantástico álbum lançado por Paul McCartney em 1999. Foi composta por Big Joe Turner, gravada em maio de 1953 em New Orleans e lançada em agosto daquele ano pela Atlantic Records. Foi nº1 na parada de Rhythm and Blues durante oito semanas, e número 23 na parada Pop. Ao longo dos anos foi regravada por inúmeros roqueiros: Jerry Lee Lewis, Screaming Lord Sutch, Foghat, The BeatlesJohn Lennon, Coco Montoya, Fleetwood Mac, George Jones, Elvis Costello até chegar ao maior de todos, Sir Paul McCartney. No livreto encartado no álbum, Paul diz que estava mais familiarizado com a versão de Johnny Burnette, ​​"Ainda é minha favorita de todo o álbum para cantar”.
Em uma entrevista com Laura Gross, na época do lançamento de "Run Devil Run", ele disse: “Honey Hush é uma música que realmente gosto e me traz lembranças muito antigas. John Lennon e Stuart Sutcliffe tinham um apartamento perto da escola de arte, em um lugar chamado Gambier Terrace, que dá para a Catedral de Liverpool, lugar incrível. E era apenas um apartamento vazio com um colchão no chão. Escola de arte, esse tipo coisa, você sabe, um pequeno cinzeiro, era isso. E eu, fui uma das minhas primeiras vezes, porque eu era um pouco mais novo que John e Stu, uma das primeiras vezes que eu fiquei, fiquei lá a noite toda, eu e George. George era ainda mais novo que eu. E ele ainda é. Ele continua me dizendo isso. Ele escreve isso em todos os meus cartões de aniversário. Foi uma ótima experiência para nós, crianças, que estavam lá para ficar no apartamento de alguém, em vez de dormir em casa. Eu me lembro de acordar de manhã, depois de praticamente não ter dormido, e havia apenas um toca-discos no chão, além do colchão. E a primeira coisa que coloquei nesse disco do Johnny Burnette foi Honey Hush. E eu adorei! 'Venha para esta casa, pare com todo esse yak yakety. Dun-du-du. E seu irmão Dorsey Burnette faz um ótimo solo. Foi muito divertido'. No espírito do álbum, eu nem me importo com o que era a letra”.

THE BEATLES - HONEY HUSH

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A gravação dos Beatles de "Honey Rush" aconteceu em 8 de janeiro de 1969. A banda está toda aqui, é um aquecimento solto que começou com um pouco de R&B até chegar em Big Joe Turner. Era um velho número de Rock and Roll, que 30 anos depois, Paul gravaria para "Run Devil Run" e John Lennon a ensaiou com a Elephant's Memory antes de seu show de 1972 em Nova York.

sexta-feira, 2 de setembro de 2022

THE BEATLES - DIG A PONY - SENSACIONAL!!!✶✶✶✶✶✶

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Let It Be foi o décimo terceiro e último álbum de estúdio lançado pelos Beatles. Gravado entre janeiro de 1969 e março/abril de 1970, o álbum foi somente lançado em 8 de maio de 1970, após o disco Abbey Road (último gravado) e juntamente com o filme de mesmo nome. O projeto (filme e disco), inicialmente estava previsto para chamar-se Get Back.
"Dig A Pony" é a segunda faixa do álbum, antecedida por "Two Of Us" e seguida por "Across The Universe". Foi composta por John Lennon e é creditada a Lennon-McCartney, claro. Os Beatles gravaram "Dig A Pony" em 30 de janeiro de 1969, durante o show no terraço do prédio da Apple Corps em Savile Row, no centro de Londres. Foi a primeira música a ser gravada durante as sessões da Apple Studios no final de janeiro de 1969. Também foi a penúltima música tocada no concerto no telhado da Apple em Savile Row, em 30 de janeiro de 1969 e foi essa a versão entrou no álbum Let It Be. Foi a grande (e significativa) contribuição de John Lennon para o álbum Let It Be ("Across The Universe" já havia sido gravada anteriormente).

Em 1980, John Lennon disse que "Dig A Pony" era "mais outro monte de lixo", embora tenha expressado desprezo semelhante por muuuitas de suas músicas. Foi escrita para Yoko Ono e apresenta uma infinidade de frases estranhas e aparentemente sem sentido encadeadas no que Lennon se referiu como um estilo de letra de Bob Dylan. Autoindulgência pura, a faixa chegou a se chamar “I Con A Lowry” (possivel­mente uma referência a um tipo de órgão usado no estúdio), mas Lennon mudou o título “porque ‘I con a Lowry’ não era boa para cantar...”. Então passou a se chamar "All I Want Is You". A lista original de músicas do álbum usava esse título em vez de"Dig A Pony" que apareceu no Let It Be, no Anthology 3 e em Let It Be... Naked. Da gravação, participaram os quatro Beatles em seus instrumentos usuais, além de Billy Preston que tocou um piano elétrico. Foi produzida por George Martin e teve Glyn Johns como engenheiro. As primeiras prensagens americanas de Let It Be intitularam a música como "I Dig a Pony".

PAUL McCARTNEY - EIGHT DAYS A WEEK - LIVE IN TOKYO - 2013

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quinta-feira, 1 de setembro de 2022

THE BEATLES - TELL ME WHAT YOU SEE - SENSACIONAL!

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"Tell Me What You See" é uma música dos Beatles, lançada no Reino Unido em seu álbum Help! de 1965 e em Beatles VI nos Estados Unidos. É creditada a Lennon-McCartney, mas composta principalmente por Paul McCartney. Em relação à autoria da música, McCartney disse: "Acho que me lembro dela como minha. Eu diria uns 60%, mas pode ter sido totalmente minha". John Lennon disse, em suas entrevistas para a Playboy (1980) e Hit Parader (1972), que "Tell Me What You See" foi composta completamente por McCartney.

"Tell Me What You See" é uma composição simples, que parece infantil, como se perguntasse a uma criança: olhe nos meus olhos, o que você vê? E a resposta é: eu. O que é até bem legal. Era mais um "exercício" de Paul. Ele pede que a garota se entregue a ele porque é extremamente confiável e vai trazer luz à vida dela. Caso não acredite, ele sugere que ela olhe nos seus olhos e diga o que vê. Em uma entrevista com o autor Barry Miles, McCartney disse que "Tell Me What You See" não era uma de suas mais memoráveis, nem uma de suas melhores músicas, mas cumpriu bem seu papel, era bem adequada para preencher um álbum ou um lado B. A estrutura desta canção é incomum: John e Paul fazem dueto em uníssono na primeira parte das estrofes e Paul canta sozinho nas "respostas", além de tocar o piano elétrico ao fundo. Um verso da música, começando com a linha "Big and black the clouds may be", foi tirado de uma inscrição religiosa que havia pendurada na casa de infância de Lennon em Liverpool: "Por mais negras que as nuvens possam ser, com o tempo elas passarão. Tenha fé e confiança e você verá, a luz de Deus iluminará o seu dia". A mesma inscrição foi parodiada por Lennon em seu livro de 1965, A Spaniard in the Works.

GEORGE HARRISON - THAT IS ALL ★★★★★★★★★★★★★

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"That Is All" é uma das mais belas canções de George Harrison, lançada como faixa final de seu álbum de 1973, Living in the Material World. Uma balada bluesy lenta e fortemente orquestrada, é uma das tantas canções de amor de Harrison que parecem ser dirigidas a uma mulher ou a uma divindade. Harrison escreveu e gravou a canção durante o auge de sua devoção pública ao hinduísmo. A gravação de "That Is All" aconteceu em Londres no final de 1972, após a conclusão de Harrison do projeto de ajuda internacional iniciado no ano anterior com o Concert for Bangladesh. Os outros músicos na faixa incluem os tecladistas Gary Wright, cuja carreira solo incipiente Harrison apoiou ativamente durante os anos 1970, e Nicky Hopkins. Os arranjos orquestrais e corais da música foram fornecidos por John Barham, que também trabalhou no álbum All Things Must Pass. Em sua autobiografia, I Me Mine, Harrison comenta apenas brevemente sobre "That Is All", dizendo: "A melodia veio a mim e então tive que pensar na letra. Isso é tudo"George Harrison – vocais, guitarras elétricas, slide guitar, backing vocals; Nicky Hopkins – piano; Gary Wright – piano elétrico, cravo e órgão; Klaus Voormann – baixo; Jim Keltner – bateria; e John Barham – arranjos de cordas e metais, arranjo coral.

THE BEATLES - I GOT TO FIND MY BABY (LIVE AT BBC)

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"Gotta Find My Baby" é uma canção de Rock and Roll composta e gravada em 1941 por Peter Joe Clayton sob o nome de "Doctor Clayton". Na década de 1950, versões cover da música foram gravadas como "I Got To Find My Baby" por outros artistas de Rhythm & Blues, incluindo BB King (1952), Little Walter (1954) e Chuck Berry, que às vezes é mal creditado como compositor da música. A canção também foi regravada pelos Beatles em 1963. Chuck Berry gravou a música pela Chess Records em 12 de fevereiro de 1960, e foi lançada em agosto de 1960 como um single com o título "I Got To Find My Baby" com "Mad Lad" como seu lado B, mas esse single não entrou nas paradas.
Os Beatles gravaram pela primeira vez sua versão, a partir da versão de Chuck Berry em 1 de junho de 1963 no BBC Paris Studio em Londres para o segundo programa de rádio Pop Go The Beatles. O grupo gravou duas versões da música como "I Got to Find My Baby" (creditada a Berry). A canção foi transmitida pela primeira vez em 11 de junho e mais tarde foi incluída no álbum de 1994 Live at the BBC. Mais tarde, ainda naquele mês, eles tocaram a música no programa Saturday Club em 24 de junho. A performance foi gravada no Playhouse Theatre em Londres, e foi transmitida pela primeira vez cinco dias depois. Os Beatles já haviam tocado várias músicas escritas por Chuck Berry. John Lennon cantou o vocal principal e tocou gaita, como fez na maioria das covers das músicas de Berry.

THE BEATLES - SOMETHING

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