quarta-feira, 22 de junho de 2011

COME AND GET IT - THE BEST OF APLLE RECORDS

Um comentário:
"Come and Get It: The Best Of Apple Records" é a primeira coletânea multi-artista na história da gravadora. Esta compilação com 21 faixas varia entre as melodias folk de Mary Hopkin e James Taylor, do rock enérgico de Badfinger e Jackie Lomax para a alma profunda de Doris Troy e Billy Preston. Come and Get It exibe os anos vibrantes da Apple de experimentação musical, a partir dos singles de sucesso para os clássicos cult do catálogo, representado pela banda filarmônica The Black Dyke Mills Band, The Playboys Sundown, e muito mais. Hot Chocolate (como "The Hot Chocolate Band ') faz uma aparição, tal como Ronnie Spector, Bill Elliot & The Elastic Oz Band, Chris Hodge, Brute Force, e outros.
Lançada pelos Beatles em 1968, a Apple serviu como um novo mercado para as suas próprias gravações e também como uma alternativa para os grandes artistas da época e que foram escolhidos pelos próprios Beatles (individual e / ou coletivamente). No espírito revolucionário dos tempos, a missão artística e utópica da Apple, comemorou a diversidade em um ambiente amigável criativo. O resultado foi um espectro diversificado da música, do rock, folk e soul e essa compilação é uma apresentação ótima do que foi a gravadora. O CD foi remasterizado para este lançamento e está editado no mesmo formato como os lançamentos dos Beatles remasterizados há dois anos.
01 - Those Were The Days - Mary Hopkin
02 - Carolina In My Mind - James Taylor
03 - Maybe Tomorrow - The Iveys
04 - Thingumybob - The Black Dyke Mills Band
05 - King Of Fuh - Brute Force
06 - Sour Milk Sea - Jackie Lomax
07 - Goodbye - Mary Hopkin
08 - That´s The Way God Planned It - Billy Preston
09 - New Day - Jackie Lomax
10 - Golden Slumbers/Carry That Weight - Trash
11 - Give Peace A Chance - Hot Chocolate Band
12 - Come And Get It - Badfinger
13 - Ain´t That Cute - Doris Troy
14 - My Sweet Lord - Billy Preston
15 - Try Some, Buy Some - Ronnie Spector
16 - Govinda - The Radha Krsna Temple (London)
17 - We´re On Our Way - Chris Hodge
18 - Saturday Nite Special - The Sundown Playboys
19 - God Save Us - Bill Elliot And The Elastic Oz Band
20 - Sweet Music - Lon And Derrek Van Eaton
21 - Day After Day - Badfinger
Mais informações sobre o álbum no link:

terça-feira, 21 de junho de 2011

MICHAEL JACKSON - COME TOGETHER

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GEORGE HARRISON - EXTRA TEXTURE

9 comentários:
Extra Texture (Read All About It) é um álbum de George Harrison, que foi lançado no dia 09 de setembro de 1975. Após a criação da Dark Horse, Extra Texture (Read All About It) foi o último álbum de Harrison pelo seu contrato com a Apple Records (e também o último álbum de estúdio da Apple) e EMI, tudo pronto para embarcar em seu próprio selo, a Dark Horse Records. Inicialmente, o álbum foi distribuído pela A & M Records.
Uma vez que Harrison se permitiu um tempo necessário para descansar após os acontecimentos de 1974 e ocupou-se com outros projetos da Dark Horse, ele finalmente começou a gravar o seu álbum que era uma obrigação de contrato - a maior parte foi cortado na A & M Studios em Los Angeles, nos Verão de 1975. Entre os músicos que ele usou para gravar o Extra Texture (Read All About It) estavam Jim Keltner na bateria, Leon Russell no piano, e um jovem David Foster - então contratado da Dark Horse Records, com uma banda chamada Atitudes - que forneceu três arranjos de cordas e teclados. Os diferentes baixistas aparecem em quase todas as faixas, e incluem Klaus Voormann, Carl Radle, Paul Stallworth, Willie Weeks, e Harrison tocando baixo sintetizado no Arp.
Especialmente para o álbum, Harrison completou "You", uma canção que ele tinha a intenção de que Ronnie Spector gravasse, e que não foi além do que uma música sem vocais em 1971. Posteriormente, tornou-se um hit no Top 20 nos Estados Unidos, e alcançou # 38 no Reino Unido. "This Guitar (Can't Keep From Crying)"- uma continuação lírica de "While My Guitar Gently Weeps" - foi o último lançamento da Apple Records até que a gravadora fosse revivida na década de 1990, e também os Beatles. Como primeiro single "Ooh Baby (You Know That I Love You)" foi a primeira homenagen a Smokey Robinson.
Lançado com uma capa laranja de espessura e textura áspera (daí o título), Extra Texture (Read All About It) foi melhor recebido do que o álbum Dark Horse pela crítica, embora ela ainda era considerado um pouco abaixo do gosto do público em geral. Harrison viria a designar o álbum como seu pior. O álbum alcançou a posição # 8 nos Estados Unidos - o seu último álbum Top 10 lá por 12 anos - e foi ouro, alcançando # 16 no Reino Unido. Extra Texture (Read All About It) saiu em CD sem bonus no dia 27 de janeiro de 1992.
Faixas:
1."You" – 3:41
Faixa sem vocais em fevereiro de 1971 e destinados ao Ronnie Spector, terminou em 1975 para este álbum.
2."The Answer's At The End" – 5:32
Inspirado por umas palavras da parede escrito por Sir Frankie Crisp, o titular original do Friar Park, que Harrison adquiriu em 1970 e onde morou até sua morte em 2001.
3."This Guitar (Can't Keep From Crying)" – 4:11
Uma continuação da composição lírica de 1968, Harrison "While My Guitar Gently Weeps"
4."Ooh Baby (You Know That I Love You)" – 3:59
homenagem à Smokey Robinson
5."World of Stone" – 4:40
6."A Bit More of You" – 0:45
reprise da faixa "You" mas sem os vocais original de 1971
7."Can't Stop Thinking About You" – 4:30
8."Tired Of Midnight Blue" – 4:51
Originalmente intitulado "Midnight Blue ', mas mudou para evitar confusão com um hit de Melissa Manchester. Foi inspirado por sentimentos de frustração de George durante a longa doença de sua mãe e a morte subseqüente.
9."Grey Cloudy Lies" – 3:41
10."His Name Is Legs (Ladies And Gentlemen)" – 5:46
Características das palhaçadas vocal de "Legs" Larry Smith, um ex-membro da Bonzo Dog Doo Dah Band,banda que toca no filme dos Beatles "Magical Mystery Tour" na cena do strip tease.

Em um dos lados do encarte, aparece uma foto de George em tons de azul, e sobre ele a palavra "OHNOTHIMAGEN". Isso nada mais é que o próprio George brincando com ele mesmo: "Oh, not him again" - "Oh, não ele de novo!".

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THE MARMALADE - REFLECTIONS OF MY LIFE

7 comentários:
"Caro Edu: Parabéns, muito legal o blog! Vou seguir. Olhando postagens antigas, vi que vc colocou uma vez um vídeo com MARMALADE - Reflections of my life. Será que dá para colocar novamente e falar um pouco sobre eles?
Obrigada". Teresa Guimarães - AL
Dá sim, Teresa. Reflections Of My Life é uma das minhas preferidas. Obrigado por participar do nosso blog preferido. Abração! Vamos lá?
The Marmalade é uma banda de pop rock escocesa, que se formou originalmente ao extremo leste da cidade de Glasgow, no início dos anos 60 com o nome de “The Gaylords”, tocando nos clubes e bares locais. Pouco tempo depois começaram a ocorrer alterações nos membros do grupo com as idas e vindas de novos integrantes e algum tempo depois o grupo passaria a ser conhecido como “Dean Ford and The Gaylords”.
Por volta de 1964, o grupo conseguiu assinar um contrato com a gravadora Columbia (EMI) e gravaram quatro singles, mas não conseguiram nenhuma grande repercussão. O grupo permanecia conhecido apenas na Escócia e assim resolveram tentar a sorte no Reino Unido. Mas, antes disso em 1965 fizeram uma grande turnê pela Alemanha e depois partiram para Londres, onde começaram a tocar em clubes famosos e a conselho do seu empresário decidiram mudar completamente a imagem da banda, a forma de tocar e em 1966 passaram a assumir o nome de The Marmalade. Passaram também a utilizar o selo CBS e gravaram algumas músicas e conseguindo algum sucesso com “I See the Rain” que chegou a ser elogiada por Jimi Hendrix.
Durante essa época mudaram-se para Londres e tocaram servindo de apoio para outras bandas mais famosas como Pink Floyd e The Action, e assim foram construindo o nome do conjunto, incluindo turnês com os The Who, Joe Cocker, Traffic, Gene Pitney e The Tremeloes. Apesar de conseguirem um certo nome, The Marmalade ainda precisava de um bom sucesso comercial o que deixava bastante preocupada a gravadora CBS, até que conseguiram gravar um cover de The Beatles, a canção "Ob-La Di, Ob-la-Da", que vendeu milhares de cópias no Reino Unido, fazendo o conjunto aparecer freqüentemente na BBC.
Por essa época mudaram para Decca Records, que permitiam a eles escrever e produzir suas próprias músicas e assim gravaram, entre outras músicas, “Reflections of My Life” que se tornou um hit no mundo inteiro, chegando aos 10 melhores na Europa e Estados Unidos e em grande parte da América do Sul. A música abriu o caminho para outros sucessos como “Rainbow” e “My Little One”. Em 1971 Ford deixou a banda para fazer carreira solo e com isso começaram novamente várias mudanças, que culminou na perda do baterista Alan Whitehead. Novos integrantes foram recrutados para The Marmelade e assim continuaram a prosseguir fazendo outros sucessos.
Uma curiosodade: na leva dos astros convidados a participar do VI Festival Internacional da Canção, em 1971, os rapazes escoceses estiveram aqui no Brasil e apresentaram a canção Back on the Road, mas o grupo se destacou mesmo foi pela quantidade de confusões que aprontou durante a estadia no Brasil. Entre porres, copos quebrados, máscaras que usavam para assustar os hóspedes, cadeiras atiradas na piscina, o grupo finalizou ficando nu no saguão do Hotel Glória.
Apesar das diversas mudanças, The Marmalade sobreviveu ao tempo. Graham Knight é o único integrante do grupo original e juntamente com Sandy Newman, Alan Holmes e Damon Sawyer, a mais recente formação, apresentam-se nos dias de hoje com suas performances altamente energéticas e divertidas. Desde os anos 60, eles continuam a manter suas raízes escocesas e tem se mostrado transcender a todos os tipos de músicas e gerações. Muitos autores costumam dizer que The Marmalade estão para a Escócia, assim como The Beatles estão para a Inglaterra, por isso e por outras, vale a pena sempre ser lembrada.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

THE THREETLES - MEET THE THREETLES!

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Desde 1970, quando os Beatles lançaram seu último disco oficial (Let It Be), os beatlemaníacos estavam com saudades de novas músicas. Depois de 1970 chegaram a ser lançados vários discos piratas e discos com gravações ao vivo, como Live At The BBC. Mas a grande surpresa foi o lançamento da série Anthology, em 1995. Formada por 3 discos duplos, traz as melhores músicas dos Beatles, mas em versões diferentes - ao vivo em shows, programas de tv, ensaios em estúdios e algumas músicas mais antigas e pouco conhecidas, gravadas pelos Beatles no início da banda, como Leave My Kitten Alone, Shout, The Sheik Of Araby, My Bonnye. Possuí também algumas músicas que os Beatles gravaram mas não chegaram a lançar oficialmente, como Not Guilty, Come And Get It, Mailman, Bring Me No More Blues.


Acompanhando os discos, também foi lançada a série Anthology em vídeo. São mais de 8 horas de entrevistas, imagens de shows, clips promocionais, imagens de gravações no estúdio e várias raridades do arquivo pessoal de Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr, além das imagens de John Lennon, cedidas pela Yoko Ono. Mas o destaque da antologia foi o lançamento de 2 novas músicas: Free as a Bird e Real Love. Free as a Bird foi gravada por John Lennon , na década de 70, numa fita, mas a música não chegou a ser concluída.


Em 1994, Yoko Ono entregou essa fita para Paul, George e Ringo. Os Beatles voltaram a se reunir depois de mais de 20 anos, concluíram e gravaram a música, aproveitando a voz de John. Com Real Love aconteceu o mesmo, mas essa música chegou a ser concluida por John. Também foram lançados clips de Free As A Bird e Real Love. O Clip de Free As A Bird mostra o vôo de um pássaro, mostrando várias cenas, cada cena ligada a uma música dos Beatles. O clip de Real Love mostra imagens antigas e imagens de Paul, George e Ringo no estúdio, ao se reunirem em 1995.
Este bootleg documenta a reunião dos três Beatles sobreviventes na época do making of "Anthology". Mostra como eles se envolvem com o projeto em jam sessions e todo o trabalho de edição para finalizarem as duas demos Lennon, "Free As A Bird" e "Real Love". A qualidade do som é muito boa e este disco é um documento que deve constar em toda coleção dos Beatles. O CD "The Threetles - Meet The Threetles!" foi lançado por um selo "Purple Chick" em 2003 nos Estados Unidos. A capa é bem bacana. No verso, um tracklist bem detalhado, com belas fotos da reunião, além de uma foto "fake" dos "threetles" com John.

BRIAN WILSON - ANIVERSÁRIO DE UM GÊNIO LOUCO

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Ele foi o fundador, em 1961, dos Beach Boys. Foi o principal compositor americano na década de 1960 e um dos músicos mais criativos da música popular do século XX. Junto com os seus irmãos Dennis e Carl Wilson, o primo Mike Love e o amigo Alan Jardine, interpretou músicas que fazem parte do manual do rock.
A história da vida de Brian Wilson sempre foi bastante conturbada. Nasceu em 20 de junho de 1942, em Hawthorne, Califórnia. Teve uma infância problemática, repressiva por parte do pai Murry Wilson. Sofria com surras e procurou refúgio na música. Era apaixonado por jazz e The Four Freshmen, enquanto seu irmão mais novo Carl era aficcionado pela guitarra do Chuck Berry. Dennis Wilson, irmão do meio, surfava nas praias californianas e arranhava na bateria no início, enquanto seu primo Mike Love cantava no coral da igreja. Esta seria a espinha dorsal dos Beach Boys. Suas primeiras composições surgiram depois que Dennis descreveu-lhe a sensação de como era pegar ondas (curiosamente, Brian nunca surfou) e falavam apenas de carros, corridas de carros e, de surfe e praia. Depois veio a fase das músicas de garotas. "I Get Around", a primeira música dos BB's a atingir o topo das paradas norte-americanas, foi, segundo o próprio Brian, o ponto de transição das composições despretensiosas e adolescentes para um trabalho mais rico harmornicamente, mais complexo, mais artístico, embora desde o início e nos primeiros álbuns o grupo já mostre a sua boa qualidade e inovação dos estilos experimentais para a época como, o surf rock e o rock instrumental, estilos estes também influentes para a Invasão Britânica. A maturidade harmônica e musical de Brian começou a ser notada em músicas como "California Girls", "Help me Rhonda", além das canções dos álbuns "Today!" e "Summer Days (and Summer Nights)". Depois de ouvir o "Rubber Soul", dos Beatles, Brian decidiu compor um álbum bom do início ao fim, como ele achou que o "Rubber Soul" era. A partir de então, começou um projeto audacioso, que contaria com a participação dos melhores músicos de Los Angeles e com a parceria de Tony Asher pondo letras em algumas das canções feitas por Brian, além de vocais que mais pareciam de anjos, como era o do Beach Boys. Lançado em 16 de maio de 1966, o "Pet Sounds" é um marco na história da música pop contemporânea. Inovador, está à frente de seu tempo e é, sempre que são feitas listas dos melhores álbuns de todos os tempos, colocado como tal. A revista MOJO, em 1995, classificou o "Pet Sounds" como o melhor álbum de todos os tempos. A revista "Rolling Stone", em 2004, o classificou como o 2ª melhor álbum de todos os tempos, depois do Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, dos Beatles. Muitos discordam dessa lista, alegando que o Pet Sounds é superior ao Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band tanto tecnicamente quanto musicalmente. Muitas lendas surgiram em torno de 1967. Uma delas é de que Brian, após ouvir Strawberry Fields Forever e Sgt.Peppers, abandonou o Smile, sendo essa até a causa do agravamento de sua saúde mental ficando por anos na cama, mas na verdade por trás dessas informações em sites sobre rock e principalmente sobre os Beatles, onde a grande maioria é adepta e fanática pelos dos garotos de Liverpool, além de desconhecer a genialidade dos irmãos Wilson, é que Brian Wilson já tinha nascido com o problema da esquizofrenia, diagnosticado anos depois.Brian já havia composto todas as partes do Smile e, as gravações ja haviam começado em 1966 quando Beach Boys estava na turnê Pet Sounds. Foi nesse período que a doença começou a se agravar, com abuso de drogas como LSD, ficando cada vez mais neurótico, não lembrando mais como juntar as partes compostas antes. As gravações começaram a se estender durante 1966 e até 1967, além da gravadora pressionar justamente pelo Pet Sounds não ter tido um sucesso na América, e os outros Beach Boys com receio de o Smile ser jogado de lado. Até que Brian começa a abandonar o projeto. Depois de ver o álbum dos Beatles sendo lançado primeiro e ver seu projeto por água abaixo, Brian se afasta do Beach Boys, se agravando de vez seu estado de saúde. Lançam o Smiley Smile como uma sobra e regravação mais simplificada das originais, mais umas faixas inéditas. Além de ter uma péssima reputação e desgosto até por parte de Carl Wilson em comparação ao Smile, Smiley Smile é um bom exemplo de vanguarda, contendo faixas experimentais, à frente da época e é um dos mais psicodélicos do rock. Smiley Smile foi uma maneira dele concluir um trabalho de meses após o colapso, além de te-lo na produção. Ele iniciou o projeto "Smile" em 1966, mas o abandonou por contas de problemas mentais em 1967. Brian Wilson sempre subestimou sua própria obra, achando na maioria das vezes as obras dos outros superiores, e uns dos exemplos são os álbuns de 1965 como Today! e Summer Days (And Summer Nights!!) que, são bons do início ao fim e chegam a ser mais sofisticados e experimentais do que os próprios Help e Rubber Soul dos Beatles. Outro exemplo foi sua admiração por Phil Spector e sua obsessão pela Be My Baby de 1963 cantada pelas Ronettes. Apesar de Rubber Soul ter deixado Brian admirado e inspirado o disco Pet Sounds, por ser algo de qualidade que não fosse da sua banda, são os seus trabalhos nos álbuns de 1965 as maiores bases para o Pet Sounds, e são a maturação de Brian como músico que, já era criativo desde 1961. Em entrevistas recentes Brian Wilson já mostra respostas mais sensatas como a comparação de sua obra com a dos Beatles, achando cada uma com sua identidade e propostas diferentes. Em 1983, morreu Dennis, seu irmão do meio, o que o deixou profundamente abalado. Teve problemas mentais desde o fim dos anos 1960 até meados dos anos 80. Recuperou-se e, em 2004, retomou o projeto e lançou o álbum Smile. E, em 2008, lançou o disco "That Lucky Old Sun", em seu retorno à Capitol Records, com o álbum aclamado pela crítica como um dos melhores do ano. Foi classificado o 49º maior genio vivo do mundo pela empresa Syntetics (Lista dos 100 maiores gênios vivos). Brian realmente provou que continua o gênio de sempre concluindo e lançando o Smile em 2004, uma das maiores obras primas do rock e popular em geral, e, a versão quase completa de 1966-67 já mostra isso. That Lucky Old Sun é outra obra prima lançado recentemente. Em sua carreira solo, lançou mais de dez excelentes álbuns.

THE BEACH BOYS - PET SOUNDS

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Pet Sounds é o décimo primeiro álbum de estúdio da banda de rock americana The Beach Boys, lançado 16 de maio de 1966 pela Capitol Records.Tem sido amplamente classificado como o mais influente disco já lançados na história da música e foi classificado número # 1 em várias listas de maiores álbuns de todos os tempos em revistas de música, incluindo a New Musical Express, The Times e revista Mojo. Em 2003, foi classificado # 2 na lista 500 Greatest Albums of All Time, da revista Rolling Stone. Pet Sounds foi criado vários meses após Brian Wilson ter parado de excursionar com a banda a fim de concentrar sua atenção na escrita e gravação. Nesse trabalho, ele teceu camadas elaboradas de harmonias vocais, juntamente com efeitos de som e instrumentos não-convencionais, como sinos de bicicleta, órgãos, cravos, flautas, teremim, e apitos para cães, junto com instrumentos mais usuais como teclados e guitarras. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame. Pode-se considerar que este seja o primeiro álbum do art rock, ou seja, rock em forma de arte no sentido adjetivo da palavra. Os principais alicerces para este álbum são encontrados nos álbuns anteriores de 1965, The Beach Boys Today! e Summer Days (and Summer Nights!).
Os Beach Boys não foram os criadores da surf music mas foram os responsáveis por sua popularidade e modernização. Capitaneados por Brian Wilson, Pet Sounds (1966) é um dos grandes momentos dos anos 60. Mesmo dentro do formato pop, Pet Sounds mostra um Beach Boys evoluído e com muita maturidade musical, apresentando elaboradas vocalizalizações, harmonias sofisticadas, uso de vários instrumentos pouco convencionais e efeitos sonoros interpolados às canções.Brian Wilson trabalhou meses na construção do álbum, que foi produzido em mono devido sua surdez progressiva em um dos ouvidos. Também sofria sérios problemas psicóticos causados pelo abuso de drogas e que se agravaram após o lançamento de Pet Sounds. Por conta disso foi expulso da banda e só voltou no ano de 1971, quando lançaram seu maior clássico, Surf's Up, totalmente contrário ao sonho dourado que ajudaram a construir. A banda era formada por Al Jardine (vocais, percussão), Bruce Johnston e Mike Love (vocais), Brian Wilson (vocais, teclados), Carl Wilson (vocais, guitarra) e Dennis Wilson (bateria, vocais). Melodias mágicas e deliciosas estão presentes em Pet Sounds, um disco maravilhoso e perfeito, que contou com a participação de vários músicos em sua produção. Ouça Wouldn't It Be Nice, That's Not Me, Sloop John B (minha preferida), Here Today e Pet Sounds.

JOHN LENNON - SLIPPIN' AND SLIDIN'

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No dia 18 de abril de 1975, no palco do Hotel Hilton, em Nova York, John Lennon, fez sua última apresentação ao vivo no evento "Salute To Sir Lew Grade - The Master Showman", em homenagem ao magnata da TV britânica. A participação de John neste evento foi parte de um acordo referente a uma disputa pelo controle de direitos autorais entre a empresa ATV de Sir Lew Grade e uma editora musical de John e Yoko. John fez seu último espetáculo acompanhado da banda Dog Soldier, que para esse show se apresentou como Brothers of Mother Fuckers (Irmãos Filhos da Puta). Os músicos se apresentaram de mascaras. Perguntado sobre a razão das mascaras do grupo, John respondeu: "É uma referencia sardônica de meus sentimentos em relação a Lew Grade". O concerto foi televisionado pela ITV e exibido em junho. Para fechar o show John se juntou a Tom Jones, Julie Andrews, George Segal, Kirk Douglas, Goldie Hawn e Gene Kelly para um grand finale.

sábado, 18 de junho de 2011

THE LONG AND WIDING ROAD

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Assim como “Yesterday”, “The Long And Winding Road” evoca a perda sem descrever uma situação especifica. As imagens de vento e chuva sugerem sentimentos de abandono na natureza, enquanto a estrada longa e tortuosa que leva à “porta dela” é o sinal de esperança. As imagens na verdade vêm da experiência de Paul em High Park, sua fazenda na Escócia, que estava exposta a ventos fortes e era frequentemente açoitada pela chuva.
A estrada longa e tortuosa é a B842, mais de quarenta quilômetros de curvas e desvios que passam pela costa leste de Kintyre até Campbeltown, a cidade mais próxima da fazenda. Paul disse que tinha a voz de Ray Charles em mente quando escreveu “The Long And Winding Road”, e que isso influenciou o uso de acordes em estilo jazz. A estrada é vislumbrada como interminável porque a canção é sobre algo que é inatingível. “The Long And Winding Road” foi lançada como single nos EUA em maio de 1970 e chegou ao número 1.

PARABÉNS PAUL, 69 ANOS!!!

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O primeiro filho do casal Jim e Mary chegou na noite de 18 de junho de 1942, nascido com relativo luxo, graças aos contatos profissionais de Mary, numa enfermaria particular do hospital Walton. Seus amigos do hospital também facilitaram as regras para dar a Jim uma chance de ver o filho logo que nasceu. Infelizmente, ninguém tinha alertado Jim sobre como os vestígios do útero e do parto podem afetar a aparência de um recém-nascido. O que ele viu naquele momento o deixou chocado e horrorizado. “Ele parecia um pedaço pavoroso de carne vermelha”, Jim se lembraria. “Tinha um olho aberto e chiava o tempo inteiro”. Um banho (para o garoto) e uma boa noite de sono (para o pai) melhorariam significamente as coisas, e quando James Paul McCartney foi para casa com seus pais, Jim viu as coisas com mais clareza. “No fim das contas, ele se tornou um bebê adorável”.
A chegada de Paul levou a família, primeiro, para uma casa subsidiada pela municipalidade de Liverpool em Wallasey, bairro da península Wirral, do outro lado do Mersey, na direção do centro da cidade. A família voltou para o centro de Liverpool um anos depois, mas a chegada de outro menino, Peter Michael McCartney (que também ficou conhecido pelo nome do meio), em janeiro de 1944, qualificou-os para um apartamento maior num moderno complexo em Knowsley. Foram para um novo empreendimento municipal em Speke, na periferia sul de Liverpool, dois anos depois. O bairro ainda estava sendo construído, de modo que os garotos McCartney guiavam suas bicicletas por ruas lamacentas e inacabadas, seguindo os amigos por terrenos baldios e casas incompletas, chegando a pastagens abertas e matagais.
Trecho do livro “PAUL McCARTNEY – UMA VIDA” de Peter Ames Carlin

OS ÁLBUNS ALTERNATIVOS E EXPERIMENTAIS

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Como havia prometido, aqui estão os cinco álbuns “experimentais” produzidos por Paul e seus parceiros DJs. Como fiz uma postagem para cada um, preferi “criar” um novo blog – ‘ALTERNATIVE McCARTNEY’ para abrigar estes discos. Os textos foram quase todos extraídos do livro “Paul McCartney – Todos os segredos da carreira solo” de Cláudio D. Dirani – Ed. Lira – 2006. Gostaria de dizer também e avisar que estes álbuns não são tão simples de se ouvir. Há quem ame, há quem odeie. Nesses álbuns, McCartney desafia mais uma vez seus limites e apresenta ao mundo mais uma de suas misteriosas faces, misturando sons, músicas ambiente, trancendentais, ilusória e indecifráveis. Espero que gostem! Então, vamos lá? O link é:

OS BARBUDÃO - PARABÉNS, MAQUINHA!

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PAUL McCARTNEY - HEART OF THE COUNTRY

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PAUL McCARTNEY - PIPES OF PEACE

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PAUL McCARTNEY - RUN DEVIL RUN

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PAUL McCARTNEY - THINGS WE SAID TODAY

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UM DOS DIAS QUE JOHN LENNON SURTOU

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Há 48 anos, na festa de aniversário de 21 anos de Paul, o velho amigo da banda Bob Wooler fez comentários maldosos sobre a viagem de John e Brian à Espanha. John, que estava bêbado e agressivo, avançou sobre Bob Wooler e o socou e chutou várias vezes. "Ele me chamou de bicha e, então acertei suas costelas", declarou John. Depois de bater em Bob Wooler, John agrediu uma mulher que estava próxima a eles. Quando Billy J. Kramer tentou intervir, John gritou: "você é um nada, Kramer, e nós estamos no topo!". Brian Epstein levou Bob Wooler ao hospital para tratar de seu olho e verificar se havia alguma costela quebrada. John comentou: "A primeira cobertura nacional dos Beatles foi a surra que dei em Bob Wooler durante a festa de aniversário de Paul, pois ele havia insinuado que eu era homossexual, por isso bati nele daquela forma. É difícil entender o que aconteceu. Estava muito bêbado e o espanquei. Poderia realmente ter matado alguém e isso me assustou... o incidente saiu na última página do Daily Mirror".

PAUL McCARTNEY - MRS. VANDEBILT

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PAUL McCARTNEY - FREEDOM

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Outro grande momento da magnífica carreira de Sir Paul McCartney, foi a fúria, o repúdio e o assombramento diante dos atentados terroristas ocorridos em 11 de setembro de 2001. Paul estava em Nova York naquele dia e colocou na canção toda a sua indignação. "Freedom" foi composta no dia 12 de setembro e era a resposta de Paul aos atentados. Forçado a permanecer mais algumas semanas na cidade, Paul compôs "Freedom" - tema que tocaria ao vivo no dia 20 de outubro, em primeira mão, no Concerto para Nova York, em tributo às famílias de bombeiros mortos na destruição do World Trade Center. "Freedom" é a única faixa de Driving Rain que não foi gravada em Los Angeles, tendo sido gravada ao vivo no Madison Square Garden e remixada no estúdio Quad, com superimposição de vocais e instrumentos.

E é isso. Pode parecer clichê, não me importo. Gostaria de encerrar esta nossa homenagem ao gênio, cantor, compositor, multi- instrumentista, empresário, defensor dos animais e ótimo pai de família, nosso querido Paul McCartney, com um dos seus versos mais significativos: "No final, o amor que você leva é igual ao amor que você faz". Espero que tenham gostado, deixem seus comentários e enviem para os amigos. Muito obrigado a cada um de vocês por estarem aqui e muito, muito obrigado Paul por tornar minha (nossa) vida mais feliz e menos chata. Espero que você viva 100 anos! Nós precisamos. Valeu! Abração! BEATLES 4 EVER! BADFINGER BOOGIE!

sexta-feira, 17 de junho de 2011

A ARTE MÁGICA E POP DE PETER BLAKE

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Sir Peter Blake, 79 anos, foi um dos pioneiros da cena pop-art britânica em finais dos anos cinquenta e sessenta. Mais conhecido pela criação da capa do álbum de 1967 dos Beatles Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, pela qual recebeu apenas 200 libras, ele também desenhou a capa de 1984 da Band Aid o single "Do They Know It's Christmas e em 2006 do Oasis Greatest hits - Stop The Clocks.
Peter Blake nasceu em 1932 em Dartford, Inglaterra. Estudou no Gravesend Technical College and School os Art e dois anos mais tarde, estudou artes gráficas no Royal College of Art. Posteriormente foi professor em Royal College of Art em Londres e em St. Martin’s School of Art. Desde estudante que a sua obra reflecte um grande interesse pela arte popular e floclore, as suas obras revelam uma pintura muito naturalista, contendo elementos autobiográficos, optando por uma técnica de construção e desconstrução da imagem e integração de inúmeras colagens.
Entre 1956 e 1957 viajou com uma bolsa Leverhulme para estudar arte popular pela Holanda, Bélgica, França, Itália e Espanha, durante a qual recolheu material iconográfico que viria a utilizar nas suas colagens posteriormente.
De 1969-1979 foi membro da Brotherhood of Ruralists. Em 1981 tornou-se membro da Royal Academy de Londres. Após o seu realismo inicial juntou-se a Hamilton tornando-se uma das figuras chave da Pop Art em Inglaterra.
Peter Blake antecipou-se aos artistas pop de Nova York, como Roy Lichtenstein e Andy Warhol. Regressou a Londres ewm 1979, cidade onde actualmente reside e trabalha. Foi nomeado Cavaleiro do Império Britânico em 2002, ele vive em Londres com sua segunda esposa, Chrissy.

THE BEATLES - THAT MEANS A LOT

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Quase toda escrita por Paul, era mais uma canção para Help! da qual os Beatles nunca conseguiram fazer o que consideravam uma versão definitiva. Em sessões em 20 de fevereiro e 30 de março de 1965, foram feitas 24 tentativas antes de eles finalmente desistirem dela. A canção assume o olhar de um terceiro olhando para um relacionamento, uma técnica usada pela primeira vez em “She Loves You”. A mudança no ponto de vista abria a possibilidade de escrever em vozes e manifestar opiniões que não condiziam com às deles mesmos. “Descobrimos que simplesmente não conseguíamos cantá-la”, resumiu John algum tempo depois. “Na verdade, fizemos uma confusão tão grande com ela que achamos melhor dar para outra pessoa que conseguisse cantá- bem”. Essa pessoa foi P. J. Proby, um cantor americano convidado por Brian Epstein para ir à Inglaterra participar de um especial de TV dos Beatles em abril de 1964, que acabou ficando amigo do grupo. Proby gravou “That Means A Lot” e chegou ao número 30 nas paradas britânicas em outubro de 1965.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

MONTEREY POP - O 1º A GENTE NÃO ESQUECE

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O Festival de Música Pop Internacional de Monterey aconteceu de 16 a 18 de junho de 1967 na Monterey County Fairgrounds em Monterey, Califórnia. Foi organizado pelos produtores Loud Adler e Alan Pariser, o músico John Phillips (do The Mamas & the Papas) e o publicitário Derek Taylor; entre os membros da comissão do festival estavam integrantes dos Beatles e dos Beach Boys.
Os artistas se apresentaram de graça, com toda a renda sendo doada à instituições de caridade. Mais de 200,000 pessoas compareceram ao festival, que é considerado como o começo do "Verão do Amor" dos hippies. Monterey foi a primeira apresentação nos EUA de Jimi Hendrix (que foi agendado devido à insistência de Paul McCartney) e do The Who, sendo também a estréia para a grande público de Janis Joplin e Otis Redding (que morreria tragicamente alguns meses depois).
Muitos executivos de gravadoras estavam na platéia, e a maioria das bandas ganharam contratos de gravação depois de suas apresentações no festival. Outros grupos também foram notados por sua não-aparição -- os Beach Boys não puderam comparecer devido à problemas com a recusa do vocalista Carl Wilson de se registrar no festival, e o músico britânico Donovan teve seu visto recusado por ter sido pego com drogas em 1966. Monterey foi o primeiro grande festival de rock do mundo, e tornou-se modelo para futuros festivais, principalmente Woodstock. O festival também foi tema de um aclamado documentário por D. A. Pennebaker, intitulado Monterey Pop.
Que se apresentou no festival?
The Association, The Paupers, Lou Rawls, Beverly, Johnny Rivers, Eric Burdon & The Animals, Simon and Garfunkel, Canned Heat, Big Brother and the Holding Company, Country Joe and the Fish, Al Kooper, The Electric Flag, Quicksilver Messenger Service, Steve Miller Band, The Electric Flag, Moby Grape, Hugh Masekela, The Byrds, Laura Nyro, Jefferson Airplane, Booker T. & the MG's, Otis Redding, Ravi Shankar, The Blues Project, The Group With No Name, Buffalo Springfield, The Who, The Jimi Hendrix Experience, Grateful Dead, Scott McKenzie e The Mamas & The Papas. No site 1967 - O Ano da Psicodelia, tem os links para download dos dois álbuns. O link é: http://1967psycho.blogspot.com/2007/06/monterey-pop-festival-coletnea.html
Para encerrar, The Mamas And The Papas, pela 1ª vez aqui no Baú com o megasucesso "California Dreamin". Abração!