quinta-feira, 30 de setembro de 2010

JAMES DEAN - A VIDA CURTA DE UM REBELDE SEM CAUSA

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“James Dean morreu exatamente no momento certo. Se tivesse vivido,não teria conseguido fazer jus a imagem e a lenda criada pelos agentes de publicidade da Warner ...” Estas foram palavras de Humphrey Bogart, um dos ídolos de James Dean - o outro era Marlon Brando. Se Bogart estava certo, jamais saberemos. Mas não há dúvidas de que a morte prematura de Dean aos 24 anos, em um acidente na perigosa estrada de Salinas, na Califórnia, acabou com uma carreira promissora, provocou comoção mundial e quadruplicou o número de seus fãs. Nascido em Marion (Indiana,EUA), em 08/12/1931, James Byron Dean perdeu a mãe com 7 anos de idade e foi criado por um tio e uma tia após o segundo casamento de seu pai. Rebelde e inconformado com a disciplina e com as regras da escola e da sociedade, fugiu para Nova York aos 17 anos, empregando-se como garçom e ascensorista para pagar as aulas no famoso Actors Studio. Em 1950, após adquirir alguma experiência no teatro novaiorquino, iniciou sua carreira no cinema, fazendo uma figuração no filme "O Marujo foi na Onda" (51), com Jerry Lewis e Dean Martin. Nos dois anos seguintes fez mais três figurações nos filmes "Baionetas Caladas", Sinfonia Prateada e "Atalhos do Destino". Recentemente, graças ao empenho do National Film Theater de Londres,do Museum of Broadcasting de Nova York e do James Dean Museum de Ohio, descobriu-se que nos primeiros anos de sua carreira ele participou também de 25 telefilmes. No primeiro deles Hill Number One (51),fez o papel de São João e chamou a atenção de um grupo de garotas de uma escola católica, que fundou o primeiro fã clube conhecido do ator, a Associação de Apreciadoras do Coração Imaculado de James Dean. Esses foram os primeiros sinais de que um novo mito estava nascendo. Finalmente, o diretor Elia Kazan, seu mentor no Actors Studio, deu-lhe o papel do torturado Carl de "Vidas Amargas", baseado no livro de John Steinbeck. O chefão Jack Warner o fez assinar um contrato de sete anos e o escalou para mais dois trabalhos: "Juventude Transviada" e "Assim Caminha a Humanidade".

No dia 30 de setembro de 1955, logo após terminar sua participação nesse último filme, Dean colidiu seu Porsche branco contra um Ford que vinha em direção contrária. Sua morte provocou uma exceção na história da Academia de Hollywood, sendo indicado postumamente para o Oscar de melhor ator de 1955 por Vidas Amargas e de 1956 por Assim Caminha a Humanidade. Tão atormentado quanto seus personagens, nunca escondeu seu envolvimento com alguns gays em Nova York, mas em Hollywood teve romances com duas estrelas famosas: a suíça Ursula Andress e a italiana Píer Angeli, por quem curtiu uma paixão doentia. Estava disposto a se casar com ela mas só não o fez por oposição da mãe de Píer, que preferia um genro menos problemático. Quando Píer se casou com o cantor Vic Damone, em 1954, James Dean foi à porta da igreja do Bom Pastor, em Beverly Hills ,para ver a saída dos noivos. De jaqueta vermelha, jeans surrado, botas e boné de couro, ficou acionando sua motocicleta até que Píer e Vic entrassem no carro. Então deu uma espetacular arrancada. Em 1971, Píer, infeliz em dois casamentos e com a carreira em declíneo, suicidou-se com uma overdose de drogas. O pai de James Dean,o senhor Winton Dean disse a jornalista Dulce Damasceno de Brito, que reproduziu suas palavras no livro HOLLYWOOD NUA E CRUA “ Jimmy não tentou ser diferente para vencer em Hollywood, como diziam. Nasceu diferente e morreu diferente.”

CONFIRMADO! PAUL McCARTNEY EM PORTO ALEGRE!

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Está confirmado: o ex-Beatle Paul McCartney se apresenta em Porto Alegre no dia 7 de novembro. O músico fará seu show no estádio Beira-Rio, segundo anunciado pelo diretor executivo de marketing do Internacional, Jorge Avancini em seu Twitter, nesta quarta-feira (29). "Dia 7 de novembro o Gigante vai tremer com a lenda viva do rock!", anunciou.
No domingo (26), Avancini já havia sugerido, também via Twitter, que o estádio do Inter seria o palco do evento. "Essa semana deve ser anunciado o grande evento que irá ocorrer no Beira-Rio em novembro de 2010", escreveu. E pode vir promoção por aí. Segundo o site do Inter, "o sócio do Clube deve manter sua adimplência para possíveis sorteios e vantagens que podem ser oferecidas visando o espetacular evento de rock no Beira-Rio". Informações sobre ingressos serão divulgadas na próxima semana. Ainda de acordo com o clube, nenhum jogo será prejudicado pelo show. Três dias antes do espetáculo, a equipe colorada recebe o Fluminense no estádio. "O jogo não será transferido. É uma partida que pode ser decisiva para o Campeonato Brasileiro, então ela acontecerá ali. A única diferença é que parte da estrutura estará atrás de um dos gols. O palco será montado no gramado, mas depois da partida.", disse Avancini em nota.
O Inter voltará a usar o estádio apenas uma semana depois do show, contra o Avaí. A diretoria garante que o gramado estará em boas condições. "Vai ser usada uma cobertura no campo, com o que há de mais moderno no Brasil. E teremos uma semana para a preparação. Não haverá problema", disse Avancini. McCartney visita Porto Alegre como parte da turnê Up and Coming Tour, que também inclui Buenos Aires, por onde ele passa no dia 15, e a cidade de São Paulo, onde ele se apresenta, no Morumbi, nos dias 21 e 22. Letrista, compositor, cantor, instrumentista, cavaleiro de Sua Majestade e filho ilustre da Grã-Bretanha, o ex-integrante dos Beatles e eterno parceiro de John Lennon, Paul McCartney já veio ao Brasil duas vezes. Em 1990, ele se apresentou no Maracanã com um show para mais de 180 mil pessoas. Três anos depois, a convite de Luiz Oscar Niemeyer, ele voltou ao país para apresentações em São Paulo e Curitiba.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

VOTE NOS BEATLES E NA CULTURA POP!

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THE KILLER - 74 ANOS DE MUITO ROCK AND ROLL

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Hoje, dia 29 de setembro de 2010, o grande Jerry Lee LewisThe Killer – completa 74 anos. Pioneiro do Rock And Roll, Lewis teve a vida atribulada por escândalos envolvendo sexo, drogas e armas. Confira a matéria especial do Baú do Edu em homenagem ao velho THE KILLER clicando no link: http://obaudoedu-jerrylee.blogspot.com/ Espero que gostem! Abração!

JOHN LENNON - ESTÁ CHEGANDO O DIA!

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Anunciada mês passado, a campanha global de relançamento do catálogo de John Lennon - Gimme Some Truth - está sendo supervisionada por Yoko Ono, em parceria com a EMI, e comemora o aniversário de 70 anos que Lennon completaria dia 9 de outubro de 2010. O projeto reúne oito álbuns solo remasterizados de John Lennon e novos títulos, incluindo Double Fantasy Stripped Down, Power To The People: The Hits, Gimme Some Truth, e a John Lennon Signature Box. Pela primeira vez, os álbuns solo de Lennon, entre outras gravações histórias, foram digitalmente remasterizadas a partir de seus originais. Double Fantasy, vencedor do GRAMMY de 1980 como “Álbum do Ano”, será apresentado com uma versão 'Stripped Down', recentemente remixada, produzida por Yoko Ono e Jack Douglas, co-produtores originais do álbum de Lennon. Some Time in New York City foi remodelado para incluir as seis gravações ao vivo de ‘Live Jam’, que faziam parte do álbum original. A caixa de 11 CDs batizada de John Lennon Signature Box, inclui 13 gravações caseiras inéditas, além de textos que Yoko Ono, Sean Lennon e Julian Lennon escreveram especialmente para a coleção.
A capa do álbum Double Fantasy Stripped Down exibe desenhos originais feitos por Sean Lennon; a do álbum Walls and Bridges, lançado em 1974, Taz a capa original restaurada.
A vida e a música de John Lennon serão reverenciados em inúmeros eventos e lançamentos, em todo mundo. Para saber mais, basta acessar
www.johnlennon.com

Confira aqui o comercial:

O DESASTRE DO VOO 1907

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Hoje, o acidente entre o Boeing da Gol que fazia o voo 1907 e um jato Legacy completa quatro anos. Junho de 2011 é o prazo para que a justiça esclareça quem são os culpados pela tragédia que matou 154 pessoas que estavam na aeronave da empresa brasileira. Pelo ritmo do processo, a associação que reúne familiares das vítimas teme pela impunidade.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

OS CARTÕES POSTAIS DO BAÚ DO EDU

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Caros amigos: somente hoje consegui enviar pelo Correio (Correios, mas é muito feio!), a primeira remessa dos cartões postais do Baú do Edu. Amanhã vai outro tanto e outro e depois outro. Só arranjo encrenca! Queria ter feito uma embalagem mais bacana, da forma que todos vocês merecem. Mas não tive tempo! Quem me conhece sabe em quantos me transformo para dar conta de tudo! De forma, que peço desculpas pela simplicidade do envelopinho. Quando me aposentar, vou ter uma equipe de secretárias havaianas ou baianas para cuidarem de tudo para mim. Ok? Os felizes contemplados de hoje foram: João Carlos, Lara Selem, Danielle Starkey, Marco Miranda, Eduardo Sales, Gabriela Falk, Dinorvan Fanhaimpork, Carlos César (não pode haver + de um!), Marco Tadeu Perut, Jonas Ferreira, Polyanna Prado, Michellen Leal, Fred Queiroz, Guilherme Bento, Luiz Orione, Adrianna Stewart e Lucy Diamond. ATENÇÃO! Tenho cartões postais do Baú do Edu para dar com pau!!! Poderia mandar para todo mundo do universo e acho que ainda sobraria... esses meus amigos são f...! Por isso, não fique fora dessa! Cadastrem-se! Hoje somos mais de 100 seguidores e eu só conheço 15 ou 20. Mandem seu nome e endereço para eduardobadfinger@gmail.com
e além da coleção de postais vai receber a newsletter com as atualizações em primera mão! Espero vocês! Abração!!!

THE BEATLES - HEY JUDE

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No dia 28 de setembro de 1968, a canção “Hey Jude” dos Beatles, composta por Paul McCartney e creditada à dupla Lennon & McCartney, tornou-se a canção mais longa a atingir o topo das paradas de sucesso! Para ver ou rever a matéria original sobre HEY JUDE publidada originalmente em 30 de janeiro de 2010, clique no link:
http://obaudoedu.blogspot.com/2010/01/beatles-hey-jude.html

ED SULLIVAN - O SÍLVIO SANTOS DOS GRINGOS

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Ed Sullivan, nome artístico de Edward Vincent Sullivan, nasceu em Nova Iorque no dia 28 de Setembro de 1901. Sullivan foi talvez o mais famoso apresentador de televisão dos Estados Unidos, com elevado destaque na cultura popular daquele país, tornando-se uma referência dentro da cultura televisiva norte-americana, principalmente nas décadas de 1950 e 1960. Seu programa dominical, denominado "The Ed Sullivan Show", teve início em 1948 e término em 1971 na rede de televisão CBS; por lá passaram os maiores nomes da música popular em todo o século XX: Cher, Elvis Presley, Beatles, Rolling Stones, The Doors, The Bee Gees, James Brown, Jackson Five, entre outros. Morreu de câncer no esôfago em Nova Iorque no dia 13 de outubro de 1974. E agora a gente fica com a apresentação que trouxe a maior audiência da história do programa The Ed Sullivan Show -
THE BEATLES - I WANT TO HOLD YOUR HAND


segunda-feira, 27 de setembro de 2010

FOTO DO DIA - JOHN LENNON

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JOHN LENNON - STAND BY ME - AGAIN!

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Essa deve ser pelas minhas contas a quarta ou quinta vez que a versão matadora do nosso velho John Lennon para "Stand By Me" (Ben E. King) aparece por aqui. E vai continuar aparecendo sempre, toda vez que alguém tenha saudade. Senhoras e senhores: é com imenso prazer que o nosso Baú do Edu tem a honra de apresentar mais uma vez... atendendo a pedidos... MR. JOHN LENNON - STAND BY ME! - Megasucesso de 1976. Abração!

O ESTRANHO CASO DE RORY STORM

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Também no dia 27 de setembro de 1972, Rory Storm (conhecido em Liverpool na década de 60 como Mr. Showmaker e líder dos Hurricanes - grupo de Ringo Starr antes dos Beatles) foi encontrado morto em sua casa ao lado do corpo de sua mãe, a senhora Violet Caldwell, no que aparenta ter sido um pacto de morte. Para ver ou rever a postagem original do “Estranho Caso Rory Storm”, http://obaudoedu.blogspot.com/2009/11/o-estranho-caso-de-rory-storm-and.html

JIMMY McCULLOCH - EX-WINGS

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No dia 27/09/1979, Jimmy McCulloch - guitarrista, ex-Thunderclap Newman, ex-Stone the Crows e ex-Wings foi encontrado morto em Londres, aos 26 anos. Embora nunca tenha havido uma declaração oficial dos motivos do seu falecimento, suspeita-se de overdose de heroína.

domingo, 26 de setembro de 2010

GEORGE HARRISON - LIVE IN JAPAN

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GIVE ME LOVE


Eric Clapton foi o melhor amigo que George Harrison teve na vida. E, Harrison, o melhor amigo que Clapton poderia desejar. Um “roubou” a mulher do outro e nem isso abalou a sagrada amizade. No começo dos anos 90, a vida de Clapton foi atormentada pela tragédia em duas ocasiões. No dia 27 de agosto de 1990 o guitarrista Stevie Ray Vaughan (que estava em turnê com Eric) e dois membros de sua equipe de apoio morreram em um acidente de helicóptero. No ano seguinte, em 20 de março de 1991, Conor, filho de quatro anos de Clapton com a modelo italiana Lori Del Santo, morreu depois de cair da janela de um apartamento. Clapton mostrou ao mundo toda a sua dor em "Tears In Heaven". A gravação desta e de outras canções sobre Conor faziam parte do processo de cura que Clapton estava se submetendo.

GEORGE HARRISON – LIVE IN JAPAN
Produzido por Spike & Nelson Wilbury
DISC 1:
http://www.4shared.com/file/c5kfatBQ/GH_live_in_Japan_part_1_obaudo.html
DISC 2 :
http://www.4shared.com/file/RFU1fBNR/GH_live_in_Japan_part_2_obaudo.html

Outro item importante do processo foi voltar à estrada e enfrentar as platéias outra vez. Clapton precisava excursionar, mas naquele momento, precisava de alguma coisa para se manter em atividade e, para isso, procurou o amigo George Harrison.

Em numerosas ocasiões, durante o ano anterior, enquanto viajava pelo mundo, Clapton ouvira perguntas sobre Harrison, que saíra de uma quase aposentadoria com um álbum solo e seu trabalho com os Traveling Wilburys, mas que não excursionava há quize anos. As pessoas queriam ver Harrison no palco outra vez.

Clapton se identificou facilmente com esses sentimentos. Ele falara publicamente de seu desejo de trabalhar ao vivo com Harrison em 1974, e havia conversado com o ex-Beatle ao longo dos anos sobre a possibilidade de um show em conjunto, mas inutilmente. O medo de palco de Harrison era coisa antiga e sua última excursão fora um desastre. Mesmo assim, Clapton discutiu a idéia com Harrison argumentando que ele só precisava aparecer com sua guitarra e cantar. Clapton forneceria a banda de apoio, o equipamento e seu empresário cuidaria dos detalhes. Depois de concordar e mudar de idéia várias vezes, Harrison cedeu.


Uma série de treze shows foi marcada para o Japão, um dos locais favoritos de Clapton para excursionar e um lugar distante o suficiente do caminho habitual para dar a Harrison a chance de atuar sem a pressão esmagadora da imprensa que ele sentiria em outro lugar. “A coisa principal é fazer George se divertir”, respondeu Roger Forester a jornalistas que perguntavam sobre a turnê e a equipe de Clapton fez rodo o possível para que isso acontecesse.

Os shows, documentados no álbum duplo de Harrison, Live In Japan, foram maravilhosos. Soando confiante e animado, Harrison liderou Clapton e a banda por clássicos dos Beatles como Taxman, Something e Here Comes The Sun, junto com seleções de seu trabalho solo. As platéias japonesas ficaram entusiasmadas quando Harrison reviveu algumas favoritas como IF I Needded Someone e Old Brown Shoe – canções que nunca tocara ao vivo. Clapton se divertiu em seu papel de coadjuvante, impulsionando a música de Harrison com solos econômicos, mas bastante eficazes. A cada noite ele assumia o destaque sob os refletores para um punhado de suas próprias canções, mas nunca houve dúvida de que se tratava de um show de George Harrison. Como se podia prever, a casa vinha abaixo com While My Guitar Gently Weeps, para qual Clapton recompôs, quase nota por nota, o solo gravado por ele na canção dos Beatles. O público japonês devorou tudo. “É um prazer ouvir uma dupla de mestres extraindo tudo o que o outro tem de melhor”, escreveu um jornalista na crítica sobre Live In Japan – um sentimento bastante comum durante toda a excursão.

TAXMAN



Houve conversas sobre levar o show para a Europa e Estados Unidos, mas isso não aconteceria. Clapton estava com a sua turnê marcada e, para Harrison, depois dos shows mais do que satisfatórios no Japão, não havia tentação de recriar o ambiente circense de seus primeiros anos. As apresentações japonesas tinham sido tudo.
E para finalizar, Cloud 9. Espero que tenham gostado. Valeu! Abração! Hare Krishna!

CLOUD 9


sexta-feira, 24 de setembro de 2010

THE BEATLES EM DESENHO ANIMADO - É BOM DEMAIS!!!

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Na manhã do dia 25 de setembro de 1965, centenas de milhares de crianças americanas de todas as idades sintonizaram suas televisões para assistir a estréia do desenho animado dos Beatles. E foi um sucesso absurdo. Produzida em 1965, a série de desenhos animados dos Beatles surgiu pelas mão de Al Brodax, da King Features, para a rede de TV ABC. Os primeiros esquetes dos personagens foram elaborados por Peter Sander, e as animaçãoes ficavam com a TVC (TV Cartoons Ltd), de Londres e da Astransa, de Sidney, Australia, com ajuda tambem das equipes do Cine Centrum (Holanda) e CanaWest(Canadá). As estórias eram simples e os roteiros surgiam com facilidade. Os animadoresse inspiraram na postura dos Beatles em fotos e apresentações ao vivo.John era o líder. Paul o mais elegante e estiloso. George era um pouco curvado e suas pernas longas e finas eram sua característica mais marcante e Ringo destacava-se como o mais desconjuntado, um visual coerente com suas palhaçadas. A série "Beatles Cartoons" foi composta de 39 episódios com dois temas principais ou 78 episódios. As imagens foram ao ar de setembro de 1965 a setembro de 1969.

Entre os executivos, foi decidido que o público americano não iria entender o sotaque original de Liverpool. As vozes seriam “americanizadas” para o que os jovens “consideravam” um sotaque britânico. A dublagem foi feita por um americano chamado Paul Frees que fazia John e George e de um inglês, Lance Percival que dublava Paul e Ringo. Brian Epstein ficou horrorizado com o resultado e baniu a série da TV britânica. Para dar um sabor internacional ao desenho os episódios eram passados em diferentes países como: Japão, Irlanda, Índia, Espanha, etc.
Cada episódio tinha meia hora e era composto de 2 mini-aventuras e 2 músicas com as letras aparecendo como legendas. Foram 3 temporadas com 39 shows e 78 estórias. Não poderia terminar de outra forma que não fosse com o incrível desenho animado dos FAB Four. Por ser uma das minhas preferidas, escolhi o episódio com Plese Mr. Postman. Valeu! Abração!

THE BEATLES - PLEASE MR. POSTMAN

A VOLTA DO EDU AO PSIQUIATRA...

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TRAVELING WILBURYS 2010 REVISITED

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Entre 1988 e 1992, George Harrison até que trabalhou bastante. Reza a lenda que, em 88, depois de 6 anos de completo afastamento (o último lançamento tinha sido Gone Troppo, de 1982), estava preparando um novo álbum só com inéditas: CLOUD 9. Precisava de uma faixa para ser lado B do compacto “This is Love”. Convidou Jeff Lynne (Electric Light Orchestra) para ser o produtor. Lynne estava trabalhando no disco de Roy Orbison e os dois foram ao encontro de Harrison, que ligou para Bob Dylan para saber se podiam usar o estúdio da sua casa. E foram. A guitarra de George estava na casa de Tom Petty (Tom Petty and the Heartbreakers) e tinham que ir buscá-la. George chamou Tom para participar e ele topou na hora. Todos para a casa de Bob que não se contentou em ficar só assistindo. A canção que gravaram foi Handle With Care.

Quando George levou o material para a gravadora, eles gostaram tanto que perguntaram se não dava para fazer um álbum inteiro. E nossos heróis toparam! Em dez dias estava pronto THE TRAVELING WILBURYS - VOL. 1. O nome “Wilbury” foi um termo familiar utilizado por George Harrison e Jeff Lynne durante a gravação do álbum Cloud Nine. Em inglês “We’ll bury them in the mix” que pode ser traduzido como “esconderemos na mixagem”. Lançado em outubro de 1988, sob vários pseudônimos o álbum Traveling Wilburys Vol. 1 alcançou o posto número 79 da lista dos 100 melhores discos dos anos 80 publicada pela revista musical Rolling Stone e vendeu 5 milhões de cópias.

Roy Orbison morreria logo em seguida, em 6 de dezembro de 1988. Quando fizeram o clipe de END OF THE LINE, o homenagearam com sua foto em cima da cômoda e uma cadeira de balanço com a guitarra. Durante certo tempo, a imprensa especulou sobre uma possível entrada no grupo de Del Shannon, mas seu suicídio em 1990 acabou com este projeto.

O segundo álbum, chamado Traveling Wilburys Vol. 3, seria o último trabalho do grupo, precedido do single “Nobody’s Child”. Dylan tinha sua turnê programada e o velho George resolveu enfim, enfrentar o público de novo. No Japão, com Eric Clapton. E assim foi com cada um. Cogitou-se a possibilidade de gravarem um terceiro álbum, mas a onda já tinha acabado. Infelizmente.

TRAVELING WILBURYS - HANDLE WITH CARE


THE TRAVELING WILBURYS - Vol. 1

* Nelson Wilbury - George Harrison
* Lefty Wilbury - Roy Orbison
* Otis Wilbury - Jeff Lynne
* Charlie T. Wilbury Jr. - Tom Petty
* Lucky Wilbury - Bob Dylan

01 - Handle With Care
02 - Dirty World
03 - Rattled
04 - Last Night
05 - Not Alone Any More
06 - Congratulations
07 - Heading For The Light
08 - Margarita
09 - Tweeter And The Monkey Man
10 - End Of The Line
11 - Maxine
12 - Like A Ship

DOWNLOAD:
http://www.4shared.com/file/KfXkZ0nh/_2__The_Traveling_Wilburys_-_1.html

THE TRAVELING WILBURYS - Vol. 3
* Spike Wilbury - George Harrison
* Clayton Wilbury - Jeff Lynne
* Muddy Wilbury - Tom Petty
* Boo Wilbury - Bob Dylan

01 - She's My Baby
02 - Inside Out
03 - If You Belonged To Me
04 - Devil's Been Busy
05 - 7 Deadly Sins
06 - Poor House
07 - Where Were You Last Night
08 - Cool Dry Place
09 - New Blue Moon
10 - You Took My Breath Away
11 - Wilbury Twist
12 - Nobody's Child
13 – Runaway

DOWNLOAD:

http://www.4shared.com/file/ww1qEr_r/The_Traveling_Wilburys_-_1990_.html

Visite o site oficial dos Traveling Wilburys http://www.thewilburys.com/index.html
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

GEORGE HARRISON - CHEER DOWN - 1991

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E quem tiver sugestões ou quiser rever posts antigos, é só falar. Ok? A casa agradece!

GEORGE HARRISON - CHEER DOWN - 1991

FOTO DO DIA - LENNON & McCARTNEY

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Muitos afirmam que esta fotografia de John e Paul, tirada por May Pang (namorada de John) foi a útima deles dois juntos. Foi tirada em março ou abril de 1974 na casa que Lennon estava alugando em Santa Monica.

KEITH MOON - DIZEM QUE SOU LOUCO...

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Keith John Moon (23 de agosto de 1946 – 7 de setembro de 1978) foi o baterista da banda de rock britânica The Who. Ganhou prestígio por seu estilo inovador e exuberante na bateria, e notoriedade por seu comportamento excêntrico e por vezes destrutivo, o que lhe rendeu o apelido de "Moon the Loon" ("Moon, o Lunático"). Moon entrou para o Who em 1964, participando de todos os seus álbuns e singles a partir da estréia do grupo com "Zoot Suit" em 64 até Who Are You, de 1978, lançado três semanas antes de sua morte.

Moon era conhecido por seu estilo de bateria dramático e cheio de suspense, que frequentemente envolvia a omissão de batidas básicas em prol de uma técnica fluída e acentuada, focada em viradas progressivas pelos toms, trabalho ambidestro no bumbo e passadas e ataques selvagens nos chimbaus. Ele é citado pelo Hall da Fama do Rock and Roll como um dos maiores bateristas de rock and roll de todos os tempos.

Inicialmente Moon tocava no mesmo estilo de bandas norte-americanas de surf rock e R&B, utilizando ritmos e preenchimentos de ambos os gêneros, mas tocando mais alto e com muito mais autoridade. Ele também foi bastante influenciado pelo baterista de jazz Gene Krupa. Inspirado numa conversa que teve com Ginger Baker, Moon passou a usar um kit de bateria duplo no final de 1965. Na banda, o guitarrista Peter Townshend mantinha o tempo, já que trabalhava de maneira acentuadamente rítmica, enquanto Moon e o baixista John Entwistle solavam no topo desta base. As composições de Townshend ganhavam vida nova após ele apresentá-las a Moon e Entwistle, que transformavam as músicas em algo completamente novo e inesperado com suas técnicas distintas de tocar.

No começo da carreira do The Who a banda adquiriu a reputação de destruir seus instrumentos no final de cada show. Moon demonstrava um zelo particular quanto a esta atividade, chutando e quebrando sua bateria com vontade.

Uma das histórias mais conhecidas narra a festa de seu 21o. aniversário: na ocasião, ele conduziu um Lincoln Continental direto para dentro de uma piscina - trata-se de uma controvérsia a veracidade ou não dos fatos, com Tony Fletcher, biógrafo de Moon, negando o episódio, enquanto Roger Daltrey afirma ter presenciado o prejuízo de 50 mil dólares. Mas devido a seu bem conhecido comportamento, não é difícil imaginar como uma história como essa pôde ser propagada.

Em 1970, Moon se envolveu em um incidente na saída de um pub em Londres, quando seu motorista e guarda-costas, Cornelius "Neil" Boland, foi atropelado e morto. Boland havia saído do carro para tentar conter um tumulto quando foi derrubado; Moon, desesperado, guiou para longe dali, só descobrindo quilômetros mais adiante o corpo do motorista preso nas engrenangens do automóvel. Embora um subsequente processo judicial tenha declarado a inocência de Moon, o baterista se culparia pelo acidente pelo resto de sua vida.O apetite de Moon pela vida alucinada custaria posteriormente a deterioração de suas habilidades na bateria e a confiança de seus companheiros de banda na sua capacidade como instrumentista.

Embora o trabalho com o The Who dominasse a carreira de Moon, ele chegou a participar de alguns projetos paralelos. Em 1966, Keith juntou-se ao guitarrista Jeff Beck do Yardbirds e com os futuros Led Zeppelins Jimmy Page e John Paul Jones para gravar uma instrumental, "Beck's Bolero", lançada no final daquele mesmo ano. Em 1975 ele lançou seu primeiro e único álbum solo, uma coleção de covers de canções pop chamada Two Sides of the Moon. Curiosamente Moon resolveu assumir o papel de cantor, enquanto a bateria foi relegada a outros músicos, como Ringo Starr e Jim Keltner. Em 1971 Moon fez uma participação especial no filme 200 Motels de Frank Zappa. Ele voltaria às telas com That'Il Be the Day de 1973, e também no filme Tommy, de 1975.

A última noite de Keith Moon foi como convidado de Paul McCartney na estréia do filme The Buddy Holly Story. Depois de jantar com Paul e Linda McCartney, Moon e sua namorada, Annette Walter-Lax, deixaram a festa mais cedo e retornaram a seu apartamento em Curzon Place, Londres. Ele morreu dormindo, consequência de uma overdose do medicamento que ele estava usando em seu tratamento contra o alcoolismo. O laudo do legista apontou 32 pílulas de Heminevrin em seu organismo, 26 delas ainda não dissolvidas. O apartamento na Curzon Place havia sido emprestado a Keith por seu amigo Harry Nilsson. Coincidentemente, "Mama" Cass Elliot (vocalista do The Mamas and The Papas) morrera no mesmo apartamento quatro anos antes. Amargurado com a perda de dois amigos, Nilsson nunca mais retornou ao local, posteriormente vendendo o apartamento a Pete Townshend.

Em 1974, entre Lennon e McCartney
Em 1971 Moon fez uma participação especial no filme 200 Motels de Frank Zappa. Ele voltaria às telas com That'Il Be the Day de 1973, e também no filme Tommy, de 1975.

O lugar de Keith Moon no The Who, após sua morte, já foi ocupado oficialmente por três bateristas: Kenney Jones (1979-1988), Simon Phillips (1989) e Zak Starkey – filho do Ringo (1996 - até hoje).Moon foi casado de 1966 a 1975 e teve uma filha, Amanda. Ele conquistou sua esposa Kim Kerrigan das mãos de Rod Stewart. Após a separação, Kim casaria-se com o tecladista Ian McLagan, que tocou com o mesmo Stewart na banda The Faces.O tributo mais famoso a Moon é o personagem "Animal" do Muppets, um baterista maluco que, de tão alucinado, precisa ser acorrentado a seu instrumento durante as apresentações.

A seguir a gente confere o grande The Who dos bons tempos literalmente, quebrando tudo com o clássico “My Generation”. Valeu! Abração!



VEM AÍ BAND ON THE RUN 2010 REMASTERED!

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Sir Paul McCartney está relançando o álbum “Band On The Run”, maior sucesso da banda Wings, que ele formou após a separação dos Beatles. O premiado álbum, com hits como “Jet”, será relançado em novembro em várias configurações remasterizadas. Uma edição de colecionador com quatro discos incluirá uma entrevista inédita de McCartney e um livro de fotos de 120 páginas, feito por Linda McCartney além de um cocumentário de áudio. Paul McCartney formou os Wings em 1971, tendo Linda nos teclados e Denny Laine nas guitarras. O conjunto durou até 1981. “Band On The Run” vendeu mais de 7 milhões de cópias, liderando as paradas por 3 semanas seguidas nos Estados Unidos. Em 2001, entrou na lista dos 100 melhores álbuns britânicos de todos os tempos da revista Q Magazine, figurando na 75ª posição, e em 2003 na lista dos 500 melhores álbuns de sempre da revista Rolling Stone. Vamos aguardar! E agora, a gente confere os Wings ao vivo em Seattle durante a megaturnê Wings Over America! YEAAAAHHHHH!!!


ALF, O ETEIMOSO

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Alf é um extraterrestre do planeta Melmac e vai parar na terra devido a um defeito em sua espaçonave. Seu planeta havia explodido e Alf ficou perdido no espaço após a fuga. Ele faz uma aterrissagem forçada no quintal da família Tanner e acaba ficando por lá mesmo. Alf tem uma personalidade sarcástica, é irônico e adora comer gatos. Seu cérebro fica localizado no ouvido. Os vizinhos não sabem da existência de Alf no seio da família Tanner, mas ele não se constrange com isso e apronta a todo momento com a vizinhança e com os Tanners. William, o pai da família, é o que mais sofre com as agruras de Alf. Uma vez na vida os habitantes de Melmac entram no cio e ficam extremamente violentos. Quando aconteceu isso com Alf ele teve que ficar trancado em um quarto até a situação se acalmar.

Foi exibida pela primeira vez em 22 de setembro de 1986, com direção de Peter Bonerz, e transmitida originalmente pela NBC entre 1986 e 1990. Foi inspirada e parodiava o filme E.T. the Extra-Terrestrial, de Steven Spielberg (1982). A série foi criada em 1986 e teve 4 temporadas, saindo do ar em 1988. Ela foi indicada para 12 prêmios Emmy mas nunca ganhou nenhum. Foi lançada no Brasil pela Rede Globo com o nome ALF, o ETeimoso em 1987, e em Portugal pelo Canal 1 da RTP, com o nome ALF, Uma coisa do outro mundo. Foram produzidos 102 episódios.