quinta-feira, 22 de dezembro de 2022

PAUL McCARTNEY - YOUNG BOY - 1997 - SENSACIONAL!

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"Young Boy" foi composta em Nova York com o título provisório: "He's Just a Poor Boy"Paul criou a música da mesma forma que "Somedays", correndo contra o relógio. Desta vez, ele aguardava Linda preparar uma de suas receitas para avaliação do jornal New York Times. A faixa tem como inspiração principal o filho de McCartney, James Louis, que tinha 17 anos na época de sua composição. A letra fala da luta do adolescente para encontrar o amor, e as dificuldades atravessadas pelos meninos nessa idade. Steve Miller comanda a guitarra-solo, gravada em seu estúdio particular, em Idaho. As sessões de gravação desta faixa marcaram o reencontro de Paul com Steve Miller, após 25 anos, quando Paul tocou contrabaixo, bateria e fez vocais de apoio em "My Dark Hour", composição de autoria do guitarrista, gravada em Abbey Road"Young Boy" é a quinta faixa do álbum "Flaming Pie" de 1997. A música foi lançada como o primeiro single de "Flaming Pie", chegando ao número três na Espanha, número nove na Itália, e número 19 no UK Singles Chart e na NoruegaInstrumentos tocados por Paul McCartney: contrabaixo de 5 cordas, violão, baterIa e órgão Hammond. Guitarras e violão, por Steve Miller. Gravada no estúdio Sun Valley, em Idaho, EUA. Fonte: "PAUL McCARTNEY - Todos os segredos da carreira solo" de Claudio Dirani.

THE BEATLES - EIGHT DAY'S A WEEK - O FILME ★★★★★

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O documentário The Beatles: Eight Days a Week – The Touring Years , lançado em 15 de setembro de 2016 (Reino Unido e Estados Unidos), é um baú de recordações das mais intensas de uma época mágica onde o mundo conheceu de vez a lendária banda de Liverpool. Dirigido brilhantemente pelo veterano cineasta norte americano Ron Howard, que durante as filmagens ainda teve acesso à arquivos históricos de gravações feitas por fãs, The Beatles: Eight Days a Week – The Touring Years é um presente para os fãs e também para quem quer conhecer melhor o porquê de tanta fama em cima dos quatro rapazes de Liverpool. O filme basicamente conta com detalhes um período marcante na trajetória dos rapazes, entre os anos de 1962 e 1966, quando fizeram nada mais nada menos que 250 shows, exploraram e conquistaram a América e depois o mundo. O mais legal é que conseguimos definir melhor a personalidade de cada um dos integrantes do lendário quarteto, chega a arrepiar o estado de espírito dos fãs em todos os shows lotados que fizeram nesse período. Mas a rotina cansativa e estresse da mídia em cima deles acabaram criando um cansaço precoce nesses jovens garotos que não tinham descanso. Eight Days a Week também mostra relatos de famosos, fãs dos Beatles, como Sigourney Weaver e Whoopi Goldberg, em histórias que puderam acompanhar naquela época. A segunda estava presente em um emblemático show da banda que uniu negros e brancos na mesma plateia em uma época que havia um grande preconceito da sociedade norte americana. A função desse fantástico documentário é teletransportar o espectador a uma época onde não tinha explosões de redes sociais, onde a comunicação é muito setorizada e por conta disso que o empresário dos Beatles Brian Epstein resolveu fazer essa turnê histórica pela América. A influência de Brian perante sua banda foi enorme, propôs rapidamente uma nova maneira dos músicos se vestirem e se comportar no palco. A liberdade do quarteto vinha muito em torno da música, John e Paul escreveram nessa época músicas que tocam nossos corações e nas rádios até os dias de hoje. Se formos pensar como seria a exposição dos Beatles surgindo nos dias de hoje, fica até difícil fazer algum paralelo mas com as forças das redes sociais e as ações de um mundo cada vez mais globalizado, o sucesso seria maior ainda. Não importa a época, os Beatles sempre serão os Beatles e vai ser difícil outra banda chegar com tamanha idolatria com o público como eles conseguiram. Seja beatlemaníaco ou não, ninguém pode perder esse belo documentário! Bravo! Cine Pop
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JOHN LENNON - (Just Like) STARTING OVER★★★★★★★

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"Double Fantasy", lançado em 17 de novembro de 1980 foi o quinto álbum de estúdio de John Lennon e Yoko Ono, poucos dias antes de Lennon ser assassinado. Foi o último álbum lançado pelo cantor em vida. Quando Sean Lennon (o primeiro e único filho que Lennon teve com Yoko Ono) nasceu em 1975, ele resolveu dedicar-se mais ao garoto, colocando a carreira em segundo plano, permanecendo sem lançar discos de 1975 a 1980. Em meados de 1980, John e Yoko começaram a compor, chamaram o produtor Jack Douglas e começaram as gravações em agosto do mesmo ano. Antes do álbum, John lançou um single com "(Just Like) Starting Over" (cantada por ele) e "Kiss Kiss Kiss" (cantada por Yoko Ono) no dia 23 de outubro de 1980.
"(Just Like) Starting Over" foi escolhida por Lennon para o single não apenas porque era a melhor do álbum, mas também porque era a mais apropriada após sua ausência de cinco anos. Rapidamente a música ficou entre as cinco mais executadas nos Estados Unidos. Depois de lançado, Double Fantasy recebeu algumas críticas desfavoráveis pela participação de Yoko Ono, mas ainda assim foi recebido com grande expectativa por se tratar de um novo álbum de John Lennon, depois de tantos anos de silêncio. Após a morte de Lennon, tanto o álbum "Double Fantasy" como a música ""(Just Like) Starting Over" chegaram ao primeiro lugar nas paradas de sucesso do mundo inteiro. "Woman" e "Watching the Wheels" seguiram o mesmo caminho.
Lennon gravou "(Just Like) Starting Over" em 9 de agosto de 1980 no The Hit Factory em Nova York. A faixa foi mixada na Record Plant de 25 a 26 de setembro de 1980. Embora suas origens estivessem em composições demo inacabadas como "Don't Be Crazy" e "My Life", foi uma das últimas canções a ser concluída a tempo para as sessões de Double Fantasy. "Não a ouvimos até o último dia de ensaio", disse o produtor Jack Douglas. Lennon terminou a música durante as férias nas Bermudas e a gravou em Nova York apenas algumas semanas depois. A música foi originalmente intitulada apenas "Starting Over"; no entanto, o "(Just Like)" foi adicionado antes de seu lançamento por causa da semelhança com "Starting Over Again" de Dolly Parton. Da gravação participaram: John Lennon – vocais e guitarra; Earl Slick e Hugh McCracken – guitarras; Tony Levin – baixo; George Small – teclados; Andy Newmark – bateria; Arthur Jenkins – percussão; e Michelle Simpson, Cassandra Wooten, Cheryl Manson Jacks e Eric Troyerbacking vocals.

YOKO ONO - KISS KISS KISS - 1980

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"Kiss Kiss Kiss" é uma música de Yoko Ono, originalmente lançada em Double Fantasy, seu álbum conjunto com John Lennon, bem como no lado B de seu single "(Just Like) Starting Over". A música, influenciada pela disco e new wave apresenta Ono ofegante, gemendo e parecendo ter um orgasmo. "Kiss Kiss Kiss" também combina elementos de rock adulto com avant-garde, tem elementos de punk rock junto com tambores marciais.Yoko Ono – vocais, palmas, direção; John Lennon – percussão e guitarra; Earl Slick e Hugh McCracken – guitarras; George Small – teclados; Arthur Jenkins – percussão e palmas; Tony Levin – baixo; e Andy Newmark – bateria.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

GEORGE HARRISON - ALL THOSE YEARS AGO★★★★★

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No início de 1990, dez anos depois da trágica morte de John Lennon, George Harrison deu uma entrevista honesta e emocionante sobre o terrível evento de 8 de dezembro de 1980. Harrison, que morreu em 2001, de câncer, revelou que a morte do amigo e ex-colega dos Beatles “não mudou” sua vida. Também demonstrou carinho por Lennon, relembrando a última vez que se viram: "Eu estava em Nova York na casa dele, no (edifício) Dakota. Ele estava bem. Estava apenas meio que correndo pela casa fazendo o jantar. Ele estava tocando bastante música indiana, o que me surpreendeu, porque ele costumava ter o ‘pé atrás’ quando me via tocando". Ao discorrer um pouco mais sobre o impacto da morte de Lennon em sua vida, Harrison continuou: "Não mudou nada. Porque se ainda estivéssemos em uma relação de trabalho, teria mudado mais. É que eu não o via há muito tempo. Até onde eu sei, ele ainda pode estar lá agora. (…) É tipo saber que ele estará do outro lado da linha se eu ligar. Essa é a diferença. Agora, eu precisaria do ‘grande telefone cósmico’ para falar com ele.”. Ainda na conversa, George diz acreditar que a vida continua, então não conseguia “ficar triste”. Mesmo assim, completou: "Estou triste por não poder tocar guitarra com John, mas já fiz isso, de qualquer maneira. Eu fiz isso por muito tempo. Então, nos encontraremos novamente em algum lugar no futuro".

"All Those Years Ago" foi composta por George Harrison, lançada como single do álbum “Somewhere in England” de 1981. A música é uma homenagem a John Lennon, assassinado em dezembro de 1980. Foi lançada em 11 de maio de 1981, nos Estados Unidos, onde ficou por 3 semanas como número 2 na lista Hot 100 da Billboard, e em 15 de maio de 1981, no Reino Unido, onde alcançou o número 13 no UK Singles Chart. Além disso, "All Those Years Ago" ficou por uma semana em número 1 no “American adult contemporary chart”, primeira (e única) vez que Harrison apareceu nessa lista nesta posição. Também foi incluída em duas coletâneas: “The Best Of Dark Horse 1976-1989” e “Let It Roll: Songs by George Harrison”, e também numa versão ao vivo no álbum “Live In Japan”.

Originalmente Harrison escreveu a música com letra bem diferente da que conhecemos para Ringo Starr gravar. Esta gravação ocorreu entre 19 e 25 de novembro de 1980 e acabou não dando certo. Depois da morte de Lennon, Harrison resolveu gravar novamente. A letra foi modificada de forma a refletir uma homenagem ao amigo tragicamente assassinado. A gravação final da música foi realizada com participações dos três Beatles restantes (Harrison, Ringo Paul McCartney), mas as partes foram gravadas separadas. Desde o início, ficou claro que a canção seria lançada expressamente como single de George Harrison. As partes de Paul McCartney, sua esposa Linda e Denny Laine foram gravadas no A.I.R. Studios em Montserrat, onde preparavam o álbum Tug Of War, entre fevereiro e março de 1981. Esta foi a primeira vez que Harrison, McCartney e Starr "gravaram juntos" desde quando (sem Lennon) trabalharam na música "I Me Mine", do álbum Let It Be dos Beatles e também seria a última vez que os três iriam gravar juntos até as sessões de "Free as a Bird" "Real Love" para o projeto Anthology, em meados da década de 1990.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

PAUL McCARTNEY - MOMMA MISS AMERICA

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"Momma Miss America" é uma música de Paul McCartney de seu sensacional primeiro álbum solo McCARTNEY lançado em 17 de abril de 1970. "Momma Miss America" aparece como a segunda faixa do lado 2 do álbum original (LP) depois de "Oo You" e antes de "Teddy Boy". Essa música foi outra excelente faixa instrumental de McCARTNEY, já que a única voz ouvida é a de um engenheiro anunciando que esta é uma das tomadas de “Rock 'n' Roll Springtime”, que era como era para se chamar a música, mas logo esse título foi alterado, já que o que era para serem duas canções separadas que "se encontraram por acidente e se tornaram uma só" disse McCartney"Momma Miss America" foi gravada integralmente na casa de Paul McCartney somente por ele em St. John's Wood em dezembro de 1969.

THE BEATLES - THE BALLAD OF JOHN AND YOKO ★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★

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THE BEATLES - I SHOULD HAVE KNOWN BETTER - SENSACIONAL!★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★

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“I Should Have Known Better” (Eu deveria ter imaginado) é uma música composta por John Lennon (creditada a Lennon e McCartney), gravada pelos Beatles e lançada em seu terceiro álbum A Hard Day’s Night, em 10 de julho de 1964. Também foi lançada como o lado B do single americano "A Hard Day's Night", em 13 de julho. Uma versão orquestrada conduzida pelo maestro George Martin aparece na versão norte-americana do álbum - A Hard Day's Night Original Motion Picture Soundtrack. “I Should Have Known Better” foi uma das várias canções escritas e gravadas especificamente para o filme de estreia dos Beatles.

A primeira sessão de gravação foi em 25 de fevereiro de 1964, em Abbey Road, quando três tomadas foram tentadas, mas apenas uma foi concluída. A música foi regravada no dia seguinte depois de algumas alterações no arranjo.
“I Should Have Known Better” é a primeira música que aparece no filme na cena em que os Beatles e o avô de Paul (Wilfred Brambell) estão no trem e são banidos para o vagão dos correios. Eles começam a jogar cartas e logo em seguida aparecem os instrumentos. A jovem Patty Boyd, futura senhora Harrison, é uma das garotas que aparecem na cena. Apesar de boa parte das filmagens terem sido feitas em trens entre Londres e West Country, “I Should Have Known Better” foi filmada em um cenário nos estúdios Twickeham Film.
Composta basicamente em cima de 2 acordes, essa música é típica de John, surpreendentemente ela é bastante otimista, que assim como outras do mesmo período, usa sua harmônica para compensar a falta de outros instrumentos, mas sem por isso, deixar de ser brilhante. Um rapaz ama uma garota, uma garota ama o rapaz, e está tudo bem.
Para Hunter Davies, em seu livro As Letras dos Beatles, “I Should Have Known Better é uma canção de amor direta, sem lamúrias nem tristezas. A música é simples, com poucas mudanças de acorde, embora John experimente o falsete quando brinca com a palavra “mine”. O único mistério ou característica incomum é o título: “Eu deveria ter imaginado”. É como se ele fosse escrever uma canção lamentosa e triste sobre remorsos e então tivesse pensado melhor. Mas quando se vê a letra não há arrependimentos. A música não é tão tocada hoje, mas eu a considero encantadora”“I Should Have Known Better" foi gravada pelos Beatles nos dias 25 e 26 de fevereiro de 1964, nos estúdios da EMI em Abbey Road. Foi produzida por George Martin e teve Norman Smith como engenheiro.
Existe uma história bem bacana e curiosa sobre essa música que aqui no Brasil virou "Menina Linda" gravada por Renato & Seus Blue Caps em 1964 e publicada aqui em 19 de junho de 2013. Não deixe de conferir! RENATO & SEUS BLUE CAPS - MENINA LINDA - SENSACIONAL!!!

E para fechar com chave de ouro, como alguém bem disse aqui um dia, o mais legal é que ainda tem a dancinha do George Harrison. Demais!

sábado, 17 de dezembro de 2022

PAUL McCARTNEY - MONKBERRY MOON DELIGHT - ABSOLUTAMENTE SENSACIONAL!!!********************

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RAM foi o segundo álbum de estúdio e o único álbum creditado à dupla Paul e Linda McCartney, lançado em 17 de maio de 1971 pela Apple. Foi gravado em Nova York com os guitarristas David Spinozza e Hugh McCracken, e o futuro baterista do Wings, Denny Seiwell. Três singles foram lançados do álbum: "Uncle Albert/Admiral Halsey", "The Back Seat of My Car" e "Eat at Home". As sessões de gravação também renderam o single "Another Day". O lançamento de RAM coincidiu com o pior período de discórdia entre Paul McCartney e seus ex-companheiros dos Beatles, e sua ação legal em tribunal para dissolver a parceria com eles. John Lennon percebeu indiretas nas letras de canções como "Too Many People". Assim como em seu álbum de estreia em 1970, McCARTNEYRAM provocou uma reação igualmente desfavorável dos críticos. No entanto, liderou as paradas de álbuns nacionais no Reino Unido, Holanda e Canadá. Hoje, RAM é tido em alta por muitos críticos de música e muitas vezes é classificado como um dos melhores álbuns solo de Paul McCartney. Em 1971, McCartney produziu Thrillington, uma versão orquestrada do RAM que foi lançada em 1977 sob o pseudônimo de "Percy 'Thrills' Thrillington". Em 2012, uma edição de luxo de RAM foi relançada com faixas bônus como parte da "Paul McCartney Archive Collection". Em 2020, RAM ficou em 450º lugar na lista da Rolling Stone dos "500 Maiores Álbuns de Todos os Tempos".

"Monkberry Moon Delight" aparece como a segunda música do lado 2 do LP RAM e oitava do CD. Inspirado pelo uso de jogos de palavras de suas filhas, "Monkberry Moon Delight" mostra versos e palavras escolhidas mais pelo seu som fonético do que seu significado. A palavra "Monk" é a forma como sua filha Mary, de um ano e meio chamava milk. Mais inspiração veio da canção de Leiber e Stoller de 1959, "Love Potion No. 9". Essa música, originalmente gravada por The Searchers em 1963, mostrava uma história surreal similar com a música composta por Paul"Monkberry Moon Delight" leva o surrealismo um passo adiante, desafiando a interpretação e a lógica tal como acontece com “Glass Onion” dos Beatles, foi quase um desafio direto para aqueles fãs que buscavam avidamente por significados ocultos em suas músicas para passar horas examinando sua livre associação em busca de pistas autobiográficas. Os vocais de McCartney foram estridentes e tensos, lembrando suas atuações clássicas em músicas como "Long Tall Sally" e "Oh Darling".
Para conseguir o som "áspero" de sua voz, McCartney gravou 90 takes (rehearsals), dessa faixa que é a preferida de Denny Seiwell. Linda McCartney proporcionou o contraponto perfeito com seus backing vocals"Monkberry Moon Delight" foi uma das duas músicas de RAM incluídas no livro “Blackbird Singing – O canto do Pássaro-preto”, uma coleção de letras e poesias de Paul McCartney em 2001. A outra foi "Heart Of The Country". “Monkberry Moon Delight eu gostei tanto que está no meu livro de poesia”, disse Paul McCartney à Revista Mojo, em julho de 2001. Da gravação participaram: Paul McCartney – vocais principais, baixo e piano; Linda McCartneybacking vocals; David Spinozza e Hugh McCracken – guitarras; Denny Seiwell – bateria e Heather McCartneybacking vocals.

THE BEATLES - A HARD DAY'S NIGHT - SENSACIONALÍSSIMA!!!★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★

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PAUL McCARTNEY - COMING UP ★★★★★★★★★★★★★★★

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sexta-feira, 16 de dezembro de 2022

THE BEATLES - LOVE OF THE LOVED - 1962 - SENSACIONAL!

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No dia 8 de setembro de 1976, a Capitol Radio, em Londres, levou ao ar pela primeira vez, a versão dos Beatles cantando “Love of the Loved” tirada do teste que o grupo fez para a gravadora Decca em 1º de janeiro de 1962.

"Love of The Loved" é uma canção escrita principalmente por Paul McCartney e creditada a Lennon & McCartney. É uma de suas primeiras composições de destaque para os Beatles em seus primeiros dias. O grupo gravou a música no início de 1962 em sua audição para a Decca Records, mas nunca emitiu em qualquer um de seus lançamentos oficiais. Cilla Black, (contratada por Brian Epstein) gravou "Love of The Loved" para seu single de estréia, produzido por George Martin. Não foi um grande sucesso para ela, atingindo apenas o número 35 no UK Singles Chart. Curiosamente, a versão teste dos Beatles foi deixada de fora do Anthology 1, embora os outros originais de Lennon & McCartney da mesma sessão, "Hello Little Girl" e "Like Dreamers Do” tenham sido incluídos.

terça-feira, 13 de dezembro de 2022

BEATLES COLORIZADOS - YOU CAN'T DO THAT - SENSACIONAL!

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"You Can't Do That" foi lançada como lado B do compacto Can't Buy Me Love, em 16 de março de 1964 (EUA) e 20 de março de 1964 (Reino Unido), e que arrasou nas vendas em todo o mundo. Nos EUA, ganhou um disco de ouro logo no dia do lançamento e vendeu 2 milhões de cópias. "You Can't Do That" também é a penúltima faixa do incrívek álbum A Hard Day's Night. Conheça tudo e ainda muito mais sobre mais essa pérola dos FabTHE BEATLES - YOU CAN'T DO THAT - SENSACIONAL!*****

segunda-feira, 12 de dezembro de 2022

THE MAMAS AND PAPAS - CALIFORNIA DREAMIN' ★★★★★

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A clássica California Dreamin' foi composta por John Phillips e Michelle Phillips e gravada pela primeira vez por Barry McGuire aparecendo em This Precious Time, com The Mamas & the Papas cantando os backing vocals. A versão mais conhecida é dos próprios The Mamas and the Papas, que a lançaram como single no final de 1965. A letra expressa a saudade pelo calor de Los Angeles durante um inverno frio em Nova YorkCalifornia Dreamin' tornou-se um hino representante absoluto do som da Califórnia, anunciando a chegada da era hippie e da contracultura. Foi certificado ouro pela Recording Industry Association of America em junho de 1966 e foi introduzida no Grammy Hall of Fame em 2001. California Dreamin' é a 89ª na lista da Rolling Stone das 500 melhores músicas de todos os tempos.

The MOODY BLUES - NIGHTS IN WHITE SATIN - 1967

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The Moody Blues foi uma banda de rock inglesa formada em Birmingham em 1964, inicialmente composta pelo tecladista Mike Pinder, Ray Thomas, Denny Laine (futuro Wings de Paul McCartney), Graeme Edge e Clint Warwick. O grupo ganhou destaque tocando rhythm and blues. Depois de algumas mudanças dos integrantes, estabeleceram uma formação de Pinder, Thomas, Edge, o guitarrista Justin Hayward e o baixista John Lodge, que permaneceram juntos durante a maior parte da "era clássica" da banda no início dos anos 1970.

Seu segundo álbum, Days of Future Passed, lançado em 1967, foi uma fusão de rock com música clássica e estabeleceu a banda como pioneira no desenvolvimento do art rock e do rock progressivo"Nights in White Satin" foi composta por Justin Hayward e gravada pelos 'Moodys' como o segmento "The Night" do álbum Days of Future Passed. Quando lançada pela primeira vez como single em 1967, alcançou o número 19 no UK Singles Chart e o número 103 nos Estados Unidos em 1968. Foi a primeira entrada significativa nas paradas da banda desde "Go Now" e sua recente mudança de formação, da qual Denny Laine e Clint Warwick renunciaram e Hayward e John Lodge ingressaram.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2022

THE BEATLES - HERE,THERE AND EVERYWHERE ★★★

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JOHN LENNON - A VIDA COMEÇA AOS 40 😢😢😢😢😢

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Escrita para Ringo Starr, e dada a ele em uma fita cassete em seu último encontro, "Life Begins at 40" foi composta e gravada por John Lennon em sua casa no edifício Dakota no verão de 1980. Lennon concordou em contribuir com algumas músicas para o próximo álbum de Ringo, originalmente intitulado Can’t Fight Lightning, mas lançado em 1981 como Stop And Smell The Roses. No entanto, após a morte de Lennon em dezembro de 1980, Ringo se sentiu incapaz de gravar as músicas do amigo assassinado.
"Life Begins at 40" era um presente de aniversário tanto para Ringo quanto para o próprio John, que fizeram 40 anos em julho e outubro de 1980, respectivamente. Gravada em um estilo country discreto com uma caixa de bateria e um suporte de guitarra, a demo inicial recebeu uma introdução falada que já dizia a que veio:
"Life Begins at 40" foi protegida por direitos autorais em 1985, e lançada na caixa de 1998 - John Lennon Anthology.

They say life begins at forty;
Age is just a state of mind.
If all that's true,
You know, that I've been dead for thirty-nine.
And if life begins at forty,Well, I hope it ain't the same
It's been tough enough without that stuff
I don't wanna to be born again.
Well, I tried to sweep the slate clean
With a new broom ev'ry day
If that don't work,
I'll jerk around until my next birthday
Yeah, life begins at forty,
Age is just a state of mind.
Well, if all that's true
You know that I've been dead for thirty-nine.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2022

THE BEATLES - I WANT TO HOLD YOUR HAND - Forever!!!

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JOHN LENNON - G☉Ð - SENSACIONAL!★★★★★★★★★★

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O primeiro álbum “oficialmente” lançado por John Lennon depois do fim dos Beatles, “John Lennon/Plastic Ono Band” é sua criação mais impressionante em termos de carreira-solo e cada vez, que ouvido com mais atenção, um dos melhores, senão o melhor de todos. Melhor ainda que “Imagine” que viria depois, todo arranjado, todo produzido e comercial. "Plastic Ono Band” era a decretação de Lennon de sua ruptura com o passado, os Beatles, ou o que quer que fosse, e o clímax do álbum (depois de tantas bombas) é a última, “God”, uma de suas mais verdadeiras reflexões sobre seu passado, presente e possível futuro. Na época, John e Yoko participavam da terapia do grito primal do Dr. Arthur Janov em Los Angeles. Através da terapia, Lennon tentou lidar com seus traumas da infância (abandono, isolamento e morte). De volta a Inglaterra, John chamou o produtor Phil Spector e começou as gravações do álbum. Participaram somente o ex-beatle Ringo Starr, além de Billy Preston, Klaus Voorman e Alan White. John Lennon fala do abandono da mãe e do pai na canção "Mother" e em "God", na primeira parte, diz que Deus é um conceito pelo qual medimos nossa dor, na segunda, lista algumas personalidades e conceitos religiosos nos quais não acredita: mágica, I-ching, Bíblia, tarô, Hitler, Jesus, Kennedy, Buda, Mantra, Gita, Ioga, Reis, Elvis, Zimmerman (Dylan) e nem nos Beatles. Só nele e em Yoko Ono. Na última parte, Lennon fala do que mudou nele após o fim dos Beatles. Afirma que não é mais o "sonhador" (Dreamweaver) ou "a morsa" (citada na canção I Am the Walrus), mas apenas "John". Ao final, decreta: "o sonho acabou" ("The dream is over")"God", junto a declarações polêmicas do ex-Beatle sobre religião, do tipo "somos mais populares que Jesus", renderam-lhe a fama de ateu. Entretanto, Lennon nunca confirmou esse suposto ateísmo, declarando-se, em uma entrevista, agnóstico. Da gravação de "God" participaram apenas John Lennon – voz; Billy Preston – piano; Ringo Starr – bateria e Klaus Voormann – baixo.
No livro "A Balada de John & Yoko", lançado no Brasil em 1982 pelos editores da Rolling Stone, durante uma entrevista em 1970, o repórter pergunta a Lennon"Você acredita em Deus?", ao que John Lennon responde: "Sim, eu acredito que Deus é como uma usina de força, como as que geram eletricidade, uma espécie de usina elétrica. E que ele é um poder supremo, que não é nem bom nem ruim, nem de esquerda nem de direita, nem negro nem branco. Ele simplesmente é. E é possível ter acesso a essa fonte de força para um fim desejado. Assim como a eletricidade pode matar gente numa cadeira ou iluminar uma sala. Eu acho que Deus é!". É isso aí, VIVA JOHN LENNON!

THE BEATLES IN MANCHESTER - 1963 - SHE LOVES YOU - ABSOLUTAMENTE SENSACIONAL!

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JOHN LENNON AT THE CENTRAL PARK - 1980

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BACKBEAT - PLEASE MR. POSTMAN★★★★★★★★★★★★★

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