sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

MY SWEET LORD - DOSSIÊ COMPLETO - SENSACIONAL!

Amanhã, 25 de fevereiro é o aniversário do nosso querido George Harrison. Ele faria 69 anos. Mas as comemorações aqui no nosso blog preferido já começam é hoje mesmo com absoluta exclusividade com esse excelente trabalho de pesquisa elaborado pelo nosso fiel amigo e colaborador VALDIR JUNIOR. Simplesmente, sensacional. Hare Krishna!
Quando foi lançada por George em novembro de 1970, My Sweet Lord tornou-se o 1° grande sucesso de um (ex) Beatle em carreira solo, mas todo esse sucesso infelizmente teve seu preço. E podemos até pensar que o “doce" sabor logo ficou muito amargo na boca de George Harrison, que em certa medida iria influenciar seu comportamento, humor e sua visão desse “Material World" que é a Indústria fonográfica.
Para quem não sabe, em 1971,George foi acusado de ter cometido plagio na hora de compor My Sweet Lord usando a musica "He’s So Fine" de Ronald Mack, gravada originalmente pelo grupo "The Chiffons" e lançada em 1962, que na primavera de 1963, ficou 4 semanas em 1° lugar nos 100 mais da Billboard. Depois disso praticamente só era tocada nas rádios de flashbacks e já era encarada como musica passada e não tão lembrada assim.
Em Dezembro de 1969, George participou como guitarrista convidado na Tour européia de Delaney, Bonnie & Friends, esse grupo havia sido apadrinhado por Eric Clapton durante a turnê americana do Blind Faith e após o fim da excursão (e do grupo), Clapton levou todo mundo para a Inglaterra e dali para outros países da Europa para se apresentarem (dessa Tour, saiu o excelente disco Delaney & Bonnie & Friends On Tour With Eric Clapton, mas sem a presença de George no disco.
George um dia foi surpreendido com todos batendo na porta de sua casa chamando a integrar-se a trupe. George só teve tempo de pegar uma guitarra e um amplificador e entrar no ônibus do grupo e sair tocando por aí sem responsabilidade nenhuma e nem pressão de fãs dos Beatles nos shows, que eram basicamente de um grupo de músicos que gostavam de tocar e viver a camaradagem de todos, e isso era o que mais importava para todos nesses tempos Hippies dos 60’s. Para um George Harrison saturado de problemas com os Beatles/Apple, aquele período com o grupo de Delaney foi um momento de paz e felicidade num ano cheio de dores de cabeça - experiência também vivida por Clapton que também passava momentos de duvida e angustia, mas isso fica para uma outra historia - e George aproveitou essa leveza de espírito junto a camaradagem dos músicos para se divertir e compor.
Segundo o próprio George, "My Sweet Lord" foi composta durante a passagem do grupo pela Dinamarca e após ouvir a musica "Oh! Happy Days" do grupo The Edwin Hawkins Sisters. Ele quis fazer a sua própria musica onde poderia colocar toda a sua espiritualidade e visão de fé oriental em uma canção pop.
Em janeiro de 1970, os Beatles oficialmente ainda não haviam se separado e seu futuro era incerto. Como George ainda não tinha pretensão nenhuma de gravar um disco ele entregou a musica para Billy Preston gravar em seu disco "Encouraging Words" pelo selo Apple dos Beatles e produzido por George, lançado em Setembro de 1970 tanto o compacto quanto o disco de Billy não fizeram sucesso e a versão ficou eclipsada quando George a lançou no magnífico All Things Must Pass em novembro de 1970.
Com o grande sucesso que a música alcançou nas paradas e por conseqüência, também o álbum triplo, George vivia um momento de alegria e satisfação pelo seu trabalho e após anos sempre a sombra de Lennon / McCartney e dos próprios Beatles.
Então, em 1971 a editora "Bright Tunes Music" que detinha os direitos autorais da musica "He’s So Fine" alegou que havia muita semelhança entre essa musica e "My Sweet Lord" e entrou com um processo judicial contra George, acusando-o de plagiar “intencionalmente" a canção original.Esse processo se arrastou por 12 anos na justiça e todo ele chega até a ser um pouco confuso para aqueles, que, como eu que não têm facilidades com linguagens jurídicas, mas em suma, o processo alega que George “copiou" He’s So Fine. No decorrer das audiências, as provas foram sendo apresentadas e também analisadas por especialistas, musicólogos que encontraram duas semelhanças entre as canções: uma chamada parte A e a outra parte B, a 1° correspondia a 4 repetições das notas G ( Sol ) – E ( Mi ) – D ( Ré ) e a 2° seria G ( Sol ) – A ( Lá ) –C ( Dó ) –A ( Lá ) –C ( Dó ) a onde foi adicionada mais uma nota após o segundo A ( LÁ ), ficando a seqüência a seguir G ( Sol ) – A ( Lá ) – C ( Dó) – A (Lá) – D (Ré) – C (DÓ). As duas músicas têm um refrão título de três sílabas seguido por uma descida da escala maior na chave tônica (Mi Maior para "My Sweet Lord" e Sol maior "He’s So Fine"). Respectivos tempos são semelhantes: 121 e 145 batimentos por minuto Nas seções B respectivos ("I Really Want To See You " e "I don’t how I'm gonna do it"), há uma subida semelhante, mas The Chiffons distintamente mantém a tônica G para quatro barras e, na repetição do motivo, excepcionalmente sobre a primeira sílaba de "gonna". George, por outro lado, introduz a harmonia mais complexa de um relativa menor (C # m), bem como o motivo de guitarra muitas vezes repetida, fundamental e distintamente inicial de slides.
Os especialistas contratados por ambas as partes concordaram que essa repetição era um padrão altamente incomum. O juiz então chegou a conclusão que “ era perfeitamente obvio... “ que as duas musicas eram praticamente idênticas, o juiz também estava convencido de que George não havia se apropriado da melodia de He’s So Fine para seu próprio uso (assim como a versão lançada por Billy Preston) mas isso não serviu como defesa de George que admitiu no processo que já havia ouvido He’s So Fine antes de escrever My Sweet Lord e portanto seu subconsciente sabia que a combinação de sons que ele colocava em My Sweet Lord iria funcionar, porque isso já havia sido feito.O Processo a partir daí se redefiniu para um julgamento não sobre direito autoral, mas sim sobre um processo de indenização. Esta decisão quanto à violação de direitos autorais foi confirmada em apelação com poucos comentários. O tribunal de recurso observou que a violação pode ser estabelecida quando o titular dos direitos de autor demonstra que a segunda obra é substancialmente semelhante ao trabalho protegido e o compositor segundo teve "acesso" ao primeiro trabalho. George admitindo que já tinha realmente ouvido He’s So Fine, estabeleceu assim o segundo ponto.
O principal argumento de George na apelação é que foi política instável para permitir que uma constatação de plágio com base em cópia subconsciente, pois não havia nenhuma evidência de que ele propositalmente se apropriou da melodia de He’s So Fine para uso em uma composição, que ele alegaria ser sua. Esta posição foi rejeitada pelo tribunal, que apontou que a Lei de Direitos Autorais não exige uma demonstração de "intenção de infringir" para apoiar a constatação da infração.
O processo por indenização se arrastou por muitos anos, por sempre ambas as partes não concordarem no valor dessa indenização que seria fechada em 1981 em um valor de U$1.600.000 e paga a Allen Klein e sua ABKCO (??!! ). Klein mostrando totalmente (e mais uma vez) a sua falta de caráter, após ajudar George a promover sua carreira e a estar junto a ele na defesa dos direitos nos primeiros anos do processo, após deixar de representar e estar associado legalmente ao trabalho dos Beatles e por conseqüência de George, John & Ringo, comprou por uma bagatela da Bright Tunes Music, e quando o processo foi definido, foi ele quem recebeu essa bolada por deter agora os diretos de He’s So Fine. Só esse episodio já mostra o quanto Paul estava certo quando levou tudo e todos a justiça para se livrar e também os Beatles desse parasita.
Como conseqüência de todo esse imbróglio na justiça que George estava vivendo (sem esquecer também que naquele mesmo período o processo entre os Beatles estava correndo acirradamente na justiça), a fé e a paciência dele com essas coisas “do mundo material” foram se acabando aos poucos, como também um pouco de sua confiança como compositor pop. Apesar disso, o humor sarcástico de George também deu as caras quando ele compôs a musica “This Song" para o álbum 33 1/3 onde ele tira um sarro disso tudo dizendo na letra que com ela não estava desrespeitando nenhum Copyright.
Em uma entrevista de 1980 para a revista Playboy, John Lennon expressou suas dúvidas sobre a noção de plágio "subconsciente": "Ele deve ter sabido, você sabe que ele é mais esperto do que isso. É irrelevante, na verdade - só a nível monetário que importa... ele poderia ter mudado um par de notas na música e ninguém jamais poderia ter tocado nele, mas ele simplesmente deixou e pagou o preço. Talvez ele pensasse que Deus iria salva-lo". Já Ringo disse: "Não há dúvida de que a melodia é semelhante, mas quantas músicas foram escritas com outras melodias em mente, a versão de George é muito mais pesada que a das Chiffons - ele poderia ter feito isso com o original no fundo de sua mente, mas ele não teve sorte e alguém queria fazer um teste com ele no tribunal".
Em sua autobiografia George fala sobre My Sweet Lord: “Eu fui inspirado a escrever My Sweet Lord pela versão das Edwin Hawkinks Singers da musica Oh! Happy Days. Pensei muito sobre fazer My Sweet Lord ou não. Porque eu estaria me comprometendo publicamente e eu esperava que muita gente pudesse achar isso estranho. Muitos temem as palavras "Senhor" e "Deus" – tomando- as com raiva por alguma razão estranha. O ponto é que eu estava pondo meu pescoço na berlinda , porque agora eu teria que viver para algo, mas ao mesmo tempo, eu pensei 'Ninguém está dizendo isto, eu queria que alguém o estivesse fazendo. Você sabe que todo mundo está fazendo "Be Baby Bop' - Ok, pode ser bom para dançar, mas eu era ingênuo e pensei que poderíamos expressar nossos sentimentos uns aos outros, não suprimi-los e mantê-los unidos. Bem, era o que eu sentia e porque ser infiel a mim mesmo? Passei a acreditar na importância de que se você sente algo forte o suficiente, então você deve dizer isso. Eu não estava consciente da semelhança entre He’s So Fine e My Sweet Lord, quando eu escrevi a canção que era mais um improviso e não tão direta, embora quando a minha versão da canção saiu, um monte de gente por aí começou a falar sobre o assunto e foi então que eu pensei "por que não percebi ? "Teria sido muito fácil mudar uma nota aqui ou ali, e não afetar o sentimento do registro. Eu penso que My Sweet Lord foi um 'disco' bom. Na indústria fonográfica, há "canções" e "discos" - de qualquer maneira eu pensei que o som geral do disco fosse tão importante como as palavras ou melodia - a atmosfera realmente. Eu queria mostrar que "aleluia" e "Hare Krishna" são exatamente a mesma coisa. Eu fiz as vozes cantando "Aleluia" primeiro e depois a mudança para "Hare Krishna" para que as pessoas estejam cantando o Maha Mantra - antes que se soubesse o que estava acontecendo. Eu estive cantando "Hare Krishna" por um longo tempo e essa música foi uma idéia simples de como fazer um equivalente pop ocidental a um "Mantra", que repete e repete sempre, nomes sagrados. Eu não me sinto culpado ou mal sobre ela, na verdade, muitas vidas de viciados em heroína foram salvas por essa musica. Eu sei os motivos por detrás de escrever música em primeiro lugar e seu efeito ultrapassou em muito o incômodo legal".
Na minha opinião, nesse processo de “plagio" deve ter sido realmente como George falou no autos do processo, ele subconscientemente estava com essa musica ali presente. O Psiquiatra Carl Gustav Jung, fundador da Psicologia Analítica fala no “Inconsciente Coletivo" que é a camada mais profunda da psique. Ele é constituído pelos materiais que foram herdados, e é nele que residem os traços funcionais, tais como imagens virtuais, que seriam comuns a todos os seres humanos. O inconsciente coletivo também tem sido compreendido como um arcabouço de arquétipos cujas influências se expandem para além da psique humana .Como a intenção de George era passar esses valores espirituais numa canção baseada num “Mantra", que nada mais é do que uma das formas mais antigas de aproximar nossas mentes e sentidos, relaxam o corpo e nos liga às energias superiores, que indubitavelmente estão inseridas no Inconsciente Coletivo que Jung fala e portanto como na minha opinião não só My Swet Lord é semelhante a He’s So Fine como também Oh ! Happy Day e todas vem de algum lugar que todos nós conhecemos, mas que desconhecemos na nossa ignorância das coisas que nos rodeiam. Keith Richards, disse uma vez disse que ele não passa de uma "antena" que capta as músicas que estão por aí rodeando a todos nós. E com certeza foi isso que aconteceu a George, só que outras pessoas também já tinha captado o Mantra com diferente intenção.
Quando, em 2001 George relançou "All Things Must Pass" para comemorar o 30° aniversário de lançamento do disco, ele regravou My Sweet Lord e cuidadosamente não tocou nenhumas das “semelhanças" que havia entre as musicas e mesmo assim não descaracterizou o seu sentido, continuando o mesmo, senão até mais bonito que o da versão original lançada em 1970.
Um Abraço a Todos e HARE KRISHNA! Valdir Junior
E para fechar com chave de ouro, a gente fica com George Harrison e a versão de MY SWEET LORD 30 anos depois. É isso. Espero que tenham gostado. Abração Valdir. Feliz aniversário Dark Horse - Meu senhor!

28 comentários:

Magic Alexxx disse...

Muito bom Valdir. Nota 10 Edu! Parabéns, George Harrison!!!

Edu disse...

É isso aí, Valdir. Como já disse ficou ótimo! Merece um presente!!! Para quem gostou, amanhã tem outra lapada. Quem quiser participar das homenagens a George, todos são bem vindos. Mandem por e-mail para eduardobadfinger@gmail.com
POde ser um texto, um poema, uma foto... something!

João Carlos disse...

Valdir esnobou! Deixou-me sem ter o que dizer a não ser parabéns.Valdir merece um parabéns à altura do aniversariante (dizem que é hoje,dia 24).Melhor que ótimo!
PS: Lennon foi ácido na ocasião!Admitindo com sarcasmo que George o fez de propósito.Pergunto. Teria Lennon feito de propósito Starting Over sabendo de trecho melódigo igual em BE MY BABY ? Confiram !

João Carlos disse...

Perdão a todos. A música não é BE MY BABY e sim DON'T WORRY BABY!

Júlio disse...

Quando eu comparo as duas músicas, vejo mesmo que são bem parecidas. Mas o George precisava plagiar alguma música? All things must pass é um discaço, cheio de sucessos, acho que ele não colocaria seu nome em jogo por apenas uma música (mesmo que esta música fosse um grande sucesso). Acho que foi mesmo uma coisa meio inconsciente.

Valdir Junior disse...

Obrigado Pessoal !!
Mas o mérito todo é do Edu , que mantem viva todo dia essa magia dos 4 Beatles aqui no Blog !!!!

P.S : Eu desconheço essa estoria do Starting Over e Dont Worry Baby !! mereçe um post isso ou não ??!!

Abraçao

Rafaela Briant disse...

Olá, todo mundo-beatle! Meu nome é Rafaela, sou conhecida apenas como Rafa, mas não sou a Rafa de Oliveira que ganhou um presentão. Eu gostaria muito de participar do blog. Deve ter mais de um ano que alguem mandou e salvei no favoritos. Nunca fui fã dos Beatles e talvez só saiba o nome de poucas músicas help, yellow, essas coisa mais faceis. este é meu primeiro comentário... Será que talvez, apenas TALVEZ, "My Sweet Lord" seja do mesmo tamanho de 'IMAGINE'? Apenas Nayã. O que você(s) acha disso, Baú?

Leonardo Polaro disse...

Como ele infelizmente já se foi,vou confiar na palavra do George e acreditar na ´´coincidência´´.
Mas,sinceramente,acho irrelevante. My Sweet Lord é um clássico independentemente deste problema. E digo mais,All Things Must Pass é O MELHOR SOLO DE UM BEATLE !
Abraço à todos,e George:
Obrigado por tudo !

Leonardo Polaro disse...

Don´t Worry Baby dos Beach Boys plageada ?
Também desconheço.

LSelem disse...

Excelente relato... parabéns Valdir!! Adorei ler o seu texto!! Peace & Love!

Barão Ricardo Lhkz disse...

Caríssimo Edu! Sou fã e seguidor do seu blog e admiro imensamente seu conhecimento sobre os Beatles. Eu também fiz uma homenagem ao George e postei algo no meu blog, (http://baraolhkz.blogspot.com) só que descobri algo importante: muitos pensam que o aniversário de George foi no dia 25, porém, em uma entrevista concedida em 1992, Harrison revelou que nasceu 10 minutos antes do dia 25 - fonte Wikipedia. Há controvérsias?
Forte abraço, amigo!

João Carlos disse...

Eu não cheguei à afirmar ser um plágio.Eu disse que,se LENNON acha (está no belo post do Valdir) que George fez "conscientemente",e fez piada com a fé de Harrison (Lennon andava muito ressentido na época)lembre de Starting Over (but when I see you darling...) é muito mas muito parecida com o trecho de DON'T WORRY BABY (but she... my heart... you make me realize... algo assim,etc). Confiram! É bem semelhante a passagem!

andrezbeatle disse...

Pra variar, mais um post sensacional!
Muito obrigado Valdir!
Abração Edu!

henrique disse...

O Lennon gostava de falar as coisas no calor da emoção e de qualquer forma o Lennon copiou (ou não) YOU CAN'T CATCH ME do Berry! Depois era sarcástico com o George...são grandes canções (principalmente COME TOGETHER) que transcendem tudo.

Anônimo disse...

Edu, blz ?
Mais uma vez, show de bola esta matéria !
Quanto à polêmica do plágio, também acho que o George, como gênio que era (é ainda !), não precisava plagiar nada ! Acredito em coincidência ! Quanto ao Allen Klein, está ardendo no inferno, junto com o seu dinheiro maldito...
As acusações de plágio são, em sua maioria, feitas por oportunistas querendo ganhar dinheiro fácil.
A excelente música "Viva la vida", do Cold Play também foi questionada na justiça, com acusação de plágio.
Abraços, meu amigo,

Eduardo Sales - Barbacena/MG

Obs: Vou enviar uma homenagem ao George, por e-mail para vc.

Leonardo Polaro disse...

João Carlos,não achei parecida não.
Acontece que,se formos parar para analizar acorde por acorde as semelhanças entre músicas,acreditem,vamos achar muitos ´´plágios´´ por aí. Ficaremos loucos....rs

Evelize Volpi disse...

Adorei essa postagem e a colaboração de nosso amigo Valdir...ficou maravilhoso, informativo e colocado de uma forma "JUSTA" para com nosso querido George...Valeu Edu!

Evelize Volpi disse...

Adorei essa postagem e a colaboração de nosso amigo Valdir...ficou maravilhoso, informativo e colocado de uma forma "JUSTA" para com nosso querido George...Valeu Edu!

João Carlos disse...

Valeu Leonardo. De toda forma,eu que sou cinquentão,lembro que ao ouvir Starting Over senti algo familiar por ali.Na época meu cunhado também achou.Não há plágio de linhas de acordes (Every Breath You Take cabe certinha em Stand By Me) mas na melodia sim.É isso,uns acham outros não e ficamos irmãos!

Leonardo Polaro disse...

João Carlos,Verdade qnt a ´´every breath´´ & ´´stand by me´´. Toco violão e as duas são em suma 4 acordes retos,sempre!
Renato Russo dizia:´´aprenda três acordes e toque todas as músicas da legião...´´. Exagero dele....rs
Abraços !

Marco Miranda disse...

Parabéns, Valdir. Parabéns, Edu. E, claro, PARABÉNS HARRISON!!!
Essa discussão é válida por toda a história de vida do Harrison, mas a verdade é que as ideias estão no ar e cada um capta de uma maneira. Não acredito na malícia do George. Ele sempre buscou o caminho da verdade e se aconteceu todo esse processo, certamente é coisa do mundo material que cerca a indústria. Harrison estava além de todas essas coisas e My Sweet Lord é uma música que faz muito bem à alma das pessoas. Todas as coisas passam e com o tempo essa tolice do plágio passará também. Fica a essência encontrada e disseminada pelo George.
Mais uma vez, parabéns pelo belo texto, Valdir. E Hare Krishna, Hare Harrison.

Edu disse...

Viram como os comments são importantes e só fazem crescer a horta?

Edu disse...

Absurda de boa!!! VAL-leu. Abração!

Anônimo disse...

Ótimo post. Sou apenas uma aprendiz mas já me considero bleatlemaníaca. Cada história, cada música deles me encanta de uma forma inexplicável. Tenho muito a aprender sobre esses caras. Conheci o blog a pouco tempo mas já acesso todos os dias. Muito bom mesmo! Estão de parabéns

Adson Meneses disse...

Bem, sinceramente acho a nova versão fraquinha (pra não dizer sem graça). Aquele slide no começo da versão original e tudo o mais é inesquecível.
Acho esse negócio de plágio uma bobagem (só não em caso de extrema semelhança) o mundo só ganhou com essas duas músicas.

Marcelo disse...

"My Sweet Lord" é uma das canções pós-Beatles mais fantásticas. Embora haja uma certa semelhança com "He's So Fine", a canção do nosso George é muito, mas muito superior, tanto em letra, quanto em melodia, enfim, em tudo... "My Sweet Lord" está naquela categoria de músicas eternas, como "Imagine" (a canção da minha vida), do John, "Let it Be", do Paul, "Photograph", do Ringo (com uma bela ajuda do George), isto só para ficarmos em canções dos 4, após os Beatles. Eu vim a conhecer o grupo Chiffons por causa desta pendenga com "My Sweet Lord", e devo dizer que este grupo deveria agradecer ao George, por chamar atenção sobre a obra deles e lhes garantir uma sobrevida... Valeu, George, por este monumento em forma de canção!

Unknown disse...

Comprava antes os direitos de He's so fine!!! Dinheiro ele tinha sobrando. O gênio morgou nessa.

Anônimo disse...

Cara, muito show o teu blog; essa matéria então... Parabéns, brother!