sexta-feira, 26 de agosto de 2022

JERSEY BOYS - A HISTÓRIA DE FRANKIE VALLI AND THE FOUR SEASONS

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Jersey Boys é um filme de drama musical americano de 2014, dirigido e produzido por Clint Eastwood, baseado no musical de mesmo nome, vencedor do Tony Award de 2004. O filme conta a história do grupo musical The Four Seasons. Os membros originais da banda Frankie Valli e Bob Gaudio (que também compuseram a música do filme) foram produtores executivos. Jersey Boys foi lançado nos Estados Unidos em 20 de junho de 2014. Recebeu críticas mistas, que elogiaram os números musicais, mas criticaram a narrativa e o tempo de execução, e arrecadou US $ 67 milhões em todo o mundo. Jersey Boys conta a história de quatro jovens que moram no subúrbio de Nova Jersey e se unem para formar o icônico grupo vocal dos anos 60 The Four Seasons. A história de seus ensaios e seus triunfos é acompanhada das músicas que influenciaram uma geração, incluindo "Sherry", "Big Girls Don't Cry", "Walk Like a Man", "Dawn", "Rag Doll", "Bye Bye Baby", "Who Loves You" e o megasucesso "Can't Take My Eyes Off You".

FERNÃO CAPELO GAIVOTA - RICHARD BACH - FANTÁSTICO!

Um comentário:

"Eis um teste para saber se você terminou
sua missão na Terra:
Se você está vivo, não terminou".

Richard Bach é autor de algumas das obras mais inspiradas que o espírito humano produziu nos últimos cinquenta anos. Nasceu em 23 de junho de 1936 no estado de Illinois, EUA. Filho de Roland Robert e Ruth Helen (Shaw) Bach e tataraneto do grande compositor Johann Sebastian Bach. A aviação sempre foi o seu negócio. Foi instrutor de voo técnico, piloto tático, dublê cinematográfico... Desde de jovem, sempre teve em mente escrever um livro que falasse sobre pássaros que ultrapassavam os seus próprios limites. Foi assim que nasceu o seu livro mais famoso, Fernão Capelo Gaivota (Jonathan Livingston Seagull) de 1970 - que dois anos mais tarde tornou-se um filme absolutamente maravilhoso. Todos os seus pensamentos e atos levam, de uma forma lógica, aos temas desenvolvidos em seus livros e ao prazer que ele sente em voar. “Voar é minha religião”, diz Richard Bach, “é a maneira que tenho de descobrir a verdade”.

O livro é uma alegoria sobre a importância de se buscar propósitos mais nobres para a vida. Richard Bach usa uma gaivota como personagem principal. Um pássaro que, diferente dos outros de sua espécie, não se preocupa apenas em conseguir comida. Está preocupado com a beleza de seu próprio voo, em aperfeiçoar sua técnica e executar o mais belo dos voos. Uma metáfora sobre acreditar nos próprios sonhos e buscar o que se quer, mesmo quando tudo parece conspirar contra isso.

A primeira parte mostra o jovem Fernão Capelo Gaivota frustrado com o materialismo e o significado da conformidade e da limitação da vida de gaivota. Ele é tomado pela paixão pelos voos de todos os tipos, e sua alma decola como os seus experimentos e emocionantes triunfos de ousadia e feitos aéreos. Eventualmente, a sua falta de conformismo diante da limitada vida de gaivota leva-o a entrar em conflito com o seu bando, e os virar contra ele. Ele torna-se um maldito. Não por isso, Fernão continua seus esforços para atingir objetivos e voos cada vez mais altos, muitas vezes bem sucedidos, mas eventualmente sem conseguir tanto quanto desejaria. Ele é, em seguida, encontrado por duas radiantes gaivotas que explicam-lhe que ele já aprendeu muito, e que agora elas estão lá para ensinar-lhe mais. Ele então passa a segui-las.

Na segunda parte, Fernão transcende a uma outra sociedade onde todas as gaivotas desfrutam da paixão pelo vôo. Ele só é capaz de praticar essa habilidade após duras horas de muito treino de voo. Nesta outra sociedade, o respeito real surge em contradição com a força coercitiva que estava mantendo o antigo bando junto. O processo de aprendizagem, que liga os professores altamente experientes aos aluno dedicados, é aumentado a quase um nível sagrado, sugerindo que esta pode ser a verdadeira relação entre homem e Deus. O autor considera que certamente humano e Deus, independentemente de todas as enormes diferenças, estão compartilhando algo de grande importância juntos: "Você tem de compreender que uma gaivota é uma ilimitada ideia de liberdade, uma imagem da Grande Gaivota. Ela sabe que você tem que ser fiel a si mesmo".
A introdução à terceira parte é composta pelas últimas palavras da professora de Fernão: "continuar trabalhando para amar". Nesta parte Fernão entende que o espírito não pode ser verdadeiramente livre sem a capacidade de perdoar, e o caminho do progresso passa pela capacidade de tornar-se um professor - e não somente pelo trabalho árduo como um aluno. Fernão volta para o antigo bando para compartilhar suas ideias e as suas descobertas recentes e grande experiência, pronto para a difícil luta contra as atuais normas da referida sociedade. A capacidade de perdoar parece ser uma obrigatoriedade para a condição de passagem. "Vocês querem voar tão grande a ponto de perdoar o bando, e aprender, e voltar a eles um dia e trabalhar para ajudá-los a se conhecer?" Fernão pergunta ao seu primeiro estudante antes de iniciar as conversações. A ideia de que os mais fortes podem atingir mais por deixar para trás os mais fracos amigos parece totalmente rejeitada. Daí, o amor e o perdão merecem respeito e parecem ser igualmente importantes para libertar-se da pressão de obedecer às regras apenas porque são comumente aceitas.
O filme Fernão Capelo Gaivota (Jonathan Livingston Seagull) de 1973 - dirigido por Hall Bartlett - marcou uma geração e transformou o livro de Richard Bach num best-seller que vendeu mais de 40 milhões de cópias e foi publicado em 70 países. O filme conta a história da jovem gaivota que, após ser expulso por seu bando austero, parte em uma odisseia para descobrir como quebrar os limites de sua própria velocidade de voo. O longa foi produzido filmando gaivotas reais e, em seguida, sobrepondo o diálogo humano. Os dubladores do filme incluíam James Franciscus no papel-título e Philip Ahn como seu mentor, Chang.

Com excelente trilha sonora de Neil Diamond e magnífica fotografia, o filme é uma parábola. Faz uma analogia entre o homem e a gaivota, no sentido de mostrar as dificuldades de superação dos limites, do encontro com a liberdade verdadeira, pautada no amor e na compreensão do outro.

quinta-feira, 25 de agosto de 2022

THE BEATLES - GET BACK - GOLDEN SLUMBERS

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Não deixe de conferir a superpostagem THE BEATLES - GOLDEN SLUMBERS, publicada em 22 de setembro de 2019 e vista por quase duas mil pessoas!

domingo, 21 de agosto de 2022

GARRY MULLHOLLAND - POPCORN - O ALMANAQUE DOS FILMES DO ROCK

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"Popcorn – O Almanaque dos Filmes do Rock”, é um livro do jornalista inglês Garry Mulholland, de 2012, mostra como se construiu um gênero cinematográfico em torno de um gênero musical, os filmes de rock. “É um filme feito depois do nascimento do rock’n’roll como um gênero estabelecido em 1955, que baseia a sua premissa central em torno da música pop na era pós-rock” (?), define o autor na introdução. No livrão (448 páginas) estão filmes dos Beatles, David Bowie e dos Rolling Stones, mas também longas que alargam o conceito de rock, como “Os Embalos de Sábado à Noite”, um dos marcos da era disco e da indústria fonográfica. “Rock não tem barreiras. O gênero assimilou a black music, o country, o blues, o reggae e, por que não, a disco music”, esclarece o radialista Kid Vinil (morto em 2017), que assina a apresentação do livro.

"Popcorn – O Almanaque dos Filmes do Rock” não é uma simples lista incluindo os melhores do gênero. Em Popcorn, Garry Mulholland faz uma análise crítica séria, e também uma homenagem aos filmes clássicos, aos filmes B e ao cinema trash que tem como tema rock 'n' roll e suas vertentes mais pops. Com o objetivo principal de chegar à essência dos filmes e discutir o motivo pelo qual são importantes ou não, Popcorn traz de forma divertida, e às vezes ácida, filmes que abordam a temática rock, a partir dos anos 1950 até os anos 2000, mas sem cansar o leitor com uma crítica chata cheia dos cinemismos típicos da crítica especializada. São cem filmes listados, percorrendo 55 anos do casamento do rock com o cinema, união que ainda não dá sinais de que irá acabar. Imperdível para todos os fãs e curiosos sobre as duas formas de Cultura Pop que mais influenciaram o mundo: o Rock e o Cinema.

PAUL McCARTNEY & JOHN LENNON - I'VE GOT A FEELING

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Julian Lennon, o filho mais velho do incomparável John Lennon, disse em uma entrevista à revista Mojo, que ficou "chocado" com o dueto virtual de Paul McCartney e seu pai. No início da turnê norte-americana e em Glastonbury, McCartney fez uma performance com o ex-parceiro de banda, com tecnologia criada por Peter Jackson, diretor de O Senhor dos Anéis e The Beatles: Get Back. Nos shows, Paul McCartney e John Lennon cantam juntos versos da música "I've Got A Feeling". Julian Lennon revelou seu desconforto inicial com o conceito: “Eu assisti no YouTube – e meio que fiz: ‘errrr… não sei se estou confortável com isso’. Me chocou”. O cantor disse à revista que foi particularmente difícil ver seu pai “ressuscitado” dessa maneira, mas apreciaou o dueto. Ele acabou indo assistir à homenagem pessoalmente quando Paul McCartney se apresentou no festival de Glastonbury, em junho. “Eu realmente gostei!”. Confira aqui, Paul e John cantando juntos novamente depois de mais de 50 anos.

sábado, 20 de agosto de 2022

ALLEN KLEIN - A RAPOSA NO GALINHEIRO

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Allen Klein nasceu em Newark, Nova Jersey, EUA em 18 de dezembro de 1931 e morreu de  Alzheimer em Nova York, no dia 4 de julho de 2009, com 77 anos. Foi empresário, promotor de vendas, produtor de discos e financista, notabilizado nos anos 60 e 70 na área do entretenimento musical, mais notadamente no rock, que ele descobriu ser uma mina de ouro na década de 1960. Como empresário audaz e agressivo nos negócios, durante uma época foi o mais bem sucedido e conhecido empresário musical do mundo, por ter, como contratados, as duas maiores bandas de todos os tempos: The Beatles e The Rolling Stones. O estilo de empreendedor brilhante e persuasivo porém sem medidas de Klein, lhe valeu processos de quase todos os seus contratados, de quem fez aquisições e assumiu o controle de seus trabalhos após conseguir para eles contratos extremamente vantajosos com suas gravadoras, além de ter sido investigado, julgado, condenado e cumprido pena por crime de informação privilegiada e fraude em investimentos financeiros. Filho de um açougueiro de origem judaica húngara de Nova Jersey, Klein tinha excelente memória para aritmética e trabalhou em diversos pequenos empregos na adolescência enquanto estudava a noite. Nos anos 50, cuidava dos livros-caixa de diversos artistas e fez auditorias para diversas gravadoras de Nova York.

Começou um pequeno negócio neste ramo em 1957, em sociedade com sua esposa Betty, até conhecer numa festa de casamento o cantor de sucesso entre as adolescentes americanas Bobby Darin, de quem após alguma conversa, achou que sua gravadora estava lhe devendo direitos de vendagem. Com a concordância de Darin, Klein fez uma auditoria em suas contas e de posse dos números envolveu-se numa discussão legal com a gravadora do artista, entregando ao fim da disputa um cheque de U$100 mil dólares em direitos não-pagos ao atônito Darin. A partir deste dia e pelo resto de sua carreira, Allen Klein passou a ser recomendado como agente entre os artistas do rock e a ser temido e odiado por suas gravadoras. Em 1965, quando os Rolling Stones explodiam nas paradas mundiais e se tornavam os grandes rivais dos também britânicos The Beatles, a maior banda do mundo na época, Andrew Loog Oldham, seu empresário desde o início da carreira, se afogava em drogas e ficava incapacitado de continuar gerindo os negócios do grupo.
Mick Jagger, formado em Economia, impressionado com o talento de Klein para os negócios e o resultado conseguido por ele com outros artistas, contratou-o para empresariar a banda e chegou a indicá-lo para Paul McCartney. Entretanto, com o tempo, Jagger começou a duvidar da probidade de Klein e em 1968 o demitiu, levando os Stones a criar seu próprio selo e gerirem seu próprio trabalho a partir de 1970, não sem antes Klein conseguir os direitos da maioria das músicas gravadas pelo grupo antes de 1971. Os direitos de vendagem de músicas como Satisfaction (I Can't Get No) e Simpathy for the Devil, até hoje não pertencem a seus autores, Mick Jagger e Keith Richards, mas a Allen Klein, que as comprou do produtor do grupo nesta época, Phil Spector, e lançou regularmente coletâneas com os principais clássicos dos Stones, através de sua empresa ABKCO.
Em 1969, a Apple, empresa fundada pelos Beatles para cuidar de seus negócios, estava completamente desestruturada economicamente e em via de falência depois da morte de Brian Epstein, o cérebro por trás do grupo, que cuidava dos contratos e da contabilidade da banda. Numa entrevista, John Lennon declarou que eles estariam quebrados em seis meses se as coisas continuassem como estavam. O esperto Klein então procurou Lennon e numa conversa impressionou o músico por seus conhecimentos dos meandros do negócio e por seu jeito de homem das ruas, simples no linguajar e sem a afetação do pai de Linda, Lee Eastman e outro pretendente ao cargo de empresário dos Beatles, atitudes estas que o tornaram simpático ao beatle. Mal sabia Lennon que estava botando a raposa para dormir no galinheiro.

Lennon então convenceu George Harrison e Ringo Starr a apoiarem a escolha de Klein, mesmo contra a vontade de Paul McCartney, que nunca colocou sua assinatura no contrato entre a banda e o empresário. Este desacordo sobre o escolhido para ser o novo empresário dos Beatles, aliado há uma década de ressentimentos internos, desconfianças mútuas e inseguranças emocionais e de poder entre eles, foi um dos fatores chave para o fim dos Beatles um ano depois. Com a péssima situação financeira da Apple, Klein propôs ao grupo trabalhar sob percentagem de lucros e em pouco tempo começou a mostrar seu estilo empresarial e de administração: renegociou os rendimentos do grupo com a EMI, gravadora detentora da maior parte do catálogo musical dos Fab Four, conseguindo para eles a mais alta percentagem em venda de discos da época; por outro lado, seu estilo abrasivo de negociação e administração causou a maior demissão em massa entre os profissionais que viviam em volta do grupo, na Apple e fora dela.
Seus métodos agressivos deram resultado, recuperando as finanças da empresa e dos integrantes do grupo. Entretanto, apesar do suceso de Klein, McCartney continuou desconfiando dele e viria a processar os outros três, Klein e a ABKCO no final de 1970. O tempo mostrou que Paul estava certo! As relações profissionais de Klein com John, George - com quem realizou o Concerto para Bangladesh (e roubou!) e depois ajudou a processar nas questões legais de acusações de plágio de seu sucesso My Sweet Lord - e Ringo viriam a durar até 1977, quando as batalhas legais de Allen Klein com os ex-Beatles foi resolvida, e ele teve que pagar $800,000 dólares ao grupo. Klein foi condenado por fraude fiscal em 1979 e foi para a cadeia por sonegação a receita por não informar seu lucro com vendas de discos promocionais dos Beatles e outros grupos.
Allen Klein foi diagnosticado com diabetes aos 40 anos. Sofreu vários ataques cardíacos ao longo dos anos, de gravidade variável. Em 2004, mesmo ano em que a ABKCO recebeu um Grammy Award por um documentário de Sam Cooke, Legend, Klein levou uma queda e quebrou os ossos do pé, tendo que passar por várias cirurgias. Ele foi posteriormente diagnosticado com a doença de Alzheimer morreu em 4 de julho de 2009 em Nova York. A causa de sua morte foi insuficiência respiratória. Vai...

SHE CAME IN THROUGH THE BATHROOM WINDOW

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THE BEATLES - BLACKBIRD SINGING IN THE DEAD OF NIGHT... Take these broken wings and learn to fly

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"É provável que a maior realização de Paul McCartney no álbum duplo tenha sido "Blackbird”, lindamente atenuada. Inspirada numa peça de Bach, o dedilhar do baixo e as notas da melodia seguem um atrás do outro, e algumas vezes em oposição, para cima e para baixo no braço da guitarrra, pulando uma oitava antes de voltar à raiz do acorde. A letra, por sua vez, opera inteiramente no reino da metáfora, projetando os apuros dos reprimidos na forma de um pássaro ferido, mas resiliente. Cantando sozinho, acompanhando a si mesmo com a guitarra e com a sola dura do sapato (marcando a batida), Paul canta com a voz mais autêntica que há dentro dele. A linha final do refrão, e então a canção, conduz a letra em direção ao ponto de estrangulamento em "the light of the dark black night", mas a elegância da melodia e a beleza simples da apresentação superam qualquer fraqueza literária ali contida. O que fica é aquilo que brilha em grande parte do melhor trabalho dos Beatles: um lampejo de luz na escuridão; uma canção para aliviar a dor". Peter Ames Carlin - Paul McCartney - Uma Vida - 2009.

JOHN LENNON - TIGHT A$ - SENSACIONAL!

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“Tight A$” é um dos melhores rocks de John Lennon, lançado em seu álbum de 1973, Mind Games. O título é um trocadilho com as expressões "apertado como" e "rabo apertado”. A música é um rockabilly no estilo anos 50, daqueles que inspiraram Lennon em sua juventude. É uma reminiscência do single de Elvis Presley de 1954 "That's All Right” e também há influências de Carl Perkins e Doug Sahm. Lennon desenvolveu o riff para a sua posterior instrumental "Beef Jerky" tocando variações sobre ela e também "Meat City”. Particularmente os dois pontos altos da música são o pedal steel guitar tocado por Pete Kleinow e os estendidos solos de guitarra realizados por David Spinozza. Lennon gravou a música no estúdio Record Plant como quase todas do álbum. Foi composta por quatro segmentos distintos emendados. A produção utiliza um recurso de eco para comprimir a performance vocal de Lennon. Em 1975, Lennon escreveu uma carta para o cantor country Waylon Jennings, sugerindo que ele gravasse a canção. Lennon acreditava que “Tight A$” seria um hit para Jennings que tinha tocado nos Crickets de Buddy Holly. Lennon conheceu Jennings no Grammy Awards alguns meses antes. Porém, Jennings ignorou.http://ecx.images-amazon.com/images/I/
A crítica foi implacável com Lennon e seu “Mind Games”. “Tight A$” foi uma das mais criticadas. Os sabidões descreviam “Tight A$” como um "rock forçado e desajeitado”. Outros como "rock de escória", e muitos outros a criticaram por ter pouco a dizer com a falta de sentido da letra e falta de energia (?), sendo um exemplo da capacidade de Lennon para "fazer canções para cumprir a cota do álbum”. No entanto, outros elogiaram, alguns disseram que “Tight A$” era uma das "melhores canções desconhecidas de John Lennon” e "um dos destaques de Mind Games". Uma pena que ninguém entendeu. Da gravação original participaram: John Lennon: vocais e guitarra acústica; David Spinozza: guitarra solo; Ken Ascher: teclados; Gordon Edwards: baixo; Jim Keltner: bateria e Pete Kleinow: pedal steel guitar.

JOHN LENNON - A CAPA DO ÁLBUM 'MIND GAMES' - 1973

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As artes das capas (frente e verso) do álbum Mind Games, com a colagem criada por Lennon funcionam como uma previsão. Lá está Yoko Ono, firme como a montanha e um pequenino Lennon com uma mala indo embora na direção contrária a ela. Lennon criou as capas recortando as fotos à mão. As duas, frontal e traseira são semelhantes; na parte de trás, Lennon está mais em primeiro plano, representando seu afastamento simbólico de Ono e sua aparente influência sobre ele. A polaroid da foto de Lennon, foi tirada no hall de um aeroporto entre os meses junho e agosto de 1973. Lennon está parado na frente de um poster de recrutamento do Exército dos EUA.
Mind Games foi o quarto álbum de estúdio oficial de John Lennon, gravado no Record Plant Studios em Nova York no verão de 1973 enquanto Lennon estava tendo dificuldades com a imigração dos EUA e no início de sua separação de 18 meses de Yoko OnoA faixa-título foi lançada como single ao mesmo tempo que o álbum. Foi a primeira gravação autoproduzida de Lennon sem a colaboração de Phil Spector.

quinta-feira, 18 de agosto de 2022

THE BEATLES - DRIVE MY CAR ★★★★★

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A eletricidade da guitarra cortante, em seguida o baixo pesado e a bateria são as primeiras notas que se ouve do ensolarado Rubber Soul. Então entra o vozeirão rasgado de Paul: “Perguntei a uma garota o que ela queria ser, ela disse: querido, será que você não vê? Eu quero ser famosa, uma estrela de cinema. Mas você pode fazer algo até lá. Querido, você pode dirigir o meu carro”“Drive My Car” foi produzida por George Martin e teve como engenheiro de som Norman Smith. Esta música era um dos números favoritos de todos os quatro Beatles. Paul McCartney faz os vocais, guitarra, guitarra solo e baixo; John Lennon faz backing vocals, toca piano e pandeiro; George Harrison faz vocais de harmonia e toca guitarra e Ringo Starr toca sua bateria e faz percussão com um cowbell.
Conheça ainda muito mais sobre mais essa criação genial dos Beatles: THE BEATLES - DRIVE MY CAR - BEEP BEEP BEEP BEEP YEAH!

OLIVIA NEWTON-JOHN - THE LONG AND WIDING ROAD😔

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quarta-feira, 17 de agosto de 2022

O DIA QUE JERRY LEE LEWIS QUIS MATAR JOHN LENNON

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Publicada originalmente em  27 de junho de 2013 - agora revista e atualizada.
Ao longo da vida, John Lennon foi o protagonista de várias histórias curiosas, algumas trágicas, outras emocionantes, sensacionais ou apenas engraçadas. Essa aconteceu em 1973, no famoso Roxy, de Los Angeles. Jerry Lee Lewis havia acabado de gravar o álbum The Complete London Sessions, com o guitarrista irlandês Rory Gallagher em sua banda. O disco fez grande sucesso e 'The Killer' desfrutava de grande prestígio novamente como remanescente da primeira geração do Rock And Roll.
A noite no Roxy com o pianista mais rocker da história foi concorrida. Ingressos vendidos com antecedência e um grande número de celebridades na plateia, incluindo músicos e artistas hollywoodianos. Tudo ia bem até John Lennon chegar ao lugar. A presença do ex-Beatle começou a chamar mais atenção do público do que o próprio dono da festa, o que começou a irritar o enciumado Lewis. De cabelo curto e em sua fase mais louca, Lennon parecia calmo e não ligava muito para o tumulto que se formava em torno dele. Então, o furioso pianista começou a tocar uma versão feroz de Jerry Lee Rag. Mas nem isso tirou a atenção que o público dava a John Lennon.

The Killer se enfureceu. Interrompeu o show e começou a entoar um raivoso discurso contra os Beatles, dizendo até, que a música dos quatro fabulosos era uma merda. Lennon não se fez de rogado. Subiu no parapeito do balcão (ou camarote) onde estava e corroborou as afirmações de Lewis, reafirmando que os Beatles eram uma bosta mesmo. O público se divertiu com a situação, mas o dono da noite não entendeu muito bem o que Lennon havia dito e imaginou que o ex-Beatle o estivesse xingando. Aí a coisa ficou feia. Lewis arrastou o piano pelo palco e o destruiu em pedaços... o pianista sempre andava armado e pela sua reação parecia que ele puxaria sua arma a qualquer instante e começaria a disparar contra Lennon. O público começou a se apavorar e o clima ficava cada vez mais tenso até o show ser interrompido e Jerry Lee ser levado à força para o camarim.
Rory Gallagher, que era convidado especial de Lewis, achou que seria bom ir até lá e acalmar o amigo, afinal de contas, o relacionamento entre os dois no estúdio tinha sido ótimo. Donal Gallagher, irmão e empresário de Rory, tentou impedi-lo dizendo que o killer iria, no mínimo, espancá-lo. Rory seguiu em frente com a condição que ele fosse com o segurança pessoal dos irmãos Gallagher, Tom O'Driscoll.
Jerry Lee estava no camarim, sentado, sozinho e de cabeça baixa. Obviamente até o mais durão membro da equipe do astro estava se escondendo de medo naquele instante. Rory se aproximou e sentou-se ao lado de Lewis que ainda estava com sangue nos olhos. Antes que qualquer palavra fosse dita, a porta se abriu e John Lennon entrou no camarim. Um silêncio mortal se instalou e sem que ninguém esperasse o gigantesco guarda-costas de Gallagher (O'Driscoll) se atirou de joelhos na frente de Lennon e começou a chorar. O sujeito beijou a mão de Lennon e falou: "Eu esperei mais de vinte anos para conseguir um autógrafo do rei do Rock n' Roll!". Agora sim, o juízo final estava por vir.
Já não bastava Lennon ter roubado as atenções durante todo o show, no camarim de Lewis a cena se repetia? Jerry Lee foi logo buscando algum objeto para atirar contra o roqueiro inglês. Chegou a conferir em sua bota de cano alto se sua arma estava por ali. Sentindo que o clima ia realmente esquentar, Lennon rapidamente assinou o pedaço de papel para o segurança. Rasgou um pedacinho do mesmo papel, roubou a caneta do fã e se dirigiu para Jerry Lee. O ex-Beatle repetiu passo a passo a idolatria que tinha acabado de protagonizar: ajoelhou-se, beijou a mão de Lewis e disse: "Eu esperei mais de vinte anos para conseguir um autógrafo do verdadeiro rei do Rock 'n Roll!". Lewis se deleitou com a atitude inesperada de Lennon. Assinou o papel e começaram a conversar animadamente como se nada tivesse acontecido.

segunda-feira, 15 de agosto de 2022

IMAGEM DO DIA - THE BEATLES by JOHN LAUNOIS - 1964

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Os Beatles fotografados em Londres para a capa da revista Saturday Evening Post, em 3 junho de 1964 pelo fotógrafo John Launois (1928 - 2002), um apaixonado que contava histórias através da arte do fotojornalismo. A revista foi publicada no dia 15 de agosto de 1964. Há 58 anos.

PAUL McCARTNEY - OO YOU (Long Remaster Version)

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domingo, 14 de agosto de 2022

JOHN LENNON - BEAUTIFUL BOY - FELIZ DIA DOS PAIS!

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"Beautiful Boy (Darling Boy)" foi composta e gravada por John Lennon para o álbum Double Fantasy, lançado em 17 de novembro de 1980. Paul McCartney afirmou várias vezes que esta é uma de suas músicas favoritas compostas por Lennon. "Beautiful Boy" também foi lançada como lado B do single "Happy Xmas (War Is Over)" para promover a coletânea The John Lennon Collection em novembro de 1982.
"Beautiful Boy" foi composta para o filho de Lennon, Sean, então com cinco anos, seu único filho com Yoko Ono. A canção inicia com John confortando o menino que, presumivelmente teve um pesadelo e se desenvolve com John descrevendo apaixonadamente o amor que ele tem pelo seu "garoto lindo" e a alegria que que ele lhe dá. No final, John Lennon sussurra: "Good night, Sean. See you in the morning. Bright and early" (Boa noite, Sean. Vejo você pela manhã. Brilhante e cedo". A letra de "Beautiful Boy (Darling Boy)" contém a famosa citação de Allen Saunders em 1957 no Readers Digest: "A vida é o que acontece com você enquanto você está ocupado fazendo outros planos".

PAUL McCARTNEY - WANDERLUST - SENSACIONAL!

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Em maio de 1997, Paul McCartney, sua mulher Linda e seus Wings, estavam nas Ilhas Virgens gravando o que seria o álbum London Town. Certo dia, Paul e Linda resolveram passear e alguem lhe alugou uma embarcação especial para se divertirem pelas águas tranquilas. Wanderlust era o nome do catamarã, comandado por um capitão truculento. Depois de alguns minutos mar adentro, o tal capitão sentiu o cheiro da maconha e enfezado disse que drogas não eram permitidas a bordo e eles teriam que deixar o barco e seriam presos. Então houve uma espécie de discussão e os McCartney escolheram outro barco. Tempos depois, Paul compôs "Wanderlust" sobre o episódio.
A bonita “Wanderlust” foi lançada em 26 de abril de 1982como a terceira faixa do lado 2 do excelente TUG OF WAR (LP) e mais tarde, como oitava do CD. Paul McCartney queria que “Wanderlust” tivesse um solo de guitarra de George Harrison. Ele, Linda, George Martin (produtor do álbum) e Denny Laine foram visitar George em sua casa, Friar Park, onde ele tinha seu estúdio pessoal (FPSHOT – Friar Park Studio, Henley-On-Thames). Antes de trabalhar em “Wanderlust”, George Harrison pediu a Paul para gravar alguns backing vocals para sua música “All Those Years Ago”. No final, o overdub de guitarra para “Wanderlust” nunca chegou a ser gravado. E em vez de um solo de guitarra, McCartney decidiu usar um conjunto de metais. "Eu gostei de fazer essa faixa, e o conjunto de metais foi ótimo; Eles eram fabulosos, o Philip Jones Brass Ensemble. Acho que, ouvindo o disco novamente recentemente, não usei o conjunto de metais o suficiente. Eles poderiam ter feito mais; eles poderiam ter sido mais frequentes na música, em vez de apenas no solo", disse Paul
“Wanderlust” foi regravada para o filme de McCartney de 1984, “Give My Regards To Broad Street” (ainda com Philip Jones Brass Ensemble). A versão completa com duração de 4:07 apareceu no CD da trilha sonora, enquanto uma versão abreviada de 2:48 foi lançada no LP.

Em 2014, "Wanderlust" foi gravada por Brian Wilson para o álbum The Art Of McCartney.

JOHN LENNON - SUNDAY BLOODY SUNDAY - 1972

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"Bloody Sunday" (domingo sangrento) foi o nome pelo qual ficou conhecido um massacre ocorrido em Derry, ao norte da Irlanda, em 30 de janeiro de 1972, quando 26 pessoas que participavam de uma marcha pelos direitos civis foram atingidas por tiros disparados pelo Primeiro Batalhão de Paraquedistas Britânico. Os tiros foram iniciados quando parte dos manifestantes tentou vencer, atirando pedras, uma barricada montada pelos militares para conter a passeata. Treze pessoas, incluindo seis menores de idade, morreram na hora. Uma outra pessoa morreu (possivelmente devido aos ferimentos) seis semanas depois. Duas pessoas foram atropeladas por veículos militares. Segundo testemunhas e jornalistas presentes, nenhum dos atingidos estava armado. Cinco deles foram atingidos pelas costas. Investigações levadas a cabo logo após o evento inocentaram os envolvidos. Uma segunda investigação iniciada em 1998 nunca foi concluída.

"Sunday Bloody Sunday" é uma música forte composta por John Lennon e Yoko Ono, lançada pela primeira vez em seu álbum Some Time in New York City, lançado em 12 de junho de 1972. A música, que abre o lado 2 do álbum, aborda o massacre que ficou conhecido como "Domingo Sangrento" de 30 de janeiro daquele ano e é uma das duas do álbum que aborda o conflito contemporâneo da Irlanda do Norte, a outra é "The Luck of the Irish".

Lennon tinha simpatia pela minoria irlandesa católica romana na Irlanda do Norte e se juntou a um protesto em Londres em 11 de agosto de 1971 que tentou pressionar o governo britânico a remover suas tropas da Irlanda do Norte, pouco antes de Lennon se mudar para Nova York. Quando houve o massacre, em 30 de janeiro, Lennon, que estava morando em Nova York na época, ficou furioso e escreveu "Sunday Bloody Sunday" como uma resposta irada. A letra expressa toda a raiva de Lennon, que doou todos os royalties para o movimento dos direitos civis na Irlanda do Norte. "Seus porcos ingleses e escoceses, enviados para colonizarem o Norte. Vocês sacodem sua sangrenta Union Jack, sabem o que isso significa! Como ousam fazer refém um povo livre e altaneiro? Deixem a Irlanda para o irlandeses! Mandem os ingleses de volta pro mar!". 

GEORGE HARRISON - BLOOD FROM A CLONE - 1981

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George Harrison começou a gravar Somewhere in England, seu nono álbum de estúdio, em março de 1980 e continuou esporadicamente, finalmente entregando o álbum à Warner Bros Records, a distribuidora de sua gravadora Dark Horse no final de setembro daquele ano. No entanto, os executivos da Warner rejeitaram o álbum, achando que não era suficientemente comercial. Harrison concordou em retrabalhar e gravar novo material. A rítmica e com sabor caribenho "Blood From a Clone" é a faixa de abertura de Somewhere In England lançado em 1º de junho de 1981, e nela Harrison demonstra toda sua frustração. "Blood from a Clone", é uma pequena lamentação irritada sobre a indústria musical e a falta de alma das gravadoras. Somewhere in England alcançou o Top 20 no Reino Unido, mas nos EUA, sua corrida nas paradas foi relativamente breve. Depois do álbum seguinte de 1982, Gone Troppo, que se saiu ainda pior, Harrison retirou-se da indústria da música por meia década.

THE BEATLES - TICKET TO RIDE - ABSOLUTAMENTE SENSACIONAL!*****

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sábado, 13 de agosto de 2022

AS DUAS INCRÍVEIS CAPAS DO MÊS DE JULHO★★★★★

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As duas capas bacanas que prontamente ilustraram o topo do nosso blog preferido durante o mês de julho e parte de agosto, não foram nada fáceis de fazer, mas para mim, tiveram o efeito visual que eu esperava. Somando as duas, aparecem 39 capas (Let It Be aparece nas duas) de alguns dos álbuns mais icônicos do universo Pop/Rock clássico. Claro, óbvio e evidente que a maioria são dos Beatles (ex-Beatles), mas também de outros grandes artistas. Só as mais legais. Alguém conseguiu identificar todos os discos? A próxima será só dos álbuns oficiais dos Beatles, que deve estrear ainda hoje, e as seguintes, talvez das carreiras solos e os outros Beatle-álbuns que foram aparecendo ao longo dos anos. Espero que tenham gostado e obrigado sempre por estarem aqui todos os dias. Fique de olho que vem muita novidade boa por aí. Valeu!
Wonderwall Music - George Harrison; Wedding Album - John Lennon & Yoko Ono; Eletronic Sound - George Harrison; The Beatles - Get Back/ Don't Let Me Down - single; Magic Christian Music - Badfinger; Abbey Road - The Beatles; Live Peace In Toronto - Plastic Ono Band; Let It Be - The Beatles; McCartney 1970 - Paul McCartney; Sentimental Journey - Ringo Starr; John Lennon - Plastic Ono Band - 1970; Living In The Material World - George Harrison; Apple Jam - All Things Must Pass - George Harrison; Concert For Bangladesh; Imagine - John Lennon; e 1962/1966 - The Beatles.
The Velvet Underground & Nico; Let It Be - The Beatles; All Things Must Pass - George Harrison; Get Yer Ya - Ya's Out - The Rolling Stones; Blind Faith; 1967/1970 - The Beatles; Layla And Other Assorted Love Songs - Derek and the Dominos; Is This What You Want - Jackie Lomax; Crosby, Stills, Nash & Young - Déja Vu; On Stage - Elvis Presley; L.A. Woman - The Doors; No Dice - Badfinger; Bob Dylan's Greatest Hits; Creedence Clearwater Revival - Cronicle - Susie Q; Led Zeppelin I (1968); Ram - Paul McCartney; Atom Heart Mother - Pink Floyd; Sometime In New York City - John Lennon & Yoko Ono; Ringo 1973 - Ringo Starr; Straight Up - Badfinger; Live and Let Die - Soundtrack; Eldorado - Eletric Light Orchestra; e Mind Games - John Lennon.

TIP OF MY TONGUE - LENNON & McCARTNEY

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"Tip of My Tongue" foi composta por Paul McCartney (creditada a Lennon-McCartney) provavelmente em agosto ou início de setembro de 1962, e chegou a fazer parte do repertório da banda. Nas apresentações ao vivo, John Lennon tocava maracas. Apesar de ter chegado a ser registrada pelos Beatles, nunca houve uma gravação 'oficial' nos estúdios da EMI, até finalmente darem a música para Tommy Quickly. Ele gravou sua versão em 8 de julho de 1963, tendo The Remo Four como banda de apoio. A música foi lançada como single no final daquele mês pelo selo Pye Piccadilly, com "Heaven Only Knows" no lado B.

"Tip of My Tongue" foi uma das poucas músicas que nunca foram oficialmente lançadas pelos Beatles. Vários takes dessa música foram aparentemente registrados em 26 de novembro de 1962 em Abbey Road, embora George Martin não tenha gostado do resultado. Surpreendentemente, embora a versão de Tommy Quickly tenha sido lançada no Reino Unido enquanto a Beatlemania estava começando a decolar, o single foi um fracasso e se mostrou a primeira de uma série de decepções para a carreira de Quickly"Tip of My Tongue" também já foi gravada por várias bandas covers dos Beatles, mas nenhuma das versões chegando em lugar algum.