segunda-feira, 23 de agosto de 2021

THE BEATLES - YES IT IS - SENSACIONAL!******

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“Yes It Is” é uma música dos Beatles composta por John Lennon (creditada a Lennon – McCartney), e lançada pela primeira vez em 1965 como lado B de "Ticket to Ride". “Yes It Is” apresenta algumas das harmonias vocais de três partes mais complexas e dissonantes dos Beatles e mostra o uso inicial da guitarra de pedal de volume por George Harrison. Especialistas descrevem a música como tendo um "movimento harmônico rico e incomum". John uma vez comentou ter feito no passado canções de amor apenas para "o mercado". É difícil encontrar as canções às quais ele se referia. No entanto, “Yes It Is” era uma música da qual anos depois ele se envergonharia especialmente, zombando do verso "for red is the colour that will make me blue". John afirmava que ela nada mais era do que uma tentativa de reescrever "This Boy", uma vez que elas tinham os mesmos acordes, harmonia e "falatório sem sentido". A letra gira em torno de um pedido para que a garota não use vermelho naquela noite, pois essa era a cor que a garota que o autor quer esquecer usava, e esquecê-la é a única forma de poder ser feliz com a nova garota.
“Yes It Is” foi lançada como lado B de "TicketTo Ride" tanto na Inglaterra quanto nos EUA em abril de 1965. Foi gravada no estúdio da EMI em Abbey Road, produzida por George Martin, tendo Norman Smith como engenheiro. Ao longo de uma sessão de gravação de cinco horas, os Beatles tentaram 14 tomadas da faixa básica antes de aperfeiçoá-la. “Yes It Is” foi gravada em 16 de fevereiro de 1965, no mesmo dia em que completaram "I Need You" de George Harrison. Depois de completar a pista de ritmo, John, Paul e George gravaram suas harmonias vocais em três horas, cantando juntos ao vivo usando a sugestão de George Martin que eles cantassem sua harmonia de três partes no estilo de um quarteto de barbearia. John Lennon canta o vocal principal com faixa dupla e toca violão semi-acústico; Paul McCartney faz harmonia vocal e toca baixo; George Harrison também faz harmonia vocal e toca a guitarra solo; e Ringo Starr toca sua bateria e pandeiro.
Além de lado B de "TicketTo Ride", “Yes It Is” foi lançada nos Estados Unidos no álbum Beatles VI (utilizando o remix estéreo "duofônico" da faixa mono original, com eco e reverberação adicionais) e em álbuns de compilação subsequentes, incluindo Love Songs, a versão britânica do álbum Rarities, Only the Beatles, um cassete promocional britânico da Heineken Beer em 1986 (no qual fez sua primeira aparição em estéreo verdadeiro), Past Masters, Volume One e também no Anthology 2 em uma versão alternativa que combina a segunda e a décima quarta tomadas. Apesar de John Lennon não gostar,  “Yes It Is” é uma das canções mais bonitas daquela fase. Sim, é.  No Brasil, “Yes It Is” virou “Demais”, em 1986, na versão feita por Zé Rodrix e Miguel Paiva, interpretada por Verônica Sabino. Foi um dos maiores sucessos daquele ano e fazia parte da trilha sonora do remake da novela Selva de Pedra.

PAUL McCARTNEY - COMING UP - SENSACIONAL!❋❋❋❋❋

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"Coming Up" foi gravada durante o verão de 1979 e lançada como single em 1980 atingindo o número 2 na parada do Reino Unido. Nos Estados Unidos e no Canadá, a versão ao vivo da canção interpretada por Paul McCartney e Wings (lançada como o lado B do single) teve um sucesso muito maior, chegando ao #1 nos EUA.

"Coming Up" também foi a faixa escolhida por McCartney para abrir o álbum “McCartney II”, que tornou-se conhecido por ser mais eletrônico e experimental.
O videoclipe de "Coming Up" apresenta Paul McCartney interpretando dez papéis (ele mesmo, dois guitarristas, um baixista, um baterista, um tecladista e quatro saxofonistas) e Linda McCartney tocando dois (uma cantora alternativa e um cantor alternativo masculino .) A "banda" identificada como "The Plastic Macs" na bateria (uma homenagem à Plastic Ono Band conceitual de Lennon), apresenta imitações de Paul e Linda de vários estereótipos de músicos de rock, bem como alguns músicos identificáveis. Em seu comentário de áudio sobre a coleção de vídeos de 2007 The McCartney Years, McCartney identificou personagens que eram personificações de artistas específicos: Hank Marvin (guitarrista dos Shadows), Ron Mael de Sparks (teclados), uma versão de si mesmo nos tempos da Beatlemania, um baterista vagamente inspirado por John Bonham do Led Zeppelin. Enquanto outros, como os autores Fred Bronson e Kenneth Womack , sugeriram que existem outras personificações identificáveis ​​no vídeo, como Andy Mackay, Frank Zappa e Buddy Holly. McCartney disse que os outros papéis eram simplesmente um alívio cômico. O vídeo estreou no Reino Unido no The Kenny Everett Video Show em 14 de abril de 1980 e nos Estados Unidos no Saturday Night Live em 17 de maio de 1980. No Brasil, foi exibido pela primeira vez no Fantástico. “Coming Up” chegou ao primeiro lugar das 100 mais da revista Billboard, sendo até então, a única música de Paul, em carreira solo (sem os Wings), a conseguir tal feito. No Brasil, também fez um sucesso absurdo.
John Lennon descreveu "Coming Up" como "um bom trabalho" e, de acordo com McCartney, levou Lennon a retornar às gravações em 1980. Lennon posteriormente declarou sua preferência pela versão de estúdio em vez da versão ao vivo que foi lançada como um single: "Achei que Coming Up era ótimo e gosto mais da versão esquisita que ele fez em seu celeiro do que daquela ao vivo em Glasgow". O compacto com a música, com “Coming Up” ao vivo e "Lunch Box-Odd Sox" no lado B, foi lançado dia 11 de abril de 1980. Eu comprei o meu assim que saiu e ainda tenho até hoje. Na época, eu quase fiquei doido de tanto ouvir “Coming Up”. Esse meu disquinho, é a prova viva de que é impossível um disco de vinil furar. Em julho de 1980, foi a última vez que viajei com meus pais e irmãos para Balsas no Maranhão. Antes da viagem, gravei uma fitinha cassete de 60 minutos - 30 de cada lado, só com “Coming Up”. Minha família sofreu muito nessa viagem daqui pra lá num Corcelzinho bege 1978 ocupado por seis, tanto na ida, como na volta. “Coming Up” é para mim, sagrada! uma das melhores músicas de Paul em sua carreira. Adoro!

sábado, 21 de agosto de 2021

THE BEATLES - EIGHT DAYS A WEEK (from the film Eight Day's a Week (2017) *****

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TRAVELING WILBURYS - END OF THE LINE - SENSACIONAL!*****

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"End of the Line" é uma música do supergrupo Travelling Wilburys, lançada em outubro de 1988, como a última faixa do álbum de estreia, Traveling Wilburys Vol 1. Também foi lançada como o segundo single da banda, em janeiro de 1989. A gravação apresenta todos os Wilburys, exceto Bob Dylan como vocalistas: George Harrison, Jeff Lynne e Roy Orbison cantam os refrões, enquanto Tom Petty canta a maioria dos versos.
"End of the Line" foi escrita principalmente por Harrison. Em consonância com o conceito colaborativo por trás do projeto Wilburys, no entanto, todos os cinco membros receberam crédito de composição. Nos Estados Unidos, o single chegou ao número 63 na parada da Billboard Hot 100.

Roy Orbison morreu repentinamente de ataque cardíaco no dia 6 de dezembro de 1988, aos 52 anos. Os Traveling Wilburys haviam marcado a filmagem do vídeo promocional de "End Of The Line" para o dia 10 e não poderiam desmarcar. Assim, quatro dias depois da morte de Orbison, para homenageá-lo e honrá-lo, os Wilburys Spike (George Harrison), Clayton (Jeff Lynne), Muddy (Tom Petty) e Boo (Bob Dylan) deixaram sua guitarra em uma cadeira de balanço vazia enquanto tocavam. O videoclipe de "End of the Line" foi dirigido por Willy Smax e filmado em Los Angeles no dia 10 de dezembro de 1988, há quase 33 anos.

THE BEATLES - EVERY LITTLE THING - SENSACIONAL!*****

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Durante muito tempo, achei que "Every Little Thing", do álbum Beatles For Sale, fosse escrita principalmente por John Lennon, afinal, a voz principal é a dele e sempre, o autor é quem cantava, oras! Me surpreendi quando descobri que foi escrita por Paul para Jane Asher e tinha muito da mesma temática de "Things We Said Today". Segundo Steve Turner, em seu livro "The Beatles - A história por trás de todas as canções", ela reflete os valores de uma era e conta a história de um rapaz de sorte, cuja namorada o ama tanto que faz tudo por ele. É mais uma canção que não cairia tão bem nos tempos de hoje porque as necessidades da garota nem ao menos são consideradas, e presume-se que ela esteja satisfeita servindo ao homem. Ironicamente, foram as atitudes expressas nessa música que Jane Asher viria a desafiar mais tarde quando disse ao noivo que precisava se dedicar mais à sua carreira de atriz. Para ela não bastava ser apenas a namorada de um dos pop stars mais desejados do mundo, ela queria deixar sua própria marca no universo das artes. A música é tida como obra só de Paul, que criou a base dessa canção em seu quarto na residência dos Asher, mas John disse que lembra de ter acrescentado alguma coisa também.
"Every Little Thing", assim como "I Don’t Want To Spoil The Party” é outra das subestimadas faixas do lado B de "Beatles For Sale", o também subestimado álbum do final de 1964, gravado às pressas em meio às turnês, para ser lançado antes do Natal.
Os Beatles gravaram "Every Little Thing" para seu quarto álbum de estúdio, Beatles for Sale, durante um período em que a produtividade de Lennon e McCartney como compositores havia sofrido como resultado dos compromissos da banda em turnês internacionais. Em Many Years from Now, McCartney disse que pretendia que a música fosse o próximo single, mas "não tinha exatamente o que era necessário" e foi lançada como uma faixa do álbum. O grupo gravou a música em quatro tomadas no estúdio da EMI em Abbey Road em 29 de setembro de 1964, e mais cinco em 30 de setembro. O produtor foi George Martin, claro, que teve Norman Smith como engenheiro. John Lennon canta o vocal principal (duplicado), toca guitarra solo e acústica; Paul McCartney também canta, toca baixo e piano; George Harrison toca violão; e Ringo Starr, bateria e tímpanos. Além de Beatles For Sale, "Every Little Thing" também aparece no álbum americano Beatles VI.
"Every Little Thing"  pode não ser uma das mais lembradas músicas dos Beatles, mas também está longe de ser das piores. O famoso e consagrado autor - Hunter Davis, em seu livro "As Letras dos Beatles - A história por trás das canções" diz que nem sequer a conhecia ou lembrava dela, não é nada generoso: "Esta faixa me surpreendeu - ao tocá-la agora, percebi que não a conhecia e não tinha lembrança de tê-la ouvido nos anos 1960. Não é de admirar, suponho, já que é muito fácil de esquecer, triste, com uma batida sem brilho e palavras pobres - cada coisinha que a garota faz é por causa dele".

Em 1969, o Yes fez uma cover de "Every Little Thing" em seu álbum de estreia. Sua cover transformou a música em uma parede grunge de som com várias mudanças de ritmo e tom e uma abertura de jam estendida que também faz referência a "Day Tripper" dos Beatles.

ATENÇÃO: O BAÚ DO EDU ADVERTE...

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sexta-feira, 20 de agosto de 2021

PAUL McCARTNEY - EVERY NIGHT*****

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A PEDIDOS - THE BEATLES - ANY TIME AT ALL - SENSACIONAL!

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Especialmente para minha amiga Dayse Cristina Amaral Dias. Postagem publicada em 9 de outubro de 2020.

Depois de escrever as canções que seriam usadas no filme, a corrida agora era para criar as músicas que preencheriam o segundo lado do álbum com a trilha sonora. John era obviamente o compositor mais prolífico da época, tendo escrito cinco das sete músicas do filme e em via de compor quase todas as canções do lado 2, com exceção de uma, "Things We Said Today", de Paul.
“Any Time At All”, John admitiu depois, tinha sido reescrita a partir de uma canção anterior, “It Won t Be Long”, usando a mesma progressão de acordes e a mesma forma de cantar (gritando) durante a gravação. “Any Time At All” foi gravada durante a sessão final para o álbum em 2 de junho de 1964. Embora a música tenha sido lançada pela primeira vez no Reino Unido em A Hard Day's Night, nos EUA, apareceu no LP Something New. Ambos os álbuns foram lançados em julho de 1964.
“Any Time At All” ainda estava inacabada quando John Lennon a trouxe para o estúdio na tarde de 2 de junho de 1964. Os Beatles gravaram inicialmente sete tomadas da faixa rítmica, além de vocais de Lennon. O grupo correu para gravar “Things We Said Today” e “When I Get Home” antes de retomar “Any Time At All” quando já era noite. Naquela noite, gravaram quatro outras tomadas. Na última, take 11, adcionaram piano, violão e vocais. Foi primeiro mixada para mono em 4 de junho, mas isso foi descartado e novas mixagens mono e estéreo foram feitas em 22 de junho. Toda a composição de “Any Time At All” de última hora significou que os Beatles nunca chegaram a escrever a letra para a parte do meio. McCartney sugeriu um conjunto de acordes de piano, aos quais eles pretendiam adicionar letra, mas não conseguiram escrever nada. George Martin fez um solo de piano com ecos de guitarra de George Harrison levemente reproduzindo nota-por-nota. McCartney canta o segundo "Any Time At All" em cada coro, porque Lennon não conseguiu alcançar as notas. O prazo para as combinações finais do álbum significou que ele foi lançado em seu estado não intencionado, com “Any Time At All” não completada.

O álbum “A Hard Day’s Night” foi lançado em 10 de julho no Reino Unido. A letra manuscrita de John Lennon para “Any Time At All” foi vendida por £ 6.000 em um leilão realizado na Sotheby's em Londres, em 8 de abril de 1988.😃😃😃

BRYAN ADAMS - ANY TIME AT ALL***

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EVAN RACHEL WOOD - IT WON'T BE LONG - ACROSS THE UNIVERSE

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WINGS - BIG BARN BED

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quarta-feira, 18 de agosto de 2021

AS INCRÍVEIS FOTOGRAFIAS DE RAFAEL LAVENÈRE

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Apesar de seus governantes, Brasília é realmente uma cidade fantástica, que enche de muita luz e traz qualidade de vida para todos que aqui vivem. E viver no Plano Piloto, uma das regiões mais arborizadas dos centros urbanos do Brasil, é um privilégio incomparável e viver na ponta extrema da Asa Norte, deixa tudo ainda mais formidável. A 116 é a última quadra da Asa Norte, já bem próxima do lago Paranoá e do Parque Olhos d'Água. Por ser uma das quadras mais arborizadas da ponta norte, a quantidade de vida que se prolifera aqui é bem abundante. Árvores das mais variadas espécies, a maioria frutíferas, estão em toda parte, onde quer que se olhe.

Centenas de pássaros e passarinhos de todas as formas e tamanhos, enchem de alegria, música e cor, a vida dos sortudos moradores da 116 Norte. Tucanos, araras, corujas, carcarás, todos podem ser vistos por qualquer um, a qualquer hora do dia. E aqui, a gente vai conferir tudo isso nas belíssimas fotografias do meu querido amigo Rafael Lavenère, que conheci há 30 anos quando ele foi trabalhar na OUR Publicidade. Além de excelente fotógrafo, Rafael também é designer gráfico, videomaker e ilustrador de mão cheia. Chega de papo e vamos conferir a passarinhada pelos olhos do Rafael. Verdadeiro delírio visual! Obs: todas as fotos foram tiradas na 116 Norte.

segunda-feira, 16 de agosto de 2021

ELVIS - HÁ 44 ANOS MORRIA O REI DO ROCK

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Há 44 anos, no dia 16 de agosto de 1977, a namorada de Elvis Presley, Ginger Alden, encontrou o cantor morto no banheiro de sua suíte, vítima de um colapso cardíaco – os motivos ainda são tema de controvérsia – o Rei do Rock saía de cena aos 42 anos. Quando partiu, Elvis havia se tornado o primeiro nome planetário produzido pela indústria musical. Ou melhor, ele havia inventado a própria indústria musical. Elvis Presley foi único, incomparável, o Rei do Rock - um dos maiores astros de todos os tempos, e uma das figuras da Cultura Pop mais emblemáticas do século XX. Elvis já esteve em centenas de postagens no Baú do Edu. Aqui, a gente relembra algumas:
Conforme diz a legenda desse vídeo no You Tube do Jornal Nacional, "Em 1977 as informações não circulavam rapidamente como hoje, além disso Elvis costumava preservar sua intimidade, daí os erros ditos no telejornal".

JOHN LENNON - HOUND DOG - SENSACIONAL!

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PAUL McCARTNEY - ALL SHOOK UP - SENSACIONAL!

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THE BEATLES, ELVIS AND RAY CHARLES - I GOT A WOMAN - SENSACIONAL!

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Postagem publicada originalmente em 28 de dezembro de 2019.
"I Got a Woman" (originalmente intitulada "I've Got a Woman") é uma música co-escrita e gravada por Ray Charles. A Atlantic Records lançou como single em dezembro de 1954, com "Come Back Baby" do lado B. Ambas as músicas apareceram mais tarde no álbum de 1957, Ray Charles (posteriormente relançado como Hallelujah I Love Her So). 
"I Got a Woman" se baseia em "It Must Be Jesus", de Southern Tones, que Ray Charles ouvia na estrada com sua banda no verão de 1954. Ele e o trompetista Renald Richard, escreveram a música construída em um ritmo frenético do evangelho, com letras seculares e um fundo de rhythm and blues inspirado no jazz. "I Got a Woman" seria um dos protótipos do que mais tarde foi denominado "soul music" depois que Charles lançou "What'd I Say" quase cinco anos depois.

Em 1956, 
"I Got a Woman" foi gravada por Elvis Presley para seu primeiro álbum “Elvis Presley” (lançado no Reino Unido como Elvis Presley Rock n 'Roll. Esse discãozaço foi lançado pela RCA Victor em março de 1956. E foi com uma cópia do disco de Elvis, que o jovem John Lennon aprendeu a música.

Os Beatles gravaram duas versões de "I Got a Woman" para as sessões da rádio da BBC. A primeira versão foi gravada em 16 de julho de 1963 no BBC Paris Theatre em Londres para o programa de rádio Pop Go The Beatles. Esta versão foi lançada em 1994 no álbum Live at the BBC. A segunda versão foi gravada em 31 de março de 1964 no Playhouse Theatre em Londres para o programa de rádio do Saturday Club. Esta versão foi lançada em 2013 para o álbum On Air - Live na BBC Volume 2 e é mais curta que a versão do outro álbum.

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

THE BEATLES – PLEASE PLEASE ME – SENSACIONAL!!!

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THE BEATLES – PLEASE PLEASE ME – THE SONG - SENSACIONAL!!!********


PAUL McCARTNEY - ONLY LOVE REMAINS - 1986 - LINDA DEMAIS!*****

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Composta em Londres, Inglaterra,“Only Love Remains” é a canção de composição mais simples do álbum, incluída no LP para os "fãs mais conservadores", segundo o próprio Paul McCartney. A canção foi gravada em uma das últimas sessões de Press To Play, em julho de1985, arranjada por Tony Visconti. O maestro e produtor, aliás, já havia trabalhado em outras canções de McCartney, como My Love e no álbum Band OnThe Run, em 1973. O percussiomsta oficial de Elton John, Ray Cooper, toca triângulo, marimba e congas nesta faixa. A versão do compacto de 12 polegadas difere bastante da lançada neste LP, devido à adição de solos de saxofone e diferente mixagem (ver compactos). Instrumentos tocados por Paul McCartney: piano, sintetizador, cravo e violão de náilon clássico. Violão, por Eric Stewart. Bateria, por Terry Marotta. Percussão, por Ray Cooper. Orquestra regida por John Bradbury. Gravada no estúdio The Mill, em East Sussex, e no AIR Studios, em Londres.

No videoclipe, Paul toca piano e dubla a canção, acompanhado por uma orquestra ao vivo, a Astarte Session Orchestra. Cenas de atores interpretando o casal McCartney envelhecendo juntos em um cenário rotatório no mesmo plano são intercaladas no clipe. As gravações aconteceram no estúdio Pinewood, em Londres, entre 17-19/11/1986, e finalizadas no dia 20 daquele mês. Produzido pela Front Row Films, e dirigido por Maurice Philips.

quarta-feira, 11 de agosto de 2021

GEORGE HARRISON - GOT MY MIND SET ON YOU

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HERMAN'S HERMITS - JEZEBEL - 1967

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"Jezebel" é uma canção popular de 1951 escrita pelo compositor americano Wayne Shanklin. Foi gravada por Frankie Laine com o Coro Norman Luboff e Mitch Miller e sua orquestra em 4 de abril de 1951 e lançada pela Columbia Records. O disco alcançou o número 2 na parada da Billboard e vendeu um milhão de cópias. O lado B, "Rose, Rose, I Love You", também foi um sucesso e alcançou o número 3. O título se refere à mulher bíblica do Antigo Testamento, Jezabel, uma princesa fenícia perversa e adoradora de Baal que governou Israel como rainha do rei Acabe. Em 1967, os Herman's Hermits incluiram sua versão de "Jezebel" no álbum There's a Kind of Hush All Over the World - lançado em março e quinto álbum pela MGM Records nos Estados Unidos e Canadá pelos Hermits. No Reino Unido, There's a Kind of Hush All Over the World foi o terceiro álbum da banda, lançado pela EMI / Columbia em maio de 1967.

segunda-feira, 9 de agosto de 2021

8/8/1969 - O DIA QUE OS BEATLES ATRAVESSARAM A RUA

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Na manhã do dia 8 de agosto de 1969, há 52 anos, por volta das 10 horas, com auxílio da polícia que bloqueava o trânsito, o fotógrafo Iain Macmillan subiu em uma escada no meio de Abbey Road, para tirar a icônica fo­tografia dos Beatles atravessando a faixa de pedestres em frente ao estúdio. A sessão durou não mais que alguns minutos e foram tiradas seis fotografias.

Macmillan tinha 31 anos quando entrou para o seleto clube dos imortais ao fotografar a capa mais famosa do mundo. Ele era amigo de Yoko Ono que o apresentou a John Lennon, que mostrou seu trabalho para o resto do grupo. Foi o escolhido. Depois desse trabalho para os Beatles, que lhe rendeu uma boa grana, Macmillan ainda se encontrou com o casal Ono/Lennon nos anos 70. Depois, ainda fez a capa do "PAUL IS LIVE". Morreu em 2006, de câncer. O álbum "Abbey Road" foi lançado no dia 26 de setembro de 1969 no Reino Unido, e em 1 de outubro nos EUA e foi, oficialmente, o último gravado pelos Beatles. Clássico imortal.

THE BEATLES - I CALL YOUR NAME*****

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ELVIS - I NEED YOUR LOVE TONIGHT - SENSACIONAL!*****

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"I Need Your Love Tonight" é uma canção gravada por Elvis Presley e lançada como single, composta por Sid Wayne e Bix Reichner. Foi publicada pela empresa de Elvis Presley, Gladys Music, Inc. Elvis gravou "I Need Your Love Tonight" em 10 de junho de 1958, nos estudios da RCA em Nashville, Tennessee. Foi o segundo de vários lançamentos de single gravados em uma sessão final conduzida pouco antes de ele deixar os Estados Unidos para a Alemanha para servir no Exército; ele não voltaria a um estúdio de gravação até a primavera de 1960.

"I Need Your Love Tonight" alcançou o quarto lugar na parada de singles pop da Billboard em 1959. Lançada como um lado A duplo com "A Fool Such as I", alcançou o primeiro lugar na UK Singles Chart em maio de 1959 por cinco semanas.

domingo, 8 de agosto de 2021

MARILYN MONROE - O FIM DOS DIAS - SENSACIONAL!

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Marilyn Monroe - Apenas a menção desse nome já nos traz à mente imagens do ícone mais glamouroso de Hollywood. A mais autêntica diva, ela foi desconcertantemente sensual com curvas voluptuosas e um sorriso sexy e insinuante. Marilyn foi também uma pioneira, ampliando fronteiras do mundo cinematográfico para atrizes que seguiram seus passos. Foi, e ainda é até nossos dias, uma deusa sensual internacionalmente admirada, conhecida e amada em todos os cantos do globo há mais de meio séculos.
“Marilyn Monroe: The Final Days” é um filme documentário que reconstitui através de fotos, cinejornais e depoimentos, os últimos seis meses de vida da eterna estrela, incluindo seus tumultuosos casos de amor, dependência de drogas e álcool, depressão e eventual demissão de seu último filme, "Something's Got To Give" da 20th Century Fox. Esse filme foi interrompido não só pelos atrasos de Marilyn, mas porque os estúdios da Fox teriam tido prejuízo com "Cleópatra" e precisavam pisar no freio. Também nessa ocasião, Marilyn foi cantar os parabéns para o presidente Kennedy, que na época, teria sido seu amante. Depois de mostrar as condições de sua morte, o documentário, que a gente confere aqui no Baú, apresenta mais de trinta minutos do filme inacabado e inédito. “Marilyn Monroe: The Final Days” traz várias entrevistas com pessoas em torno de Marilyn no final de sua vida por trás das cenas e fotos, e as imagens montadas de seu filme final, co-estrelado por Dean Martin e Cyd Charisse.

De certa forma, parecia que em agosto de 1962, Marilyn Monroe estava tentando organizar sua vida. Tinha acabado de comprar sua primeira casa no bairro de Brentwood, na Califórnia, por $ 75.000, estava na capa da revista Life e acabara de ser recontratada para o filme "Something's Got To Give". Mas, sob outros aspectos, parecia o pior dos tempos para a modelo que virou a estrela de Hollywood. Ela havia se divorciado do terceiro marido, o dramaturgo Arthur Miller, no ano anterior, havia rumores sobre um suposto caso entre ela e o presidente John F. Kennedy, e sua aparência normalmente perfeita foi substituída por unhas que precisavam de manicure e pedicure.
No dia 5 de agosto de 1962, Marilyn foi encontrada morta em sua casa em 12305 Fifth Helena Drive. Ela tinha um receptor de telefone na mão e estava deitada de bruços, sem roupas. Ao lado dela estava um frasco de comprimidos vazio que continha 50 cápsulas de Nembutal, uma droga frequentemente usada como pílulas para dormir. O final trágico e chocante da ascensão de Marilyn à glória da infância abandonada à realeza das estrelas de cinema foi uma história de Cinderela na vida real. Embora sua morte aos 36 anos de idade tenha sido considerada um provável suicídio, ainda existem muitas teorias sobre o que pode ter realmente acontecido em seus últimos dias.
Apesar de ser conhecida mundialmente como um dos maiores símbolos sexuais da história da Cultura Pop, a vida pessoal de Marilyn foi atormentada por dramas. Nascida Norma Jeane Mortenson em 1º de junho de 1926, em Los Angeles, Monroe foi jogada entre orfanatos e lares adotivos durante sua infância. Ela tinha apenas 16 anos quando se casou com James Dougherty, que durou de 1942 a 1946, mais tarde se casando com a lenda do beisebol Joe DiMaggio em 1954 e Miller de 1956 a 1961. Foi o casamento dela com Miller que durou mais tempo. Durante o período, ela havia sofrido vários abortos espontâneos e, às vezes, culpava-se pelo uso de drogas e álcool. Seu abuso de substâncias e diferenças criativas enquanto o casal trabalhava junto no filme The Misfits, de 1961, aumentaram o estresse. Apesar de terem terminado o filme, Monroe escolheu a data do divórcio em 20 de janeiro de 1961 na esperança de enterrar a notícia na sequência da posse presidencial de JFK - que ironicamente ela logo foi ligada.
Marilyn teria conhecido JFK em uma festa em Palm Springs na casa de Bing Crosby, antes de sua famosa aparição pública em uma arrecadação de fundos democrata em 19 de maio de 1962, onde cantou sua versão sensual de “Happy Birthday. Mr. President” em sua voz ofegante usando um vestido feito pela estilista Jean Louis que dava a ilusão de que ela estava nua. JFK respondeu à apresentação dizendo: "Agora posso me aposentar da política depois de você ter cantado 'Parabéns pra você’ para mim de uma forma tão doce e saudável". Mas o mundo mal percebeu que menos de três meses depois, Marilyn não estaria mais por perto. Embora os especialistas discutam sobre o impacto com o divórcio de Miller e o suposto caso com JFK podem ter tido no estado de espírito de Marilyn, seus altos e baixos com os amantes (que também incluíram romances com Marlon Brando, Frank Sinatra e o diretor Elia Kazan, foram tumultuosos fatores ao longo de sua vida.
Depois de uma série de decepções de bilheteria com Let's Make Love, de 1960, e The Misfits, de 1961, Marilyn começou a sentir os efeitos de seu estrelato em declínio. Para adicionar a isso, a maneira como ela se comportou no set de Somethings Got to Give, de 1962, fez com que ela fosse demitida em 8 de junho de 1962 pela 20th Century-Fox Studios. O estúdio de cinema disse que seus constantes atrasos custaram à produção US $ 2 milhões e a processou em US$ 500.000. “Gestão é o que há de errado com os negócios", disse Marilyn, de acordo com o New York Times. "Culpar as estrelas pelos problemas de Hollywood é estúpido. Esses executivos não devem destruir seus ativos”. A batalha pública manchou sua reputação, mas Monroe sabia o que ela tinha que fazer e estava se preparando para mudar as coisas. Ela havia conseguido capas de revistas de prestígio como Life e Paris Match - e negociado com os estúdios para ser contratada de volta em Something's Got to Give. Ela também estava fazendo planos para dar uma entrevista coletiva nos próximos dias.
A criação problemática de Marilyn, misturada com as pressões da fama, a perseguiu por toda a vida. Algumas de suas citações mais famosas aludem aos demônios que giravam em sua mente: "Ser um símbolo sexual é um fardo pesado para carregar, especialmente quando alguém está cansado, ferido e confuso", "Hollywood é um lugar onde eles te pagam US $ 1.000 por um beijo e 50 centavos pela sua alma" e "Se eu fechar os olhos e pensar em Hollywood, tudo o que vejo é uma grande veia varicosa". Sua mãe biológica havia passado grande parte de sua vida em clínicas psiquiátricas e Monroe estava determinada a não seguir seu destino. Em 1961, ela deu entrada na clínica psiquiátrica Payne Whitney - mas ficou ainda mais traumatizada ao se encontrar trancada em uma cela acolchoada. No momento de sua morte, ela buscava a ajuda do psiquiatra Dr. Ralph Greenson. Na verdade, por volta das 17:15 no sábado antes de sua morte, ela conversou com Greenson por cerca de uma hora ao telefone e "foi orientada a dar uma volta quando reclamou que não conseguia dormir, informou a polícia”, de acordo com o Obituário do Los Angeles Times de 1962, ele pensou que ela estava indo para à praia para tomar um pouco de ar fresco.
O frasco de comprimidos vazio ao lado dela era de uma receita que acabara de ser dada a ela alguns dias antes - e ela deveria tomar um por noite, disse o Dr. Hyman Engelberg. Também foram encontrados na cabeceira da cama outros 12 a 15 frascos de remédios. Sua governanta, Eunice Murray, viu Marilyn ir para seu quarto por volta das 20h do domingo à noite. Por volta das 3h25, ela percebeu que a luz ainda estava acesa e foi ver como ela estava - mas não ouviu nenhuma resposta. Ela ligou para Greenson, que se aproximou e quebrou a janela para encontrar o corpo de Marilyn. Embora tanto a conspiração quanto as teorias lógicas tenham sido lançadas ao público, a verdade por trás da morte de  Marilyn Monroe será para sempre um mistério.
Então, agora a gente finalmente confere pela primeira vez aqui, o filme documentário “Marilyn Monroe: The Final Days” - O Fim dos Dias, legendado.
Confira também “A MORTE DE MARYLIN MONROE” - de junho de 2018.

NEIL YOUNG - RAININ' IN MY HEART ♥♥♥♥♥

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"Rainin' in My Heart" foi composta por James Moore (também conhecido como Slim Harpo) e Jerry West (um apelido usado por JD "Jay" Miller) e interpretada por Harpo. Alcançou o número 17 no gráfico da parada de Rhythm And Blues nos Estados Unidos e número 34 na parada Pop em 1961. Foi destaque no álbum de 1961 “Slim Harpo Sings "Raining in My Heart...". Não confundir com a igualmente intitulada de Buddy Holly, "Raining in My Heart". A versão de Neil Young aparece como a segunda faixa do álbum Everybody's Rockin', o 13º álbum de estúdio de Young, lançado em 1º de agosto de 1983.
Everybody's Rockin' foi gravado com os Shocking Pinks (banda criada especialmente para a ocasião) e apresenta uma seleção de canções de rockabilly, tanto as covers como o material original, dão ao disco uma duração de apenas 25 minutos, sendo o álbum mais curto de Young. Everybody's Rockin' é típico de seu período dos anos 1980, pois tem pouca ou nenhuma semelhança com o álbum lançado antes, Trans de 1982, um álbum de synth-heavy e electro-rock, nem com o lançado depois, Old Ways (1985), que é puro country.