quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

PAUL McCARTNEY E SUA TURMINHA - BARRADOS NO BAILE, OH OH!

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Paul McCartney foi barrado em festa após o Grammy.
Paul McCartney é um dos artistas mais reconhecidos da história da música, ex-membro dos Beatles, colaborou com dezenas de artistas e tem mais de 20 Grammys. Um extenso currículo que não serviu a para que o deixassem entrar em uma festa particular pós-Grammy, realizada na noite de segunda-feira em Los Angeles. O portal de fofocasTMZ (quem mais poderia ser) publicou um vídeo no qual se vê o cantor, de 73 anos, esperando à porta de um clube e depois indo embora sem ter obtido a permissão de entrar, ante a incredulidade dos presentes. O cantor britânico, acompanhado do músico Beck e do baterista dos Foo Fighters, Taylor Hawkins, tinha a intenção de passar a noite dos Grammys na festa do rapper Tyga (QUEM?), organizada no The Argyle de Hollywood. No vídeo, depois de uma pergunta irônica sobre sua canção favorita dos Rolling Stones, vê-se como o britânico fica esperando na entrada do clube. Depois de uma primeira negativa, exclama: “Quão VIPs temos que ser? Precisamos de outro sucesso”, diz a seus acompanhantes, um trio que conseguiu alguns dos maiores êxitos do rock e do pop. Após uma segunda tentativa, e a correspondente negativa, Paul McCartney abandona o lugar de carro. Pouco depois, já aproveitava a festa organizada da gravadora Republic Records em outro local da cidade, onde se reuniu a cantores como Tony Bennet, Taylor Swift e The Weekend, e modelos como Alessandra Ambrosio e Bella Hadid e atrizes como Kaley Cuoco (The Big Bang Theory).  Ao ser perguntado sobre o veto, na saída da festa, Tyga (QUEM?), de 26 anos, comentou que ambos são de gerações distintas, mas que se o tivesse visto teria garantido que McCartney entrasse no local - embora não parecesse ter ficado abalado com a confusão. Se no ano passado se tornou uma das sensações da cerimônia dos Grammys com sua performance com Rihanna e Kanye West, parece que este ano Paul McCartney lembrará da premiação por um motivo bem diferente. Ser um dos compositores que mais vendeu discos não foi suficiente como credencial. Paul McCartney e sua turminha foram barrados no baile.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

GERRY AND THE PACEMAKERS - DIZZY MISS LIZZY

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Não deixe de conferir: THE BEATLES - DIZZY MISS LIZZY

THE BEATLES - JOHN LENNON - HAPINESS IS A WARM GUN

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Para esta canção, John costurou três composições que já tinha começado, mas não pareciam ir a lugar algum. A primeira era uma série de imagens aleatórias de uma noite de ácido com Derek Taylor, Neil Aspinall e Pete Shotton na casa que Taylor estava alugando. Taylor conta: "John disse que tinha escrito metade de uma música e queria que nós ajudássemos com frases. Primeiro, ele queria saber como descrever uma garota muito esperta, e eu lembrei de uma expressão de meu pai que dizia: “She's not a girl who misses much” (ela não é uma garota que perde muita coisa). Parece um elogio fraco, mas em Merseyside, naqueles dias, não havia nada melhor".
http://beatlephotoblog.com/photos/2010/09/
"Depois eu contei a história de um sujeito que Joan, minha esposa, e eu conhecemos no Carrick Bay Hotel na Isle of Man. Já era tarde da noite, nós estávamos bebendo no bar, e um cara que gostava de conhecer turistas e de bater papo de repente nos disse: 'Sabe, eu gosto de usar luvas de pele. Elas dão uma sensação diferente quando saio com minha namorada'. Depois disse: 'Não quero entrar em detalhes'. E não perguntamos. Mas isso gerou o verso 'she's well acquainted with the touch of the velvet hand' (ela conhece bem o truque de uma mão aveludada). 'Like a lizard on a window pane' (como uma lagartixa no vidro da janela), para mim, era o símbolo de um movimento bem rápido. Muitas vezes, quando morávamos em Los Angeles, era só olhar para cima que víamos pequenas lagartixas correndo na janela."

Taylor continua: “The man in the crowd with multicoloured mirrors on his hobnail boots” (o homem no meio da multidão com espelhos multicoloridos em suas botas de taxa) veio de algo que li no jornal sobre um torcedor de futebol de Manchester City que foi preso pela polícia por colocar espelhos na biqueira do sapato para poder ver por baixo da saia das garotas. Achamos que era uma maneira incrivelmente complicada e tortuosa de obter um prazer barato, então se tornou 'multicoloured mirrors' e 'hobnail boots' para encaixar na melodia. Um pouco de licença poética. A parte de “Tying with his eyes while his hands were working over time” (descansando com os olhos enquanto as mãos estão fazendo hora extra) veio de outra matéria, sobre um homem que sempre andava de capa e tinha mãos de plástico. Ele as apoiava no balcão das lojas enquanto, sob a capa, roubava coisas e as enfiava em um saco que estava enrolado na cintura".
"Não sei de onde saiu “soap impression of his wife” (uma impressão ‘lavada’ da esposa), mas a parte de comer algo e depois doar para o 'NationalTrust' veio de uma conversa que tivemos sobre os horrores de andar em lugares públicos em Merseyside, onde você sempre se deparava com evidências de que pessoas haviam defecado atrás de arbustos e em antigos abrigos antiaéreos. Doar o que você comeu para o National Trust (organização britânica que visa manter as belezas do interior do país) é o que hoje chamaríamos de 'defecar em áreas públicas do National Trust'. Quando John juntou tudo, criou camadas de imagens. Era como uma gran¬de confusão de cores",Taylor conclui.
A segunda parte começa com "I need a fix" (Preciso de uma dose) e veio da relação com Yoko, que tinha um papel maternal e dominador na vida de John. Durante quase toda a relação, ele se referia a ela como "Mother". Essa também era uma época em que ele estava envolvido com heroína, uma droga que mais tarde teria um custo alto para ele.
A parte final foi inspirada por algo que George Martin mostrou a John em uma revista americana sobre armas. Havia uma chamada na capa que dizia "Felicidade é uma arma quente na mão...", um trocadilho óbvio com o livro de 1962 do cartunista do Snoopy Charles Schulz, ‘Happiness is a Warm Puppy’. A justaposição aparentemente bizarra de assassinato e prazer instigou a imaginação de John na época. "Eu pensei, que coisa fantástica de dizer", John comentou. "Uma arma quente significa que você acabou de atirar em alguma coisa."
A letra e a melodia dessa parte imitam "Angel Baby", de Rosie and the Originais (1960), uma música que John adorava. O jornalista da Rolling Stone Jonathan Cott o entrevistou em 18 de setembro de 1968 e escreveu que "John tocava a versão de Rosie and the Originais de 'Give Me Love'", que era o lado B de "Angel Baby". Cinco dias depois, John começou a gravar "Happiness is a Warm Gun".

IMAGEM DO DIA - KEEP CALM AND LISTEN PAUL McCARTNEY

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PULP FICTION - A DANCINHA - SENSACIONAL!

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Gentilmente enviado pela amiga Gabrielly Saraiva. Grande Beijo!
dancing dope follow vogue chanel

ÔBA! THE BEATLES - A HARD DAY'S NIGHT DE VOLTA AOS CINEMAS

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1964. A beatlemania já estava a todo vapor, mas ainda faltava um passo para a dominação mundial: o cinema. E nesse ano foi lançado “A Hard Day’s Night”, primeiro filme dos Beatles. Agora, 52 anos depois, a obra ganha exibição no Brasil pela rede Cinemark. O filme foi remasterizado no formato 4K nas suas comemorações de 50 anos de lançamento e, até então, havia sido exibido apenas no Festival do Rio. Nos dias 3, 6 e 8 de março, a Cinemark exibe o filme em 17 cidades brasileiras. Além da música que dá nome ao filme, a trilha traz hits como “I Should Have Know Better”, “Can’t Buy Me Love” e “And I Love Her”. Os ingressos vão custar entre R$ 20 (meia) e R$ 40 (inteira) e a Cinemark vai divulgar a programação completa em alguns dias.

THE BEATLES - I'M HAPPY JUST TO DANCE WITH YOU - 2016

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Olhando para trás, desde o início, quando começou a compor suas próprias músicas, George Harrison manifestava descontentamento com o fato de poucas delas serem levadas em conta para os álbuns dos Beatles. Dessa forma, para o primeiro disco "Please Please Me", George conseguiu ficar com "Chains", uma música tolinha de Gerry Goffin e Carole King, e "ganhou" de John e Paul, os compositores por excelência, "Do You Want To Know A Secret?". No segundo álbum " With The Beatles", George debutou como compositor com "Don't Bother Me", além de liderar os Fabs no clássico de Chuck Berry "Roll Over Beethoven", além de ainda conseguir espaço para mais uma - "Devil in Her Heart" - musiquinha mediana escrita por Richard P. Drapkin que fez pequeno sucesso com um grupo chamado "The Donays". Mas isso tudo passava a olhos vistos pelos compositores e pela produção. Quando chegou a vez do terceiro álbum, George achou que talvez fosse sua chance, mas o disco tinha que ser gravado às pressas para a trilha do megasucesso "A Hard Day's Night", então John e Paul fizeram “I’m Happy Just To Dance With You" para George cantar no filme "para dar um pouco de ação para ele". A cena foi filmada no palco no ScalaTheatre, em Londres. Como o membro mais novo dos Beatles, George sempre viveu à sombra de Paul e John. Anos depois, John Lennon morreria muito magoado e ressentido quando George publicou sua biografia "I Me Mine", em 1980 sem fazer nenhuma menção à sua influência em qualquer uma de suas composições. Paul disse apenas que 'I'm Happy Just To Dance With You" era uma "música que seguia uma fórmula, e era ótima para George cantar".

GEORGE HARRISON - THIS SONG

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

PAUL MCCARTNEY SE JUNTA AO SKYPE PARA O DIA DOS NAMORADOS

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http://cde.peru.com/ima/0/1/3/7/5/1375630/611x458/
Não é todo dia que os desenvolvedores de um aplicativo tem a chance de trabalhar com alguém tão grande como Sir Paul McCartney, sem dúvidas um dos músicos mais importantes do século XX. Quem teve esta oportunidade foi o time por trás do Skype da Microsoft. Basicamente com o Dia dos Namorados se aproximando, os usuários do Skype estão recebendo 10 novos "Mojis" com músicas com temática de amor criadas pelo lendário Beatle. É uma daquelas coisas que você não percebeu o quanto você precisava em sua vida até que você ouvir falar sobre isso.
Para quem não conhece, os Mojis são a versão do Skype para os emoticons animados, completos com alguns segundos de som, que estrearam em seus aplicativos móveis e de desktop no outono passado. Os 10 novos "Love Mojis" incluem uma banana flertando, um polvo animado, um Cupido lutador de sumô e muitos outros, cada um com 5 segundos de música original / efeitos sonoros criados por McCartney. Enquanto a parceria entre o Skype e Sir Paul pode parecer um lance estranho - o músico chegou a admitir que era uma "proposta estranha" - a empresa diz que McCartney já era um fã do serviço de chamadas de vídeo e mensagens, e ficou animado para se envolver. Da mesma forma, McCartney afirma que foi um desafio para chegar a acordos para as animações, mas ele estava satisfeito no final com o que eles conseguiram criar. No vídeo abaixo, Sir Paul compartilha "making of" do processo criativo de como ele conseguiu chegar músicas e efeitos sonoros. Os Mojis do Dia do novo Namorados são livres e gratuitos para todos os usuários a partir de hoje. Vale lembrar que no resto do planeta o dia dos namorados é comemorado no dia de São Valentim, 14 de fevereiro. No Brasil a data foi mudada para junho por motivos meramente comerciais.

NETFLIX SE INSPIRA NOS BEATLES PARA NOVA SÉRIE DE ANIMAÇÃO

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Netflix se inspira nos Beatles para nova série de animação
Nesta quarta-feira (10), os viciados em séries e os maníacos pelos Beatles ganharam um grande motivo para comemorar. A Netflix fez um anuncio oficial de sua mais nova produção, que nada mais é do que uma série animada inspirada na lendária banda britânica dos anos 60. O seriado contará a história de cinco insetos que vão em busca de aventuras pelo mundo. Ao som de 50 canções do quarteto, Jay, Kumi, Crick, Walter e Buzz verão que existe muito mais do que a floresta em suas vidas. As faixas da trilha sonora serão interpretadas por diversos nomes da música atual. Eddie Vedder, por exemplo, ficou com “Magical Mystery Tour” e Sia com “Blackbird”. P!nk deu voz à “Lucy In The Sky With Diamonds” e Chris Cornell ganhou “Drive My Car”.

AGORA, SÃO OS CABELOS DE JOHN LENNON

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http://i0.wp.com/www.beatlesbible.com/wp/media/
Depois de já terem leiloado as guitarras, roupas e até um dente, dessa vez é uma mecha do cabelo de John Lennon, cortada em 1966 e guardada pelo cabeleireiro Klaus Baruck por quase 50 anos, que está sendo leioada nos EUA, pelo lance mínimo de US$ 12 mil. De acordo com a Heritage, empresa responsável pelo leilão, a mecha de cabelo foi cortada para as gravações do filme "How I Won The War". O anúncio do item garante que trata-se da maior mecha de cabelo de John Lennon já leiloada. Jornais da época com artigos sobre o longa-metragem e fotografias comprovando a autenticidade da mecha de cabelo acompanham o item, além de um papel da produção que tem a assinatura do Beatle. O leilão será no próximo dia 20 de fevereiro.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

GEORGE HARRISON - WHEN WE WAS FAB - 2016

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"When We Was Fab” (1988), assim como “All Those Years Ago” (1981) foi mais uma das homenagens de George Harrison ao tempo dos Beatles. É uma evocação perfeita daqueles dias inebriantes da Beatlemania quando aqueles adoráveis Mop-Tops, os Fab Four, governavam o mundo e todos nós pensávamos que iriam durar para sempre. "When We Was Fab” foi o segundo single do álbum “Cloud Nine”.George co-escreveu a canção com Jeff Lynne, que também co-produziu o álbum. "When We Was Fab”, é uma homenagem ao som psicodélico que os Beatles fizeram em 1967, através da utilização de sitar, quarteto de cordas e efeitos de fita para trás, considerada por Harrison como difícil de fazer ao vivo por causa de todos os todos os pequenos overdubs e todos os violoncelos e os ruídos estranhos e as vozes de apoio.Ringo Starr está entre os músicos que tocam e também aparece no vídeo, assim como Jeff Lynne, Elton John, colocando a moeda no copo e Neil Aspinall, ex-roadie dos Beatles, segurando uma cópia do álbum “Imagine” de John Lennon. Também aparece Paul Simon, empurrando um carrinho, o percussionista Ray Cooper e, na época, existiram rumores de que Paul McCartney poderia estar tocando o baixo vestido com a roupa de walrus. George em uma entrevista de 1988 disse: "aqui está mais uma pista para todos vocês, a morsa era Paul."Vamos Paul, entregue o jogo, foi você mesmo?”.
"When We Was Fab” foi lançado no final de Janeiro de 1988 e uma semana depois, em 6 de fevereiro ele entrou na parada do Reino Unido pela primeira vez e permanece como uma das canções mais populares de George. A arte da capa do single, horrorosa na minha opinião, incorpora o desenho de Klaus Voormann 1966 de George que foi usado na capa de Revolver, juntamente com um "novo" desenho de Voormann mostrando George, 22 anos depois. Além de “Cloud Nine”, "When We Was Fab” aparece também em “Let It Roll: Songs of George Harrison”.

A CANETA BIC - UMA DAS MELHORES INVENÇÕES DE TODOS OS TEMPOS!

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http://www.realmais.com.br/media/catalog/product/c/a/
A caneta esferográfica Bic, é, para dizer o mínimo, um dos projetos mais bem sucedidos de todos os tempos. Todos os dias, cerca de 14 milhões são vendidas em todo o mundo. Em 2005, o valor das vendas totais ultrapassou 100 bilhões. É realmente difícil imaginar a vida sem essas pequenas canetas transparentes. A Bic detém um recorde no Guinness Book como a melhor caneta esferográfica em termos de venda do mundo. Embora não tenha sido a primeira caneta esferográfica inventada, o seu design patenteado e custo acessível revolucionou a indústria de canetas esferográficas. Em 1950, o empresário francês Marcel Bich lançou a Bic Cristal em um antigo galpão no norte de Paris. As canetas Bic eram econômicas e eficientes. Feitas com barris de plástico transparentes, as canetas Bic não retraiam, entupiam ou vazavam como os modelos esferográficas anteriores. As canetas Bic eram vendidas por menos de 20 centavos de dólar cada, enquanto as primeiras canetas esferográficas eram vendidas por mais de 12 dólares. Como as Bics eram acessíveis, o sucesso da empresa se espalhou rapidamente. Por volta de 1954, a Bic entrou no mercado italiano. Ao longo da década de 1950, se expandiu para países da Europa Ocidental, América do Sul, Oceania, Ásia e América do Norte. Com a exceção da Antártida, em 1965 a Bic tinha entrado em mercados em todos os continentes do mundo; mas continuava se expandindo. A Europa Oriental foi apresentada à Bic em 1995.
Afinal, por que a caneta BIC tem um furo lateral?

Mas quem nunca se perguntou para que serve aquele minúsculo furo na lateral da carcaça da caneta? Ele está lá desde os primeiros modelos, e é bem mais importante do que a maioria das pessoas imagina. Sua função é igualar a pressão atmosférica dentro e fora da caneta. Se não houvesse esse furinho, a caneta estouraria (e faria uma tremenda sujeira) sempre que fosse transportada para um prédio muito alto, dentro de um avião ou no topo de uma montanha. De fato, muitos pilotos após a Segunda Guerra Mundial substituíram o lápis pela Bic pela praticidade e segurança, o que também ajudou a popularizar o produto pelo mundo. Além desse furinho que você já sabe para que serve, as tampas dessas canetas também têm outro buraco, um pouco maior, no topo. Esse detalhe no design é mais novo, tendo aparecido em 1991. Esse furo não têm como objetivo melhorar a funcionalidade da caneta, mas sim aumentar a segurança de quem as usa, ou melhor, morde. Esses buraquinhos na tampa foram instalados para que as crianças (e também adultos) tivessem menos riscos ao engoli-la, uma vez que o furo permite uma passagem de ar quando o objeto é engolido, e isso costuma acontecer mais do que se imagina. Fonte: http://misteriosdomundo.org/

CANETA BIC - OS FANTÁSTICOS DESENHOS DO MEU AMIGO JAILSON

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Durante os mais de 35 anos de minha carreira como publicitário, tive o privilégio, a honra e o prazer de conhecer e trabalhar com os melhores profissionais aqui de Brasília: fotógrafos, artistas plásticos, redatores e ilustradores. Graças a Deus, tive a sorte de me tornar amigo de todos eles! E um deles, é meu amigo Jailson Belfort, que eu conheci em 1999 quando trabalhamos juntos no Grupo 108 de Comunicação, e a quem eu chamo carinhosamente de "Jaílsão", igualzinho ao Sílvio Santos. O Jailson nasceu lá em São Luís, no Maranhão, é formado em Design pela UFMA e trabalha com publicidade desde 1991. Ilustrador e designer gráfico, já criou diversos personagens, bem como logos e identidades visuais de diversas empresas. Radicado em Brasília desde 1999, trabalha atualmente no STF. Essa coleção de desenhos que a gente confere agora, chama-se “Caneta BIC”, de 2013, e são desenhos feitos sem nenhum prévio rascunho – absolutamente incríveis! Grande Jaílsão: fico orgulhoso de ver seu trabalho aqui, no meio de tantas feras. De outra vez, publico a coleção “Lapso” – só desenhos feitos a lápis. Abração! Conheça mais do trabalho do Jailson em http://www.jailson.com.br/ .

THE BEATLES - ONE AFTER 909 - 2016

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http://k10.kn3.net/
“One After 909” talvez seja a canção mais antiga de Lennon & McCartney a ser gravada pelos Beatles. Ela era uma das “mais de cem músicas” que eles sempre diziam ter escrito antes de gravar “Love Me Do” e data dos tempos que passaram juntos em Forthlin Road. Os Beatles gravaram “One After 909” pela primeira vez em março de 1963, durante a mesma sessão que produziu “From Me To You”, mas George Martin foi tão indiferente que a gravação nunca foi lançada. A versão “oficial” de “One After 909” só apareceria no álbum Let It Be de 1970. Foi uma iniciativa de John, em 1957, de escrever uma música de ferrovia americana, depois de sucessos skiffle como “Last Train To San Fernando” de Johnny Duncan, “Freight Train”, de The Chas McDevitt Skiffle Group. A música se baseia em um mal-entendido acerca da numeração de um certo trem a ser pego por duas pessoas. O "One After Nine O Nine" do título pode ser entendido como "O Seguinte ao 909", ou seja, o trem nº 910, ou pode ser "O Que Parte em Seguida às 9:09", em outras palavras, o trem que deixa a estação por volta das 9:15 mais ou menos. Esse tipo de pegadinha linguística é típico das composições de John e Paul da primeira fase dos Beatles. Na gravação oficial de Let It Be participam: John Lennon – guitarra, vocal; Paul McCartney – baixo, vocal; George Harrison – guitarra; Ringo Starr – bateria e Billy Preston – teclados.

3/02/1959 - O DIA QUE A MÚSICA MORREU

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N
o dia 3 de fevereiro de 1959, morreram Buddy Holly, autor de sucessos como "Peggy Sue" Ritchie Valens, famoso por "La Bamba"e Big Bopper ("Chantilly Lace"), três grandes nomes da primeira fase do rock and roll nos anos 50. Morreram vítimas de um acidente aéreo quando o avião em que viajavam caiu em virtude de mau tempo.

Os três artistas, entre outros, participavam de uma série de shows chamada Winter Dance Party no meio oeste americano em meio a um inverno com neve. Depois de uma performace no dia 2 de Fevereiro no Surf Ballroom em Clear Lake, Iowa, resolveram aproveitar uma carona de avião (um Beechcraft Bonanza) de um amigo de Buddy Holly. O último lugar disponível foi disputado por cara-ou-coroa e ganho por Ritchie Valens. O piloto não tinha experiência em voar com instrumentos e não soube se orientar com o mau tempo e caiu em um milharal de Albet Juhl, algumas milhas depois da decolagem, às 1h05 da manhã O avião explodiu arremessando os corpos dos ocupantes a dezenas de metros.

Esse evento inspirou o cantor Don McLean a criar uma popular música de 1971, chamada "American Pie", e imortalizou o dia 3 de fevereiro como "o dia que o Rock Morreu".Confira aqui a postagem sobre Buddy Holly, publicada em 1 de agosto de 2011:
http://obaudoedu.blogspot.com.br/2011/08/rave-on-buddy-holly-um-tributo-buddy.html

E também a bela postagem sobre o filme “La Bamba”:
http://obaudoedu.blogspot.com.br/2013/08/la-bamba-eita-filmezinho-bom.html



Don Mcclean também já apareceu aqui em 2 de outubro de 2011, confira: http://obaudoedu.blogspot.com.br/2011/10/don-mcclean-starry-starry-night.html

ÔBA! THE BEATLES - A HARD DAY'S NIGHT DE VOLTA AOS CINEMAS

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1964. A beatlemania já estava a todo vapor, mas ainda faltava um passo para a dominação mundial: o cinema. E nesse ano foi lançado “A Hard Day’s Night”, primeiro filme dos Beatles. Agora, 52 anos depois, a obra ganha exibição no Brasil pela rede Cinemark. O filme foi remasterizado no formato 4K nas suas comemorações de 50 anos de lançamento e, até então, havia sido exibido apenas no Festival do Rio. Nos dias 3, 6 e 8 de março, a Cinemark exibe o filme em 17 cidades brasileiras. Além da música que dá nome ao filme, a trilha traz hits como “I Should Have Know Better”, “Can’t Buy Me Love” e “And I Love Her”. Os ingressos vão custar entre R$ 20 (meia) e R$ 40 (inteira) e a Cinemark vai divulgar a programação completa em alguns dias.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

FOTO DO DIA - JOHN LENNON & YOKO ONO

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PAUL McCARTNEY - TRY NOT TO CRY

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THE BEATLES - YOU KNOW MY NAME - 2016 - SABEM NADA!

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"You Know My Name (Look Up the Number)" é uma canção dos Beatles composta por John Lennon, creditada à dupla Lennon & McCartney, e lançada como Lado B do single Let It Be de 1970. Foi gravada em 1967, durante as sessões de Pepper, porém só foi lançada como single, três anos depois. Nessa época os Beatles já tinham perdido o foco de suas criações e estavam fazendo muito experimentalismo com um bom número de canções e técnicas diferentes de gravação.
Segundo Paul McCartney na biografia "Many Years From Now", de Barry Miles: "John veio uma noite com essa canção que era basicamente um mantra, "você sabe meu nome, procure o número." E eu nunca percebi o que ele quis dizer com aquilo, poderia ter alguma presença de Yoko, talvez. Era a idéia original de John e era toda a letra. Ele trouxe originalmente e ficamos uns 15 minutos pensando na estrutura enquanto ele ficava meio fora do ar e então nós dissemos, 'O que iremos fazer com isso então?' e ele disse, "Vamos fazendo, igual a um mantra." Então eu disse, "Beleza, vamos fazer isso".
Na verdade a canção foi inspirada em um slogan que ficava em uma lista telefônica na casa de McCartney, como explicou Lennon em entrevista para a revista Playboy em 1980: "Eu estava esperando Paul em sua casa, e eu vi a lista telefônica em cima do piano com a frase "Você sabe meu nome, procure o número." Era igual a um slogan e eu logo mudei. Era para ser quatro tipos de som, e os acordes mudariam em instantes, mas nunca se desenvolveu, então fizemos um monte de palhaçada com ela."
A estrutura de "You Know My Name (Look Up The Number)" consiste em cinco partes separadas, A primeira mais convencional traz o título da canção cantada por Lennon e McCartney com o fundo de piano. A parte dois, foi mais tarde editada por John, que repetia um vocal de apoio estilo Ska, parte esta que, foi restaurada em 1996 para o “Anthology 2.” A parte três era a sessão da boate, com Lennon dizendo: "Boa noite e bem vindo ao Slaggers. Apresentando Dennis O’Bell".
O’Bell era um artista fictício interpretado por Paul McCartney. O nome era do produtor cinematográfico Dennis O’Dell, que trabalhou em Os Reis do Iê, Iê, Iê (A Hard Day's Night) e com John Lennon em Como Ganhei a Guerra (How I Won The War). O'Dell mais tarde produziu o filme Magical Mystery Tour e se tornou chefe da Apple Films. Após o lançamento da canção, ele recebeu muitos telefonemas de fãs dos Beatles levando ao pé da letra o convite da canção e alguns diziam, “Eu sei o seu nome e agora tenho seu número!” A parte quatro, gravada como última parte, (já que uma parte cinco foi adicionada em 1969 para o lançamento do single), era uma parte cômica ao estilo Monty Python, com sons de relógio cuco, gaita, bongos, piano, vozes bobinhas e outros efeitos da coleção Abbey Road. A parte final era outro piano estilo jazz, com trechos de vibra fone e vocais incompreensíveis. Traz também a participação de Brian Jones, da banda inglesa Rolling Stones, que veio visitá-los na sessão e acabou fazendo um solo de saxofone. A canção ficou intocável até 30 de abril de 1969, quando Lennon e McCartney voltaram a trabalhar nela para o lançamento, com a ajuda de Mal Evans e sem a participação de George e Ringo.
Em 1988, Paul McCartney, inesperadamente disse que esta era sua canção favorita dos Beatles, no livro The Complete Beatles Recording Sessions de Mark Lewisohn: "As pessoas estão descobrindo os lados-B dos singles dos Beatles. Estão descobrindo faixas como "You Know My Name (Look Up The Number)", provavelmente minha canção favorita por ser tão insana."
Os Beatles começaram gravando 14 takes em 17 de maio de 1967, com os instrumentos principais. Em 7 de junho voltaram e adicionaram um bom número de overdubs, o que tornou uma canção de 20 minutos. A instrumentação ainda trazia flautas e tamborim. Na madrugada para o dia 8 de junho foi gravado mais alguns takes e o solo de saxofone feito por Brian Jones. Paul McCartney comenta sua participação na autobiografia “Many Years From Now”, de Barry Miles: “Ele chegou no estúdio com um grande casaco afegão. E estava constantemente tenso, inseguro e estava realmente tenso por estar numa sessão dos Beatles. Ele estava nervoso a ponto de tremer, acendendo cigarro atrás de cigarro. Eu gostava muito de Brian. Eu achei que seria uma ótima idéia traze-lo talvez com uma guitarra e fazer ele tocar alguma levada, mas para nossa surpresa ele trouxe um saxofone. Ele abriu o case e começou a aquecer tocando um pouco. Ele era um saxofonista tão ruim, que eu pensei ‘há-há, teremos apenas uma palhinha."
A canção foi editada em 9 de junho de 1967 em versão mono. E em 30 de abril de 1969, foi feito uma reedição em estéreo, adicionando mais vocais e alguns efeitos. Alguns dos efeitos incluíam o som do assistente Mal Evans, cavando pedras com uma pá, além de vozes bizarras e palmas. Lennon reduziu o tempo da canção de 6’08 para 4’19 e a canção quase foi lançada como Lado A do novo single da Plastic Ono Band. Lennon queria essa com “What's The New Mary Jane” no lado B. Porém, mesmo após ter imprimido selos, e autorizado pela Apple Records, o restante da banda vetou o lançamento.
Três meses depois a canção foi lançada como Lado B de "Let It Be". A canção "What's the New Mary Jane" não foi oficialmente lançada até 1996 no Anthology 3 embora antes tenha aparecido em botlegs. Foi a última canção inédita lançada pelos Beatles, (até 1995-1996, com "Free As a Bird", "Real Love" e outras canções). A primeira versão em CD foi em 1988, na coletânea, "Past Masters, Volume Two". Nas versões americanas, a canção aparecia escrita errada com o título: “You Know My Name (Look Up My Number)”. Participaram da gravação: John Lennon - vocais, guitarra, maracas, palmas; Paul McCartney: vocais, piano, baixo, palmas; George Harrison: vocais de apoio, guitarra, vibratos, palmas; Ringo Starr: vocais, bateria, bongos, palmas; Mal Evans: efeitos sonoros e Brian Jones: solo de saxofone. Depois disso tudo, o mais foda é a gente ter que se conformar com uma versãozinha demo e ficar sem nenhum vídeozinho decente dos Beatles. Uma sacanagem sem igual, na minha opinião! Vai chegar uma hora que meu saco vai encher de um tanto com isso (e não está longe!), que vou preferir deixar de fazer os posts a fazer essa merda. Porra!