quarta-feira, 27 de junho de 2012

RADIO BEATLES - CLARA ARREGUY

Um comentário:
“Rádio Beatles” narra a história de um engenheiro que, ao completar 50 anos, questiona a vida que levou até ali. Beatlemaníaco, casado há 30 anos e pai de três filhos músicos, pensa se seria mais feliz se tivesse abraçado a arte e tomado outro rumo. Vivendo em Muriaé, na Zona da Mata mineira, ele prepara sua festa de aniversário quando um acontecimento envolvendo seu filho caçula vai pôr em xeque sua estabilidade.
Formada em jornalismo pela UFMG, Clara Arreguy é autora de outros dois romances: “Segunda Divisão” (Lamparina, 2005) e “Tempo Seco” (Geração Editorial, 2009) e do volume de crônicas “Catraca Inoperante” (Outubro, 2011). Publicou ainda “Fafich” (Editora Conceito), memória afetiva e política de seus tempos de militância estudantil, que integra a série ‘Belo Horizonte, a cidade de cada um’. “Rádio Beatles” é publicado pela Outubro Edições, com 192 páginas e orelha assinada pela cantora Fernanda Takai.
Mineira de Belo Horizonte, Clara mora em Brasília desde 2004. Trabalhou como repórter, crítica de teatro e subeditora de Cultura no Estado de Minas e como editora de Cultura no Correio Braziliense. Atuou em assessorias de imprensa e como repórter do Estado de Minas (nas editorias de Agropecuária e, depois, de Cultura), além de fazer matérias como free lancer para diversos veículos de comunicação. A convite do Correio Braziliense, mudou-se para Brasília em 2004 para assumir o cargo de editora de Cultura. Em 2005 publica seu primeiro romance, Segunda divisão, e o livro de memórias Fafich, na coleção BH – A cidade de cada um, da editora Conceito Comunicação. Participou, em 2006, ao lado de escritores de reconhecimento nacional, da coletânea “Todas as gerações – O conto brasiliense contemporâneo” (LGE Editora), organizada por Ronaldo Cagiano. Em 2007, começou os originais de Memórias para esquecer e Tempo seco, respectivamente novo volume de memórias e novela de ficção, lançados em 2008. Em 2010 iniciou a preparação do volume de crônicas Catraca inoperante e do romance Rádio Beatles e passa a trabalhar, também, como editora e revisora. Atualmente, atua como editora de net na Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Mais informações no site www.clara-arreguy.com ou pelo telefone (61) 9115-8485. O lançamento do livro é hoje (27/06) às 19h no restaurante La Parrila, Brasília shopping.

terça-feira, 26 de junho de 2012

"AUTORIDADE" CULPA OS BEATLES PELO CONSUMO DE DROGAS NO PAÍS

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A principal autoridade médica antidrogas da Rússia, Yevgeny Bryun, culpa os Beatles pela explosão no uso de drogas no país. Bryun afirmou, durante uma entrevista coletiva em Moscou, que a propaganda feita pelo grupo inglês nos anos 1960 ainda tem efeito entre os jovens russos. "Quando os Beatles foram expandir suas consciências na Índia, eles apresentaram à população a ideia de modificar o estado psíquico da mente usando drogas", disse ele, segundo o Moscow Times, "Quando a indústria entendeu que podia fazer negócios com isso - prazer e produtos associados ao prazer - provavelmente foi aí que tudo começou." Bryun acredita que medidas severas devem ser tomadas para combater a cultura de massa e propagandas que promovem o uso de drogas. Ele considera a publicidade que promove o prazer sem considerar as consequências uma ameaça grave à sociedade. A relação dos Beatles com as drogas remonta ao início da carreira da banda, quando eles tomavam o estimulante Preludin para aguentar as maratonas de show em inferninhos de Hamburgo. Em história famosa, o quarteto de Liverpool foi apresentado à maconha por Bob Dylan, em 1964. Paul McCartney tornou pública sua posição quanto a droga quando assinou com outras 65 pessoas, em 1967, um anúncio no The Times pedindo a legalização da maconha. Os quatro músicos também fizeram uso do LSD para "expandir a consciência", mas chegaram a declarar publicamente que abandonariam a droga quando foram para a Índia estudar meditação. Em 1967 a banda conheceu o guru Maharishi e acabou passando uma temporada em retiro espiritual, no ano seguinte. Apesar da promessa, durante o retiro o uso de drogas chegou a ser motivo de tensão entre os músicos e o guru indiano. John Lennon, Paul McCartney e George Harrison tiveram na Índia um período de grande produtividade, compondo boa parte do "Álbum branco", além de músicas de "Abbey Road" e trabalhos que seriam lançados nas carreiras solo dos músicos, após o fim dos Beatles.

O BAÚ DO EDU - POSTAGEM Nº 3 MIL

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Caros amigos: a próxima postagem é a de número 3 mil do nosso blog preferido em quase 4 anos que estamos no ar. Mais uma vez gostaria de agradecer a todos que frequentam e participam, fazendo comentários e enviando sugestões de novas postagens. Muito obrigado mesmo. De coração!Valeu!Abração a todos!

HAPPY BIRTHDAY MISS L!

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Hoje é aniversário da nossa querida amiga Lara Selem. Querida Lara: O Baú do Edu deseja para você tudo de bom que houver nesta vida. Você é muito especial. Muito obrigado de verdade por sempre estar por aqui. Um grande beijo! Em sua homenagem, Mr. Paul McCartney - Birthday, especialmente para você.

POR QUE A MÚSICA DOS BEATLES AINDA É TÃO BOA?

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Esse texto que a gente confere a seguir foi publicado no site da BBC no dia 18 de junho e é assinado por Adam Gopnik, escritor e ensaísta americano. Achei perfeito para ser a postagem nº 3.000. Espero que gostem, abração!
A Grã-Bretanha celebrará neste verão (inverno, no Brasil) o jubileu de uma instituição que está durando mais tempo do que qualquer um imaginava, que transcendeu as fronteiras do país, e que se mantém ainda hoje como uma fonte constante de alegria no mundo. Estou me referindo não à monarquia britânica – cuja rainha Elizabeth 2ª também celebra seu jubileu – mas ao 50º aniversário do primeiro show com a formação clássica dos Beatles. Também há cinquenta anos foi feito o primeiro registro fotográfico de John, Paul, George e Ringo. A imagem foi feita em um ensaio à tarde, poucos dias antes de 22 de agosto de 1962 – a data do primeiro show dos Beatles. Coloco esta foto ao lado de outra imagem importante, feita no dia 22 de agosto de 1969 – exatamente sete anos depois. Este é o último registro dos quatro Beatles juntos. Existe algo sombrio, trágico ou até meio cósmico sobre os Beatles – foram sete anos de fama imediata, e longas décadas de tremores secundários. Esses dias, vi um vídeo na internet sobre "coisas que as pessoas nunca falam". Um dos itens da lista é: "eu não gosto dos Beatles". Todos gostavam dos Beatles antes, e todos gostam deles ainda hoje. Meus filhos discordam de mim quando falamos sobre os Rolling Stones, e eles não entendem o jeito "metal farofa" do Led Zeppelin (por que eles cantam gritando com sotaque americano?). Mas para meus filhos, os Beatles são tão incontestáveis quanto a lua. Simplesmente algo que não para de brilhar. É um fenômeno. Se a geração da época dos Beatles ainda estivesse escutando músicas de 50 anos atrás – como nós hoje – eles estariam ouvindo canções da época da Primeira Guerra Mundial, o que é impensável. Então, por que os Beatles continuam atuais? A explicação que se ouve geralmente é que eles refletiam bem o seu tempo e eram um espelho para uma década que todos ainda reverenciam – os anos 60. Mas o quanto mais eu os escuto e mais o tempo deles vai ficando no passado, mais fundamental o som deles se torna. Fico pensando se grandes personalidades do mundo pop não têm uma relação inversa com a sua própria época. Charlie Chaplin, que é um dos poucos artistas com este tipo de estatura, criou sua obra depois da Primeira Guerra Mundial – a era dos automóveis e da metralhadora, um dos períodos mais conturbados da história da humanidade. Mas seu trabalho era baseado no teatro vitoriano e na prosa de Charles Dickens, evocando uma época anterior ao seu tempo. Luzes da Cidade e O Garoto mostram a Londres dos anos 1890, não a Nova York dos anos 1920.Eu acho que o mesmo acontece com os Beatles. Eles não eram provocadores. Seu grande tema é a infância perdida, e o que fazer diante de um mundo sério e austero, mas organizado e seguro da Inglaterra onde eles cresceram. Seus trabalhos mais duradouros – como Strawberry Fields e Penny Lane – contam histórias como a de um menino solitário em um jardim que lhe traz conforto, ou de uma rua animada de Liverpool, onde um garoto esperto e sociável vê o mundo ao seu redor. Sons estranhos do passado – como bandas de metais – adornam as músicas dos Beatles, como ilustrações em um livro infantil. Sexo é um tema presente no primeiro disco, mas é raramente tratado nos demais álbuns.A música dos Beatles é duradoura sobretudo por causa do poder da colaboração entre opostos. John tinha profundidade. Ele entendia instintivamente o que separa um grande artista de um grande agente de entretenimento. O artista procura surpreender e até chocar seu público. Paul tinha compreensão, sobretudo do aspecto material da música, e sabia instintivamente que a arte que surpreende mas não consegue entreter é mera vanguarda.Nós percebemos a diferença quando os ouvimos após a separação: Paul tinha milhares de melodias maravilhosas, mas ambições artísticas esporádicas; John tinha muita ambição artística, mas só um punhado de melodias. Mas naqueles sete anos que a profundidade de John encontrou a compreensão de Paul, nós todos subimos o Everest (que por sinal era para ser o nome do último disco dos Beatles). O dom dos Beatles era o dom da harmonia, e sua visão sempre foi essa. Harmonia – as vozes se entrelaçando em uma canção – ainda são o nosso símbolo mais poderoso de um mundo melhor, onde os opostos cantam juntos como se fossem um só. É por isso que até mesmo Bach e Handel terminavam suas melhores obras com corais – para nos alegrar e encorajar com sons de um mundo harmônico onde nós ainda não chegamos, mas o coral já atingiu e agora está nos chamando. A arte nos faz sentir vivos e conscientes, mas raramente ela nos faz sentir feliz. Cinquenta anos depois, a música dos Beatles ainda sobrevive porque eles nos dão um dos sentimentos mais incríveis: o de que a felicidade é algo que cabe na nossa mão.

ROY ORBISON - HEARTBREAK RADIO - AVE MARIA!

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segunda-feira, 25 de junho de 2012

STEVE MILLER BAND - ABRACADABRA - INACREDITÁVEL!

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"Abracadabra" é uma canção da banda americana Steve Miller Band, escrita por Steve Miller. A canção foi lançada como o primeiro single do álbum homônimo de 1982. A canção pode ter sido inspirada na cantora americana Diana Ross com quem Miller havia trabalhado durante a realização em conjunto da canção-tema da série "Hullabaloo" na década de 1960, que aparece na posição # 70 na lista da Billboard de "Melhores Canções de todos os tempos". "Abracadabra" tornou-se um sucesso mundial, conquistando o topo das paradas em dez países e tornou-se um dos maiores sucessos da banda, junto com "The Joker "e" Rock'n Me". Nos Estados Unidos, a canção foi # 1 no Hot 100 da Billboard por duas semanas não-consecutivas. Ela bateu o sucesso do grupo Chicago "Hard to Say I'm Sorry" tirando-a do primeiro posto, assim como o Chicago tinha feito com a Steve Miller Band em 1976, quando "If You Leave Me Now" bateu "Rock'n Me". "Abracadabra" também detém o recorde de maior queda para fora do Top 40. No outono de 1982, caiu 38 pontos de # 10 a # 48 em uma semana. Para quem quiser conferir a matéria original sobreSteve Miller, o link é:

ROD STEWART & TINA TURNER - BOMBA ATÔMICA!

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CREAM - BADGE - SENSACIONAL!

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"Badge" é uma canção gravada pelo supertrio “Cream” em 1969. Talvez, o maior sucesso comercial do grupo. Escrita por Eric Clapton e George Harrison, “Badge” foi incluída no último álbum do Cream, “Goodbye”, atingindo número 60 na Billboard 's Hot 100. Tornou-se hit após o seu lançamento como single em abril de 1969 que fez muito mais sucesso no Reino Unido, onde chegou a posição # 18. Essa versão que a gente confere agora foi realizada na reunião do “Cream” original com Eric Clapton, Jack Bruce e Ginger Baker no London Royal Albert Hall em maio de 2005. Essa banda era absolutamente genial.

sábado, 23 de junho de 2012

PAUL McCARTNEY & WINGS - JUNIOR'S FARM - SENSACIONAL!

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JAMES BROWN - SUA VIDA SUA MÚSICA - R.J. SMITH

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Esse é, com certeza, o melhor livro já editado que narra com precisão os momentos mais marcantes na vida do grande James Brown. “Sua Vida Sua Música” foi escrito por R.J. Smith e lançado em maio e já é uma das obras mais vendidas e pesquisadas da internet. Não seria para menos. James Brown fez história na música, criando o estilo funk e o Pop Black. Sofrendo de racismo no país onde nasceu, Estados Unidos, ele contrariou a crítica e seguiu uma promissora carreira. A vida nunca foi fácil. Ainda aos dezesseis anos de idade, foi criado em um bordel, de propriedade da tia e logo em seguida foi parar em uma instituição para infratores. Parecia que Brown seria apenas mais um americano negro cheio de problemas. Mas foi nesse momento terrível que conheceu os membros de sua banda. Desenvolvendo um estilo nada comum nos Estados Unidos, James Brown passou a compor músicas que tinham ênfase o som dos tambores, escravistas, com forte tom religioso, fortalecendo e vivenciando as canções africanas vindas pelos escravos. Exatamente por isso, foi repudiado no começo da carreira, mas não demorou muito para que o sucesso viesse à tona. “Sua Vida Sua Música” com James Brown conta com mais de 600 páginas e seu custo aproximado está em R$35,00. Para os fãs desse grande artista, é imperdível, para ser lido, com muito prazer até a última página. Esse vídeo que a gente confere agora, é absolutamente genial: um mix de James Brown com The Beatles, “We Can Work It Out”. Sensacional! Imperdível!

TOM PETTY AND THE HEARTBREAKERS - RUNNIN' DOWN A DREAM - EXCELENTE!

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THE BEATLES - ROCK AND ROLL MUSIC - SENSACIONAL!

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RINGO STARR - "RINGO" 1973 - LINK RENOVADO

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Em 1973, Ringo Starr lançou o álbum “RINGO”, seu maior sucesso comercial. Foi a única vez em que os quatro beatles estiveram em um mesmo disco após a separação. Na verdade, os quatro não chegaram a tocar juntos em nenhuma música. Mas, a simples presença deles ajudou muito as vendas do disco. “RINGO” é cheio de convidados muito especiais: Billy Preston, Marc Bolan, Harry Nilsson, Klaus Voormann, Nicky Hopkins, entre tantos outros. O álbum tornou-se um sucesso. A canção “Photograph” (lançada em single em 1973) que atingiu o primeiro lugar nos Estados Unidos entrou no álbum. “Photograph” contou com a participação de George Harrison que compôs a música em parceria com Ringo. George participou ainda de "You and Me (Babe)" e junto com John Lennon em I'm the Greatest (esta última escrita por Lennon). Paul McCartney participou de You're Sixteen e Six O'Clock (escrita por Paul). O álbum foi um sucessão tanto nos Estados Unidos como na Inglaterra. A capa foi desenhada pelo grande Klaus Voorman. Na época em que foi lançado, o LPzão trazia ainda um encarte fantástico de 24 páginas com belíssimas ilustrações – todas também de Voorman. Até hoje eu tenho o meu, quase zerado! Para fazer o DOWNLOAD dessa verdadeira pérola, com as bônus “It Don’t Come Easy”, “Early 1970” e a excelente “Down And Out”, clique no link:
http://www.4shared.com/rar/UlGkVnnf/Ringo_Starr_-_Ringo_-_1973_-_o.html?refurl=d1url

JEFF LYNNE - TURN TO STONE - DEMAIS!

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Link para a postagem da Eletric Light Orchestra:

quarta-feira, 20 de junho de 2012

OS ESTADOS UNIDOS VERSUS JOHN LENNON

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É difícil para alguém com menos de 40 anos lembrar disso, mas já houve uma época em que os EUA ainda não eram governados por Barack Obama, em que uma guerra nonsense era questionada com força pela população estadunidense, e em que a luta da cultura pop contra os poderes constituídos era mais consistente do que os argumentos de Michael Moore.
Estamos falando aqui do final da década de 60, quando Richard Nixon comandava o xadrez sangrento da Guerra do Vietnã e suava para enfrentar a opinião pública. Além de se preocupar com a mídia e com os bastidores do jogo político, naquela época ainda claramente polarizado, o então presidente tinha um belo calo na figura dos artistas, que inflamavam a população contra suas decisões. John Lennon é o mais notório dessa lista. Não mais o Beatle de cabelo arrumadinho, logo após o fim da banda com Abbey road, o inglês investia cada vez mais em sua nova persona, com carreira solo e ao lado de sua musa Yoko Ono.
Morando nos EUA, Lennon se tornou uma metralhadora de marca maior, cada vez mais mirada na Casa Branca. Talvez por influência de Yoko, talvez pelo seu saco cheio com a situação mundial, o músico se politizou, aliando-se a figuras ativistas, como o líder do grupo Panteras Negras Bobby Seale, contra todas as decisões do governo Nixon.
É essa situação que Os Estados Unidos contra John Lennon se propõe a explorar, em sua montagem cuidadosa. O documentário resgata a história de então, costurando vídeos da época com depoimentos de nomes que vão de Gore Vidal ao apresentador sensacionalista Geraldo Rivera. Em retaliação à sua posição de "figura pública com opinião", Lennon tornou-se alvo preferencial de Nixon e de J. Edgar Hoover, o mítico diretor do FBI. A agência espionou o músico, levantando um imenso dossiê. A guerra viria à tona quando a justiça decidiu deportá-lo, usando como desculpa uma apreensão de maconha na Inglaterra, anos antes.
Os Estados Unidos contra John Lennon tem lá suas falhas, como não se aprofundar no que Lennon realmente defendia (bem diferente do ele atacava) ou dar a entender que Sean foi seu primeiro filho. Mas cumpre seu papel ao apresentar, a um público que não tem um forte referencial ao microfone, sua figura contestadora. Devia servir de exemplo para esse bando de artistas franguinhos que estão por aí. O mundo precisa, cada dia mais, de um galo bravo feito Lennon. Fonte do texto: Omelete - Por Eduardo Viveiros.
O álbum com a trilha sonora nada acrescenta à obra de Lennon ou sua discografia “oficial”. É só mais um “Besta Of”, mas é legal porque a qualidade dessas remasterizações é fantástica e a qualidade do som excelente. Quando toca o “Instant Karma is gonna get you...”, é como se estivessem aqui de verdade. Histórico, Indispensável e absolutamente Imperdível!
 

ALMANAQUE DA CULTURA POP NO CINEMA

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Em 1927, “O Cantor de Jazz” chegou às telas para revolucionar o cinema. O filme estrelado por Al Jolson foi o primeiro a ter diálogos e trilha sonora sincronizados às cenas. De lá para cá o casamento entre música e a sétima arte se tornou imprescindível tanto pelo aspecto comercial quanto pelo resultado artístico. A relação entre estas duas vertentes chamou a atenção do apresentador e escritor Rodrigo Rodrigues quando ele ainda estava no colégio. Como guitarrista da banda Soundtrackers desde 2008 ele reproduz no palco clássicos que marcaram filmes vencedores de bilheteria. Na obra, Rodrigo conta em ordem cronológica a história e algumas curiosidades de filmes desde os anos 60, quando Elvis Presley investiu no cinema para vender mais discos. Como seria a abertura do filme “Nos Embalos de Sábado à Noite” sem a música dos Bee Gees? Ou as cenas dos personagens Jack e Rose em “Titanic” sem “My Heart Will Go On”, de Celine Dion? No mínimo estranhas, não é mesmo? As histórias por trás dessas e de outras trilhas que marcaram época nas telonas são contadas pelo apresentador e músico Rodrigo Rodrigues em “O Almanaque da Música Pop no Cinema”, que chega às livrarias neste mês pela Lua de Papel, selo da Editora Leya. O livro traz um panorama específico da música pop nas telonas, abordando desde o período inicial das trilhas – quando eram tocadas ao vivo no fundo dos cinemas -, passando por sucessos indiscutíveis na relação filme e música, como em “Grease” e “Uma Linda Mulher”, até os dias atuais. A edição mostra ainda os bastidores de trilhas de campeões de bilheteria recentes, como “Homem de Ferro 2” e ”Batman - O Cavaleiro das Trevas”. São quase 80 filmes analisados em páginas com as sinopses e as respostas de como e por quem as trilhas foram feitas. Na publicação, centenas de fotos tornam a leitura de algumas curiosidades ainda mais agradáveis. Entre elas está a capa do CD e DVD do filme “Alta Fidelidade”, uma homenagem à “A Hard Day’s Night”, terceiro disco dos Beatles. As 12 músicas presentes na trilha do filme foram selecionadas pelo ator e também corroteirista John Cusack, em uma lista com quase 2 mil opções. Na Saraiva, R$ 59,90.

LOS LOBOS - SHAKIN' SHAKIN' SHAKES - SENSACIONAL!

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Los Lobos é uma banda de rock estadunidense, formada em East Los Angeles na Califórnia em 1973. Sua música é altamente influenciada pela música country, folk, R&B e músicas tradicionais mexicanas e espanholas. Tornaram mundialmente conhecidos quando, em 1987, particparam da trilha sonora do filme biográfico La Bamba, que narra a trajetória do cantor de rock californiano Ritchie Valens, morto em um desastre aéreo em 1959. Este álbum "By The Light Of The Moon" de1987, é para mim, de longe o melhor momento da banda. é um dos melhores discos de rock que já ouvi e guaRdo com carinho meu bolachão e meu CD. Meus destaques são para a belíssima balada "Prenda Del Alma" e os rockões "River Of Fools" e "Shakin' Shakin' Shakes" que a gente confere logo aí embaixo. Espero que gostem. Abração!
DOWNLOAD:
Para quem quiser conferir a matéria "PARA BAILAR LA BAMBA!" publicada originalmente em 5 de setembro de 2010, o link é:

terça-feira, 19 de junho de 2012

GEORGE HARRISON - EARLY TAKES - IMPERDÍVEL!

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O produtor Giles Martin (filho do produtor dos Beatles, George Martin) recebeu as chaves dos arquivos de George Harrison, arregaçou as mangas, e já terminou o primeiro álbum desta empreitada. Já está nas lojas "George Harrison - Early Takes vol.1". Segundo Martin, os arquivos estão impecavelmente organizados, e ele vem descobrindo, como era de se esperar, “surpresas incríveis”. No "Early Takes" inicial está incluída, por exemplo, a primeira lição de cítara que Harrison tomou de Ravi Shankar. Outra preciosidade é uma demo de My sweet Lord, com Klaus Voorman, no baixo, e Ringo Starr, na bateria - George ainda estava desenvolvendo seu maior sucesso. Outra pérola é a gravação de "Let it be me", que já apareceu aqui no Baú. Ao todo, são 10 gravações inéditas de Harrison, incluindo gravações iniciais de "I'd Have You Anytime" e "Awaiting On You All", além de versões demos inéditas de "Behind That Locked Door", "All Things Must Pass", "Run of the Mill" e "My Sweet Lord", todas apareceriam mais tarde em 1970 no álbum líder nas paradas All Things Must Pass. Outras faixas inéditas incluem demonstrações de "Mama You've Been on My Mind", de Bob Dylan e um tape inicial de "Woman Don't You Cry For Me". Imperdível e indispensável.
01- My Sweet Lord (demo) 3:33
02- Run Of The Mill (demo) 1:56
03- I’d Have You Any Time (early take) 3:06
04- Mama You’ve Been On My Mind (demo) 3:04
05- Let It Be Me (demo) 2:56
06- Woman Don’t You Cry For Me (early take) 2:44
07- Awaiting On You All (early take) 2:40
08- Behind That Locked Door (demo) 3:29
09- All Things Must Pass (demo) 4:38
10- The Light That Has Lighted The World (demo) 2:23
Mais informações sobre o álbum:

VICTOR SPINETTI MORRE AOS 82 ANOS

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O ator britânico Victor Spinetti, que fez amizade com os Beatles enquanto trabalhava em três de seus filmes na década de 1960, morreu de câncer aos 82 anos de idade, informou seu agente nesta terça-feira.
O artista nascido no País de Gales se viu no meio do frenesi da Beatlemania depois de aparecer com os quatro em "Help!", "A Hard Day''s Night" e "Magical Mystery Tour".
Foi sua performance vencedora do prêmio Tony no musical sátira da Primeira Guerra Mundial "Oh! What a Lovely War" na Broadway que levou a banda a lhe pedir para trabalhar com eles. Um grande contador de histórias, Spinetti costumava brincar que George Harrison tinha dito que ele tinha que estar em todos os seus filmes, caso contrário, "minha mãe não virá vê-los, porque ela gosta de você".
"Ele era um ator maravilhoso e um contador de histórias maravilhoso", disse seu agente Barry Burnett à Reuters. "Todos ficavam ansiosos em passar uma noite com ele, porque eles iriam se divertir. Ele começava a falar e nunca mais parava." Jovens fãs dos Beatles gritavam e perseguiam Spinetti na rua por causa de suas ligações com a banda, acrescentou o agente. "Ele os amava - eles se tornaram grandes amigos", disse Burnett. Paul McCartney descreveu-o como "o homem que faz as nuvens desaparecem".

OS BEATLES NA CAPA DA REVISTA MOJO DE JUNHO

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"Após a morte de Brian Epstein, em agosto de 1967, os Beatles dispersaram-se, discordoram, experimentaram e triunfaram. John Harris, Mark Paytress, Aston Martin e Andrew Masculino falam com as testemunhas - de Yoko Ono a Victor Spinetti - que viram tudo - Magical Mystery Tour, Yellow Submarine, Wonderwall - em primeira mão." A revista MOJO do mês de junho, traz os Beatles na capa e uma longa matéria sobre o ano de 1968 na vida deles com destaque especial para Yellow Submarine. Colaboração: Paulo Neumann.

SÓ MAIS UMA QUE NÃO PODIA FALTAR

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Especialmente para o amigo IVAN, O CRUEL. Aquele abração!

RINGO HOMENAGEIA PAUL

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Ringo Starr publicou um vídeo no qual canta parabéns para Paul McCartney, que completou ontem (18) 70 anos. Na homenagem, que dura pouco mais de 30 segundos, Ringo cumprimenta seu antigo companheiro e, ao lado dos integrantes de sua banda de apoio, a All Star Band, canta "parabéns pra você". "Te amo, cara", finaliza Ringo.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

HAPPY BIRTHDAY PAUL!

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YOKO ONO PARABENIZA PAUL

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Yoko Ono fez questão de parabenizar o ex-Beatle Paul McCartney por seus 70 anos de vida, na manhã desta segunda-feira. Pelo Twitter, a viúva de John Lennon (1940-1980), publicou uma mensagem carinhosa em seu perfil no microblog: "Dear @PaulMcCartney: Happy, Happy Birthday, Paul! Lots and lots of love, yoko" ("Feliz aniversário, querido Paul! Muito, muito amor", em tradução livre), escreveu.

ESPECIAL PAUL McCARTNEY - 70 ANOS

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O século XX passou bem rápido. O século XXI está sendo mais rápido ainda. O ano já é 2012. Há 50 anos, os Beatles entravam no estúdio para gravar “Love Me Do” e começarem a mudar o mundo. E esse mundo mudou muito. Para o bem e para o mal. Nesses cinquenta anos, quarenta depois do seu fim, os Beatles continuam a nos mostrar o caminho. O caminho do bem, de ser bom, de procurar fazer o melhor. De ser feliz, viver em paz e ouvir a música. E, se existe um responsável por isso, pela continuação do sonho e da magia, o nome dele é James Paul McCartney, filho mais velho de Mary e Jim, de Liverpooll. Hoje, o Sir, o gênio, o homem, o Beatle, o ex-Beatle, o bom menino, o bom marido, o bom pai, bom amigo e o músico extraordinário Paul McCartney completa 70 anos de uma vida absolutamente abençoada e iluminada responsável pela felicidade de mais de 1 bilhão de pessoas. Não é exagero.


Em mais de cinco décadas de carreira, Paul McCartney colecionou todos os recordes. Segundo o Guiness, são 60 discos de ouro (entre 45 discos lançados) e 100 milhões de álbuns e singles vendidos. Paul emplacou nada menos do que 32 singles no 1º lugar da Billboard. Dificilmente haverá outro artista capaz de carregar números tão altos. Talvez seja impossível saber ao certo quantas bandas covers dos Beatles existem no mundo, mas estima-se que sua Yesterday – o único grande sucesso dos Beatles escrito por Paul, segundo John Lennon em sua canção anti-McCartney How do you sleep – já recebeu em torno de 2.200 versões. E mais de 7 milhões de execuções somente nas rádios e emissoras de TV dos Estados Unidos.



Aos 70 anos de idade, mais de meio século de carreira e ultraexposição, Paul McCartney continua sendo uma esfinge à espera de quem a decifre. Roqueiro de origem, ele flerta com o vaudeville, compôs algumas das mais marcantes baladas — inclusive Yesterday, a música mais vezes gravada no mundo — e ainda tem fôlego para experiências sonoras radicais e para compor peças eruditas. Na vida pessoal, Paul era tido como o bonitinho entre os Beatles, mas sabe-se que nunca foi uma flor: foi pego por porte de drogas, acusado de agredir a ex-mulher e de ser um patrão intragável. Ainda assim, mantém a reputação intacta, mesmo quando anuncia que parou de fumar maconha para não dar mau exemplo à filha de 9 anos. Podia estar recolhido, contando histórias aos netos em volta da lareira. Recentemente, fez concessão ao lado vovô com o disco Kisses on the bottom, cheio de canções que ele ouvia o pai tocar ao piano, quando criança. Mas anuncia para breve uma nova experiência, bem mais pesada. Quase cinco anos depois de sua incursão com Electric arguments, do Fireman, seu projeto musical paralelo.



Como músico, é autor de algumas das mais inspiradas linhas de contrabaixo ouvidas no rock. Como compositor, gosta de surpreender sobrepondo melodias e explorando novas soluções harmônicas. Como produtor musical, busca sonoridades inusitadas e provocantes. Além de tudo, é um parceiro generoso, buscando cumplicidade em nomes tão díspares quanto Stevie Wonder e Youth (do Killing Joke), ou Elvis Costello e Tony Bennett. E vem provando que é um sobrevivente. E muito mais do que isso.



Paul chega aos 70 anos em plena atividade, com uma jovialidade absurda.Depois de reunir meio milhão de pessoas nos arredores do palácio de Buckingham para o jubileu da Rainha Elizabeth II, irá fazer o show de encerramento do dia de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres, em 27 de julho. Paul McCartney, aos 70 anos, consagra-se como o maior compositor do século XX e o maior artista do planeta Terra. Quando afirmo isso, não é para cutucar fãs desse ou daquele artista. É uma constatação. Todos os possíveis candidatos a concorrentes estão mortos ou na fila de espera. Se não fosse Paul, quem seria? Bono Vox? Mick Jagger? Todos passaram. Macca continua mostrando ao mundo, que sonhar ainda é possível. Mais que isso: a sua idade, quem você é, e quanto tempo vai viver aqui, é você quem faz. Quer ser feliz? Sinta o sol brilhar, brilhar. Feliz 70 anos, Mr. Paul McCartney. Meu velho amigo Paul. Que venham muitos anos. Sempre estarei esperando. Até o fim do mundo, até o fim!

AS INCRÍVEIS NOITES DE PAUL McCARTNEY

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CONVIDADOS BEM MAIS QUE ESPECIAIS

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HOMENAGENS DOS AMIGOS DO BAÚ DO EDU

4 comentários:
JENIFFER
CRISTIANE PEIXOTO
Minha homenagem para Pau, é a lembrança de Linda. Obrigada Edu, pelo espaço.
FÁBIO PORTUGAL
Felicidades, Paul!
STELLA RAMOS - SC
ROBSON BATISTA
Queria ver os Beatles com An i love her. Vida longa, Paul. Obrigado.
MARIA LÚCIA R.
Edu: minha homenagem para Paul é pedir o vídeo de Junior's Farm. Valeu! Parabéns, Sir Macca. Kisses, kisses, kisses...
CRISTIANO ALMEIDA
Paul, sou seu fã há 50 anos! Forever! Parabéns!
MILLA MAGALHÃES
TE AMO, PAUL!
HELENA JUNG
LEONARDO POLARO
O que falar de Paul McCartney ? Simplesmente, meu amigo, desejo-lhe toda a saúde e felicidade que mereces, em retribuição a tantos momentos marcantes em minha vida embalados por suas obras de arte em forma de música. Parabéns ! Amo Você...!

JOSÉ LUIZ CARDOSO
Eduardo: Boa tarde. Há tempos, acompanho seu blog e quero primeiramente parabenizá-lo pelo ótimo trabalho, de pesquisa, conhecimento e muito mais. Sou Beatlemaníaco desde os nove anos aproximadamente, o primeiro disco que pedi para minha mãe comprar foi o compacto do John Lennon que vinha no lado A - Woman e no lado B - Beautiful boy ( ambas do LP Double Fantasy). De lá para cá, os Beatles sempre estão no meu dia a dia. Em 1987, formei uma banda que se chamava: "The Beatles Couve Flor" e eu fazia o Paul, que durou alguns anos, para você ter uma idéia, o carnaval aqui em Tremembé/SP, era familiar e os bailes de carnaval rolavam no Clube, onde todos eram sócios e convidados e todos os dias lotado, num dos intervalos da Banda de Marchinhas, no domingo e na terça, nós nos apresentávamos por 40 minutos com: she loves you, I wanna hold your hand, can't buy me love, a hard day's night, twist and shout, entre outras e o clube virara uma histeria maravilhosa, eu me sentia o próprio Paul, foi uma época maravilhosa. Fora o carnaval, nos apresentávamos em festas populares e na maior festa da cidade, em agosto, muito conhecida na região, Festa do Senhor Bom Jesus de Tremembé, onde chegamos a abrir show dos Incríveis, Fábio Jr, entre tantos. Depois como os próprios Beatles, não nos comparando é lógico, ficamos um tempo sem fazer nada, por motivos de trabalho, compromissos diversos, família, etc. Há alguns dias, nos reunimos e foi muito legal, vi que os Beatles ainda estão na veia deles e valeu a noite. Bem, eu te contei tudo isso, pois estou enviando algumas fotos para participar da comemoração do aniversário do Sir Paul McCartney, dia 18 próximo.
Um grande abraço e continue o belíssimo trabalho.
REGINALDO MISSURI - MA
Feliz aniversário, Paul McCartney! Eu e toda a minha família te amamos!
LARA SELEM
Essa foto é do dia em que vi nosso querido Macca pela primeira vez. Foi em New York City. 2009. Abril. Uma noite mágica, porque ele estava lá, com o Ringo, cantando pra gente. E, lógico, eu não coube em mim. Quem caberia? Tirando o fato que ele compôs, e continua compondo, as músicas mais incríveis, o carisma desse inglês maravilhoso transborda em qualquer lugar em que ele esteja presente, física ou musicalmente. Eu amo você, Sir Paul McCartney. Vida longa e muito, muito, muito obrigada por existir nas nossas vidas.
VALDIR JUNIOR
HAPPY BIRTHDAY SIR PAUL McCARTNEY!
O que dizer e pensar de um homem que está completando 70 anos? Uma faixa etária que a vista da maioria das pessoas (com menos de 40 anos, diga-se de passagem), já acha que fez tudo o que podia nessa vida: estudou , trabalhou, constituiu família, criou filhos , viu nascer os netos e agora só lhe cabe descansar e aproveitar os anos que lhe restam até o descanso final. Pode–se dizer que é isto o que é esperado de uma parcela muita grande de pessoas na chamada 3° idade, mas tudo isso não tem o menor sentido e nem cabimento para Sir Paul McCartney!!! Mostrando uma vitalidade e uma “fome de palco” de fazer inveja a muitos “jovem” por aí, mundo afora, ele continua olhando para frente, apesar de seu passado glorioso e fenomenal - e não se acomoda - e ainda tem muito para mostrar e a contribuir com aquilo que é uma de suas maiores paixões: a música. Aposentadoria é uma palavra que para ele não tem o menor sentido. Confesso que após a morte de Linda McCartney em 1998 cheguei a acreditar que Paul se aposentaria e viveria mais recluso nos anos que estavam por vir. Mas quando ele lançou no final de 1999 o disco “Run Devil Run” com clássicos obscuros do Rock and Roll, tocando e cantando com garra e com uma urgência igual ao de um jovem de 20 e anos, feliz percebi que nada faria esse cara parar de fazer e viver musica. Só posso dar meus parabéns a esse incrível musico / compositor / cantor e desejar que o tempo continue correndo devagar para ele e que toda felicidade e saúde do universo continue com Sir Paul, e rezo também para que venham mais quantos anos forem necessários para ele gastar toda essa energia de garotinho que tem, pois quem sai ganhando é a humanidade que continuará aguardando o próximo disco, clip , turnê, livro, que a genialidade e inspiração eterna de Paul McCartney tem a nos oferecer. Happy Birtday, Sir Paul McCartney! I wish everything is good in this life to you! Keeping rocking, keeping roll, man! Forever. Valdir Junior.
Nós é que agradecemos, Paul. Muito obrigado por existir, resistir e deixar nossas vidas mais felizes todos os dias, todas as noites, todos esses anos. O Baú do Edu. Juízo, hein?

FOTO DO DIA - MR. HENRY PHILLIPS WALTON

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OS BARBUDÃO - PARABÉNS, MAQUINHA!

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domingo, 17 de junho de 2012

PAUL McCARTNEY & WINGS - RED ROSE SPEEDWAY - COLLECTOR'S EDITION

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DISC 1 - DOWNLOAD:
DISC 2 - DOWNLOAD:

THE BEING FOR THE BENEFIT OF MR. KITE

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Enquanto gravava o clipe de Strawberry Fields Forever, John Lennon e um empregado da NEMS, Tony Bramwell, entraram num antiquário perto do hotel que a equipe usava como base, na cidade Sevenoaks em Kent. John encontrou e comprou um cartaz emoldurado, impresso em 1843, na era Vitoriana, anunciando o Pablo Fanque's Circus Royal. John usou o poster como inspiração para a canção, mas mudou vários fatos para facilitar as rimas. Pablo Fanque, cujo verdadeiro nome é William Darby, foi o primeiro negro proprietário de um circo na história da Inglaterra. O cartaz hoje pertence a Sean Lennon.
A imaginação fértil de Lennon o ajudou a juntar esses personagens e criar a faixa. Depois de ler as letras de "Mr. Kite" e "Lucy In The Sky With Diamonds", George Martin descreveu John como "um Salvador Dali oral".
Participaram da gravação: John Lennon: vocais e backing vocals, loops e gaita; Paul McCartney: baixo e guitarra solo; George Harrison: tamborim, gaita órgão Hammond; Ringo Starr: bateria, tamborin, maraca; George Martin: piano, gaita, órgão, glockenspiel e loops; Mal Evans: gaita baixo; Neil Aspinall: gaita e Geoff Emerick: loops. Como não existe um video legal dos Beatles, a gente fica com a cena do filme “Across The Universe”. Link para a postagem “ACROSS THE UNIVERSE - O FILME”: